A solução não virá com o endurecimento da legislação penal, nem com o recrudescimento nas condições de cumprimento da pena. Estamos — nós, a sociedade — insistindo há anos em buscar solução onde só temos encontrado causas de agravamento do problema.
O PCC e os demais grupos criminosos surgidos nos presídios são todos filhos da Lei dos Crimes Hediondos que, ao acabar com a possibilidade de progressão no regime de cumprimento da pena apenas em razão do crime cometido, igualou os criminosos de crime único aos efetivamente perigosos e propensos à prática do crime. Sem esperança, aqueles viraram soldados destes últimos e o resultado é a carnificina que nos vitima.
O governador de São Paulo, Cláudio Lembo, teria manifestado o propósito de passar a gravar as conversas mantidas entre presos e advogados porque estes estariam exercendo a função de “pombo-correio”. Meu Deus! Hoje, se eu for a um centro de detenção provisória visitar um preso, vou entrevistá-lo num local em que haverá a nos separar uma tela de aço em forma de colméia, pela qual não passa uma caneta esferográfica que tenha prendedor.
Pois bem: apesar disso, sou impedido de manter em meu poder, quando entro no estabelecimento, o meu aparelho de telefone celular. E como é, então, que todos os estabelecimentos do sistema prisional de São Paulo estão infestados de aparelhos de telefones celulares em pleno funcionamento? E como se explica o fato de que, em 2006, não haja tecnologia capaz de efetivamente bloquear sinal de celular dentro de estabelecimentos prisionais, se nós, usuários extra muros, tantas vezes nos irritamos com a falta de sinal em nossos aparelhos?
Em 2002, a Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo criou o tal RDD — Regime Disciplinar Diferenciado, para o qual não havia previsão legal e que criava condições especiais para o cumprimento da pena em casos específicos de cometimento de faltas gravíssimas. O professor René Ariel Dotti, sabiamente, apelidou o tal regime de “Regime Da Desesperança”. Apesar de ser uma ode aos tempos das masmorras, o tal RDD acabou sendo incluído na legislação — e, o que é pior, sob os auspícios e o patrocínio entusiasmado do ministro da Justiça que, então, ainda não havia declarado que mudara de lado, após mais de 40 anos combatendo, como advogado criminal, a competência da Polícia Federal.
Ah, sim, o RDD “legal” (entre aspas sim, porque ele é evidentemente inconstitucional, mas, infelizmente, assim ainda não foi declarado) é muitas vezes pior do que o que fora antes concebido pela Secretaria de Administração Penitenciária em São Paulo. E é claro que passou a ser utilizado indiscriminadamente, independentemente de apuração de falta, muito menos de falta gravíssima. Como se vê, sua eficácia salta aos olhos — melhor talvez fosse dizer faz arregalar os olhos. E não é que já há quem sustente que o RDD deve ser ainda mais endurecido, e sua aplicação estendida no tempo? Onde é que essa sociedade brasileira e seus próceres encontram tantos buracos no chão para fingir de avestruz e enfiar as cabeças neles para não ver o óbvio?
A esta altura, talvez deva se perguntar: “então devemos ser lenientes com os que nos atacam, devemos acariciar-lhes as cabeças?” Respondo logo, para não deixar margem à dúvida: não! Até porque, como dizia meu querido e saudoso mestre Sérgio Pitombo, nós não devemos esquecer que pena é castigo. O que penso é que devemos, em primeiro lugar, pensar em cumprir a lei. E a lei, no que se refere à execução penal, nunca foi cumprida, pelo menos desde que entrou em vigor, em 1985, a Lei de Execução Penal (7.210/84).
As condições ali impostas para o cumprimento da pena nunca foram observadas, e se o Estado não cumpre sua própria lei, com que autoridade há de submeter alguém a pena por descumprimento de lei? Sei, a população quer respostas para o problema atual. Enfim, como fazer para conter o poder dos criminosos e proporcionar, imediatamente, mais segurança à sociedade. Bom, meu caro, não sou professor Pardal, e não me disponho a representar o papel. Sei que há muitos Pardais à solta, e cada “idéia brilhante” que deles advém e é acolhida invariavelmente leva ao agravamento do problema, cuja solução a “invenção” se propunha a obter.
