Resumo: 13 novos ministros assumem no Novo STF, entre eles Camarotti, eleito novo presidente da corte, Datena, Janaina, Cabo Antoninho, um professor de cursinho e dois comentaristas da ConJur.
Aquilo que o conceito de utopia representa deve ser o maior exemplo articulável de algo alheio à nossa realidade como tal. Basta ver que chamar uma ideia, um argumento, um ponto de vista de utópico é basicamente o mesmo que classificá-lo como impossível de ser realizado (realizado, isto é, concretizado, trazido à esfera do real).
Até nisso difere-se sua antítese. Para quem ainda não conhece o conceito de distopia, pense justamente no contrário de uma utopia. Exemplos culturais não faltam: desde o célebre 1984, de Orwell, à contemporânea série The Handmaid’s Tale (fundamentalistas assumem o poder nos EUA), todos expressam, em alguma medida, uma espécie de utopia negativa. Só que, antiteticamente ao conceito de utopia, as distopias, por vezes, têm uma relação muito próxima — assustadoramente próxima — com a realidade que vivenciamos.
Explico: muitas vezes, as distopias são utilizadas como um recurso pelo qual aquele que o concebe transmite uma espécie de aviso aos seus interlocutores. Se, com a utopia, alguém diz aquilo que desejaria que fosse, com a distopia, a partir daquilo que é, diz-se o que se pode vir a ser. Com 1984, Orwell não está apenas escrevendo sobre uma sociedade totalitária; está alertando sobre os rumos que o mundo parecia tomar à época. Se ele acertou? Deixo que o leitor interprete e diga.
Por que falo tudo isso? Porque, como Orwell, quero apresentar a vocês minha distopia. Se o cenário que imagino parece fidedigno diante de nosso cenário atual? Deixo que o leitor interprete e diga.
Vamos lá. Vamos à minha ficção.
***
Imagine, leitor, que, nesta manhã de quinta-feira, você percebe que alguma coisa fez com que você dormisse por muito mais tempo que o normal. Na medida em que o dia vai passando, você vai percebendo que muita coisa mudou desde o dia anterior.
Com os demais candidatos batendo cabeça e Lula preso — Moro, cognominado no novo regime de Grundmoro (algo como a norma fundamental, a Grundnorm), proibira sua libertação em despacho proferido em férias do interior de Portugal —, Bolsonaro foi eleito já no primeiro turno. Ganhou com 33%, porque os votos dados a Lula foram anulados. Festa na avenida Paulista. A GloboNews instalou um gabinete especial às margens do Paranoá para acompanhar a formação do novo governo. Claro, junto estavam aqueles professores de Direito do RJ que servem de escada a Camarotti e Cia. Que coisa incrível: as opiniões deles sempre coincidem com as dos jornalistas da GloboNews.
A primeira emenda constitucional (PEC) bolsonariana aumentou o número de ministros do STF para 21 membros. Bolsonaro (de ora em diante, PB) seguiu o que fora feito na Polônia e Venezuela. Afinal, havia prometido na campanha que aumentaria o STF de 11 para 21 ministros, conforme constou na revista Veja e na Folha (ler aqui). PB, na campanha, criticou fortemente o STF (aqui). Com três aposentadorias ocorridas em 2018, aumentou para 13 o número de vagas para nomeação a partir de 1º de janeiro de 2019. Formaram-se cotas (sem problemas com essas). Professores: Janaína e um professor de cursinho; juízes: uma desembargadora do RJ, conhecida por seus tweets, um juiz famoso que usa a Bíblia na audiência, um procurador que faz jejum; dois comentaristas da ConJur, sendo que um escolhido entre os que mais destilaram ódio contra a coluna "Senso Incomum" e o outro escolhido entre seus pares, que poderiam atuar inclusive com seus nicknames. Cota pessoal do PB: Gerson Camarotti, Datena e Wiliam Waack. Não, Merval Pereira não foi para o STF, e sim para o Ministério da Verdade. Os outros três: Cabo Antoninho, indicado pela base aliada do novo regime, Kim Katiguri (ou algo parecido com isso), preenchendo a cota de asiáticos e um ministro rotativo (nova categoria criada por sugestão do ministro Camarotti), representando a bancada da bala, dos agrotóxicos (agro é pop) e dos banqueiros. Não, Moro também não foi, pois preferiu ser o Mentor Geral da República (MEGER), cargo acima do Ministério da Justiça. Os demais ministérios foram ocupados por generais, como era a promessa de PB.
O primeiro fato marcante no Novo STF — assim passou a se chamar (NSTF)[1] — foi a retirada do ministro Toffoli da Presidência da corte. A partir do princípio da colegialidade futura (PCF), caberia à nova maioria nomear o presidente. O eleito foi o próprio ministro Camarotti, para mandato de 20 anos (na Presidência do NSTF).
Depois da última greve dos caminhoneiros em setembro de 2018 — na qual o lema era “intervenção militar já” —, já havia quase tudo sido vendido-privatizado, dos hospitais públicos, Embraer, Braskem, Detrans à Petrobras, passando pela Eletrobras e todas as estradas federais e vicinais (venderam até o laguinho do Planalto, os prédios da Explanada dos Ministérios e o Palácio do governo, que passaram a pagar aluguel para uma imobiliária chamada MBL), PB teve pouco trabalho no que restava para privatizar. Liberou-se também a exploração da Amazônia (afinal, pouco índio e muita terra). O ministro das Privatizações, da cota das Lojas Riachuelo, era incansável. Foi fácil vender o sistema prisional para um consórcio americano-tailandês (o preço teve deságio de 60% por causa da superlotação). A base aliada do PB, comandada pelo deputado Cabo Russo, passou um rolo compressor na pequena oposição no parlamento.
Só deu problema na hora de vender o SUS: racha na base aliada. Metade queria vender para os EUA; a outra metade, para os chineses. A GloboNews enviou repórteres à China e aos EUA e, de lá, mostravam as maravilhas dos sistemas de saúde desses dois países (professores de Direito do RJ comentaram o episódio, concordando com a GloboNews). A questão se arrastava e a oposição entrou em obstrução. Nada mais se votava. Congresso parou. Merval, agora falando em rede nacional, chamava o povo para as ruas. Camarotti articulava com PB uma solução.
PB, então, consultou a NAGU (Nova AGU), que tomou uma medida drástica: construiu cuidadosamente, uma ADI com pedido de interpretação conforme à Constituição para fechar o Congresso, passando ao NSTF a função de legislar. A argumentação, douta e magnífica — para se ter uma ideia, na petição da ADI constou o nome charmoso de verfassungskonforme Auslegung zum Abschluss des Parlaments —, passou logo a ser elogiada nos cursinhos, palestras e workshops. E, como fundamento principal, PB invocou o princípio do presidencialismo invertido (Zasada odwróconego prezydenckiego — “princípio” que fora invocado pelo presidente polonês para aposentar compulsoriamente 27 ministros da Suprema Corte — aqui), pelo qual o governo é dissolvido caso negue apoio ao presidente. O raciocínio é simples (e óbvio): se PB foi eleito, é porque o povo queria que governasse; o parlamento, se não lhe der apoio, impede o avanço iluminista do país; logo, em vez de inviabilizar o governo, inviabilize-se o parlamento (aqui, para delírio dos pamprincipiologistas de Pindorama, foi invocado o novo Princípio da Proibição de Inviabilização do Governo – PPIG). Binguíssimo.
Aliado a isso, a ADI se baseava no princípio da voz das ruas (Prinzip des Sprachanrufs der Leute — tese elogiadíssima na GloboNews), que havia sido invocado no ancien régime por um conhecido ministro do VSTF e agora, como feitiço, voltava-se contra o feiticeiro. A votação pelo fechamento do Parlamento foi 13×8. Justiça seja feita, todos os 8 ministros do ancien STF votaram contra, inclusive a ministra adepta da colegialidade.
Parte dos 8 ministros do VSTF achou absurdo que os ministros do NSTF achassem que a voz das ruas e as opiniões pessoais dos ministros e de PB pudessem valer mais que o texto da CF. O ministro-procurador invocou a convicção e a fé no novo! Antes, jejuou. “Longa vida ao Direito 4.0”, disse! Já o ministro da Bíblia invocou o artigo 142 da CF sobre as Forças Armadas (ele havia já postado um tweet sobre isso), dizendo que ou o NSTF decretaria a medida, ou poderia ser acionada a “clausula moderadora” do artigo 142. A ministra do RJ que-posta-muito-no-face postou o longo voto de quatro linhas no Twitter.
Já a ministra Janaina deu o voto em pé, invocando a tese da aceleração da história e a teoria da graxa, fazendo menção a precedentes do VSTF, especialmente daqueles ministros que sustentavam, no ancién regime, que, entre a realidade social e a realidade normativa, tinha-se que optar pela realidade social, a voz das ruas (claro que ela disse isso de outro modo, mas um intérprete conseguiu sacar isso, mediante a linguagem de sinais). Um dos “precedentes” citados por Janaina foi o do caso do indulto, em que o relator do VSTF dissera que o Executivo não soubera entender o sentimento popular. Ou seja, a voz do povo vale mais que a CF. Já os dois ministros-comentaristas da ConJur votaram nesta linha: “Direito é questão de prática. Não venham com essas coisas complicadas tipo Lenio Streck”.
Os demais votos vencedores apenas repetiram os chavões: “O Direito é aquilo que o NSTF diz que é”. Por vezes, Camarotti os ajudava. Citaram, várias vezes, doutrina e precedentes de um ministro do VSTF, que se sentiu extremamente desconfortável, aparteando os novos colegas — com veemência. Houve forte discussão. Mas era tarde. Inês jazia morta no meio do salão do Pretório Excelso. Claro, citaram também outros juristas (realistas, voluntaristas e quejandos) que sempre sustentaram, em livros e teses de doutorado, que o Direito-é-aquilo-que-o-Judiciário-diz-que-é. Outros fechavam os votos espumando: “Há que ser prático. Pragmático. Não me venham com esse negócio de teoria”. Enfim, a estandardização do Direito vencera.
