Em dois anos, OAB aprovou apenas 13 cursos de Direito

Em quase dois anos, a Comissão de Ensino Jurídico do Conselho Federal da OAB examinou 172 processos de abertura de cursos de Direito em vários estados brasileiros. Do total, apenas 13 receberam parecer favorável da entidade, mas a maioria dos cursos foi aberta com autorização do Ministério da Educação.

Atualmente existem 862 cursos de Direito funcionando no país. Segundo a OAB, muitos deles sem a qualidade necessária no que diz respeito à grade curricular, estrutura adequada e corpo docente.

A entidade iniciou um movimento para combater o que considera o sucateamento do ensino jurídico. O presidente nacional da OAB, Roberto Busato, pediu aos presidentes de todas as seccionais da Ordem que apontem os cursos jurídicos de seus estados suspeitos de funcionar de forma irregular. As informações funcionarão como subsídio para as indicações que a entidade fará em breve ao MEC, de instituições de ensino de Direito que devem ser fiscalizadas.

A medida foi acertada em reunião de Busato com o então ministro da Educação, Tarso Genro, quando foram apresentadas as conclusões de estudo propondo novos parâmetros para a criação e fiscalização de cursos jurídicos no Brasil. A fiscalização de instituições de ensino jurídico terá âmbito nacional e os cursos vistoriados serão escolhidos mediante sorteio e por indicação da OAB. Os critérios e a forma como se serão feitas as inspeções foram definidas em portaria editada pelo Ministério da Educação.

Hwidger Lourenço disse:
16 de novembro de 2005 às 11:11

Não é surpresa. Qualidade do ensino não me parece (e quero muito estar enganado) a preocupação da OAB, e sim limitar ao máximo a entrada de novos profissionais no mercado. Por que a OAB não dá nome aos bois? Ah, tem curso que não presta? Qual? Por que não informar quais cursos não tem qualidade? E por que dificultar, ano após ano, o exame da ordem? Para justificar a posição de que "os cursos não tem qualidade"? Como acadêmico de direito, espero mais da OAB. Muito mais. Que se diga, claramente, quais são os cursos "caça-níqueis". E que a OAB atue fortemente sobre estes cursos, para que melhorem o fechem. Até que isso ocorra, essas manifestações da OAB me parecem, infelizmente, meramente cartoriais.

Diego Mendes peixoto disse:
16 de novembro de 2005 às 11:45

Isso é o espelho do sucateamento do ensino juridico do pais, ou nos acabamos com faculdades que não tem condiçoes minimas de funcionamento,ou estas "faculdades" acabarao com o curso juridico de uma vez,e futuramente estes formandos só seráo atendidos pelo judiciario uma unica vez: para indeferir a petição inicial.

Ademir Marin disse:
16 de novembro de 2005 às 12:21

Finalmente uma ação, esperamos que concreta,visando coibir a instalação destes verdadeiros caça-níqueis que se institucionalizaram no País com a complacência entusiasmada do Ministério da Educação. A OAB tem em mãos um instrumento poderoso para ser usado em prol da sociedade, qual seja, a divugação dos números relacionados aos "exames de ordem". De posse da relação nº de candidatos/nº de aprovados, por instituição de ensino, os interessados poderão avaliar quais delas cumprem efetivamente seu papel, quando do vestibular. Depois, Inês será morta.

Jorge disse:
16 de novembro de 2005 às 16:30

Penso que a questão está baseada no contexto da limitação de profissionais no mercado de trabalho. Penso, também, que a OAB tem outras obrigações de extrema relevância, como analisar e julgar com critério as reclamações feitas por clientes em desfavor dos seus procuradores e, que, na maioria das vezes não dá em nada!!! Outro item a ser analisado e discutido, diz respeito as falcatruas em que inúmeros advogados, devidamente, inscritos na OAB, participam e, que, estão sendo escrachados na mídia dia-a-dia, vamos parar com a falsa modéstia. Somente a título de informação, recentemente, tivemos um presidente da OAB - numa determinada região envilvidos em crimes contra a economia, formação de quadrilha e outros mais. Recentemente o MP abriu ação penal para apurar as responsabilidades. Outrossim, o malfadado exame de ordem não prova nada!!! e sim, como já disse, é um limitador da entrada de profissionais no mercado de trabalho, além é claro de que os valores arrecadados são extremamente satisfatórios e benéficos para o sistema. Todos sabemos que o curso de Direito não forma uma advogado e, sim, a labuta diária, enfrentando as dificuldades e estudando com afinco, forma-se ao longo do tempo o operador do direito. Outro item a ser analisado, diz respeito ao ditame do mercado que, é quem, efetivamente, regula a atuação do profissional e, em havendo "ignorância" jurídica, certamente não haverá espaço para a atuação jurídica competente.