Nossas polícias têm defeitos? Claro que sim, e muitos! No entanto, é sintomático que seus integrantes sejam os alvos das ações dos criminosos, o que não ocorre, sabe-se, em todos os demais estados da federação. Por que não valorizar os policiais (sim, estou falando também de pagar salários que tragam a idéia de dignidade, mas de muitas outras coisas, como carreira profissionalizada, adequado treinamento, estímulo ao estudo, condições materiais adequadas ao desempenho das funções, etc.)? Por que não fazer o mesmo com os agentes penitenciários? Por que não tomar a decisão política de fazer cumprir a Lei de Execução Penal? Por que não criar grupos especializados em investigação a respeito das ações dos grupos criminosos, e a partir dessas investigações (feitas dentro dos cânones constitucionais e legais), efetuar prisões em flagrante, quando for o caso, ou requerer a decretação de prisão preventiva, quando não houver flagrância, submetendo, enfim, os responsáveis pelas ações criminosas aos termos do Processo Penal, para que sejam condenados com base na prova que tenha sido legítima e licitamente produzida? Por que optar sempre pela solução aparentemente mais fácil da violência desregrada que, na verdade, não soluciona e agrava o problema?
Antes de terminar, um último comentário. Fui informado de que o Presidente do Brasil teria dito que “a solução para esse problema é investir mais na educação”. Eu não pensei que um dia fosse voltar a ter opinião igual à dele. O problema é que, se investir realmente em educação, não creio que “este país” novamente eleja alguém que se orgulha de não ter estudado. Por isso, parece-me que o senhor presidente, ao menos desta vez, não foi sincero.
Penso em qual será a parcela de culpa da justiça paulista, campeã em habeas corpus nos tribunais superiores.Excessivo apego à severidade repressiva penal, alojamento desumano de detentos, tudo sob à lei do "tolerância zero". Cadeia é para quem precisa, não é para todo mundo , JudicIÁRIO Paulista.
Caro Dr. Eduardo, não posso condordar com a sua opinião, porque os fatos dos últimos dias são o resultado da política laxista operado pelos governantes, e que o Poder Judiciário tem que cumprir.
O RDD é a principal medida para evitar que os "líderes" fiquem em contanto com os membros de qualquer organização, que só existem porque as leis são frouxas, entre outros motivos.
Será que nos esquecemos que 12000 presos estão nas ruas, beneficiados pelo indulto do dia das mães!! E, coincidentemente, os ataques ocorreram nessa magnitude.
Temos que ser maduros o suficiente, e não românticos, para entender que estamos lidando com verdadeiros demônios encarnados, que tiram a sua e a minha vida com se fôssemos insetos, sem nenhuma piedade!!!
Acredito, sim, que tempos duros merecem leis duras, ou senão, continuaremso palhaços de bandidos !!!
Dra. Cristina, começou o lenga, lenga....
Agora, quando a sociedade clama por JUSTIÇA vão aparecer dezenas de "doutores" reclamando da "dureza das leis", dos "filhos de lei dos crimes hediondos", trólóló...
Muitos, principalmente advogados, vão querer agora resguardar seus "clientes". Não devem ser ouvidos, pois não representam a sociedade, quiçá, no máximo, representam os mesmos grupos armados que estão assolando São Paulo.
A sociedade está acuada. Medidas de urgência são necessárias. Ampliação do RDD a todos os membros de quadrilhas indeterminadamente e resposta armada da policia são necessárias. Inicialmente a invasão imediata de todos os presídios revoltosos e eliminação dos criminosos que se opuserem à lei será medida de bom alvitre, que demonstrará a "vontade do estado" em aniquilar o problema. O recrudescimento da legislação e o fim da progressão penal são medidas legais que também podem ser votadas nesse instante pelo legislativo. Mas, principalmente, a substituição dos bananas que hoje se encontram na Secretaria de Segurança, faz-se necessário um "consigliere" de guerra. Não imagino Erasmo Dias ou, ainda, o Saudoso Delegado Paranhos Fleury, aceitando ameaças de um criminoso...Faltam pulso e coragem, sobram hipocrisia e medo de agir! (e vergonha na cara)
Discordo inteiramente.