É. Assim se formou o novo Brasil — que, esqueci de dizer, era agora com z. Brazil. Ah: com o Congresso fechado, o SUS foi vendido para um consórcio EUA-China, com participação coreana-chinesa. Finalmente, nada mais era público. Enfim, o Estado ficou mínimo. As ações do novo Brazil foram lançadas no Manhattan Connection. Tão mínimo era o novo-estado que nem gastava mais com o parlamento, exatamente como queriam radialistas, jornalistas, jornaleiros e taxistas (e juristas — estudantes e carreiras jurídicas). A Justiça do Trabalho foi extinta, como queriam Pazzianoto e o empresário Walter Schalka e parcela majoritária do empresariado. A CLT foi revogada por um assento do NSTF. Aposentadoria agora toda era privada (um fundo indiano-paquistanês comprou a carteira), conforme a reforma da Previdência baixada também por um decreto referendado por um assento do NSTF. As ruas das cidades também foram vendidas e em cada uma o comprador pode colocar pedágio (para pessoas, carros, motos e bicicletas). Não mais se exige licença ambiental, porque isso atrasava o desenvolvimento. As universidades foram vendidas, é claro. Muitas, fechadas (algumas já estavam). Foi liberado o uso de armas (até 5 por brazileiro), com base em experiência empírica de alguns ministros e pesquisa do pool das universidades Matocagao I, Scheißwald III e Unifundo do Brasil, que mostra a correção da tese “mais armas, mais paz, menos violência”. O Ministério da Paz passou a cuidar das armas. Camarotti aprovou.
Voltou o ensino obrigatório de Moral e Cívica. Os autênticos valores retornaram. Foi criado o Ministério dos Bons Costumes, regulamentando as relações sexuais. E o ensino religioso se tornou obrigatório inclusive nos cursos jurídicos, onde o Direito Penal foi substituído por Êxodo 22:6; 21:12; 21:16: 24:7 e Deuteronômio 22:25. Voltou também EPB – Estudo dos Problemas Brasileiros. Refundaram o Mobral (neste caso, houve muitos protestos — a multidão queria fazer, direto, sem atalhos, o curso de Direito…).
Como ficou a advocacia no Novo Brazil? Bem, complicou "um pouco" (vejam o futuro dos advogados no filminho). Foi extinto o Exame de Ordem, a presunção da inocência (já estava extinta desde 2016) e o devido processo legal. O CPP foi transformado em Regimento Interno. O CPC? Bem, tudo passou a depender dos novos assentos (AIAS).
Afinal, a advocacia vai servir para que no novo regime? De todo modo, conto: a primeira súmula — agora chamada de AIA[2] — assento da interpretação autêntica do NSTF — diz: “Todos julgamentos são feitos a partir do princípio in dubio pro societate”; AIA 2: Se a prova ilícita for obtida visando o bem da sociedade, vale; AIA 3: Se, de antemão, o réu assume a culpa, ou havendo provas conclusivas a critério do delegado, este poderá aplicar a pena, segundo tabela do NCNJ; AIA 4: Fica vedado o uso de RESP e RE para rediscutir prisão de segundo grau; AIA 5: Direitos humanos são só para humanos direitos[3]; AIA 6: O não pagamento de carnês de lojas e dívidas bancárias acarreta recolhimento da CNH, passaporte e identidade, nos termos do artigo 139, IV, do CPC; AIA 7: Entre a moral e o Direito, deve-se optar pela Moral; AIA 8. Nenhuma prisão preventiva pode ultrapassar o prazo de 5 anos; AIA 9: Juiz no gozo de férias, mesmo estando no exterior, pode alterar ou recusar — por oportuna precaução — o cumprimento de decisão de ministros e desembargadores, se com ela não concordar; AIA 10: "lava jato" não precisa seguir regras de casos comuns.
A joia da coroa é o AIA 11: “Todos os atos decorrentes destes AIAs são insuscetíveis de apreciação judicial; juízes e tribunais, sob pena de demissão ou fechamento do tribunal, estão proibidos de interpretar os AIAs, que são os novos e únicos precedentes do “sistema de precedentes”, que são produtos de um ato de vontade do NSTF” (parece que alguns dos defensores das teses do “sistema de precedentes” emplacaram a tese de que os precedentes são produto de um ato de vontade. Venceram! Eis o novo!).
Ah, PB tinha receio de ter o poder usurpado pelo vice, do MDB, depois que este divulgou uma carta aberta, na qual dizia “sentir-se deixado de lado pelo presidente”. PB, assim, mandou projeto de AIA ao NSTF que, de pronto, lançou o AIA 12: “Com base no princípio da precaução e do princípio caracídeo hoplias malabaricus, o vice-presidente fica suspenso até segunda ordem”.
Em meio a isso… Epa, hora de parar de escrever. Acaba de ser lançado, por iniciativa dos Ministérios da Verdade, da Nova Inteligência, dos Bons Costumes e da Mentoria Geral da República, uma Medida Provisória-Permanente – MPP (não há mais parlamento) com o seguinte teor: “Fica proibido o uso de livros que não sejam resumidos ou facilitados, abrangendo esta proibição o ato de escrever colunas ou artigos em revistas”.
***
Essa, leitor, é minha distopia, na qual a inscrição na bandeira do Brazil — que, no lugar de estrelas, agora tinha balas — agora era “Guerra é paz. Liberdade é escravidão. Ignorância é força”.
Bom, isso é uma ficção. Torço contra minha distopia. Com veemência!
[1] O que aconteceu com os demais tribunais, com exceção do TST — que foi extinto junto com a Justiça do Trabalho —, fica para outra coluna. Não há espaço na de hoje.
[2] É mera coincidência a sigla AIA, nada tendo a ver com a tradução portuguesa da distopia The Handmaid’s Tales — O Conto da Aia, de Margaret Atwood.
[3] Observação: por justiça, informo que todas as súmulas foram aprovadas por 13 ministros, vencidos os 8 integrantes do VSTF.
De onde o Professor Lenio tirou a informação de que o Juiz Sérgio Moro estava em Portugal? Foi da narrativa petista? Pois um programa da Rádio Jovem Pan deu a notícia que o juiz Sérgio Moro no dia imbróglio judicial estava em Curitiba.
E eu que pensei que o Prof. Lenio ia tentar defender a decisão do Desembargador Fraveto, o tal que aceitou como fato novo algo que não era novo e nem era relevante ou que se meteu num processo cuja jurisdição do TRF4 já havia se esgotado e que já tinha até decisão do STF ou ainda que decidiu num caso que não era de urgência. Mas não, engano meu. Afinal, o indefensável não pode ser defendido. É preferível "culpar" quem contribuiu para evitar o cumprimento de tamanho "golpe".
Que ''figuraças'', hein? Com tais seres no STF a ida para Estocolmo estará garantida. Não para ganhar o Nobel, mas para ir morar lá de uma vez e não voltar pra cá nunca mais.
Achava eu que as colunas do Lenio já estavam ruins, eivados de ideologia de esquerda, mas essa de hoje superou todas as minhas expectativas!
Uma das colunas mais patéticas que já li nesse site. Quando vi alguém compartilhando o seu bizarro conteúdo na internet, pensei que era apenas mais uma loucura escrita nesses veículos de informações puxadinhos do PT, como Carta Capital, DCM et caterva.
Mas não, era apenas mais um delírio ideológico-panfletário de Lênio Streck.
Genial, Prof. Streck!
Um pouquinho de Black Mirror na Senso Incomum para, com a licença para um trocadilho paradoxal, trazer às claras e refletir nosso próprio fracasso vem muito bem.
Dr. Lenio, por favor, me comente um habeas concedido tendo como fato novo uma pré-candidatura?
Se Marcola e Beira-Mar, forem pré-candidatos, caberia deferimento do HC?
Não se omita Dr. Lenio, comente!!!!!!
Faltou a Lula e Dilma a visão de indicarem Dr. Lenio como Ministro do STF!!!
Seria o Fraveto deles lá!!!!!!!!
O Senhor é melhor que isso!
A tática "xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz", não lhe cai bem.
Esses personagens da sua distopia, que o senhor ataca com tanta sofreguidão, são só isso. Personagens.
Quem desviou dinheiro e deixou o povo morrer em hospitais não foram seus personagens.
Quem comprou dos americanos uma refinaria falida e pagou peso de diamante (ouro é muito pouco) idem.
Quem aparelhou o Estado e o transformou em propriedade privada (apesar de atacar o capitalismo) também.
Quem mandava dinheiro do povo brasileiro para obras de ditaduras amigas todos sabem quem foi.
Quem transformou o Brasil em um celeiro de bandidos, com mais de 60.000 homicídios/ano, não foi a "bancada da bala". Foi a bala de bandidos mesmo.
Quem foi funcionário e tentou soltar a pessoa a quem admira ideologicamente não foi a Dra. Janaína, por mais que má vontades não queiram enxergar isso.
Nosso ensino passou a ter as piores notas mundiais.Há muito ensinam ideologia, não matemática nas escolas públicas.
Tudo isso foi feito por pessoas reais, que tiveram mais de década a chance de mudar o Brasil para melhor; em vez disso, usam a falácia do espantalho para que o foco não sejam os absurdos, desmandos, roubos e o manejo das leis em benefício das pessoas que atendem (ideologicamente ou por terem colocado parentes em cargos elevados etc) interesses particulares.
Há muito o povo tentou ir para as montanhas.
Não conseguiram.
Foram mortos no caminho, perderam empregos e não tem nem como sair das suas casas.Não conseguem estocar comida. Ficou cara.
A intelligentsia ataca quem produz, fazendo crer que há pé de comida ao lado dos supermercados.Não há.
"A arrogância e a ausência de humildade selaram seu destino" .
Deveria ser o lema da nossa bandeira.
Brilhante o seu comentário. O pior é que o Lênio, como vários outros desse meio, é incapaz de autocrítica. Nunca vi, em nenhuma de suas colunas, fazer a menor reflexão sobre qualquer um dos absurdos cometidos pelo Partido Político que ele milita.
Hoje, a coluna Senso Incomum, que já ensinou tanto, serve apenas ao Lênio e mais ninguém.
