O Tribunal de Justiça de São Paulo e os servidores do Judiciário do estado fizeram um acordo que pode colocar fim à greve na Justiça paulista, que completou 84 dias nesta segunda-feira (20/9). As negociações da reunião entre as lideranças do movimento e os desembargadores avançaram bastante.
Segundo o presidente da Associação dos Servidores do Tribunal de Justiça (Asetj), José Gozze, o TJ ofereceu um reajuste de 17% sobre os salários a partir de setembro e se comprometeu a não descontar os dias parados da folha de pagamento.
Os servidores, por sua vez, afirmaram que farão um mutirão para tentar amenizar o atraso causado pela paralisação. Mas, para que a greve seja encerrada, a proposta deve ser aprovada em assembléia, na próxima quarta-feira (22/9).
A categoria reivindicava 26,39% de reajuste salarial a partir de setembro. No início de agosto, o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Luiz Elias Tâmbara, ofereceu reajuste de 15% sobre a gratificação judiciária dos servidores.
A proposta condicionava o aumento à volta imediata dos grevistas ao trabalho. As entidades representativas das diversas categorias reclamavam, no início, reposição salarial de 39,19%, retroativa a março.
A greve é a maior da história do Judiciário paulista e completou 84 dias. A paralisação impediu o trâmite de cerca de 12 milhões de processos, só na primeira instância, e suspendeu 400 mil audiências.
Gente,
Ainda existem pessoas de boa vontade na terra. Afinal as lideranças terem aceito esta proposta vergonhosa é a maior prova de que os judiciários se preocupam sim com a população. Aceitar esta proposta que é muito inferior aos 26,39% antes oferecidos é um ato de humilhação perante a cúpula do TJ mas, pelo menos, a população sofrerá menos do que tem sofrido durante a paralisação.
Agora, como é que pode?????? O Tribunal de Justiça ofereceu 26,39% e nós aceitamos. Depois o Alckmin disse que não tinha o dinheiro (agora disse que tem) e o TJ voltou atrás. Aí foi deflagrada a greve o TJ ofereceu 10%, depois 12%, depois 15% e agora 17%. Como é que não havia verba para dar mais de 10% e agora tem para dar 17%? Como é que o TJ publica o reajuste de 26,39% no Diário Oficial e depois volta atrás???????????????
A QUEM INTERESSA ESTA GREVE???????????
SERÁ QUE AO PRÓPRIO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO, POR SINAL DEVEDOR DE MILHÕES DE REAIS EM PRECATÓRIOS????''
TORCEMOS PARA QUE O BOM SENSO PREVALEÇA . É HORA DE RECONHECER A LEGITIMIDADE DA GREVE , RECONHECER QUE É CHEGADO O MOMENTO DE VOLTAR AO LABOR . A ACEITAÇÃO DA PROPOSTA PELOS SERVIDORES , COM O CONSEQUENTE RECONHECIMENTO DAS AUTORIDADES EXECUTIVAS E JUDICIÁRIAS DA LEGITIMIDADE E JUSTIÇA DO MOVIMENTO PAREDISTA , É O MELHOR CAMINHO A SER SEGUIDO . E CONTINUAR NA LUTA , COM A RETOMADA INTENSA E ATIVA DOS TRABALHOS FORENSES , PELA APLICAÇÃO DO INCISO X DO ARTIGO 37 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL . TUDO DE BOM A TODOS , E QUE O JUSTO E CERTO TRIUNFE .
MANOEL PERES ESTEVES
ADVOGADO TRABALHISTA
CANANÉIA - LITORAL SUL PAULISTA - VALE DO RIBEIRA
NÃO COMEMOREMOS ANTES DO FIM DO JOGO!!!!!!!!!!
SE BEM CONHEÇO OS FUNCIONÁRIOS DO TJ (DO QUAL FAÇO PARTE), A PROPOSTA NÃO SERÁ ACEITA EM PRAÇA PÚBLICA NA PRÓXIMA QUARTA-FEIRA. NÃO QUERO SER PROFETA DO APOCALIPSE MAS ASSETJ E AOJESP VÃO DEFENDER O FIM DA GREVE E A ASSOJURIS NÃO. APESAR DE TODO O DESGASTE ATÉ A PRESENTE DATA, VAI SER UMA BATALHA DURÍSSIMA CONVENCER OS FUNCIONÁRIOS A VOLTAR COM 17% QUANDO O TRIBUNAL PROMETEU E PUBLICOU NO D.O. O ÍNDICE DE 26,39%. A MENOS QUE ESTE ÍNDICE (26,39%) VENHA AINDA A SER DISCUTIDO FUTURAMENTE, ACHO QUE O FIM DA GREVE NÃO É TÃO CERTO ASSIM.
É inegável que há enormes prejuízos à sociedade por conta desta greve. Mas será que a sociedade tem conhecimento do fato de que os funcionários do judiciário estão há 3 anos negociando a reposição inflacionária e que o TJ ofereceu 26,39% e depois voltou atrás, fato este que foi o estopim da maior greve do Poder Judiciário paulista? Será que os colegas advogados se dão conta de como será difícil para nós nos relacionarmos com os serventuários, por conta da postura da OAB e da AASP e de "advogados" como a pseudo "doutora" que tiveram o desprazer de manifestar suas opiniões ditatoriais e nazistas?