Enquanto na Itália, com a Operação Mãos Limpas, a máfia foi desarticulada e Nova York floresce após a Intolerância Zero, temos esses "pensadores" formulando teses de maior laxismo penal, de maiores possibilidade de NÃO PUNIÇÃO!
Será que o PCC - e seus soldados do lado de fora - não é produto da LEI 9099/95 e sua política de despenalização????
Precisamos, sim, como cidadãos, de leis que FAÇAM O CRIMINOSO CUMPRIR AS PENAS. O resto é blá blá blá
Dr. Eduardo, tudo ia indo muito bem até que os senhor chutou o "latão cheio de leite". Por que o presidente é o culpado? Compare os 10 anos de tucanato com os 03 anos e meio do Lula, mas o faça de maneira isenta. Os miseráveis e pobres começam a comer e ter vida próxima da dignidade. Isso é pouco na sua opinião? Nunca, como agora, a P.F. funcionou prendendo meliantes do colarinho branco. O senhor acha ruim isso? Em compensação em S. Paulo temos um governo há 10 anos inoperante em termos de segurança pública.
Escolaridade não se confunde com capacidade de pensar, coisa que a maioria dos doutores não conseguem fazer!
Pela mãe do guarda! Filhos da Lei dos Crimes Hediondos?! O autor deve estar no afã dos seus maiores devaneios. Imagina-se o sr. Marcola saindo em liberdade após cumprir a sua pena. Será que ele não está a merecer a pena de morte ao invés do blá, blá, blá que li neste artigo?
Francamente, filhos da LCH (fica mais legal, vai!) é a grande tolice do dia.
O artigo é fruto de uma menta insana, sugere a hipótese improbalíssima de que o rigor da única lei rigorosa que tínhamos (já não temos mais, o STF a matou), é responsável pela ascesão do crime organizado, do terrorismo do PCC. O artigo se insere na estratégia diversionista e de desinformação que nos levou ao estado calamitoso que hoje estamos.
Que bobagem.... então, a solução é por mais bandido na rua?
Genial.... quem sabe quando o nº deles for grande o suficiente, a gente não dispute a mordidas vagas nos presídios, para ficarmos seguros...
Complemento só dizendo o seguinte. tentaram desarticular o PCC, fazendo remoções de seus líderes, porém, soltaram, de roldão, doze mil presos nas ruas de uma só vez. provavelmente, os presos não ficaram encarcerados discutindo problemas filosóficos, jurídicos e políticos, mas sim fazendo o que eles sabem fazer de melhor, por isso estão presos: arquitetando crimes. acabam-se com as saídas temporárias. desarticulem-se as quadrilhas. Ora bolas, em relação ao PCC seus principais líderes já estão na cadeia, sob a custódia do estado. e,por fim, como que pode bandido ficar falando ao celular? até agora não acabaram com essa pouca vergonha!
Parabens ao dr. Carnelós. Realmente as leis são sempre desrespeitadas no Brasil por quem as faz, principalmente. Trata-se de artigo corajoso e lúcido. Insanos são os que falam em pena de morte ou maior endurecimento das que existem.
Mais um pouco e vão sugerir a volta do "regime de exceção" e dos asquerosos e covardes golpista que tanto contribuíram para deixar nosso país literalmente de joelhos perante o resto do mundo civilizado...
Também pudera! O maior "líder" do PFL (que exemplarmente "governa" SP hoje), continua sendo o ACM.
Mas a pergunta que não quer calar continua: Por onde andará o picolézinho de chuchu e sua "excelência administrativa" e "choque de gestão"?
Simplesmente sumiu...
Mais que filhos da lei de crimes hediondos, os integrantes do PCC parecem ser filhos da "excelência administrativa" do governo (?) do PSDB/PFL em SP.
Que raciocínio tacanho o do ilustre articulista. Não é possivel que alguém ainda sustente tamanha barbaridade depois de tão graves acontecimentos.
Infelizmente, no Brasil, a onda marxista do politicamente correto acabou com a honestidade intelectual e a única coisa que se ensina nas faculdades, em termos de direito criminal é o “direito penal mínimo”. O bacharel, achando que se trata do único caminho pelo qual pode interpretar a teoria do delito, fica a repetir besteiras como a de que a culpa pelos crimes é da pobreza, da falta de investimento em educação, do “sistema” e, ainda, da “sociedade capitalista”.