Lênio Streck, o homem que fala de todas as decisões teratológicas não deu um pio sobre a decisão de Favreto. Não disse nada sobre
1) suspeição (o desembargador foi filiado ao PT POR 21 ANOS);
2) incompetência, (o juiz natural seria Gebran Neto ou o STJ);
3) o desembargador decidir no plantão sobre um caso que já passou por vários tribunais (O próprio TRF 4, STJ, STF);
4) o desembargador inventar um fato novo que todo mundo já sabe há 2 anos: Lula é candidato;
5) conceder a liminar em HC com base numa tese inédita, qual seja, preso condenado em segunda instância, inviabilizado pela Lei da Ficha Limpa precisa sair para fazer campanha. Onde foi está o fumus bonis iuris para condecer uma liminar deste jaez? Existe fumaça do bom direito numa tese nunca defendida?
6) Finalmente, qual é a urgência de soltar um preso condenado em segunda instância, eportanto inelegível pela Lei da Ficha Limpa, para fazer campanha se a campanha nem começou?
O silêncio de Lênio Streck nunca gritou tanto!!
Candidato a pior texto da vida de Lenio Streck. Escrito com o fígado, não poderia ser diferente.
Professor, como já disse outro comentarista, o senhor é (muito) melhor do que isso! Este país precisa de bons juristas, jusfilósofos, o senhor sabe muito bem disso, não de "juspolíticos"!
Por favor, inclua ao lado da (brilhante) defesa que faz da separação entre Direito e Moral a defesa da separação entre Direito e ideologia política.
Fiquei intrigado com o motivo de alguém fazer roleta-russa com o próprio futuro pessoal. Não seria de graça... Se tudo der (sse) certo o rapaz seria indicado ao STF. Só pode, só isso explica.
Iria tentar ser original, mas, depois de ler seu comentário fiquei inibido, pois, você disse tudo.
Acrescento apenas que a falta do que fazer e de construir uma critica séria, gera textos de duvidoso gosto e qualidade.
Parabéns OBSERVADOR!
A janela de oportunidade de Lênio ir para o STF ocorreu unicamente nos governos petistas, dada a afinidade. Mas não aconteceu. Ainda bem.
Por favor Prof Lênio, volte a escrever direito! Falastes de ativismo como ninguém, desde há muito. Esse viés político me parece totalmente equivocado. Quanto ao Lula, foi o cidadão que mais teve seus direitos processuais respeitados, inclusive com um 2 HCs julgados em rede nacional. Complicado ficar teorizando distopias quase que sensacionalistas desse tipo. abraço
Moro não estava em Portugal.
Pensei que muita coisa do conto já tivesse sido imaginada pelo ex-Presidente Lula: o "controle" da mídia, por exemplo. Afinal, a sua agremiação é a mentora da Rede Brasil Atual.
Fim do Exame de Ordem? Cuidado, PB pode ter como cabo eleitoral o Sr. Vasco, "jurista" da OBB (Ordem dos Bacharéis do Brasil) e os seus simpatizantes.
A Globo (comum, aberta) ao adotar posturas politicamente adequadas para o momento deixou de ser o alvo da esquerda. Basta ver as piadas dos comediantes do Zorra, o Esquenta.... Agora o alvo é a GloboNews?
Por falar em Zorra, deixei de ser atraído para a Senso Incomum por conta do conteúdo jurídico. E já faz um tempo...
Como já dito, o articulista é ou deveria ser melhor que isso.
O Autor ganhou fama, merecida, no meio jurídico como defensor ferrenho da autônomia do Direito.
Sendo este, desde os primórdios, o “lema” da coluna, tendo, mais vezes do que não, atingido em cheio o objetivo.
Com grande pesar leio a coluna desta semana, que simplesmente desconsiderou qualquer argumentação jurídica, para fazer simples proselitismo político, e dos mais baratos diga-se.
O professor crítica “os comentaristas” da Conjur, sendo ele “O” comentarista da Conjur!! Pois, face a qualquer fato relevante no mundo Jurídico a revisa sempre faz uma reportagem do tipo “Advogados/Juristas comentam tal fato” e impreterivelmente o primeiro a comentar é o professor.
Não tendo sido diferente no caso HC TRF4.
Mas desde a citada matéria sua insatisfação política resta patente, pois ao analisar o fato jurídico, com inúmeros erros, verdade, limitou-se a enumerar apenas os do seu “rival”, mas deliberadamente deixando de analisar os do “aliado”, erros que desculpem as opiniões em contrário, são sim muito mais graves e originadores de todo o imbróglio!
O mínimo que se podia esperar de um jurista sério e respeitado como o professor, que prega a autonomia do Direito com tanto afinco e maestria, seria uma análise séria e imparcial dos eventos, apontando TODOS os equívocos.
Porém, pra minha real tristeza/desapontamento, optou pelo caminho da lamúria política.
Distopias como essa já foram feitas para atacar seu “candidato”, lembra? Mas com um enredo mais simples, apenas trocando o nome Hugo Chaves por Lula, mas a realidade se impôs neste caso, pois não?
Espero que Bolsonaro não se eleja, mas caso o pior aconteça o sistema possui remédios, inclusive um já utilizado 2 vezes!!
hahaha
Excelente coluna, prof! Favoritei para comparar com o presente que vivemos!
Lenio Streck critica Bolsonaro, hoje nesta coluna, pela proposta para aumentar os Ministros no STF (isso ainda em tese), PORÉM o próprio Lenio Streck e seus amigos juristas, em 2017, já concordaram com o tema em relação ao STJ e ainda tinham uma mesma posição sobre o STF de forma implícita em seus escritos. Na verdade, eles não estão preocupados com os recursos gastos em manter mais Ministros, mas QUEM irá INDICAR esses Ministros. Cada vez vemos mais os mestres se afundando por causa da ideologia. Vejamos:
"Ora, gastamos dinheiro em tanta coisa e não queremos investir no aumento do número de componentes do STJ (e nem vou falar no STF, assunto para uma coluna à parte). Lembro que na Itália — que é um país cujas dimensões são menores do que o estado do Maranhão e sua população não supera os 60 milhões de habitantes —, a Corte de Cassação, cuja função equivale à do STJ, é composta de 302 juízes (leia aqui)" By #Lenio #Streck (Fonte:https://www.conjur.com.br/…/senso -incomum-hc-nao-conhecido-…).
O utro artigo:
"Lembro que, em 2001, logo na primeira edição de Jurisdição constitucional e Hhermenêutica (Ed. Livraria do Advogado), cuja revisão tive o prazer de realizar, Lenio Streck já questionava por que não expandir o número de cadeiras no STJ? Ora, se a missão do tribunal da cidadania é uniformizar a interpretação da legislação infraconstitucional — e isso envolve 27 tribunais estaduais e cinco tribunais federais —, por que não o reestruturar de maneira que ele possa melhor atender a tal demanda?" By #André #Karam #Trindade (fonte:https://www.conjur.com.br/…/diari o-classe-tamanho-stj-insti…).
O bservamos no República com muitas incertezas.
Não entendo o que se passa na cabeça de populares tão ferrenhos em discursos atentatórios à democracia!
Lembro de uma palestra ministrada pelos ilustríssimos Amilton, Lenio e Graça no Instituto de Direito do RJ em 1997. Lá, o Prof. Lenio com grande humor, se utilizou de uma metáfora para exemplificar sobre certo assunto, que agora não vem à memória... Acontece, que essa metáfora (uma bela crônica) nos remetia ao que acontece hoje!
Um jogo em que (in)existe regras! Por que existe, mas não existe? As regras eram as que eram impostas no decorrer do jogo.
Estamos vivendo nessa metáfora tormentosa. Que qualquer desmando seja tido como regra num processo. Nesse jogo não tem manual? Colocaram o tabuleiro sobre ele? O CPP de nada mais serve? Como é que se vence um jogo em que qualquer coisa vale?
Como saber se está havendo trapaça? Essa jogada ai é válida?
Há comentários aqui... transitam entre ignorância/ingenuidade.
"O PT teve mais de 10 anos para poder consertar o país". Sim, o PT teve 10 anos para consertar o país.
Agora, uma pausa... Por que o país não foi consertado nos 500 anos pré-PT? Algo de errado não está certo!
Só pode ser uma coisa! Os colonos portugueses eram Petistas!
Temos que imediatamente acionar o nosso judiciário! Conduções coercitivas aos familiares dos nossos colonizadores na Europa, imediatamente(já que tudo está valendo...)! A nossa jurisdição é internacional. Também lá funciona! Despachos de lá nos servem aqui. Por que os daqui não serviriam lá?
P.S: "Força Normativa da Constituição...? Só pode ser Coisa de Petista (condução coercitiva aos alemães petistas)!"
Minhas considerações ao Sr., Prof. Lenio!
Professor, obrigado pelas suas construções e textos disponibilizados. A manhã de quinta feira é diferenciada por conta do nível de discussão que o Senhor costuma propor.
Os comentaristas que não gostam do Prof. Streck são, aparentemente, seus maiores fãs. Que ironia!
Tocou em pontos incontestes.
Colunista do Conjur deveria abordar questões jurídicas, não tratar e falar o mesmo que dizem partidários de um lado ou outro. Esta coluna já teve conteúdos inspiradores, tais como, aquela que tratou do "pamprincipiologismo" (indiquei muito a leitura).
Os comentaristas desta coluna que tem proximidade com Lenio (alunos, estagiários, sócios) podiam "chamar a coluna a ordem". Temo que se outros fizermos, seremos chamados de néscios ou receberemos um palavrão em Alemão.
Lenio Streck, meu herói! Grande mestre!
Quinta-feira, melhor dia da semana.