Colega Roberto:
É claro que existe muita coisa obscura nisto tudo, mas o importante é que nos mostremos a toda a população que os intransigentes nunca fomos nós. Me pergunto como em menos de duas horas após a veiculação de matéria no Jornal Nacional, onde o ministro do STJ conclama o TJ a pedir a intervenção federal no Estado o dinheiro surge milagrosamente. Bastou o governador dizer que a questão era financeira? Não importa, mas divulguemos amplamente que apesar de mais uma vez sermos prejudicados, ainda assim somos os únicos que realmente nos preocupamos com a JUSTIÇA neste Estado. O presidente do TJ ainda ficará nos devendo no mínimo 9,39% . Mas colegas ao voltarmos aos nossos postos, lembremo-nos sempre que os credores somos nós e, ainda àqueles que não nos apoiaram, que a vitória foi suada, doida, sofrida, mas que a batalha teria sido mais breve e menos penosa, se ao invés de termos sido agredidos, ofendidos e maltrados pela entidade máxima da advocacia paulista e alguns poucos advogados mal informados, tivéssemos sido aliados, parceiros, defensores únicos da Justiça e do estado de direito. Também assim, aos colegas que ficaram em suas mesas, ouvindo os nossos gritos e ignorando que a força de seus braços teria abreviado a nossa luta, não esqueçamos de fazê-los lembrar que a medalha foi nossa, mas todo final de mês eles lucrarão com o benefício que conquistamos.
Bem, não é o ideal mas já é um começo de conversa...
E depois dizem que os servidores são intransigentes...
Estranha, aliás, a reação do Governador do Estado, ao dizer que o problema sempre foi de ordem financeira e que seria resolvido em breve...
Ué, agora o Estado e o TJ possuem verba?
Ou seria o medo de que uma eventual intervenção federal arruinasse a sua "agenda 2006"?.
Enfim, prevaleceu o bom senso. Faço minhas as palavras do colega Manoel Peres Esteves. Quanto ao comentário do Sr. Roberto Falchi Martins relativos aos precatórios alimentares, cumpre-me fazer uma retificação: não são milhões de reais, mas sim, bilhões.
O Governo do Estado de São Paulo tem uma dívida, que vem se acumulando de 1997 até agora, de R$ 6 bilhões relativa a precatórios alimentares (ordens judiciais definitivas de pagamento) cujos credores, num total de mais de 600 mil (ou seja, mais de meio milhão, dos quais, mais de 35 mil morreram esperando o pagamento) são trabalhadores, a maioria idosos, vítimas desse calote oficial que se avoluma a cada dia que passa e que é fruto da omissão impune do Estado afrontante da Constituição Federal, nossa Lei Maior.
O Estado caloteiro que não paga a tais desafortunados credores que não têm mais a quem recorrer, alguns deles, quiçá, morrendo à míngua, esperando a satisfação de um crédito que não vem ou a morte que fatalmente virá dadas as sua idades avançadas e precárias condições de saúde, inspira-se, decerto, na certeza da impunidade.
após o pronunciamento do presidente do STJ "apareceram" R$ 100 milhões de reais para o TJ paulista oferecer aos servidores. Se não havia tal dinheiro ontem, como é que apareceu hoje? Será que estava escondido debaixo do colchão? Pois é gente, este é o governo que "respeita as pessoas", quer dizer, as pessoas de "poder", como o presidente do STJ. Muito obrigada Exmo. Sr. Dr. Vidigal por colocar fim à greve do judiciário paulista.
Já é um começo que o TJ tenha começado a negociar com os servidores pela primeira vez em 84 dias.
Mas foi só o início, as negociações continuam nesta terça e quarta feira.
Tudo que foi tratado hoje, 20/09/04, deverá ser colocado no papel e assinado publicamente.
Se alguém deve ser responsabilizado pelos prejuízos causados pela greve, deve ser o governador do estado e o presidente do TJ, que quiseram se fazer de indiferentes para este movimento social.
Agora terão que arcar com as consequências da omissão.
Colegas, acho que está havendo precipitação da parte de alguns. Afinal, ainda não conhecemos a totalidade do que nos está sendo proposto. Mais sensato aguardar a assembléia local, amanhã, e ouvir do nosso Comando a íntegra da proposta, pra só então decidirmos o que quer q seja.Não nos deixemos levar pelo cansaço e desejo de retomar a rotina, permitindo que outra vez nos lesem, qdo tão perto de chegarmos próximo daquilo pelo que há 84 dias lutamos.Muita calma nesta hora! abraços a todos.
( do blog campanhasalarial)
Mesmo sentindo os terríveis efeitos da greve, não posso deixar de concordar com os reclamos dos funcionários no que diz respeito à quebra de palavra por parte da presidência do Tribunal de Justiça. A prolongada paralisação demonstrou, aliás, que a Justiça paulista está em visível desvantagem à de outros Estados no quesito eficiência, exatamente por conta de falta de verba, resultado de submissão exagerada ao Poder Executivo. Espero que esse movimento não tenha sido em vão, mas que sirva para uma reflexão maior acerca da qualidade desses serviços tão essenciais a um Estado que se arvora em ser de Direito e que, como tal, objetiva a paz de seus cidadãos.
