Divulgação

Quase meio ano depois de concorrer ao Senado pelo PSB da Bahia, a ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça Eliana Calmon amargou nova derrota nas urnas. A ex-corregedora nacional de Justiça tentou se eleger síndica do edifício Oceania, em Salvador (BA), que tem apartamentos de famosos como Wagner Moura e Lázaro Ramos. A ex-ministra, que ganhou fama por dizer que era preciso caçar os “bandidos de toga”, perdeu para o empresário Sérgio Bezerra, dono do famoso bar Habeas Copos.
Certamente trata-se de importante notícia para o meio jurídico. Por um momento, até fiquei em dúvida se estava lendo uma edição da "Caras", "Tititi" ou "Minha Novela"; mas era só o Conjur.
Está colhendo o que plantou. Que humilhação!!!
Candidata, recorra para o Papa Francisco e para o Capeta. O segundo lhe dará provimento.
Está colhendo o que plantou. Que humilhação!!!
Candidata, recorra para o Papa Francisco e para o Capeta. O segundo lhe dará provimento.
Está colhendo o que plantou. Que humilhação!!!
Candidata, recorra para o Papa Francisco e para o Capeta. O segundo lhe dará provimento.
Está colhendo o que plantou. Que humilhação!!!
Candidata, recorra para o Papa Francisco e para o Capeta. O segundo lhe dará provimento.
Está colhendo o que plantou. Que humilhação!!!
Candidata, recorra para o Papa Francisco e para o Capeta. O segundo lhe dará provimento.
Está colhendo o que plantou. Que humilhação!!!
Candidata, recorra para o Papa Francisco e para o Capeta. O segundo lhe dará provimento.
Está colhendo o que plantou. Que humilhação!!!
Candidata, recorra para o Papa Francisco e para o Capeta. O segundo lhe dará provimento.
Está colhendo o que plantou. Que humilhação!!!
Candidata, recorra para o Papa Francisco e para o Capeta. O segundo lhe dará provimento.
Alguém sabe se ao menos o livro de receitas está com boa saída?
Se bem me lembro, a ex-ministra chegou a lançar um livro de culinária no STJ. Então, se deseja mudar de profissão, por que não tenta abrir um bandeijão? Talvez tenha mais sucesso com seus dotes de boa cozinha, atividade decerto bem mais criativa, prazerosa e gratificante do que a de julgar sobre o destino alheio. Quisera eu ter dotes semelhantes, já tinha largado o direito (que no Brasil está mais para torto — não resisti ao chiste) há muito tempo.
(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – Mestre em Direito pela USP – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br
Pela experiência e amplo conhecimento jurídico que possui a Ministra, certamente foi um ganho para sociedade essa derrota dela, porque ela será mais útil na área jurídica. O resultado dessa eleição demonstra a inversão de valores, sem desmerecer seu adversário.
Somos uma nação que prefere reclamar.Gostamos de manter BEM distantes aqueles que, saindo do discurso e da simples retórica crítica, procuram fazer algo para mudar a nação. ncis.bueloni/videos/988643781170193/?fre f=nf
Não conheci a Ministra.Para mim, acho que fez um bom trabalho (pois se incomodou tanto, significa - no mínimo - que tirou da zona de conforto aqueles que já voltaram à esta) e a votação em seu lugar de moradia não passa mensagem alguma.Talvez a mensagem que mudanças, por aqui, serão muito difíceis de ocorrer.
Não é só o Direito que está torto, caro Professor Sérgio.O Brasil está torto.
Ah, publico abaixo, a homenagem de um povo (que não é o brasileiro) ao Ministro Joaquim Barbosa, efetuada através da Universidade Hebraica de Jerusalém.
Somos - como nação - igual a um dito americano que diz assim: "You talk the talk, but you walk the walk?". O que temos de sobra são "papudos".E só.Falam muito e fazem pouco.Por isso somos este país violento, desleixado e corrupto.
Fica minha homenagem, além da dirigida à Ministra, ao Ministro Joaquim, como demonstra o link abaixo:
https://www.facebook.com/fra
Realmente uma humilhação. Nada mais a ser dito.
Resta o Habeas Copo para afogar as mágoas....
A formação que ela tem não a torna especialmente habilitada a administrar o que quer que seja. No tocante à administração, é uma leiga como qualquer um de nós. E perdeu para um candidato, ao que me parece, mais qualificado. Vergonha seria se estivesse em disputa uma posição para a qual o conhecimento jurídico fosse critério relevante. Vejo como derrota normal. E as críticas parecem mais veneno de juízes que se incomodaram com a atuação dela como corregedora no CNJ.
Pelo tom e pela "consistência" da "matéria" (se é que me faço bem entendido) esta "notícia" com cheiro de fofoca revela um certo que de vingança. Pura bobagem. Eu votaria na ilustre Ministra.
Discordo, prezado deffarias (Assessor Técnico), e explico o motivo. A figura do síndico é diversa da do administrador. O síndico é quem responde juridicamente pelo condomínio, sendo necessária uma boa dose de jogo de cintura notadamente nesses prédios de luxo, na qual há diversos egos superdilatados. A ex-ministra é uma figura pública que marcou a história do País. Ela passou por dificuldades inúmeras, que poucos enfrentariam, e tirou de letra. Por essas razões, e é assim em todo lugar do mundo, caberia a eventual concorrente retirar sua candidatura. Veja-se que o caso, praticamente uma questão doméstica, virou notícia nacional justamente devido ao nome da ex-corregedora. Nenhuma lei determina que ela deveria ganhar ou que outros não poderiam concorrer, mas é uma questão de postura. Se você vai passar em uma porta e atrás de você vem um idoso, o mais natural é que você segure a porta até ele passar. Nenhuma lei determina que seja assim, mas é assim que as regras de compostura determinam. Perde o Brasil, sem nenhum dúvida, se bem que hoje a coisa tão deteriorada que o caso é praticamente insignificante.