Acho que já estou nesse enredo. Aqui no meu mundo, que não consegui divisar ainda como real ou ilusório, um Tribunal (TRF3) determinou que os próprios advogados promovessem a digitalização dos processos físicos, usando como justificativa o brilhante argumento de que a Corte não possui recursos para isso (já que os advogados são todos ricos, recebendo "auxílio-tudo-o-que-se-possa-imaginar", cabe a eles realizar o serviço). Claro, uma Entidade de Classe omissa (OAB/SP) não consegui mover sequer um fio de cabelo do lugar para reverter o quadro surreal. Mas a coisa vai além. Promovida a famigerada digitalização dos autos físicos, com pedido de tramitação do feito na forma eletrônica, vem uma ultra-super-hiper respeitável e técnica magistrada "rejeitar a inicial" da ação, ignorando que se tratava da conversão de um feito físico para processo eletrônico, e não uma nova ação (até entendo que vocês também devem estar se perguntando em que mundo estão). Fazer o que? Respota: ingressar com embargos de declaração, decididos ao estilo "os embargos devem ser rejeitados, vez que o que se busca é a modificação da decisão, e não sua correção". Assim, lá vamos novamente ao Tribunal, com mais uma apelação, que assim decide: "Em atenção ao princípio do devido processo legal, retornem os autos à Vara de origem para a possibilidade de realização do juízo de retratação, nos termos do art. 485, § 7º, do CPC. Após, dê-se nova vista dos autos ao MPF para oferecimento de parecer. Int. São Paulo, 4 de julho de 2018." Detalhe: nessa, os autos físicos já haviam sido arquivados tendo em vista a "conversão" para eletrônico.
Quanta bobagem, professor!
Infelizmente o professor Lenio se deixou contaminar por questões políticas, como fazem vários Ministros, Procuradores, Juízes, Advogados... É uma pena, já que temos tantas questões jurídicas a tratar.
Bem criativo esse futuro distópico imaginado pelo articulista.
O problema é que, no presente e na vida real, as soluções jurídicas que este defende como corretas e constitucionais geram situações que, na prática, para os reles mortais, são tão absurdas quanto a ficção alarmista, carregada na tinta e de claro intuito político e partidário.
E é triste ver que o autor não consegue perceber o óbvio: a realidade atual, moldada por suas convicções, é tão caricatural quanto a distopia por este imaginada.
Bem criativo esse futuro distópico imaginado pelo articulista.
O problema é que, no presente e na vida real, as soluções jurídicas que este defende como corretas e constitucionais geram situações que, na prática, para os reles mortais, são tão absurdas quanto a ficção alarmista, carregada na tinta e de claro intuito político e partidário.
E é triste ver que o autor não consegue perceber o óbvio: a realidade atual, moldada por suas convicções, é tão caricatural quanto a distopia por este imaginada.
Como não há meio de defender a "lambança" que ocorreu no último final de semana, promovida por deputados e Advogados petistas e um desembargador ex-filiado e sempre militante do PT, só restou ao Dr. Lenio partir para a ficção e contar uma historinha que ele supõe de "terror".
Como as técnicas que ele adotou no presente artigo são muito conhecidas, tanto pelos "esquerdistas" quanto pelos "direitistas" vamos ao esclarecimento .
Em primeiríssimo lugar, o juiz Sérgio Moro não estava em Portugal, em suas férias, como afirmou o PT, oficialmente, em discurso na tribuna do Senado, a Senadora e Presidente do PT, Gleisi ("Crazy", entre os youtubers) Hoffmann "comendo bacalhau e tomando vinho". Ele não saiu do Brasil em suas férias. Primeiríssima mentira.
Em segundo lugar, o primeiro cuidado que se deve ter ao analisar o texto de um "comunista" (vamos chamar os seres pelos nomes - O. de Carvalho) é não embarcar na parte que ele destaca, como, no caso, as doze AIA's (nem consegue ser original, XII Tábuas, Doze AIA's).
Vamos aos "consideranda", pois aqui estão os grandes temores do autor que o levam a ter alucinações terríveis.
"Bolsonaro eleito já no primeiro turno". Anos atrás, esse era o pior pesadelo para muitos brasileiros em relação ao Lula, que durante três eleições seguidas para Presidente, tinha a maior taxa de rejeição entre os candidatos. Seja homem, aguente o tranco.
Retirada do Ministro Toffoli da Presidência da Corte. Nesse "distópico", pelo andar da carruagem, Toffoli será a "Viúva Porcina", aquele que era sem nunca ter sido.
No próximo "distópico" eu, realmente, quero agradecer a desconsideração do articulista em relação à minha pessoa. É um excelente termômetro saber que o senhor me desconsidera tanto. Vamos ao distópico.
No "distópico das desconsiderações", O Dr. Lenio mostra-se apavorado com a possível influência sobre os Ministros do STF das opiniões de professores, jornalistas, lideranças de movimentos de direita e até comentaristas do Conjur. Se, de fato, eles nos ouvem, "le jour de gloire est arrivé !"
No próximo "distópico" o Dr. Lenio já começa a tirar a máscara, senão, vejamos : greve dos caminhoneiros, tudo vendido (privatizações), incluindo Amazônia, SUS... Quanto desespero! Os governos Lula e Dilma criaram 56 empresas estatais só para : 1) dar cabide de emprego; 2) possibilitar contratos superfaturados; 3) garantir "mesadas" para os companheiros. Como vender ? E matar a galinha dos ovos de ouro ? A Amazônia foi colocada em estado de vulnerabilidade justamente por Lula. O SUS está dominado e aparelhado. Novamente, o desespero pelo possível fim de contratos superfaturados, desvio de medicamentos e instrumentos hospitalares. Quanto desperdício ....
No distópico " a realidade social vale mais que a realidade normativa", quem não for de carne e osso pode até compartilhar do pavor do Dr. Lenio.
No entanto, o Dr. Lenio realmente "surta" com as universidades vendidas, ensino obrigatório de Educação Moral e Cívica e Estudo de Problemas Brasileiros, mais a legalização do porte de cinco armas por cidadão. Professores como ele, além de perderem a "boquinha" iam ter que medir as palavras diante dos alunos (nossos ouvidos não são penicos).
Para finalizar, a última mentira, a extinção da presunção de inocência desde 2016. Não foi EXTINTA, tanto é que o companheiro Lula usou de todos os meios de prova e de todos os recursos e de todos os meios escusos para defender-se. Se não conseguiu se livrar da cadeia é porque ele é culpado demais, apesar dos melhores Advogados.
Parabéns pela bela apresentação da distopia. Os fatos que Vossa Excelência vem criticando ao longo dos anos são graves. Infelizmente a ignorância é cega...
Guerra é Paz - desde que Leonel Brizola assumiu o governo do Rio de Janeiro, começou a "ocupação territorial" das facções criminosas. De lá para cá, O PSDB e o PT governaram o País e houve : sucateamento doloso das polícias, legislação favorável aos delinquentes, mídia conivente.
Liberdade é Escravidão - A "total liberdade de expressão" faz muitos brasileiros ficarem distraídos com "manifestações artísticas" que, na verdade, são embustes culturais que limitam a percepção da corrupção e das manobras ideológicas.
Ignorância é Força - Para quem reclamou da censura prévia no período militar, esclareço que vivi aquela época e a "censura" girava em torno de evitar pornografia nos meios de comunicação de massa e notícias sobre os parlamentares. A mídia (sempre ressalvadas as honrosas exceções) fez "censura espontânea" das notícias durante os governos do PT.
O professor acertou. Resta saber quem são os dois idiotas que irão para o nstf na cota dos comentaristas do conjur. Proponho uma enquete: quem serão os dois indicados? A disputa é grande. Pretor, observador, acs, Diogo nescio, a disputa vai dar sangue.
Até o Professor Lenio se deixou contaminar pela política, assim como tantos Ministros, Procuradores, Juízes, Promotores, Advogados... É uma pena, já que existem tantas questões jurídicas importantes a serem tratadas.
A briga aqui nos comentários pela vaga no NSTF está "pegada"!
Faltou ao articulista falar sobre o seu papel e sua atuação na distopia por ele apresentada. A quem ele serviria?
Abro a votação com Cid Moura, Cuty - auditor (que ganha comissão pelas multas que cobra da malta), Eduardo. Oliveira, Holanda-Juiz. Pareo duro. Tanto odio nos coraçõezinhos. Mas esse é o requisito para ir ao NSTF pelas cotas e fazer companhia a Cabo Antononinho. Sir Morbach, qual é a sua lista sextupla ou triplice? Aliás, o que o pessoal acha? Vamos fazer triplice ou sextupla? Bolsonaro escolhe.
Lendo parte dos comentários, não tenho dúvidas: a hora dessa distopia vai chegar (se é que já não chegou!). É... cansamos da Democracia, cansamos do Direito e - sobretudo - cansamos de ouvir verdades. Não queremos vê-las nem pintadas a ouro!
boa ideia.
Sugiro Prætor (que é do Brazil e não de Roma), edney (o famoso Quem?), e Diogo B(ull)S(hit).
Que acha?
Esse gigantesco epitafio em forma de texto pode estampar o caixão do jurista Lenio Streck. Só restou o militante cego agora. Que o primeiro descanse em paz.
Imaginei que o prof. Lenio iria questionar na coluna de hoje sobre a desconexão entre as palavras e as coisas, como o despropositado "fato novo" inventado pelo Des. Rogério Favreto pra conceder o HC! Pensei em algo como: "O que é isto - o fato novo?" Mas nada! A coluna de hoje, como o próprio Lênio sempre comenta, poderia ser enquadrada no quesito "péssima Teoria Política do Poder" em que se tornou o ensino jurídico.
Observador, Praetor, Cid Moura.... Tempo e merecimento, pois há uns cinco anos acordam todo o dia às 8 da manhã de quinta-feira para comentarem a coluna ainda fresquinha - e, é claro, sempre invariavelmente contrários, não importa o clima!
É o legítimo: falam mal, mas pag... ups, melhor parar
Professor como sempre, perfeito magnífico. Amei o texto.
Lenio já foi muito bom. Quando se meteu com política lulinha-paz-e-amor, acabou com todo o seu brilhantismo. Lembro quando Lenio chegou a ser citado para compor o STF! Que honra. Hoje, vejo que a não efetivação do nome foi uma bênção.
Neste texto de hoje, é possível observar o fel escorrendo, e atingindo-lhe os dedos, que demonstram no texto um discurso de ódio.
Lenio, tu fizeste o pior texto de toda a sua vida!