Eu acho justo o que os servidores do judiciario paulista estão pedindo. Para um país que concece indenização milionário para ex-terrorista e assaltantes de bancos, haja vista o único pais do mundo que indeniza com dinheiro público esses comunistas calhordas.. tem por obrigação reajustar os salarios dos servidores, que são os únicos que prestam servicos essenciais a população, AO CONTRARIO DOS PARASITAS SOCIAIS.
Esse país vagabundo, onde a Justiça é humilhada , onde os funcionarios públicos são tratados como vagabundos... e enquanto isso os terroristas recebem prêmio, pensões vitalícias, pelo simples mérito de terem jogado bomba nos consulados, matando inocentes.
Eu gostaria de passar mais alguns meses em minha casa, descansando mais um pouco, para não ter que olhar na cara daquela gente imunda que não aderiu a greve.
isso mostra bem quem é o nosso governador, alardeado como uma balisa moral e um exemplo notável...uma vergonha o que fez e o que faz alckmin!!!!e convoco a todos os aprovados nesse último concurso para o TJ/escrevente a se juntar aos funcionários em greve, caso a mesma permaneça, a ir até a assembléia do dia 22.uma vergonha, deplorável, um concurso que se extende há mais de nove meses e nem previsão de homologação...caso alguém conheça pessoas que tenham sido aprovados nesse certame, divulguem, por favor, esse protesto, para que essa cretinice e picaretagem deixem de assolar o universo de quem presta concurso e paga inscrição...o que me consola é saber que o governador saiu arranhado diante dessa greve...2006 para ele, só copa do mundo!!!
Pelo jeito o TJ/SP vai continuar da mesma forma.
Funcionários mal treinados e desmotivados, péssimo atendimento, morosidade etc.
Sorte de quem não precisa do TJ.
O Brasil ainda vai demorar muito para ser uma grande nação.
O que poderia ser considerado imundo:
exercer o direito legítimo de não aderir a uma greve
ou
abusar do direito de greve e sacrificar milhões de pessoas (cidadãos) em função dos interesses de um pequeno grupo, o qual parece fazer questão de ignorar que está ali para servir à sociedade e aproveita-se da natureza relevante do serviço que presta para obter reajustes salariais que milhões de trabalhadores brasileiros menos privilegiados, mas não menos dignos, não conseguem por meio dos mecanismos legais
Paulo Arthur: simplesmente perfeito o seu ponto de vista! Uma certeza todos nós temos: quando os servidores voltarem ao trabalho, os processos que envolvam os interesses dos bancos (principalmente as ações de busca e apreensão) terão preferência no mutirão, pois é assim que complementam o salário, né!?
Lamentável,04 meses sem trabalhar e ainda vão ganhar! Como é fácil fazer caridade com o imposto pago pelo cidadão,é revoltante e imoral.Os servidores prometem fazer mutirão para agilizar processos e tem a do papagaio...A Justiça de São Paulo em informática é a mais atrasada do país,a mais lenta e graças a uma ameaça de intervenção o Presidente do Tribunal vai contra a uma resolução que ele próprio assinou.Intervenção já!
Um absurdo, 84 dias sem trabalhar, milhões de pessoas sem a prestação jurisdicional que lhes é garantida constitucionalmente e ainda vão receber os dias que não trabalharam. Lamentável, a justiça brasileira é imoral, somente é cumprida para os pobres, negros e ignorantes, o demais a utilizam quando têm interesse, se não têm, passam por cima.
Espero que este mutirão funcione das 8:00 hrs às 22:00. Sim porque se o intuito dos servidores é amenizar os efeitos de uma greve ilegal, que nada de desabonador acarretou para eles, o trabalho deve ser redobrado.
Espero que os juízes também queiram trabalhar um pouco mais para amenizar os efeitos desta greve, incluindo, se possível, outras audiência na pauta deste ano.
De fato Sr. Júlio:
Eu sou negro, venho de uma família pobre E sou servidor do Judiciário.
A justiça está começando a ser cumprida.
Não quero tumultuar, porém creio que o Sr. Nilton está coberto de razão, pois 84 dias "coçando" e ainda receber salários...Aliás o mesmo povo que paga seus impostos, é o mesmo que está sendo totalmente prejudicado por essa famigerada greve e ainda é o mesmo imposto que ajudará a pagar os salários desses grevistas, que ainda por cima irão rir da cara de todos...
Se fosse empresa particular já decretariam abandono de emprego, justa causa, etc...
Sr. Pres. do TJ, cadê os Estagiários ??????
ESPERO QUE TODOS FIQUEM ATENTOS PARA O SEGUINTE:
SEJA QUAL FOR O ACORDO QUE PORVENTURA FOR FECHADO, SERÁ FEITO UM DOCUMENTO ASSINADO PELAS PARTES, COMO DEVE SER ENTRE PESSOAS SÉRIAS.
MAS, (COMO DA OUTRA VEZ,) INFELIZMENTE A EXPERIÊNCIA TEM NOS ENSINADO QUE O TJ COSTUMA ENTENDER QUE ACORDOS(COM OS FUNCIONÁRIOS) FORAM FEITOS PARA SEREM DESCUMPRIDOS, ENTÃO COMO JÁ VIMOS ESSE FILME, EM 2005 COMEçA-SE A COBRAR O CUMPRIMENTO DO MESMO, AÍ O TJ COMEçA A PEDIR TEMPO, TEMPO, A ALEGAR FALTA DE VERBA(mesmo com a arrecadação cada vez maior...) A ENROLAR, ENROLAR, CULMINANDO ADIVINHEM EM QUÊ???????