De fato, fatores como a pobreza e o baixo investimento em educação podem ocasionalmente ter relação com a infração penal, mas se fossem tão determinantes como nossos grandes professores vaticinam, estaríamos perdidos. Imaginem se todo pobre ou sem instrução fosse ladrão ou assasino!!!
O autor, pelo visto, deve ser um irremediável anti-americano, daqueles que não querem assumir que o movimento “law and order” é eficaz no combate à criminalidade e baixou drasticamente o número de crimes no Estado de Nova Iorque.
Não adianta torcer o nariz para a realidade. Alguém consegue imaginar a polícia novaiorquina acuada por gangues ? Lá não tem conversa. Praticou crime, é preso. E, uma vez preso, cumpre a pena até o fim. Isso, porque estudos realizados por acadêmicos americanos concluíram que o principal fator que alimenta o crime é a desordem, a impunidade. Falta de punição gera o ambiente propício ao crime. E a frouxidão para com os pequenos crimes cria a condição para os crimes graves.
Investimento em educação (adequada, e não pafletária, daquelas que endeusam assasinos como Che Guevara e Fidel) é necessário, mas rigor na aplicação da lei também o é. Não se combate o crime com flores ou bravatas, mas com a dureza necessária. Seria ótimo que se adotasse aqui a tolerância zero ou o funcionalismo sistêmico de Jakobs. Afinal, desrespeito à norma penal, em qualquer medida, é ofensa ao Estado e a condescendência com o criminoso macula a credibilidade do Estado aos olhos da sociedade.
Gostaria de saber onde estão as ONG'S dos direitos humanos e os ativistas profissionais. Cade aquele pessoal que tanto falava em desarmamento? E os militantes de esquerda que ao primeiro sinal de fumaça já estavam na porta do Carandiru? Por fim, deixo mais um questionamento: com quem será que o PCC aprndeu a fazer guerrilha?
Professor Armando, me responda uma coisa: se a PF tem trabalhado tão bem como o senhor diz, por que o PCC parece tão bem armado de fuzis contrabandeados ? Não seria função da PF coibir a entrada dessas armas no Brasil ? O que adianta fazer estardalhaço na porta da Daslu e da Schincariol e não impedir a entrada de equipamentos bélicos sofisticados no país ?
Em minha opinião, são filhos das mentes dos perseguidos pelo regime militar, permeadas de ressentimentos e desejo de vingança contra as forças de segurança.
Ao retornarem ao poder impuzeram todo tipo de entrave à ação dos que têm o dever de nos proteger, desmontaram os sistemas de inteligência e deixaram que as forças armadas ficassem em ponto de ter que economizar até comida.
Equipararam os criminosos comuns aos perseguidos políticos e passaram a atribuir a pecha de "direitista" às polícias que atuam com rigor e firmeza.
Os policiais que se envolveram em tiroteios foram afastados por meses, e tiveram que passar por tratamento psicológico, numa clara intimidação e castigo.
Introduziram visitas íntimas, até então inéditas, indultos e todo tipo de direito aos presos além de tentar fazer com que tenhamos remorsos por condenar um criminoso a 10 ou 30 anos de cadeia, como se eles fossem as vítimas!
Os operadores do Direito enfatizam que os objetivos da pena são a punição e a "ressocialização" do criminoso, mas há clara pressa e ansiedade em alcançar esta volta ao convívio social, que somadas à falta de investimento governamental e a lentidão da justiça, tornam utópico tal objetivo.
Não creio que o preso Marcola, nem seus comparsas estejam interessados em se ressocializar, tornarem-se cidadãos de bem e trabalhar em troca de um salário, já que se acostumaram a ganhar dinheiro fácil.
A Declaração dos Direitos Humanos visa a proteger os indivíduos da força descomunal do Estado em relação a eles, porém é absurdo vermos os criminosos se aproveitando disto e continuarem delinquindo, mesmo sob a custódia do Estado.
Investir em educação sim, mas para alcançar resultado a longo prazo. Agora o que precisamos é de comando e FIRMEZA para termos uma sensação mínima de segurança.
Em minha opinião, são filhos das mentes dos perseguidos pelo regime militar, permeadas de ressentimentos e desejo de vingança contra as forças de segurança.