Sequer se deu ao trabalho de ocultar nomes: escolheu os inimigos de teu chefe e quis colocar na boca das pessoas que tu odeias palavras que teu ideário determinou, que teus chefes mandaram, que teu deus ordenou, sem qualquer escrúpulo, sem qualquer ética. Fizeste a vez de Torquemada: Produziu as falas e condenou os inimigos de teus chefes, por palavras que acredita - na sua vã ideologia - que eles diriam. E ainda que não digam, você mesmo as disse por eles.
Lenio, a ideologia que tu te sacrificas é uma mera ilusão.
Triste fim de Lenio Quaresma.
O professor esqueceu de colocar ricardo boechat da band news
Já que essa tal Rejane Guimarães Amarante (advogada "brilhante" de SP) gosta tanto de censura, bem que a CONJUR podia fazer um favor a ela mesma (Rejane) e censurá-la para que deixe de passar vergonha em público!
O homem que, por razões óbvias, não discorreu sobre o mais recente e fenomenal episódio jurídico brasileiro (HC Favreto X Lula), resolve viajar na maionese, para atacar diretamente pessoas como Janaina Paschoal, buscando ridicularizá-la, numa ressentida logorreia, que, até onde conheço, é o pior escrito da página, recheado de infantilidades, presunções, ressentimentos, imodéstia, e, ao que se pode concluir, desespero.
Um texto que não guarda qualquer afinidade com a capacidade intelectual, invejável conhecimento jurídico e cultura geral de seu autor.
É um paradoxo em si mesmo marxistas falarem sobre utopia. Pessoas que, em 200 anos de marxismo, depois de todas as experiências unanimemente desastrosas, até mesmo com a Alemanha, continuarem defendendo a “ideologia da mais valia”, sendo incapazes sequer de perceber a mais óbvia incoerência entre suas ideias e os fatos históricos e os atuais.
É muita presunção e imodéstia acreditar que simplesmente por criticarem as incoerências e desconformidades da página - o que classifica como “destilar ódio”, típico de quem se julga o dono da verdade e não admite o contraditório - já renderia por si só, duas vagas ao STF. Quanta pretensão.
De outro vértice, ataque gratuito a uma pessoa que tem demonstrado doação e boa vontade para com a recuperação da democracia no país, a professora Janaína Paschoal, certamente, nada tem a ver com “destilar ódio”.
As previsões e considerações sobre o que definiu como NSTF são infantis, autocracia pura, mas, por certo, não são meras elucubrações de uma mente marxista, têm inspiração numa realidade próxima, fruto de uma ramificação neomarxista, o chavismo.
A incongruência é inata ao marxismo. Se a esquerda guardasse alguma coerência em suas ideias e ações, não seria esquerda.
Quando a política penetra no Senso Incomum, a Justiça se retira por alguma porta”
Triste fim de Lênio Streck, ex-jurista e militante político.
é que partidários como starstreck são o maior cabo eleitoral para tudo aquilo que vocês combatem. Nunca vi uma estratégia política tão pífia em mais de 1/2 século de vida. Leiam os comentários e tirem a prova. Isto reflete a opinião do Brasil e da Maioria do STF. Lula está preso (com aval do STF). Esta é a democracia de consenso. Em nosso caso, a casa Constitucional está em conjunto com a Maioria da população.
Portanto, mudem! Ou serão mudados.
Lênio é servidor público aposentado. Foi isto que fez na vida útil e produtiva, viveu e sobrevive às custas da viúva. (ainda que tenha vergonha de assumir)
Pois lhe digo, ele não estoca comida. Se a coisa apertar, faz como outros - Aeroporto Internacional...
Lenio Streck vai no ponto: já vivemos uma distopia. O autoritarismo subtrai o Estado de Direito sorrateiramente. O nível dos comentários só reforça o fato de que o autor está à frente do seu tempo.
Esse midiático, muito midiático jurista adora desfiar sua pervertida cultura livresca ,e agora pontuando-a com gracejos idiotas. Devia fazer parte da escolinha do professor Raimundo,um tipo chamado "Ze Sabidinho". Ele não perde tempo em torcer fatos e conceitos para defender o Apedeuta e a malta lulista. Esse Lenio deve adorar um espelho, pena que sua imagem sai bem borrada
Show, Professor! Torço veementemente, também, contra essa distopia. Tomara Deus que nunca se realize. Continue nos brindando seus textos brilhantes e que a MPP nunca vingue.
A elite brasileira nunca admitiu a democracia que não fosse a dela, isso com muita boa vontade. O Direito sendo usado como instrumento do autoritarismo e nossos tribunais a apoiar sem a menor cerimônia. É o Brazil mostrando a sua cara e homenageando Cazuza. Que bom que a democracia que a elite despreza e dela tanto se beneficia, já nos seus estertores ainda permite um artigo como este que ora se nos apresenta o excelente jurista, Lênio Streck. As veias abertas da América Latina, clássico de Eduardo Galeano, acredito, expressa a vassalagem de que nunca nos livramos, hoje, pior, tendo no uso perverso do Direito o seu maior aliado.
O comentário de Roxin Hungria de Calamandrei é paradigmático, muito representativo do que são os haters ConJurianos. Não leem.
Não, quem deve ir para o Ministério da Verdade não é o Merval, mas aquele que criou as férias do Moro em Portugal, bebendo vinho, comendo bacalhau e gritando ao telefone.
Professor, seu texto está ótimo. Que tal dar continuidade? Precisamos pensar fora da caixa. Está tudo muito turvo. Cada um procure seu significado.
Realmente, como disse antes um outro comentarista aqui, o textão mais parece um epitáfio. Marca o dia da morte do jurista e da escancaração do militante. Resta saber se os áulicos de sempre comparecem no enterro.
Hoje restou comprovado mais uma vez que o ser humano nem sempre prioriza a estabilidade financeira. A notoriedade, por exemplo, muitas vezes está em primeiro ou único lugar.
Bom, até aí, tudo bem. Cada um é cada um. O problema é quando confundem notoriedade com "ser o centro de todas as atenções" e todos os meios devem ser empregados para isso, principalmente os ilegais e os imorais.
Cometário breve - até porque penso que não é necessário muita coisa.
A distopia contém sempre o exagero - eu vejo até equívocos no texto; como achar PB privatista.
De todo modo, o recado é evidente - longo e irônico o suficiente para demonstrar a gravidade do que subjaz: o perigo de escolhas morais/pessoais que implica não se importar com a tradição - gadamerianamente falando - e a juridicidade.
Pesquisem o episódio Café Filho e a posse na presidência com o voto do Min. Nelson Hungria. Dizia ele que não encontrava remédio na farmacologia jurídica para resolver o mandamus - pois a insurreição das Forças Armadas estava acima. O mandamus perdeu o objeto - pois não o pautaram!
Ops! Esse mesmo episódio serve para o domínio da pauta de julgamento pela presidência!
Distópico?
Claro, Streck mesmo diz.
Mas é o Ministério da Subjetividade - o mais importante no reino distópico! - que NÃO avisa: o uso indiscriminado dela subjetividade faz mal à saúde e causa dependência.
CARLOS ALEXANDRE DE SOUZA PORTUGAL
Interessante seu ponto de vista.
O país ficou cheio de Torquemadas.Que se acreditam democratas (contanto que todos pensem igual, tenham a mesma bagagem cultural e sempre digam amém para os deuses de plantão).
São os que plantam nos outros palavras, pensamentos e visões que inexistem, mas que passam a existir porque assim querem.
E passa-se a debater sentimentos inexistentes, porque o foco desviado impede análise objetiva dos fatos, das situações. E cria espantalhos inexistentes.
Não estão lá.Mas são combatidos com rigor.
Esse método visa calar. Constranger. Banir.
Quando se trata de governos: "Paredón". Ou o "fuzilamos e continuaremos fuzilando", como um aí - ídolo de muitos alinhados na mesma ideologia - não se envergonhou em dizer na ONU.
No CONJUR, temos os democratas que querem - se for possível - banir dos comentários todos os que divergem ou criticam seu Deus.
Para estes, apupos, aplausos.
Para os discordantes o deboche, o ridículo.
Pode ser que o que penso se adapte melhor a conversas de botequim, como insiste um.
Mas as adjetivações gratuitas tendem a ser mais uma das formas de calar.
Continuo achando o Professor Lênio um grande brasileiro.
Chamo-o de Professor pois aprendo com ele, mesmo quando discordo. Se é para aplaudir sempre, é porque pouco se aprende. Muito se torce. E o comportamento de torcida arrasou o país.
Pessoas ficaram mais de década dirigindo nossas instituições (e não falo só do Executivo) e incorporaram o hábito de achar que podem tudo de forma inconteste.
Como se o país a elas pertencesse. Ou que suas visões devem sempre prevalecer, sem obstáculos e sem objeções.
Não consigo ver assim a vida. E sei que este tipo de pensamento, totalitário, por vezes bem disfarçado, jamais trouxe algo de bom a nação alguma.
O professor Lenio é inspiração num momento de ocaso do Direito.
Assine o seu comentário.
Francamente, chega a ser patético o texto acima.
Arrependimento de perder meu tempo lendo...
O colunista se olvida de comentar a chicana promovida pelo PT em mais uma tentativa sifilítica de livrar um condenado da cadeia, que foi ATO ATENTATÓRIO A DIGNIDADE DA JUSTIÇA.
Não pede punição para o desembargador incompetente que deu a decisão ilegal, em contrariedade a todas as regras e princípio de direito, inclusive contra o art. 105, I, c da CRFB.
Não pede punição para os deputados que subscreveram o HC e escolheram a dedo o dia do plantonista.
Não fala do absurdo que está acontecendo no STJ com o abuso do direito de ação com a impetração de mais de 300 HCs pedindo a soltura do condenado em duas instâncias e os precedentes do STF/STJ.
Gostaria que o colunista respondesse por que a decisão condenatória de 1ª e de 2ª instância não tem que ser cumpridas/respeitadas e a do desembargador incompetente sim?
Outra coisa, nem em seu texto distópico o colunista é capaz de articular um raciocínio jurídico que não esteja viciado de seu viés político-partidário.
Alguém avise ao colunista que o marxismo é natimorto e foi enterrado com a democracia venezuelana.