Graças a Deus, percebo pelos comentários aqui colocados que os ânimos estão mais calmos.
Independente da minha posição a favor dos servidores, serei grata se a greve acabar efetivamente.
E mais, estou disposta a ter paciência até que tudo volte ao normal, pois como disse anteriormente, se os grevistas conseguirem ao menos o que é justo, trabalharão com mais vontade e empenho.
Ora, os trabalhadores em geral precisam de algo que levante sua autoestima como profissional e não deve ser diferente para os servidores.
Pelo próprio comentário do Sr. Servidor percebe-se um certo alívio quando diz que "já é um começo".
Senhores : os servidores também têm interesse em voltar ao trabalho.
Se seguirmos por esse caminho e houver mesmo interesse dos governantes em solucionar essa questão, antes que venha uma intervenção federal que matará a todos nós de vergonha, creio que tudo será solucionado da melhor forma possível.
Tenho esperança nisso !
Um abraço a todos os Colegas Advogados e Servidores.
Mais uma vez o Estado-patrão leva vantagem sobre o assalariado. Assim, após vários anos sem receber diferenças salariais devidas relativas a reposição de perdas nos salários, correspondentes a 39,19%, oferece o patrão somente 17% de reposição aos serventuários da Justiça. Mesmo assim, há quem critique, por absoluta ignorância, o não-desconto dos dias parados. Qualquer um, bastando ter pelo menos um elementar conhecimento de aritmérica e fazendo um cálculo que se aprende nos primeiros anos de banco escolar para chegar à conclusão de que as perdas sofridas pelos funcionários ao longo dos últimos anos é superior ao valor corresponde ao não desconto dos dias parados. Às vezes, a ignorância de alguns julgadores de plantão geram injustiças.
Não quero polemizar e acho justo que cada categoria peça melhorias salariais,mas como cidadão que paga imposto não posso ver o Estado pagando 90 dias de salário a pessoas que não trabalharam sem demostrar minha indignação.O Pesidente do Tribunal assina uma resolução que ele próprio descumpri é o fim para quem acredita numa justiça séria.No próximo ano aconselho os servidores a fazerem mais 6 meses de greve porque não terão seus salários cortados e não terão que repor.Dane-se advogados e cidadãos!A Justiça paulista pertence aos servidores e seus juízes!Intervenção já,essa campanha deve ser encabeçada pela OAB e toda sociedade.
Mais uma vez o Estado-patrão leva vantagem sobre o assalariado. Ou seja, após vários anos sem receber diferenças salariais devidas relativas a reposição de perdas nos salários, correspondentes a 39,19%, oferece o patrão somente 17% de reposição aos serventuários da Justiça - Assim mesmo, a partir do corrente mês de setembro.
No entanto, há quem critique, por absoluta ignorância, o não-desconto dos dias parados.
Qualquer um, bastando ter pelo menos um elementar conhecimento de aritmérica e fazendo um cálculo que se aprende nos primeiros anos de banco escolar pode chegar facilmente à conclusão de que as perdas salariais sofridas pelos funcionários ao longo dos últimos anos é superior ao valor corresponde ao não-desconto dos dias parados. Às vezes, a ignorância de alguns pseudo-julgadores de plantão geram julgamentos injustos contra esses abnegados servidores do Judiciário paulista.
(Refeito devido ao comentário anterior conter incorreções)
CARTA ABERTA À POPULAÇÃO
O presente comunicado tem o intuito de
esclarecer à população os motivos que levaram os
servidores do Poder Judiciário Estadual à paralisação
de seus serviços.
Com a paralisação, são veiculadas informações que visam
colocar a opinião pública contra os funcionários
públicos, com comentários tendenciosos e muitas vezes
mentirosos, que induzem ao entendimento de que a
manifestação é injusta.
Assim temos a obrigação de informar a população sobre
os reais motivos que nos levaram a deflagrar a greve e
continuar em greve por mais de 30 dias.
Nossa categoria, desde o advento do Plano Real, em
1994, ou seja, há dez anos, está sendo esmagada por uma
política salarial injusta, e porque não dizer infame.
Durante esse longo tempo, conviveu com o total descaso
do Governo do Estado (governos Covas e Alckmin – PSDB)
e, principalmente, do Tribunal de Justiça (T.J.), o
qual, por ter autonomia administrativa e verba própria,
é nosso verdadeiro empregador..
-segue-
CARTA ABERTA À POPULAÇÃO
"...Conseguimos, às duras penas, pequenas e irrisórias
abonos e gratificações, as quais serviram apenas, e
quando muito, para repor alguns períodos de defasagem
em função da inflação. Isto quer dizer que não há
reajuste salarial – ganho a mais nos vencimentos –
apenas algumas correções de reposição de perdas
inflacionárias.
Desde março de 2002 até março de 2004, data em que
efetivamos as negociações com o T.J., nossos salários
encontram-se defasados em relação à inflação do
período, em 39,19 %, segundo cálculos do IGPM (Índice
Geral de Preços e Mercadorias), índice que até então
era usado pelo próprio Tribunal de Justiça, para ao
menos reconhecer a defasagem salarial dos servidores.