Ao retornarem ao poder impuzeram todo tipo de entrave à ação dos que têm o dever de nos proteger, desmontaram os sistemas de inteligência e deixaram que as forças armadas ficassem em ponto de ter que economizar até comida.
Equipararam os criminosos comuns aos perseguidos políticos e passaram a atribuir a pecha de "direitista" às polícias que atuam com rigor e firmeza.
Os policiais que se envolveram em tiroteios foram afastados por meses, e tiveram que passar por tratamento psicológico, numa clara intimidação e castigo.
Introduziram visitas íntimas, até então inéditas, indultos e todo tipo de direito aos presos além de tentar fazer com que tenhamos remorsos por condenar um criminoso a 10 ou 30 anos de cadeia, como se eles fossem as vítimas!
Os operadores do Direito enfatizam que os objetivos da pena são a punição e a "ressocialização" do criminoso, mas há clara pressa e ansiedade em alcançar esta volta ao convívio social, que somadas à falta de investimento governamental e a lentidão da justiça, tornam utópico tal objetivo.
Não creio que o preso Marcola, nem seus comparsas estejam interessados em se ressocializar, tornarem-se cidadãos de bem e trabalhar em troca de um salário, já que se acostumaram a ganhar dinheiro fácil.
A Declaração dos Direitos Humanos visa a proteger os indivíduos da força descomunal do Estado em relação a eles, porém é absurdo vermos os criminosos se aproveitando disto e continuarem delinquindo, mesmo sob a custódia do Estado.
Investir em educação sim, mas para alcançar resultado a longo prazo. Agora o que precisamos é de comando e FIRMEZA para termos uma sensação mínima de segurança.
Em minha opinião, são filhos das mentes dos perseguidos pelo regime militar, permeadas de ressentimentos e desejo de vingança contra as forças de segurança.
Ao retornarem ao poder impuzeram todo tipo de entrave à ação dos que têm o dever de nos proteger, desmontaram os sistemas de inteligência e deixaram que as forças armadas ficassem em ponto de ter que economizar até comida.
Equipararam os criminosos comuns aos perseguidos políticos e passaram a atribuir a pecha de "direitista" às polícias que atuam com rigor e firmeza.
Os policiais que se envolveram em tiroteios foram afastados por meses, e tiveram que passar por tratamento psicológico, numa clara intimidação e castigo.
Introduziram visitas íntimas, até então inéditas, indultos e todo tipo de direito aos presos além de tentar fazer com que tenhamos remorsos por condenar um criminoso a 10 ou 30 anos de cadeia, como se eles fossem as vítimas!
Os operadores do Direito enfatizam que os objetivos da pena são a punição e a "ressocialização" do criminoso, mas há clara pressa e ansiedade em alcançar esta volta ao convívio social, que somadas à falta de investimento governamental e a lentidão da justiça, tornam utópico tal objetivo.
Não creio que o preso Marcola, nem seus comparsas estejam interessados em se ressocializar, tornarem-se cidadãos de bem e trabalhar em troca de um salário, já que se acostumaram a ganhar dinheiro fácil.
A Declaração dos Direitos Humanos visa a proteger os indivíduos da força descomunal do Estado em relação a eles, porém é absurdo vermos os criminosos se aproveitando disto e continuarem delinquindo, mesmo sob a custódia do Estado.
Investir em educação sim, mas para alcançar resultado a longo prazo. Agora o que precisamos é de comando e FIRMEZA para termos uma sensação mínima de segurança.
Em minha opinião, são filhos das mentes dos perseguidos pelo regime militar, permeadas de ressentimentos e desejo de vingança contra as forças de segurança.
Ao retornarem ao poder impuzeram todo tipo de entrave à ação dos que têm o dever de nos proteger, desmontaram os sistemas de inteligência e deixaram que as forças armadas ficassem em ponto de ter que economizar até comida.
Equipararam os criminosos comuns aos perseguidos políticos e passaram a atribuir a pecha de "direitista" às polícias que atuam com rigor e firmeza.
Os policiais que se envolveram em tiroteios foram afastados por meses, e tiveram que passar por tratamento psicológico, numa clara intimidação e castigo.
Introduziram visitas íntimas, até então inéditas, indultos e todo tipo de direito aos presos além de tentar fazer com que tenhamos remorsos por condenar um criminoso a 10 ou 30 anos de cadeia, como se eles fossem as vítimas!