A diagnose e a prognose significam a análise do estado atual e futuro do ser, ou do Ser, referindo-se ao conhecimento do devir, das causas dos fenômenos e seus efeitos, projetando o futuro.
Acompanho o Dr. Lênio há mais de dez anos, talvez quinze, neste espaço, e tenho que sua posição filosófica chegou ao limite da realidade. Já o comparei ao apóstolo Paulo, pois julgo-o de boa-fé, com grande convicção e conhecimento do inventário filosófico, contudo, com má doutrina, por sua cegueira em relação à essência, por ele negada, um erro em relação à diagnose, ao conhecimento das coisas, tanto pelá má compreensão da profecia Cristã, que afeta quase a totalidade de católicos e protestantes, como por seguir o que com ela é incompatível, a utopia marxista, que apropriou-se de muitos conceitos cristãos. Daí segue essa distopia fraca, alienada em suas propostas, ainda que com alguma razão pontual.
A boa utopia e a boa distopia dependem de grande conhecimento psicológico, sobre a movimentação arquetípica das massas, conhecimento ausente nas bases teóricas não jurídicas de Streck, Marx e Freud, porque todo marxista que se preze é freudiano.
Ainda que algumas previsões de sua distopia sejam desejáveis, dificilmente ocorrerão nessas bases.
Uma coisa é fato, a máscara golpista comunista está caindo cada vez mais rápido, e a tendência é o reconhecimento do horror dessa proposta política, que venezuelanos e cubanos conhecem muito bem, com a mudança do pêndulo da História.
Hoje um advogado comentou a fala de uma pessoa sem instrução: "Se não der para votar no Lula, voto no Bolsonaro", porque a pessoa concorda com as coisas que o Bolsonaro diz.
Para concluir, liberdade é, sim, escravidão, é ser escravo da razão, da Verdade, do Logos.
www.holonomia.com
Streck é genial. Faz um texto provocativo. Uma ficção. Belíssima. Distopia é ficção na veia. A questão da AIA é absoluta. A prova de que O grande professor Lênio Streck tem razão são os comentários raivosos. A coluna com mais comentários raivosos. Recorde. Passa de 60. Quando junta raiva, direitismo e burrice o resultado da esse tipo de comentarista; Drake, Cid et caeterva. Não adianta. O professor é o cara. Odeiem e ele crescerá ainda mais!
Mencionaram aqui, de forma elogiosa ("um clássico"), o indefectível "As Veias Abertas da América Latina", do Eduardo Galeano. Pois bem, o próprio autor do livro morreu renegando-o, admitindo-se despreparado para escrevê-lo, abominando a lacrimogênea prosa ("chatíssima"), alegando o contexto da Guerra Fria e a necessidade que sentia de criar aquilo como arma de propaganda ideológica, etc e tal. Hoje ele talvez concordasse que há mais verdades no Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano...
Muitos dos que enchem o peito para falar em democracia por aí (e por aqui) apoiam políticos e partidos que defendem abertamente as ditaduras em Cuba e Venezuela, só para citar as (distopias?) mais próximas.
Dr. Lênio,não é um professor controverso, como alguns críticos assinalaram. Até hoje me espanto como os intelectuais alemães cultuavam Hitler; italianos cultuavam Mussolini; brasileiros cultuavam Stalin(como o arquiteto Niemeyer,que o reputava o maior humanistas,sendo o assassinato de milhões, mero incidente de percurso). Nosso professor acha o Lula o homem mais honesto do mundo(como ele mesmo autoiproclama), que se arrepende por não ter restringido a liberdade de imprensa, o que me impediria de criticar os que merecem crítica.
Como a coluna deixou de ser jurídica e e citaram meu "nick", mesmo eu tendo deixado de comentar faz mais de três meses, vou falar do tal ódio e da raiva.
Cresci ouvindo e vendo a turminha do Lula destilando ódio raiva contra os outros. Primeiro contra Maluf, depois Collor, FHC, Mario Covas... Agora contra o povo.
Na escola pública, em vez de professor ensinar usava o tempo remunerado para proferir desaforos contra todos os demais "contrários"; colegas de magistério, inclusive. Agora o ódio é contra o povo.
O que mais fizeram - e ainda fazem - é disseminar ódio contra os demais e fingir que os odiados são "Eles".
Agora os odiados são os leitores discordantes...
"Traços comuns de uma sociedade distópica ).
A maioria das distopias tem alguma conexão com o nosso mundo, mas frequentemente se refere a um futuro imaginado ou a um mundo paralelo no qual a distopia foi engendrada pela ação ou falta de ação humana, por um mau comportamento ou por ignorância.
A literatura distópica costuma apresentar pelo menos alguns dos seguintes traços:
Tem conteúdo moral, projetando o modo como os nossos dilemas morais presentes figurariam no futuro.
Oferecem crítica social e apresentam as simpatias políticas do autor.
Exploram a estupidez coletiva.
O poder é mantido por uma elite, mediante a somatização e consequente alívio de certas carências e privações do indivíduo.
Discurso pessimista, raramente "flertando" com a esperança.
Violência banalizada e generalizada ("https://pt.wikipedia.org/wiki/Distopia
"Traços comuns de uma sociedade distópica ).
A maioria das distopias tem alguma conexão com o nosso mundo, mas frequentemente se refere a um futuro imaginado ou a um mundo paralelo no qual a distopia foi engendrada pela ação ou falta de ação humana, por um mau comportamento ou por ignorância.
A literatura distópica costuma apresentar pelo menos alguns dos seguintes traços:
Tem conteúdo moral, projetando o modo como os nossos dilemas morais presentes figurariam no futuro.
Oferecem crítica social e apresentam as simpatias políticas do autor.
Exploram a estupidez coletiva.
O poder é mantido por uma elite, mediante a somatização e consequente alívio de certas carências e privações do indivíduo.
Discurso pessimista, raramente "flertando" com a esperança.
Violência banalizada e generalizada ("https://pt.wikipedia.org/wiki/Distopia
Formidável distopia: turbinada pela novilinguística configura um protótipo das ideias contaminadas pela falsidade, envenenadas pela imperfeição ou ... pela cegueira ideológica, movidas por interesses políticos equivocados/inconfessáveis; pela arrogância dos néscios ou mentecaptos e sicofantas, na expressão machadiana; na vanglória dos imbecis, senão do maquiavelismo insultante dos audaciosos [equivocados]; do triunfo do parasitismo [que se apropria da ‘mais-valia’, descaradamente], e ainda culpa os outros pelos seus próprios fracassos; da insensatez de certos políticos nefastos, sobretudo dos que se auto intitulam ‘éticos, democráticos e transparentes’ e promovem o maior roubo/saque dos cofres públicos; da hipocrisia dos vendilhões de consciências enfatuados de moralismo, que, amparados em certo mercantilismo compram e corrompem todos; do [im] pudor dos que poluem e prostituem o ambiente que alegam ‘defender’, promovendo um caos assombroso em que deambulamos e nos debatemos e ao qual a fatalidade histórica nos manieta, arrastando-nos na sua larga cauda de destruição, de miséria, de perdição e de desgraça. E, lá vamos ‘alegres, felizes e contentes’ ...
Não acredito no que li, vindo do Dr. Lênio.
Seus textos antes ensinavam, agora, apenas militam.
Parece um texto escrito por algum pseudojornalista do diariodocentrodomundo.
Caro Observador: É isso que da. Ter formação em Direito dos concursos dá uma visão de formação jurídico-filosófica em novelas da Globo com pós graduação em BBB.
Sua fala é uma colcha de retalhos do que foi dito ao longo dos anos por:
Mirian Leitão, Merval, a loira "castanheira" , Lobo , Camarotti dos Marinhos etc.
1 - O Processo - Franz Kafka
2 - Hermenêutica Jurídica e (m) Crise - Lenio Streck
3 - Supercapitalismo - Robert Reich
4 -2455 - A Cela da Morte - Caryl Chessman
5 - A Constitucionalização Simbólica - Marcelo Neves
6 - Direito e Razão - Luigi Ferrajoli
7 - O Direito Puro - Edmond Picard
8 - Manuais de Direito em geral - Milhares de autores
9 - A Utopia - Thomas Morus
10 - A República - Platão
1 - O Processo - Franz Kafka
2 - Hermenêutica Jurídica e (m) Crise - Lenio Streck
3 - Supercapitalismo - Robert Reich
4 -2455 - A Cela da Morte - Caryl Chessman
5 - A Constitucionalização Simbólica - Marcelo Neves
6 - Direito e Razão - Luigi Ferrajoli
7 - O Direito Puro - Edmond Picard
8 - Manuais de Direito em geral - Milhares de autores
9 - A Utopia - Thomas Morus
10 - A República - Platão
É preocupante o que a gente vê aqui na seção de comentários: ataques raivosos, xingamentos, críticas confusas... Até "não li e não gostei" apareceu dessa vez.
Parabéns ao Sr. Streck. Texto Brilhante!!! A distopia chegou, tornou-se realidade e parece que veio para ficar (vide boa parte dos comentários).
“Guerra é paz. Liberdade é escravidão. Ignorância é força”. Lamentavelmente essas frases jamais fizeram tanto sentido.
Vejo que o Brasil beira duzentos anos, mas não deixa de ser o país caranguejo. A prova? Os jornalistas da Globo News se apoiam nos juristas do RJ! Menos mal que existem os Strecks, os Câmaras Cascudos e os Arianos Suassunas. Sem eles a redução teria sido total.
Professor Lênio, bom dia!
Caso não tenha assistido, sugiro o filme chamado "Idiocracia", de 2006, do diretor Mike Judge.
Uma comédia interessante, em um mundo distópico, onde os idiotas venceram e dominam a humanidade.
Às vezes, me sinto que já vivemos em uma Idiocracia, principalmente quando leio alguns comentários na internet.
Outro dia, uma mulher, suposta advogada, disse que à época da monarquia, os tempos eram melhores, a moral era melhor. Isto na época do escravagismo.
Penso, será que esta mulher sabe que naquela época ela não poderia, sequer, dar qualquer opinião política, nem votar podia, ora bolas, é muita estultice.