Entre os meses de Março e Junho deste ano, buscamos, em
inúmeras reuniões junto ao Tribunal, uma solução que
atendesse aos nossos direitos constitucionais de
reposição salarial e evitasse um movimento de
paralisação para reivindicarmos o que nos é devido."
-segue-
CARTA ABERTA À POPULAÇÃO
"...O presente comunicado tem o intuito de
O Tribunal fez uma contra-proposta, infelizmente
ilusória, de 26,38%, com base no INPC-IBGE, aprovada na
sessão de 2 de junho, pelo Órgão especial do Tribunal
de Justiça, com o encaminhamento, à Assembléia
Legislativa, em caráter de urgência, de Projeto de Lei
visando tal reajuste, a partir de março de 2004. Este
fato foi vinculado no Diário Oficial – Caderno 1 –
Parte 1, do Poder Judiciário, em 04 de junho de 2004.
Tal contra-proposta foi aceita pelos funcionários, os
quais se comprometeram estar em seus postos de
trabalho, aguardando pelo encaminhamento e aprovação de
tal Projeto de Lei.Um mês se passou e nos vimos
enganados pelo Tribunal de Justiça, que sequer
encaminhou tal Projeto de Lei para a Assembléia Legislativa.
Nenhuma explicação foi dada. Nenhuma nota foi emitida.
Sobreveio apenas uma nova proposta que representa
8,33%, e não repõe sequer um ano de defasagem salarial,
sendo, portanto rejeitada pela categoria.
Esta é a origem e o motivo de nosso movimento grevista.
Defendemos que a GREVE é um instrumento legítimo de
todos os trabalhadores para reivindicar direitos e
melhores salários, quando as negociações com o
empregador não evoluem, ou chegam a um impasse."
-segue-
CARTA ABERTA À POPULAÇÃO
"... Muitos alegam que o serviço público tem caráter
essencial e traz inúmeros prejuízos à população quando
ocorre uma paralisação dos serviços. Realmente, sabemos
da importância do nosso serviço e das dificuldades que
podem acarretar àqueles que usam a via judiciária para
pleitear seus direitos. Mas, se o serviço público é
essencial, por que não há o devido reconhecimento por
parte daqueles que o dirigem?
Não podemos também aceitar, que os patrões, de modo
geral, públicos e privados, e parte da mídia, utilize
sempre a idéia de que movimentos trabalhistas por
melhores salários e condições de trabalho sejam
prejudiciais - numa clara tentativa de jogar a
população contra os trabalhadores, neste caso
funcionários públicos - e ao mesmo tempo defendam a
legitimidade de contratos privados de concessão de
serviços públicos, que garantem a empresas privadas e
multinacionais a correção da inflação, margem de lucros
líquidos e outros, segundo a variação da inflação ou do
dólar. O cumprimento desses contratos, obscuros, sim,
traz prejuízos a população que paga taxas exorbitantes
para ter acesso a serviços básicos como luz, telefone,
transporte (incluindo os pedágios nas estradas
privatizadas).Porque os governos, estaduais e federais, defendem que esses contratos com empresas privadas sejam
respeitados, enquanto o maior contrato social que uma
sociedade pode ter, a Constituição, não é respeitada?
Por que o direito constitucional a reposição anual das
perdas inflacionárias dos servidores e funcionários
públicos, prevista no artigo 37, inc.X, não precisa ser
respeitada? Quem decide isso?"
-segue-
CARTA ABERTA À POPULAÇÃO
... Por que as repartições públicas da Justiça
encontram-se em estado precário, tendo até que
trabalhar com máquinas de escrever, numa era em que
este artifício já virou peça de museu?
Em outros estados, a informatização já alcançou
o Poder Judiciário há tempos e o Estado de São Paulo,
que é o maior estado da Federação, que arrecada taxas
exorbitantes nos processos judiciais, que apenas no
último ano tiveram aumentos que variaram entre 20%
(certidões) e 6.500% (taxa inicial para ações sem valor
econômico, que passaram de R$ 1,00 para R$ 65,00) não
consegue ultrapassar a barreira da máquina de escrever
e depende de seus próprios funcionários e advogados, os
quais fazem doações de computadores para poder melhorar
um pouco a produção judiciária. Os cartórios estão
arrebentados. Sequer o papel é entregue regularmente.
Racionamos caneta e papel.
Trazemos mesas, cadeiras, estantes, cartuchos de
impressoras, e principalmente computadores e programas
de computador para agilizar e dar rapidez aos serviços
prestados à população. O Tribunal de Justiça pasmem,
ainda obriga os funcionários que trazem os computadores
a formalizar a doação ao patrimônio do Tribunal,
condição para que os mesmos possam ser utilizados nas
repartições.A questão a esclarecer, para a população, que é a única
que realmente merece esta satisfação, é que há um
descaso muito grande do Presidente do Tribunal de
Justiça do Estado de São Paulo para com os servidores,
sendo que a cúpula do T.J. não tem a mínima preocupação
em proporcionar melhores condições aos servidores para
que estes possam melhorar os níveis de atendimento e
produção junto àqueles que dependem do Judiciário.
Diversos são os problemas que levam a
morosidade da justiça e em razão dos exemplos dados
acima o problema não pode ser o servidor público, pois
este é apenas mais uma vítima do descaso daqueles que
governam nosso país.