Os operadores do Direito enfatizam que os objetivos da pena são a punição e a "ressocialização" do criminoso, mas há clara pressa e ansiedade em alcançar esta volta ao convívio social, que somadas à falta de investimento governamental e a lentidão da justiça, tornam utópico tal objetivo.
Não creio que o preso Marcola, nem seus comparsas estejam interessados em se ressocializar, tornarem-se cidadãos de bem e trabalhar em troca de um salário, já que se acostumaram a ganhar dinheiro fácil.
A Declaração dos Direitos Humanos visa a proteger os indivíduos da força descomunal do Estado em relação a eles, porém é absurdo vermos os criminosos se aproveitando disto e continuarem delinquindo, mesmo sob a custódia do Estado.
Investir em educação sim, mas para alcançar resultado a longo prazo. Agora o que precisamos é de comando e FIRMEZA para termos uma sensação mínima de segurança.
Em minha opinião, são filhos das mentes dos perseguidos pelo regime militar, permeadas de ressentimentos e desejo de vingança contra as forças de segurança.
Ao retornarem ao poder impuzeram todo tipo de entrave à ação dos que têm o dever de nos proteger, desmontaram os sistemas de inteligência e deixaram que as forças armadas ficassem em ponto de ter que economizar até comida.
Equipararam os criminosos comuns aos perseguidos políticos e passaram a atribuir a pecha de "direitista" às polícias que atuam com rigor e firmeza.
Os policiais que se envolveram em tiroteios foram afastados por meses, e tiveram que passar por tratamento psicológico, numa clara intimidação e castigo.
Introduziram visitas íntimas, até então inéditas, indultos e todo tipo de direito aos presos além de tentar fazer com que tenhamos remorsos por condenar um criminoso a 10 ou 30 anos de cadeia, como se eles fossem as vítimas!
Os operadores do Direito enfatizam que os objetivos da pena são a punição e a "ressocialização" do criminoso, mas há clara pressa e ansiedade em alcançar esta volta ao convívio social, que somadas à falta de investimento governamental e a lentidão da justiça, tornam utópico tal objetivo.
Não creio que o preso Marcola, nem seus comparsas estejam interessados em se ressocializar, tornarem-se cidadãos de bem e trabalhar em troca de um salário, já que se acostumaram a ganhar dinheiro fácil.
A Declaração dos Direitos Humanos visa a proteger os indivíduos da força descomunal do Estado em relação a eles, porém é absurdo vermos os criminosos se aproveitando disto e continuarem delinquindo, mesmo sob a custódia do Estado.
Investir em educação sim, mas para alcançar resultado a longo prazo. Agora o que precisamos é de comando e FIRMEZA para termos uma sensação mínima de segurança.
Em minha opinião, são filhos das mentes dos perseguidos pelo regime militar, permeadas de ressentimentos e desejo de vingança contra as forças de segurança.
Ao retornarem ao poder impuzeram todo tipo de entrave à ação dos que têm o dever de nos proteger, desmontaram os sistemas de inteligência e deixaram que as forças armadas ficassem em ponto de ter que economizar até comida.
Equipararam os criminosos comuns aos perseguidos políticos e passaram a atribuir a pecha de "direitista" às polícias que atuam com rigor e firmeza.
Os policiais que se envolveram em tiroteios foram afastados por meses, e tiveram que passar por tratamento psicológico, numa clara intimidação e castigo.
Introduziram visitas íntimas, até então inéditas, indultos e todo tipo de direito aos presos além de tentar fazer com que tenhamos remorsos por condenar um criminoso a 10 ou 30 anos de cadeia, como se eles fossem as vítimas!
Os operadores do Direito enfatizam que os objetivos da pena são a punição e a "ressocialização" do criminoso, mas há clara pressa e ansiedade em alcançar esta volta ao convívio social, que somadas à falta de investimento governamental e a lentidão da justiça, tornam utópico tal objetivo.
Não creio que o preso Marcola, nem seus comparsas estejam interessados em se ressocializar, tornarem-se cidadãos de bem e trabalhar em troca de um salário, já que se acostumaram a ganhar dinheiro fácil.