Jorge disse:
16 de novembro de 2005 às 16:30

Penso que a questão está baseada no contexto da limitação de profissionais no mercado de trabalho. Penso, também, que a OAB tem outras obrigações de extrema relevância, como analisar e julgar com critério as reclamações feitas por clientes em desfavor dos seus procuradores e, que, na maioria das vezes não dá em nada!!! Outro item a ser analisado e discutido, diz respeito as falcatruas em que inúmeros advogados, devidamente, inscritos na OAB, participam e, que, estão sendo escrachados na mídia dia-a-dia, vamos parar com a falsa modéstia. Somente a título de informação, recentemente, tivemos um presidente da OAB - numa determinada região envilvidos em crimes contra a economia, formação de quadrilha e outros mais. Recentemente o MP abriu ação penal para apurar as responsabilidades. Outrossim, o malfadado exame de ordem não prova nada!!! e sim, como já disse, é um limitador da entrada de profissionais no mercado de trabalho, além é claro de que os valores arrecadados são extremamente satisfatórios e benéficos para o sistema. Todos sabemos que o curso de Direito não forma uma advogado e, sim, a labuta diária, enfrentando as dificuldades e estudando com afinco, forma-se ao longo do tempo o operador do direito. Outro item a ser analisado, diz respeito ao ditame do mercado que, é quem, efetivamente, regula a atuação do profissional e, em havendo "ignorância" jurídica, certamente não haverá espaço para a atuação jurídica competente.

Jorge disse:
16 de novembro de 2005 às 16:30

Penso que a questão está baseada no contexto da limitação de profissionais no mercado de trabalho. Penso, também, que a OAB tem outras obrigações de extrema relevância, como analisar e julgar com critério as reclamações feitas por clientes em desfavor dos seus procuradores e, que, na maioria das vezes não dá em nada!!! Outro item a ser analisado e discutido, diz respeito as falcatruas em que inúmeros advogados, devidamente, inscritos na OAB, participam e, que, estão sendo escrachados na mídia dia-a-dia, vamos parar com a falsa modéstia. Somente a título de informação, recentemente, tivemos um presidente da OAB - numa determinada região envilvidos em crimes contra a economia, formação de quadrilha e outros mais. Recentemente o MP abriu ação penal para apurar as responsabilidades. Outrossim, o malfadado exame de ordem não prova nada!!! e sim, como já disse, é um limitador da entrada de profissionais no mercado de trabalho, além é claro de que os valores arrecadados são extremamente satisfatórios e benéficos para o sistema. Todos sabemos que o curso de Direito não forma uma advogado e, sim, a labuta diária, enfrentando as dificuldades e estudando com afinco, forma-se ao longo do tempo o operador do direito. Outro item a ser analisado, diz respeito ao ditame do mercado que, é quem, efetivamente, regula a atuação do profissional e, em havendo "ignorância" jurídica, certamente não haverá espaço para a atuação jurídica competente.

Jorge disse:
16 de novembro de 2005 às 16:30

Penso que a questão está baseada no contexto da limitação de profissionais no mercado de trabalho. Penso, também, que a OAB tem outras obrigações de extrema relevância, como analisar e julgar com critério as reclamações feitas por clientes em desfavor dos seus procuradores e, que, na maioria das vezes não dá em nada!!! Outro item a ser analisado e discutido, diz respeito as falcatruas em que inúmeros advogados, devidamente, inscritos na OAB, participam e, que, estão sendo escrachados na mídia dia-a-dia, vamos parar com a falsa modéstia. Somente a título de informação, recentemente, tivemos um presidente da OAB - numa determinada região envilvidos em crimes contra a economia, formação de quadrilha e outros mais. Recentemente o MP abriu ação penal para apurar as responsabilidades. Outrossim, o malfadado exame de ordem não prova nada!!! e sim, como já disse, é um limitador da entrada de profissionais no mercado de trabalho, além é claro de que os valores arrecadados são extremamente satisfatórios e benéficos para o sistema. Todos sabemos que o curso de Direito não forma uma advogado e, sim, a labuta diária, enfrentando as dificuldades e estudando com afinco, forma-se ao longo do tempo o operador do direito. Outro item a ser analisado, diz respeito ao ditame do mercado que, é quem, efetivamente, regula a atuação do profissional e, em havendo "ignorância" jurídica, certamente não haverá espaço para a atuação jurídica competente.

Jorge disse:
16 de novembro de 2005 às 16:30

Penso que a questão está baseada no contexto da limitação de profissionais no mercado de trabalho. Penso, também, que a OAB tem outras obrigações de extrema relevância, como analisar e julgar com critério as reclamações feitas por clientes em desfavor dos seus procuradores e, que, na maioria das vezes não dá em nada!!! Outro item a ser analisado e discutido, diz respeito as falcatruas em que inúmeros advogados, devidamente, inscritos na OAB, participam e, que, estão sendo escrachados na mídia dia-a-dia, vamos parar com a falsa modéstia. Somente a título de informação, recentemente, tivemos um presidente da OAB - numa determinada região envilvidos em crimes contra a economia, formação de quadrilha e outros mais. Recentemente o MP abriu ação penal para apurar as responsabilidades. Outrossim, o malfadado exame de ordem não prova nada!!! e sim, como já disse, é um limitador da entrada de profissionais no mercado de trabalho, além é claro de que os valores arrecadados são extremamente satisfatórios e benéficos para o sistema. Todos sabemos que o curso de Direito não forma uma advogado e, sim, a labuta diária, enfrentando as dificuldades e estudando com afinco, forma-se ao longo do tempo o operador do direito. Outro item a ser analisado, diz respeito ao ditame do mercado que, é quem, efetivamente, regula a atuação do profissional e, em havendo "ignorância" jurídica, certamente não haverá espaço para a atuação jurídica competente.