Este descaso comprova que não há a menor
preocupação com a população, nem tão pouco com o
servidor público. A preocupação de nossos governantes é
apenas de criar artifícios cada vez mais ardilosos para
lesar o bolso do povo, com aumentos arbitrários de
impostos e taxas, onde não há qualquer repasse para
melhorar as condições das repartições públicas, tendo
como conseqüência uma justiça morosa e tardia.""
-segue-
CARTA ABERTA À POPULAÇÃO
"... O servidor do judiciário está há mais de dois
anos sem qualquer reposição salarial (só teve em 2.001
porque fez greve de 80 dias), não tem data-base, não
recebe indenização de férias desde o ano de 2.000,
temos uma defasagem salarial de 39,26%, não temos plano
de cargos e salários, os auxílios (alimentação,
condução e saúde) estão congelados há cinco anos e as
únicas coisas que aumentam são os pedágios, luz,
telefone, combustíveis, planos de saúde, transportes
coletivos, impostos e tempo para aposentadoria.
O servidor público não é privilegiado e também
faz parte do povo, portanto, tem que lutar pelos seus
direitos, pois não merece continuar nesta situação
humilhante que paira sobre as repartições do Estado de
SP. O apoio da população é importantíssimo para o nosso
movimento e principalmente, a conscientização de que
todos nós, trabalhadores do setor público ou privado,
devemos lutar pelos nossos direitos e acabar com este
hábito de se conformar com a situação que os “abutres
do poder” nos proporcionam.
Nossa luta é por Justiça, em todos os sentidos e por
Justiça também no Poder Judiciário. Ninguém pode
esquecer que:
SEM JUSTIÇA, VERDADEIRA E PARA TODOS,
NÃO EXISTE.LIBERDADE.
SEM LIBERDADE NÃO EXISTE A SOCIEDADE.
CAMPANHA SALARIAL DO JUDICIARIO ESTADUAL
Ei! Alguém aí se lembra do Projeto de Lei que o TJ enviou para a Assembléia Legislativa?
Por onde ele anda?
Aos ignorantes de plantão:
O "não desconto" dos dias parados não significa que os grevistas receberão sem trabalhar. Pelo contrário, além da jornada de 40 horas ou mais que os funcionários já cumprem, terão de pagar (repor) cada minuto que estiveram em greve. Aliás, estar em greve não significa não trabalhar, porque os grevistas trabalharam, e muito, para mostrar à sociedade e principalmente aos advogados, que a justiça paulista está falida, coisa que a OAB e AASP, mesmo "não estando em greve", não conseguiram fazer.
após o pronunciamento do presidente do STJ "apareceram" R$ 100 milhões de reais para o TJ paulista oferecer aos servidores. Se não havia tal dinheiro ontem, como é que apareceu hoje? Será que estava escondido debaixo do colchão? Pois é gente, este é o governo que "respeita as pessoas", quer dizer, as pessoas de "poder", como o presidente do STJ. Muito obrigada Exmo. Sr. Dr. Vidigal por colocar fim à greve do judiciário paulista
Puts !
Como esse Escrevente Feliz é chato !!!
Vá trabalhar ao invés de ficar navegando
robson, concordo com você.
sem contar o nome ("escrevente feliz"), que é bastante sugestivo !!! Coisa louca !!!
Na falta de argumentos concretos, começam os ataques pessoais...
Quero saber quem vai me indenizar pelos três meses de escritório às moscas? Quem vai pagar minhas dívidas contraídas por causa de greve? Quem vai pagar meu 13º salário? Quem vai pagar minhas férias (que não tiro há mais de 3 anos por absoluta necessidade de trabalhar para prover o meu sustento)?
Para os falsos e hipócritas defensores do movimento de greve como justo meio de reinvindicação, só quero dizer-lhes que, desde que advogo, também não houve qualquer alteração na tabela de honorários da OAB.
Ninguém aqui está dizendo que a reposição aos servidores não é justa, mas a paralisação é absurda e egoísta.
Ponto final!
Lute pelo reajuste dos honorários junto à OAB.
De vez em quando, surte resultados.
Sr. Robson, obrigado pela sugestão! Vou reinvindicar, sim. Entretanto, não abandonarei os processos de meus clientes, ainda que de alguns já tenha recebido a totalidade dos meus honorários, pois não acho certo que para fazer valer os meus direitos, danem-se os outros.
Os verdadeiros advogados não devem ter medo de ameaças, qualquer atentado ao exercício do direito por parte de um servidor deve ser reportado a OAB e ao Juiz através de representação.Se o magistrado não tomar providência existe o instituto da correição parcial.
Não deve haver medo no exercício da profissão e se as associações incentivarem este comportamento, que tal os 60 mil de são paulo ingressarem contra estas associações por perdas e danos pelo tempo que os escritórios ficaram parados,que tal!
Srs. Robson e Roberto:
Sou feliz por ser escrevente(daí o meu nome! e sem falsa modéstia uma ótima escrevente sempre elogiada pelos juízes com quem trabalhei, inclusive conquistando uma chefia de uma das seções cível mais difíceis por dez anos...) e gostar do meu trabalho!
Ora, não digam que não estou trabalhando, é uma injustiça! Pensam que foi fácil colocar aquele texto comprido aqui?? Deu trabalho! Então, leiam o texto todinho, reflitam se souberem fazer isso...