A Declaração dos Direitos Humanos visa a proteger os indivíduos da força descomunal do Estado em relação a eles, porém é absurdo vermos os criminosos se aproveitando disto e continuarem delinquindo, mesmo sob a custódia do Estado.
Investir em educação sim, mas para alcançar resultado a longo prazo. Agora o que precisamos é de comando e FIRMEZA para termos uma sensação mínima de segurança.
Em minha opinião, são filhos das mentes dos perseguidos pelo regime militar, permeadas de ressentimentos e desejo de vingança contra as forças de segurança.
Ao retornarem ao poder impuzeram todo tipo de entrave à ação dos que têm o dever de nos proteger, desmontaram os sistemas de inteligência e deixaram que as forças armadas ficassem em ponto de ter que economizar até comida.
Equipararam os criminosos comuns aos perseguidos políticos e passaram a atribuir a pecha de "direitista" às polícias que atuam com rigor e firmeza.
Os policiais que se envolveram em tiroteios foram afastados por meses, e tiveram que passar por tratamento psicológico, numa clara intimidação e castigo.
Introduziram visitas íntimas, até então inéditas, indultos e todo tipo de direito aos presos além de tentar fazer com que tenhamos remorsos por condenar um criminoso a 10 ou 30 anos de cadeia, como se eles fossem as vítimas!
Os operadores do Direito enfatizam que os objetivos da pena são a punição e a "ressocialização" do criminoso, mas há clara pressa e ansiedade em alcançar esta volta ao convívio social, que somadas à falta de investimento governamental e a lentidão da justiça, tornam utópico tal objetivo.
Não creio que o preso Marcola, nem seus comparsas estejam interessados em se ressocializar, tornarem-se cidadãos de bem e trabalhar em troca de um salário, já que se acostumaram a ganhar dinheiro fácil.
A Declaração dos Direitos Humanos visa a proteger os indivíduos da força descomunal do Estado em relação a eles, porém é absurdo vermos os criminosos se aproveitando disto e continuarem delinquindo, mesmo sob a custódia do Estado.
Investir em educação sim, mas para alcançar resultado a longo prazo. Agora o que precisamos é de comando e FIRMEZA para termos uma sensação mínima de segurança.
Em minha opinião, são filhos das mentes dos perseguidos pelo regime militar, permeadas de ressentimentos e desejo de vingança contra as forças de segurança.
Ao retornarem ao poder impuzeram todo tipo de entrave à ação dos que têm o dever de nos proteger, desmontaram os sistemas de inteligência e deixaram que as forças armadas ficassem em ponto de ter que economizar até comida.
Equipararam os criminosos comuns aos perseguidos políticos e passaram a atribuir a pecha de "direitista" às polícias que atuam com rigor e firmeza.
Os policiais que se envolveram em tiroteios foram afastados por meses, e tiveram que passar por tratamento psicológico, numa clara intimidação e castigo.
Introduziram visitas íntimas, até então inéditas, indultos e todo tipo de direito aos presos além de tentar fazer com que tenhamos remorsos por condenar um criminoso a 10 ou 30 anos de cadeia, como se eles fossem as vítimas!
Os operadores do Direito enfatizam que os objetivos da pena são a punição e a "ressocialização" do criminoso, mas há clara pressa e ansiedade em alcançar esta volta ao convívio social, que somadas à falta de investimento governamental e a lentidão da justiça, tornam utópico tal objetivo.
Não creio que o preso Marcola, nem seus comparsas estejam interessados em se ressocializar, tornarem-se cidadãos de bem e trabalhar em troca de um salário, já que se acostumaram a ganhar dinheiro fácil.
A Declaração dos Direitos Humanos visa a proteger os indivíduos da força descomunal do Estado em relação a eles, porém é absurdo vermos os criminosos se aproveitando disto e continuarem delinquindo, mesmo sob a custódia do Estado.
Investir em educação sim, mas para alcançar resultado a longo prazo. Agora o que precisamos é de comando e FIRMEZA para termos uma sensação mínima de segurança.
INSEGURANÇA PÚBLICA
Conversa. Mude a CF e permita prisão perpétua, mas em penitenciária de SEGURANÇA MÁXIMA, não essas que hoje existem, de segurança mínima, onde preso sai pela porta da frente, tem droga, sexo, celular e tudo o mais. A culpa sem dúvida não é da Lei dos Crimes Hediondos. Quem fala isso, quer tapar o sol com a peneira.