Enfim, a análise que faço é que estes cidadãos têm preguiça mental.
Sonham com o dia em que um super-heróis irá resolver todos os problemas sociais, sem mexer em seus privilégios.
A Globo News tornou-se a 3ª turma do STF. Nos nomes citados pelo Lênio faltou o do ministro Merval. Pautam o que o STF e demais concursados devem fazer e acabou. Foi assim com o golpe, foi assim com o caso Delcício, foi assim com o caso do RJ, foi assim com a JBS, etc, etc. Rumamos fortemente para o fascismo. Protofascistas não faltam. Basta atentar para alguns comentários nessa coluna. Saíram do armário.
Ou o país acaba com a Globo ou a Globo acaba com o Brasil.
Somem-se politicos corruptos, em que membros de outros poderes, mesmo aposentados, defendem a mentira, inventando uma disputa ideologica que nunca existiu, aonde a diferença entre esquerda e direita á apenas a manus furtum... e teremos o Brasil, pais em que os criticos da moral usam a moral contra legem, mas sómente eles - oh Zaratrusta! - podem distorcer os fatos para defenderem seu alcaide...
Seu Nick é sua melhor apresentação.
Nada mais tenho a acrescentar.
Talvez seu comportamento histrionico, pois é "a cara" dos seus textos e vice-versa.
Ataques pessoais não me impressionam.
Só me causa lamento.
Vejo aqui pessoas que se dizem democratas, perdendo tempo em atacar outras que nem conhecem.
Um texto infeliz do Professor.
Se era para provocar polêmica, considero ainda mais infeliz.
Em colégios de 2o grau já seria constrangedor, imagine em sítios frequentados e lidos por Ministros, Procuradores, Juizes, e até Pernilongos.
Incrível.
De todos os comentários, se eu estivesse na pele do Professor, refletiria sobre o que escreveu o Juiz Holonomia.
Há muitos comentários interessantes que espero que o professor também aproveite.
É preciso humildade.
Quem não quer entender nosso momento histórico, que seja um mero refém das circunstâncias.
Sei só que o povo não merece isso.
Saudações, Professor!
Acho que foi Trotski que falou algo como "a nossa moral [do revolucionário] e a deles [burgueses]".
Nada como projetar uma reta, a partir de dois pontos fixos da realidade e ver aonde ela vai dar.
O mundo desfraldado nesta projeção é o do não-Direito, que é um mundo surreal e sombrio. Me fez lembrar de um texto de sucesso que escrevi lá por 2005: "Entrei em Coma e Acordei no Fórum em 2021." Pois estamos pertinho de 2021 e aquele texto, de ficcional e irônico, já pode ser recatalogado para documentário jornalístico.
Pois guardem este do Streck. Bem guardado. Em alguma caixa do futuro (estadunidenses amam isso). E abram daqui a 20 ou 40 anos. E verão real a outra ponta viva da reta que hoje é apenas desenho.
PB já é meio-real. Já adiantou muitos pontos do cenário projetado.
Me diverti à beça, mais ainda, com a turba habitué de "haters" do articulista, atentos patrulhadores da coluna, sempre ávidos com seus teclados em riste, prontos para destilarem seu ódio contra a sagacidade, cultura e inteligência que não aceitam ou não alcançam.
Alguns nem leram e já não gostaram. Crítica literária "ad hominem"...
Curioso estes "haters" anônimos e de profissões não-jurídicas. Coincidência? Gosto deles, pois fornecem a dose garantida de diversão semanal tentando desconstruir cada genial coluna Nem de ironia dominam e só isto já diverte, pela ironia em que se emolduram.
Não à toa, Lênio foi o único jurista citado nominalmente, 2 vezes, no julgamento do habeas de Lula pelo STF, quando o Brasil parou por um dia para ver a presepada da Rosa Weber, que negou o pedido e as suas convicções para seguir o colegiado de 2016, quando o daquele momento, justamente, concedia a liberdade ao paciente!
Este já é "Brazil" do NSTF, onde juiz de piso pisa de tanga em desembargador. E as AIAS teratológicas já se espalham por aí, não percebem? Sob outras siglas. É mole?
Tenho acompanhado a coluna do prof. Lenio, analisando a repercussão gerada tendo em vista o tema tratado. Está parecendo que quando o Articulista trata de questões fundamentais vastamente estudadas pelo direito, como na coluna da semana passada, há menor interesse. Quando se trata porém de instigar a imaginação do leitor, não só há maior interesse como também uma imensa repulsa por pare de alguns. Enfim, em uma primeira análise, ensinar a pensar está sendo considerado como "mais perigoso" para a manutenção do estado caótico atual do mundo do direito do que enunciar o direito consolidado, um fenômeno que pode ser considerado como no mínimo curioso. Deve ser por esse motivo que há no Brasil jornalista condenado por crime contra a honra por ter escrito uma obra ficcional...
A mulher sabe que no tempo da monarquia as mulheres não podiam votar assim como os escravos. G/justica-participacao-poplar-no-brasil< br/>
A mulher escreveu um trabalho que, sujeito a críticas, foi embasado em pesquisa, portanto, não é mero "achismo".
Está disponível no endereço abaixo, se tiver interesse em conhecer :
www.ebah.com.br/content/ABAAAhC1gA
De nada adianta ter o direito de votar, se as urnas eletrônicas forem fraudáveis. Especulo se o pouco caso que a maioria dos parlamentares manifesta em relação ao povo não advém justamente do fato de terem certeza de que as eleições ou reeleições não dependem do voto popular, mas das "articulações" que conseguirem fazer em relação a quem controlar o processo eleitoral.
Com relação ao escravagismo, a mulher fez a ressalva de que era indigno comprar a liberdade, falando em termos jurídicos, mas, nos dias de hoje, seguidamente "vendemos" ou "compramos" a liberdade, ou seja, há o direito posto e outra realidade, e foi justamente isso que a mulher argumentou, que na época da monarquia, o direito posto previa a escravidão, mas as pessoas eram muito mais sensíveis ao que hoje é denominado "direitos humanos" e muito mais "proativas" em sua defesa do que hoje, que impera a indiferença na maior parte das vezes.
Do mesmo modo, quem pesquisar em jornais da época, logo irá verificar que havia muito mais liberdade de imprensa durante a monarquia do que em outros períodos da História do Brasil. E hoje, de novo, temos a liberdade de imprensa assegurada na Constituição e leis infraconstitucionais e a grande mídia "se abstém" de publicar notícias sobre certos políticos, pois tem interesses (via de regra, econômicos) na manutenção de algum "status quo".
(continua)
(continuação)
Eu não defendo ditaduras, nem os militares brasileiros defendem. O que ocorre é que está diante de nossos olhos e bem perto de nós (Venezuela, Bolívia e Cuba) o que é uma ditadura comunista. A História nos mostrou o que foi e é o comunismo na Rússia e China. Não se engane com a "embalagem" deles.
Ninguém quer a guerra, mas se for necessário, vamos lutar.
Muitas vezes, temos que escolher entre o menos pior.
Papai Noel não existe.
Foi extremamente desapontador constatar que muitos comentaristas ''perderam a linha e também a pipa'' nessa coluna quando lançaram mão de xingamentos e discursos de ódio. E o mais triste é que, de alguns comentaristas mais habituais, eu jamais esperaria práticas assim.
Portanto, vamos aproveitar o fim de semana que se aproxima para ''esfriarmos as nossas cabeças''.
Armando do Prado (Professor), ao espernear contra a interferência do Estado de Direito nos crimes cometidos por determinados políticos, e, logo em seguida, afirmar que "rumamos fortemente para o fascismo", termina pontificando: "Ou o país acaba com a Globo ou a Globo acaba com o Brasil". Uma proposta com tinturas fascistas, parece. Não seria isto aí um "sair do armário"?
Ah, esses professores...
De tudo que vi e li o meu maior sentimento é o seguinte: minha GloboNews não é a mesma assistida pelo Professor, pois aqui sempre foi tão vermelha quanto sua logo, com pequenas e raras exceções...De qualquer forma, concordo com muito e discordo do mesmo tanto do que foi dito.
o Armando do Prado, outrora tão presente, depois que a PF ("Avante PF", lembra?) prendeu alguns petistas, entrou na muda.
Mas quem é vivo sempre aparece, né?
com a devida vênia, ridícula.
Nem parece artigo de quem tem tamanha qualificação acadêmica...
A ideologia acabou com o Direito...
Rui Barbosa:
_"Na política brasileira avulta, há muito, a insígne classe dos insultadores, cuja política se reduz exclusivamente ao ofício de insultar. São os magarafes de certa espécie de açougues, onde se corta, na honra das almas independentes, na fama de homens responsáveis, no merecimento dos espíritos úteis, no serviço dos cidadãos moderados, o bife sangrento para o estômago da democracia feroz. Esta divindade alucinada, antípoda da democracia liberal e culta, disciplinada e humana, progressista e capaz, vive deglutindo, majestosamente, a carniça que lhe chacina a sua matilha de hienas. O furor difamatório, a vesânia vituperativa, a protérvia de enxovalhar os adversários mais limpos, com os aleives mais torpes, constituem a sua eloquência, a sua probidade, o seu patriotismo."_
Este artigo do Dr. Lênio está mais para profecia que para distopia. E mesma as profecias estavam envoltas nas circunstâncias que as geravam.
Se quer trabalhar pela "conciliação" manifeste também sua indignação aos termos injuriosos usados pelo Dr. Lenio em seu artigo contra a Dra. Janaína Paschoal, nominalmente, contra jornalistas, também nominalmente, contra "comentaristas do Conjur", contra Bolsonaro (mas esse aguenta qualquer tranco). É certo um professor escrever artigo num site jurídico para criar "historinhas" com personagens que existem de verdade ? Se quer promover algum tipo de conciliação, dirija também críticas ao discurso de ódio do Dr. Lenio. Foi ele que começou.
Considerando o viés ideológico, cabe perguntar se não faltou citar o volta Lulla e devolva tudo o que o você, o PT e seus correligionários roubaram.
Esclarecendo que as cuecas do dinheiro não precisam ser devolvidas.