E, aos obtusos de plantão: repor os dias significa pagar, ou seja, ninguem vai receber os dias parados assim de graça, embora devesse ser assim, afinal, trabalhamos muito nessa greve o TJ é o culpado pela greve por não cumprir o acordo passado.
Outrossim, a greve ainda não acabooouuuuu.....
Jamais entrei no mérito da justiça dos pedidos da classe dos serventuários mas jamais irei me calar Sr José Carlos(se é assim que se chama) com propostas que visam acabar com a ordem nas varas jogando funcionários contra advogados.O senhor não fala pelos funcionários nem tem qualidade intelectual para julgar quem deve ter registro na Ordem. Trabalhar 90 dias e receber salários é imoral, é fácil fazer caridade com o dinheiro do cidadão,todos sabemos que estas horas jamais serão compensadas.
Gostaria de saber da proposta dos servidores em relação a melhoria da qualidade de trabalho,como informatização etc... Foi colocada em pauta ou era só demagogia?O direito de uma classe não está acima do direito de toda sociedade,morrerei pensando assim...
JC MOREIRA: As suas ameaças são literais casos de polícia, e eventualmente corroborarão na sua inafastável DEMISSÃo a bem do serviço público. Vá ser "imbecil" e "paranóico" assim no inferno!!
A propósito, quando o senhor resolver trabalhar (por pouco tempo, se espera)procure respeitar os advogados, os quais na maioria - lamentavelmente, como em qualquer categoria, também na OAB tem colegas incoerentes e masoquistas, não é verdade sr. F. G. Rodrigues ? - repudiaram e repudiam essa famigerada greve do servidores do TJ SP. Está na hora da cúpula do TJ/SP criar um banco de cadastro de futuros servidores, como pari passu, terceirizar algumas atribuições, pois, na verdade, "bater carimbo" e copilar despachos, decisões, etc. não exige-se a tão decantada qualificação profissional. Bem, por hoje basta, pois tenho que trabalhar para pagar os meus impostos e colaborar com a folha de pagamento do TJ/SP. Da próxima, juro que vou advogar em um país de primeiro mundo! E assim, dá uma bananada para os servidores deste paiseco subdesemvolvido!
Sr. Jose Carlos Moreira.
Srs. Marajás Públicos,
Li o texto do Sr. José carlos Moreira, onde ele, de forma irônica, expressa o seu sentimento de revanchismo contra os Advogados.
Ao que me parece, ele teve a intenção de fazer uma espécie de "ameaça", querendo dizer que os Marajás Públicos não vão mais tratar com respeito os Advogados.
O engraçado é que, o desavisado que lê tal texto, até acaba acreditando que, alguma vez na Vida, os Advogados ou a população em geral, que buscam o Judiciário Paulista, já foram tratados com respeito e consideração pelos seus Servidores.
Trata-se, obviamente, não de uma "ameaça subjetiva", mas, com certeza, de uma PIADA do Sr. José Carlos.
Mas é sim, Sr. José Carlos, vocês (Marajás Públicos) terão novamente o seu dia-a-dia conosco (Advogados), para a infelicidade do pôvo paulista em geral; pois seria muito melhor que todos vocês fossem mandados embora a bem do serviço público e, assim, poderiam VADIAR em casa em vez dos Cartórios.
Mas não pense, Sr. José Carlos, que as coisas serão da maneira como o senhor debilmente imagina, em sua cabecinha delirante.
A nossa tolerância acabou!!!
A partir de agora, "pisem no tomate", pra ver se não vão sentir a força da Lei!
Nós, Advogados Consciêntes, estaremos vigilantes!
Vocês verão a enxurrada de representações na Corregedoria, de inquéritos policiais, de ações por responsabilidade civil, e por aí vai.
E estejam certos que eu não estou sozinha nessa luta.
E, Colegas Advogados e demais Cidadãos:
Todos vocês que tiveram processos parados e clientes prejudicados por essa paralisação ILEGAL e ILEGÍTIMA, entrem com ação de indenização contra o Governo do Estado de São Paulo, em litisconsórcio passivo com a Associação de classe dos Servidores de suas respectivas regiões, porque os MMº. Juizes já se posicionaram que estes têm responsabilidade civil em relação aos prejuízos decorrentes dessa ABOMINÁVEL, ILEGAL e ILEGÍTIMA paralisação.
Vamos faze-los sentir a responsabilidade dos seus atos!
Porque eles, os Funcionários Públicos e suas Associações, só sentem quando lhes tocam o bolso.
É isso aí, Srs. Marajás Públicos, "quem planta vento, colhe tempestade".
JC Moreira: Gostaria de olhar na sua cara(de sangue-suga) e apreciar pessoalmente a sua silueta de barnabé tupiniquim! O seu estilo mandrião reflete perfeitamente o perfil de seus colegas! Qual seja. São egoistas(pois somente se preocupam com a própria algibeira), arrogantes(veja-se a qualidade de tratamento dispensado ao advogados nos balcões cartoriais da vida), e por fim, porfiante, pois repete a mesma ladainha, para justificar o injustificável, pois o que é IMORAL é insustentável. Tome juízo cara, isso vai lhe fazer um bem danado!
Ei eu mandei meu protesto contra o jornalista reacionário que fala da greve sob a ótica do poder e vcs não divulgaram, por que???
