Procuradores da Fazenda vão entregar 280 cargos de confiança

Em protesto contra o governo federal, procuradores da Fazenda Nacional decidiram entregar 280 cargos de confiança para cobrar reajuste de salário e contratação de servidores. Segundo o Sinprofaz, sindicato da categoria, a medida foi aprovada em assembleia promovida nesta segunda-feira (18/5), em São Paulo, e será formalizada nesta semana à Advocacia Geral da União. A entidade aponta “assimetria remuneratória” com outras carreiras, como a Defensoria Pública e o Ministério Público. E garante que os postos não serão substituídos, pois 1.890 procuradores ― 90% de toda a carreira ― se comprometeram a não assumir mais cargos em comissão enquanto a pauta não for atendida.

Marcos Alves Pintar disse:
18 de maio de 2015 às 23:56

E quanto ganham? Se dizerem o povo brasileiro vai cair de costas.

Thales Treiger disse:
19 de maio de 2015 às 06:55

Quando leio algumas matérias e comentários aqui fico até enganado com relação aos vencimentos que ganho. Os vencimentos de um Defensor são escalonados de forma idêntica aos de um Procurador da Fazenda. Com uma pequena diferença: nas carreiras da AGU a progressão é automática. Vendo alguns comentários aqui e até mesmo matérias vejo que estou recebendo o mesmo que um Juiz Federal, mas quando chega no fim do mês o valor gira em torno de metade disso. Aquele papo de que se fala um mentira várias vezes para que se torne uma verdade é a tônica. Impressionante mesmo. O Conjur deveria ser mais cuidadoso com essas matérias.

P. R. disse:
19 de maio de 2015 às 11:34

Creio que nadando em dinheiro devem estar aqueles cujo trabalho parece se resumir a comentar notícias desse site. O povo cairia de costas, em verdade, se soubesse o tanto de dinheiro público indo para o ralo em virtude da desestruturação da AGU, que, segundo a própria Constituição Federal, é uma função essencial à justiça.
Essa iniciativa de entrega de cargos, embora tenha se iniciado na PFN, já se espalhou por todas as demais carreiras da AGU (Procuradores Federais, Advogados da União e Procuradores do Banco Central).
Se nada for feito em prol da instituição, a AGU vai parar e, com isso, a implementação de todas as políticas públicas feitas pelos representantes eleitos pelo povo ficarão a cargo do Ministério Público, da Defensoria Pública e do Poder Judiciário. Aí veremos se o Brasil é governável sem o trabalho da AGU.

Marcos Alves Pintar disse:
19 de maio de 2015 às 12:32

Afinal, onde estão os números para o povo brasileiro saber quanto ganham esses que estão reclamando?

Marcos Alves Pintar disse:
19 de maio de 2015 às 12:36

A arrogância do agente público no Brasil é algo impressionante. Teve um que veio aqui dizer que na visão dele próprio, em favor dele mesmo, considera que "ganha pouco". Ora, o serviço público NÃO É FEITO para deixar ninguém RICO, nem para deixar os concurseiros CONTENTES. Quem não está satisfeito com o que ganha no serviço público, que vá para a iniciativa privada, quando aí sim verá o que é dificuldade. Esse pessoal deveria ter mais respeito com o cidadão comum.

edu tavares disse:
19 de maio de 2015 às 12:53

Ô MAP, será que você não desiste. Não vê que ninguém está nem aí para seu comentários inoportunos e COMPLETAMENTE INSANOS. Já que você tem tempo ocioso para passar o dia inteiro destilando seu ódio contra todos os servidores públicos, aproveita para fazer um cursinho de português e aprenda a escrever meu querido. O correto é : SE DISSEREM E NÃO SE DIZEREM.

Marcos Alves Pintar disse:
19 de maio de 2015 às 13:27

A maior mazela do Brasil de hoje é o monumental gasto público com servidores, e a baixa produtividade do serviço público. Na prática, os cidadãos brasileiros estão trabalhando para sustentar as mordomias e elevados vencimentos dos agentes públicos, e nada mais. A massa da população está cada dia mais pobre, enquanto a atividade econômica recua em face à descomunal carga tributária para bancar a ineficiência do serviço público. A cada concurso público, há 50, 60, 200 candidatos por vaga, todos ávidos por uma "boquinha". É preciso acabar com tudo isso. Servidor público precisa ganhar e trabalhar como no setor privado, e fim de papo. Há anos se fala sobre esse tema. Previa-se que se mudanças não fossem feitas, a crise econômica chegaria. E está tudo aí agora. Aqui em São José do Rio Preto já nem se fala mais quando uma empresa manda 200 trabalhadores embora em uma única leva. O empresário não tem mais como continuar, pois tudo o que ele produz é para os agentes estatais. Não é só o gasto. A ineficiência é total. Se precisar de um agente público, qualquer que for, a dor de cabeça está criada. O agente público, de todos os níveis e de todas as instância, acredita ser o próprio retrato da divindade. Trabalhar, produzir, resolver, é quase uma ofensa. Todos estão em busca de cumprir horários, usar o cargo para vantagens pessoais, e nada mais. Cobranças dos cidadãos são contornadas através de ações penais. E eles querem mais, mais, e mais. Não descansarão, pelo jeito, até serem os donos absolutos de tudo e de todos, o que só não irá ocorrer porque o País entrará em colapso antes.

Thales Treiger disse:
19 de maio de 2015 às 15:29

A generalização é um grande mal. Na minha vida encontrei e trabalhei com vários servidores públicos extremamente comprometidos. Não tenho porque generalizar nenhuma categoria, assim como não acho sequer prudente que se faça isso com servidores públicos. Aliás, isso partir de advogados uma classe tão aviltada por maus profissionais não deixa de ser uma ironia.

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