Mudarem o nome para Ti ti ti Jur?
Impressionante, hein? Quando as matérias divulgadas não estão ultrapassadas, ou seja, já foram publicadas pelo menos há alguns dias pelo site do Migalhas, agora divulgam esta, dentre outras.
Por acaso seriam inimigos da candidata ao cargo de síndico?
Falta de assunto do Conjur. O que tem de pertinente isso ao mundo jurídico.
Como não se elegeu como sindica, em outras palavras o Conjur está dizendo, que nem para isso serve.
Essa senhora usou o CNJ como palanque para concorrer ao Senado pelo Estado da Bahia. Perdeu feio. Nem para síndica agora consegue se eleger. Portanto, recolha-se para o anonimato e dedique-se a revisar seu livro de receitas especiais para passar o tempo. Adeus!!!
Essa cidadã generalizou toda a magistratura ao querer popularidade manifestando-se contra os chamados "bandidos de toga". Certamente há bandidos na magistratura, como em todas as profissões, e devem ser punidos. Agora, ela está tendo a resposta que merece.
Dupla humilhação: perder uma eleição para síndico e ter a informação divulgada num veículo de comunicação pretensamente destinado a prestar "informações jurídicas". A primeira "humilhação", acaso não tenha sido fruto dos conhecidos conxavos condominiais, é aceitável e faz parte das relações sociais. A segunda, não!!!
Onde se grafou: conxavos, leia-se, conchavos.
Esta matéria tem objetivo de debochar da ex ministra. Isto não é assunto do mundo do direito. Tirem do ar esta coisa.
Esta notícia é de uma relevância ímpar para o Brasil e para o mundo.
Certamente o eixo da Terra sofreu um deslocamento ante o peso desta informação...
CONJUR rumando para se tornar site de fofoquinha jurídica.
Aguardo matérias sobre a cor das cuecas dos Ministros do STF ou sobre o conhaque que eles tomam...
Essa notícia é de suma importância para o meio jurídico!!! É isso aí, continuemos assim Brasil!!!
Concordo com "PAULO FRANCIS ", quando diz que essa matéria, escrita em tom debochado, serve somente para vilipendiar a Ex ministra bem como quando diz: "Isto não é assunto do mundo do direito." Mais uma coisa: o Consultor Jurídico que conheço há mais de sete anos era um site que se dedicava à publicação, entre vários outros, de notícias jurídicas sérias e relevantes ao nosso meio, e não, como vejo hoje, à publicação de fofocas bobas, desinteressantes e desprovidas de efetiva relevância informativa aos seus leitores.
Essa notícia apenas tem por finalidade trazer o descrédito para a ex-ministra Eliana Calmon. Nenhum ganho para a área jurídica. Gostaria de ver matéria mais relevante como, por exemplo, um parecer sobre a postura ética de operadores do Direito que se posicionam contra o instituto da delação premiada, sob alegação de que quem a faz está psicologicamente fragilizado, por se achar preso. Note-se que se trata de situação absolutamente previsível para quem age com temeridade.
Isso foi "notícia" no jornal A Tarde em Salvador em maio deste ano. Há sérias dúvidas quanto à veracidade do "fato" noticiado na medida em que a ministra mora em Brasília. O Conjur, descumprindo regrinhas básicas de jornalismo, claro, não ouviu as partes mencionadas: a ministra, o dono do bar (que existe, dá para ver no Google Maps) ou mesmo alguém do condomínio...Eu duvido muito que uma pessoa na posição dela fosse disputar essa eleição...
A notícia veiculada merece uma verdadeira leitura 'sintomal' proposta por Althusser. Eliana Calmos revelou o que Zizek chama de complemento obsceno, isto é, as regras não explícitas que, inclusive, suspendem as regras explícitas. Todo mundo sabe como as práticas aqui são anti-republicanas , marcadas pelo patrimonialismo, salpicadas de lobistas, enfim, a nossa miséria é notória. Por isso, a irrelevância da notícia só não é maior por força do não dito que, como nos ensinou a psicanálise, é mais forte do que o dito. Por isso: Viva Eliana Calmon.
Lembro de um saudoso colega que com relação a alguns atos da Administração dizia que “há elogios que envergonham e punições que enobrecem”, que uso para comentar esse caso. Às vezes pessoas de elevada formação cultural tomam decisões inusitadas que destoam de sua qualificação, que surpreendem seus semelhantes e que lançam por terra tudo o que de magnífico realizou. Essa alegada derrota da ministra veio para seu próprio bem, para que reflita melhor e concluir que o cargo ou função de síndica não é coisa para ela, mas para os comuns dos mortais. A eleição para síndica poderia ser algo que iria levar tão nobre magistrada a se envolver com questões degradantes. Essa insignificante derrota pode ter vindo para que tão magistral magistrada reflita melhor para saber que essa não é sua seara. Melhor assim, uma derrota edificante acima de uma vitória enganosa, que em nada modifica a relevante conduta profissional da ministra.
Meu Deus, a Ministra Eliana Calmon, não precisa disso.
É pessoa altamente qualificada; com dezenas de compromissos.
Para mim, seria surpresa se ela estive ganhado essa eleição da Síndica.
Você precisa estar logado para enviar um comentário.
Fazer login