Esclarecendo, falei da reportagem dele toda dirigida para quem sustenta o site na alta advocacia e para os poderosos do Estado.
Prezada Doutora,
Consciente com acento????? (consciênte)?????? Ai, meu Deus, nos anos 50 (quando a senhora entrou na USP como diz) o vestibular não tinha questões de Português???????
Prezada Doutora,
povo não tem acento (pôvo). Só se tinha quando o Jânio era o presidente e a senhora já advogava.
A OAB tem de reciclar estes pseudos advogados (Se é que merda se recicla).
Prezada Doutora,
Pelo menos para alguma coisa os serventuários da justiça servem (além de fazer greves): Ensinar a Língua Portuguesa a advogados analfabetos.
P.S. - Será que quando a Sra. prestou exame já havia quadrilhas que vendiam o gabarito?
Cara Doutora, Emerson Watanabe e outros:
Vcs alegam que os funcionários do TJ são Marajás , por receberem os dias parado, e que o ato é imoral. Mas, seria justo/moral vender suas férias de 2000,2001 e 2003( por excesso de trabalho), e não receber um centavo? Quem é Marajá? Cara, Doutorinha, vc fala tanto dos funcionários do TJ, que a única conclusão que cheguei foi que, a Sra. está "mau das pernas", e daria até a alma para estar no serviço público. (Ah! desculpe, a "doltora" não possui alma).Pois, o que vejo éque a Sra. está muito irritada e incomodada.Por que será?A greve ainda não acabou, falta a aprovação na assembléia geral, amanhã.Acho difícil aceitarem, pois, os funcionários queriam 39,40%, o TJ ofereceu 26,50%, aceitaram, mas o TJ deu o calote.Agora querem oferecer apenas 16 à 18%? Vamos torcer para que a greve acabe, mas é difícil hein!!!Pois, está longe do oferecido anteriormente pelo TJ . Boa sorte à todos.
Prezados advogados, vcs ainda não perceberam que esse tal de Jose Carlos Moreira (Estudante - cidadão — São paulo, SP), não é e nunca foi FUNC. PUBL., deve ser um frustrado que não passou no concurso.
Esse camarada está só tumultuando o assunto, deve fazer parte da ala radical de algum partido político, coisas que estamos cansados de assistir.
Usa esse painel de debate para jogar os FUNC. PUBL. contra advogados e advogadas. NÃO ENTREM NESSA !!!!
Voltem ao trabalho ou deixem os estagiários trabalharem...Bem disse o Dr. Trinchão, fazer ameaças não levam a nada, mais uma vez isso prova que esse tonto não é FUNC. PUBL.
Pres. do TJ, cadê os estagiários ????? estou na fila
Nunca disse que os serventuários eram marajás, concordo que o funcionários deva ter um salário digno e boas condições de trabalho. Tenho inúmeros amigos servidores, não ofendo,não faço baixarias,discuto idéias. Nem todos os servidores aderiram a greve,ou seja,nem todos concordam com ela.
Entendo ser a geve ilegal,por não estar regulamentada em lei e por ser um serviço essencial a população,o Estado Democrático de Direito depende da justiça!
Pagar salários a quem não trabalhou fere o princípio da moralidade e da legalidade,é fácil fazer caridade com o dinheiro público.Repito,a justiça paulista não é dos juízes e dos serventuários, é do povo.Não podemos ficar reféns de interesses de classe.
Creio ser salutar que todos os advogados que tiveram prejuízo com a greve ingressem com ação de reparação contra as associações e o governo do Estado, a própria Justiça já considerou a greve ilegal,é a única solução para que estas pessoas tomem juízo.
Espero que as pessoas que tenham opinião contrária possam se manifestar com educação e com o mínimo de raciocínio jurídico.
Sr. Emerson:
não seja tão obtuso! (se vc não sabe o que significa, veja no dicionário...)
Ninguem nunca falou em receber os dias parados sem trabalhar, não nos coloque o título de aproveitadores que não somos. É o óbvio que interessa a todos, a reposição desses dias COM TRABALHO como fizemos na greve anterior. Saiba que, se a justiça como vc afirma não é dos juízes, nem dos serventuários, é do povo, esses serventuários tbem fazem parte do povo e têm todo direito de exigir o cumprimento da lei, como cada um que se sentir lesado deve fazer. e essas considerações sobre a ilegalidade da greve, etc., é tudo balela, pois os nobres legisladores ainda não elaboraram lei que defina isso. Finalizando, se vc não tem nada útil a dizer, só sabe atirar p/todos os lados, como uns e outros por aqui, por favor, vá navegar em outros mares...
Esse tal de JC Moreira deve ser daquelas pessoas que tem preconceitos contra negros, judeus, nordestinos, faxineiras, etc, etc, etc.
Cuidado com que você escreve JC, pois racismo nesse país dá CADEIA !!!!!!!
Vir a público e dizer que pessoas sem qualquer qualificação só servem para limpar banheiro, oras, quem, pensa que vc é ???
PAU NOS MALANDROS!!! CAMBADA DE VAMPIROS "BRASILEIROS"!!!
TRINCHÃO:
CONHEÇO O SEU LADO TROUXÃO, MAS DESCONHECIA O SEU LADO VIOLENTO SANTA!!!!
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