Os acontecimentos dos últimos dias já era previsível. Senão vejamos. O
Governo tinha que construir mais presídios e não o fez, os atuais estão
superlotados. Dias das mães concedem indultos a milhares de presos que
cometeram crimes graves. Estão falando em bloquear celulares nas cadeias há
anos e até agora só o presídio de Presidente Bernardes o possui. Alguns
juízes demoram semanas para conceder a ordem de interceptação telefônica dos
presos. Está em vigor uma lei, onde não é mais preciso fazer o exame
criminológico para o preso progredir de regime prisional. O suposto líder do
PCC, Marcola, se enquadra nas hipóteses apontadas na Lei 10.792/03, que
trata do regime disciplinar diferenciado (RDD), e, no entanto, estava em um
presídio comum. Enfim, era uma tragédia anunciada. A sociedade gostaria de
saber o nome do Juiz da 12ª Vara Criminal de São Paulo, que não autorizou a
ida dele para o RDD. Pergunto: onde está o pessoal dos Direitos Humanos, que
não foram consolar as famílias dos mortos nesses últimos dias?
Carlos
Lastimavel...Todos os países agem com rigor com seus presos...Alguem já viu alguma prisão de qualquer país organizado com bandidos mostrando a cara e enfrentando policiais...em outros países o Governo já teria mandado um missil...Não dá para aturar isso que está acontecendo...Ou nós vamos impor ordem ou então...Não estaremos aqui para contar o fim da historia
"Precisamos investir em educação". - Para começar, gostaria de dizer que o problema não é educação. Bandido só existe pobre? Você acha que bandido é só aquele que não teve oportunidade na vida? Quem comenta isso está com medo de encarar a situação. Bandido vai ser bandido, pobre ou rico. Assinando uma duplicata falsa ou empunhando uma arma de fogo.
E pra bandido só existe uma coisa: MORTE. É preciso fazer discernimento entre uma pessoa que cometeu homicidio culposo e uma pessoa que está no comando de uma das maiores organizações criminosas instaladas no país. São bem diferentes! O Estado deveria ver que, há presos que se reabilitam. Mas todo o preso que cometeu (e reincidiu) em crimes contra a VIDA, deveria pegar a PENA DE MORTE.
A Constituição prevê a PENA DE MORTE em um único caso. Por que não mudar a CF para que a PENA DE MORTE seja aberta à individuos como "Beira-Mar" e "Camacho"? Estariamos eliminando da sociedade pessoas que até o diabo anda evitando que apareça no inferno. Esses presos não terão reintegração nunca, tamanha a bárbarie que já cometeram no seu histórico criminal. Por que o Estado ainda acredita na reabilitação deles?
Não precisa abrir a PENA DE MORTE para todo e qualquer bandido. Mas para esses indivíduos controladores de organizações, líderes, etc. Todos deviam morrer!
Não é questão de educação. E é bom que as pessoas comecem a acordar para a triste realidade, antes que morram. E os bandidos continuem rindo.
Só a "sociedade dos panacas" é devorada por seus montros. As sociedades de países civilizados simplesmente colocam seus monstros "...a sete palmos". Defender o laxismo penal hoje é ser contrário ao Estado de Direito e à sociedade. Incrível, só no Brasil se faz o contrário do que a população realmente quer. Queremos Pena de Morte (diz o cidadão) e um grupelho de politicos e "doutores" vem querer impingir à maioria o laxismo, a anarquia, o desgoverno. Basta! Quem estiver com pena, leva o Marcola pra casa!
realmente concordo com o investimento na polícia, o que me preoculpa, são os agentes policiais (polícia Civil de São Paulo), nao ganharem mais que mil reais, assim como os delagados nao receberem mais do que R$ 4000,00 (quatro mil reais) por mês, e, mesmo assim, nunca reclamarem dos seus vencimentos...., nao fazem greve, nem nada.
Alguma coisa está errada, principalmente quando se trata de verbas alimentícias, como é o salário.
talvez os mesmos conheçam uma solução, que a maioria das pessoas desconhecem, já que com estes salário, eles vivem muito bem e com um ótimo padrão de vida. pergunto: como....?
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