Jorge disse:
16 de novembro de 2005 às 16:30

Penso que a questão está baseada no contexto da limitação de profissionais no mercado de trabalho. Penso, também, que a OAB tem outras obrigações de extrema relevância, como analisar e julgar com critério as reclamações feitas por clientes em desfavor dos seus procuradores e, que, na maioria das vezes não dá em nada!!! Outro item a ser analisado e discutido, diz respeito as falcatruas em que inúmeros advogados, devidamente, inscritos na OAB, participam e, que, estão sendo escrachados na mídia dia-a-dia, vamos parar com a falsa modéstia. Somente a título de informação, recentemente, tivemos um presidente da OAB - numa determinada região envilvidos em crimes contra a economia, formação de quadrilha e outros mais. Recentemente o MP abriu ação penal para apurar as responsabilidades. Outrossim, o malfadado exame de ordem não prova nada!!! e sim, como já disse, é um limitador da entrada de profissionais no mercado de trabalho, além é claro de que os valores arrecadados são extremamente satisfatórios e benéficos para o sistema. Todos sabemos que o curso de Direito não forma uma advogado e, sim, a labuta diária, enfrentando as dificuldades e estudando com afinco, forma-se ao longo do tempo o operador do direito. Outro item a ser analisado, diz respeito ao ditame do mercado que, é quem, efetivamente, regula a atuação do profissional e, em havendo "ignorância" jurídica, certamente não haverá espaço para a atuação jurídica competente.

Jorge disse:
16 de novembro de 2005 às 16:30

Penso que a questão está baseada no contexto da limitação de profissionais no mercado de trabalho. Penso, também, que a OAB tem outras obrigações de extrema relevância, como analisar e julgar com critério as reclamações feitas por clientes em desfavor dos seus procuradores e, que, na maioria das vezes não dá em nada!!! Outro item a ser analisado e discutido, diz respeito as falcatruas em que inúmeros advogados, devidamente, inscritos na OAB, participam e, que, estão sendo escrachados na mídia dia-a-dia, vamos parar com a falsa modéstia. Somente a título de informação, recentemente, tivemos um presidente da OAB - numa determinada região envilvidos em crimes contra a economia, formação de quadrilha e outros mais. Recentemente o MP abriu ação penal para apurar as responsabilidades. Outrossim, o malfadado exame de ordem não prova nada!!! e sim, como já disse, é um limitador da entrada de profissionais no mercado de trabalho, além é claro de que os valores arrecadados são extremamente satisfatórios e benéficos para o sistema. Todos sabemos que o curso de Direito não forma uma advogado e, sim, a labuta diária, enfrentando as dificuldades e estudando com afinco, forma-se ao longo do tempo o operador do direito. Outro item a ser analisado, diz respeito ao ditame do mercado que, é quem, efetivamente, regula a atuação do profissional e, em havendo "ignorância" jurídica, certamente não haverá espaço para a atuação jurídica competente.

Jorge disse:
16 de novembro de 2005 às 16:30

Penso que a questão está baseada no contexto da limitação de profissionais no mercado de trabalho. Penso, também, que a OAB tem outras obrigações de extrema relevância, como analisar e julgar com critério as reclamações feitas por clientes em desfavor dos seus procuradores e, que, na maioria das vezes não dá em nada!!! Outro item a ser analisado e discutido, diz respeito as falcatruas em que inúmeros advogados, devidamente, inscritos na OAB, participam e, que, estão sendo escrachados na mídia dia-a-dia, vamos parar com a falsa modéstia. Somente a título de informação, recentemente, tivemos um presidente da OAB - numa determinada região envilvidos em crimes contra a economia, formação de quadrilha e outros mais. Recentemente o MP abriu ação penal para apurar as responsabilidades. Outrossim, o malfadado exame de ordem não prova nada!!! e sim, como já disse, é um limitador da entrada de profissionais no mercado de trabalho, além é claro de que os valores arrecadados são extremamente satisfatórios e benéficos para o sistema. Todos sabemos que o curso de Direito não forma uma advogado e, sim, a labuta diária, enfrentando as dificuldades e estudando com afinco, forma-se ao longo do tempo o operador do direito. Outro item a ser analisado, diz respeito ao ditame do mercado que, é quem, efetivamente, regula a atuação do profissional e, em havendo "ignorância" jurídica, certamente não haverá espaço para a atuação jurídica competente.

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