é que a Distopia do Doutor Lenio pode se converter naprópria realidade.
é que a Distopia do Doutor Lenio pode se converter naprópria realidade.
São sempre assim.
Atacam, atacam, agridem, ofendem e jogam para os outros, sentimentos que os definem.
Lamentável.
Um ofensor dos teclados, que deve ter problemas psicológicos diversos, e que não se cansa de vituperar seus impropérios pelo mundo virtual.
Deveria se tratar, mas está aqui, perdendo seu tempo com aqueles que não conhece mas odeia.
Por que uma pessoa que tem tantos títulos acadêmicos, prêmios, fama, sente tanta necessidade de depreciar os outros ?
Chesterton já dizia: Louco não é quem perde razão, louco é quem perde tudo, menos a razão.
O articulista já havia perdido o fio da meada há um bom tempo, claramente cego na sua própria ideologia.
Agora faz uma coluna dessas, com o fígado, com o intuito de atacar.
Saiu das auto-citações patéticas que fazia, dos argumetnos de apelo a autoridade, da distorção dos números para o puro simples ataque cego aos que discordam dele. Postura autoritária daquele que diz defender a democracia.
E eu achando que depois dos ataques cegos e carentes de argumentos ao Waack por defender a reforma trabalhista o nível não poderia cair mais, me enganei.
Aviso aos tolos e aos néscios, o que dá no mesmo. Rosane guimarães (quem?), que deve ser uma advogada fracassada, fica arreganhando bobagens todas as semanas. Ela é o simbolo do looser. Burrice até vai, mas reacionarismo dessa espécie é dureza. O professor Streck, um dos autores mais lidos conforme ranking da academia.edu e google schoolar (e do Conjur), fez esta semana mais de 100 mil acessos, conforme o ranking do Conjur. Pobre gente desesperada e invejosa. Dói ter que aguentar o sucesso alheio. Dói ter que ver os Comentarios a Constituição de Streck, Canotilho, Mendes e Sarlet, premio Jabuti 2013, agora reeditado. Dói ver os novo livro do professor pela Gen 30 julgamenros em 30 anos - uma radiografia do STF. Tudo isso deve doer nessa gente. Professor Streck, não dê bola para a gentalha. Use o fator Kiko, amigo do Chaves. Ou assopre a fumaça do seu charuto na cabeça deles, como fazia o glorioso professor Girafales. Como diz o professor Streck, bingo.
Eu poderia achar que quem escreveu esse comentário foi o próprio. Seja como for, choveu no molhado. Por que uma pessoa assim tão bem sucedida, precisa disparar "patadas" contra todos e ainda fazer a relação de seus livros e prêmios e até do"bingo"?
Minha solidariedade! Só aqui mesmo o número de acessos é prova de sucesso! Lênio sem dúvida é uma referência obrigatória em teoria jurídica, mas não por causa dos números do Senso Incomum! Isto aqui foi pura jogada de marketing. É bacalhau do Chacrinha mesmo! Voltei só pra me solidarizar, já estou retornando ao hospício.
O professor deve ter “muito tempo” para ler as besteiras de Rejane e cia. Imagino a cena: o professor irritado com Rejane “quem “escrevendo aqui. Cara: essa tarefa é minha. Sou fã e ex aluno! Tenho de defender o mestre dos predadores! Principalmente dos predadores burros. Os burros ativos sempre são os mais perigosos. Pronto: desenhei.
Pontes foi aluno de Lênio? Lênio, pule da ponte!
O professor já escreveu colunas somente para criticar os comentários de colunas anteriores, inclusive utilizando termos dos comentaristas de modo a identificá-los. Saiba que se há "patrulhamento" "à esquerda" também há a eterna vigilância "à direita". Pronto, desenhei.
Muito cuidado com os coices! Comentando aqui, nunca sabemos quando virá o próximo coice. Mas o pior não é o Pontes, eu até gosto de jumentinhos. Pior mesmo é o desagradável Observador. Se ele vivesse na Atenas de Platão, jamais teríamos dialética alguma! Ele iria "cortar" Platão, debatendo "a situação do país". Quanto patriotismo tem esse Observador!
Quem garante que os 100.000 acessos foram por causa do texto de Lênio? E se 99.000 acessaram só para verem Observador tratando dos problemas do país aqui na Conjur?
Você me xingou de "burra", "reacionária", "advogada fracassada", "símbolo do looser", "gentalha" que "arreganha bobagens todas as semanas" e rejane "quem".
rejane "quem" sempre se apresentou com seu nome e sobrenome e profissão definida.
E você, "Pontes de Reale", só é macho para ofender escondido atrás de um pseudônimo ou vai assinar o seu comentário. Tire a máscara !
Por que uma pessoa tão bem sucedida, com tantos títulos acadêmicos, com tantos prêmios, com tantos livros publicados, sente tanta necessidade de depreciar outros professores com títulos acadêmicos e prêmios e livros "best-seller", outros jornalistas de grande respeito e credibilidade, outras lideranças legítimas e comentaristas do Conjur ?
O interessante de tudo isso, senhor Pernilongo, é ver como algumas pessoas acham que o mundo gira em torno delas.
Não sei como o Prof. Pontes tem acesso a tantos detalhes, incluindo a quantidade de acessos aqui no CONJUR.
E não sei porque o tal sucesso de um, significa o "ninguém" do outro.No caso a Dra. Rejane seria uma "ninguém".
Não consigo ver a vida assim.
O senhor que falou em dialética, deve gostar também de lógica. E não há lógica na premissa (que não foi sua) do Professor Pontes.
Quanto ao senhor, preciso confessar uma coisa. Apesar de me divertir com suas ofensas, preciso dizer que o senhor se sentiu ofendido por mim por engano, no início, acho que há umas duas publicações do Professor Streck atrás.
Não havia feito a conexão entre seu novo nick (acho que Antilênio) e o seu antigo (Sanchopança) .
Quem o fez foi outra pessoa.Não lembro quem.
Eu até havia concordado com o que o senhor tinha escrito ....veja que coisa!
Pois é assim. Aprendo muito com o que leio, mesmo quando discordo.Não sou Professor e não quero ensinar nada a alguém aqui.
Tenho meu modo de pensar.
Quando o irritei, escrevi algo em termos genéricos que o senhor tomou para si, como ofensa pessoal, apesar de não estar me referindo ao senhor ou ao seu escrito.
Mas a vida é assim.
Tem gente que acha que tudo gira em torno dela.
Se faz sucesso, então, tem uns que até perdem o senso de realidade, mesmo continuando com o senso incomum.
Eu gosto do Professor Lenio.Dispenso reciprocidade.
Mas certos exageros por parte da platéia, não só a dele mas qualquer platéia , não consigo conceber como saudável ou natural.
São só....exageros.
Saudações e até a próxima contenda.
O desagradável Observador acha que é capaz de me irritar! Ele só é capaz de me causar enfado! E ainda procura desviar o foco de nosso atrito. Não, desagradável! O que gerou o atrito foi o modo como procurou desqualificar o debate em torno de nomes dos mais relevantes PARA O DIREITO (Gadamer, Habermas, Dworkin, etc), dizendo que isso era coisa de quem quer aparecer. Não procure desviar o assunto, como quem diz "não sei como isso começou"! Há pessoas que nos tiram a graça de viver, Observador consegue nos tirar o prazer de tratar de temas importantes para nós, operadores do Direito, embora irrelevantes para um piloto de teco-teco! Como é desagradável esse Observador!
Pernilongo, que já é antigo aqui, trocando de apelido (antes era o pantagruel), além de chato (porque Pernilongo) é burro. Como eu sei o numero de acessos? Veja o conjur (sabe o que é conjur?) e veja a coluna do Felipe Luchete que se chama Destaques-Ranking da semana. Esse penalonga....quer dizer perna longa. Como eu sei do academia.edu? E do google schoolar? Bom, isso é para academicos. Sou professor, não esquece, Perna.
“(...) muitas vezes, as distopias são utilizadas como um recurso pelo qual aquele que o concebe transmite uma espécie de aviso aos seus interlocutores”.
Mas... o trecho acima pode ser lido em outro plano, levando junto a ideia do artigo como um todo! Explico: ao conceber uma distopia assim, o colunista na verdade estaria tentando nos alertar para um cenário assado, que seria diametralmente (na visão dele) oposto ao ‘assim’. Imaginem então um mundo onde um famoso, acessado, ranqueado, publicado, premiado e lido – na sequência para agradar aos áulicos - jurista escreva, à sério (embora tentando disfarçar, na forma e no estilo, essa seriedade), um texto como este que estamos comentando; depois juntem a isso o fato de o texto ser destinado a um prestigioso site jurídico; e considerem ainda a quantidade de pessoas que torcem, retorcem e distorcem a linguagem, quando não os próprios fatos aos quais ela se aplica, para defender (aqui, ali e acolá) o indefensável. Nesse contexto, vale também “desconstruir” os “fascistas”, colocando-os, por exemplo, de tanga numa praia em Portugal ou como agentes norte-americanos interessados no nosso petróleo. (continua)
A partir dessa, digamos, interpretação alternativa para o estranho texto, o tal NSTF seria composto, basicamente, por juízes prestativos como aquele plantonista do TRF-4. Juristas, artistas e intelectuais também cairiam bem nessa nova Suprema Corte, desde que denunciassem os tais agentes norte-americanos e/ou assinassem os manifestos da vez. Continuaria havendo, claro, aquele pessoal que, durante as sessões, puxa as cadeiras para Suas Excelências - não se enganem, como a realidade objetiva não cansa de mostrar, os socialistas de bistrô não dispensam luxos e mordomias. Esses assistentes poderiam ser alguns dos áulicos mal-educados que povoam esta coluna, sempre dispostos a ofender os discordantes (estes, ironicamente, seriam “haters”) e a defender incondicionalmente - como é típico das espécies que rastejam - o “amado mestre”, soterrando-o com uma bajulação caricata, tão vazia quanto cafona. Acho então que 21 cadeiras seria pouco...
Estamos todos no novo Senso Incomum. Poucos leem Sensos já passados.
Você precisa estar logado para enviar um comentário.
Fazer login