Na qualidade de advogado do casal Estevam Hernandes Filho e Sonia Haddad Moraes, venho manifestar nosso repúdio pela forma como está sendo conduzido o processo criminal promovido pelo promotor Marcelo Mendroni, integrante do Ministério Público de São Paulo, que extrapola suas funções, sempre buscando alarde na mídia nacional, e agora internacional.
Tal repúdio alcança também a iniciativa do promotor Mendroni, de pretender ouvir o depoimento de uma das pessoas mais famosas do mundo, o jogador de futebol Kaká, remetendo expediente para a Itália.
Como se sabe, um promotor, ao apresentar sua denúncia, também deve apresentar suas testemunhas, o que se tornou letra morta neste processo, pois por diversas vezes o promotor apresentou testemunhas extemporâneas, as quais foram ouvidas como testemunhas do juízo, inclusive algumas identificadas somente por impressão digital, “surgindo” na data da audiência.
O processo em questão estava sob segredo de Justiça, o que nunca fora respeitado pelo promotor Mendroni, que por diversas vezes concedeu entrevistas sobre o conteúdo de depoimentos, culminando com a convocação, por ele, de uma “coletiva” para toda a imprensa.
Várias medidas administrativas e judiciais foram tomadas contra a conduta do promotor, que obteve do magistrado o levantamento do sigilo, o que nos pareceu um absurdo.
Sem adentrar no mérito, que deverá ser enfrentado tecnicamente pelas partes, não se pode tolerar o verdadeiro desvio de função do promotor ocorrido nesse processo, que busca incansavelmente a mídia para fazer acusações diversas contra os acusados, sua Igreja e também, pasmem, contra os fiéis que professam aquela crença, num flagrante desrespeito até aos primados constitucionais básicos.
É nesse quadro que se esculpe a pretensão do depoimento de Kaká. Pergunta-se: o Ministério Público paulista está levantando suspeitas contra Kaká? Ele foi incluído nesse processo como testemunha? Qual a justa causa para tal? Seria por tratar-se do melhor jogador de futebol do mundo, fiel da Igreja Renascer em Cristo e famoso? Por que tanto alarde pelo promotor Mendroni para algo que, caso justificado, não deveria ganhar a mídia mundial, nem projetar o promotor internacionalmente? Uma Carta Rogatória seria suficiente. Aliás, a longa matéria oferecida pelo promotor Mendroni à revista Carta Capital, de 16 de janeiro de 2008, em que a cada momento é citado como juiz Mendroni, demonstra a ânsia de levar o debate a público, pela imprensa, até em detrimento do debate jurídico.
Reiteramos, várias medidas contra a conduta do promotor Mendroni nesse processo foram e estão sendo tomadas, objetivando que o representante do Ministério Público cumpra seu dever funcional, fazendo sua parte e respeitando as funções dos demais operadores do direito, do advogado e do juiz. Notícia sobre um processo é algo bem diferente do que exploração do caso, dos acusados e agora de terceiros, fiéis da Igreja, com a utilização abusiva da mídia nacional e internacional.
Arrastar o craque Kaká, não como pessoa individual, mas por ser fiel da Igreja, para essa relação processual, da forma como realizada, expondo-o como foi feito, é precedente perigoso que atenta contra os princípios constitucionais, contra a liberdade religiosa, e também contra todos aqueles que professam uma crença no Brasil.
O sensacionalismo, a exploração midiática, o linchamento moral, a exibição de fotos do processo para a imprensa, a superexposição pessoal do promotor que se aproveita de um caso como palco, a divulgação do conteúdo do processo sob sigilo e tantas outras condutas censuráveis precisam ser coibidas, porquanto patrocinam a destruição de pessoas que sequer foram ainda julgadas e colocam como suspeitas outras pessoas, contra as quais nada existe, como no caso de Kaká.
Referidas condutas, se toleradas, podem alcançar qualquer um, inclusive aqueles que as toleraram, e em nada colaboram para a busca da Justiça, negando, perigosamente, o Estado Democrático de Direito.

Como dizia Piero Calamandrei, nunca soube de um parecer que contrariasse os interesses de quem o encomendou...
Tratandondo-se do patrono dos "donos" da empresa, quero dizer, da igreja, não há que se esperar outra opinião.
O interessante, no entanto, é lembrar que o MP não persegue a igreja, e sim seus... donos? administradores? gerentes? proprietários, diretores? presidentes???... por lavagem de dinheiro e não por seus "pensamentos cristãos"...
Dr. D'Urso: o sr. está enganado. Alguns promotores sofrem de uma doença chamada S.L.A.- Síndrome da Luz Acesa. Essa doença é tão perigosa que faz com que alguns pacientes sofram de insônia. E à noite, abrindo a geladeira, começam a dar entrevistas quando a luz se acende. Mas, como são muito religiosos, tornam-se pecadores. Cometem o pecado da soberba...Porque o promotor não toma providencias contra as cadeias paulistas super-lotadas?
Mas, coonvenhamos, não se trata de perseguição religiosa. Trata-se de perseguição, sim, mas contra certo ramo de comércio. Afinal, o comércio é livre ou não? E o Kaká, que infelizmente nunca jogou no Fluminense, tem o direito de torrar a grana como quiser. Se o Romário gasta com as cachorras, o Garrincha gastava com a manguaça e alguns "bambis" paulistas gastam em camisolinhas, porque não gastar com as fantasias televisivas dos mercadores da fé? Tudo é questão de fé: fé de menos ou fé demais...Esse promotor devia era fazer um curso de pós gradução. Há vagas na Universidade do Cazaquistão!
Mas, afinal de contas, depositou os US$ 2.000.000,00 diretamente na conta do pastor ou não?
A questão colocada não é se o padre, bispo, rabino, pastor ou pai de santo são culpados ou inocentes. Se eles exploram ou não a fé alheia. É a forma de atuação do estado-acusador. Testemunha "surpresa" identificada apenas por impressão digital; carta rogatória "ministerial" para inquirição de testemunha não arrolada; transformação do processo em palco, entre outras inovações. A gravidade da questão é o abandono do "due process of law".
Na qualidade de advogado da parte, por que razão nâo se defende no processo? Está fazendo a mesma coisa que acusa o promotor. Ganhar a mídia. Todas as alegações feitas pelo autor do texto são unilaterais e parciais (pois ele é advogado da parte). Na qualidade de advogado ele diria algo contra seu cliente?
Concordo com o comentário do Henry; o advogado alega que o promotor quer atenção da mídia e vem atacá-lo ...na mídia. Ora, fica claro que não é a igreja que está respondendo ao processo penal (até porque não seria permitido) e sim seus 'representantes'. Recordo, também, que o mesmo advogado ganhou os jornais, quando da prisão dos réus, nos EUA, alegando que todo o dinheiro teria comprovação, que eram inocentes, etc... Dias depois, os inocentes se declararam culpados e cumprem pena até hoje...
Sr. Roberval, seu comentário fez com que me lembrasse do último ano da faculdade de direito, quando um colega indignado reclamava de levado multa por estacionar em local proibido e questionava o porquê de as autoridades não estarem prendendo bandidos em vez de multar estudantes...
O fato de haver cadeias superlotadas não é excludente de ilicitude para lavagem de dinheiro e irriquecimento ilícito!!!
Senão, vejamos: imagine que, a partir de hoje, nenhuma cadeia do país estivesse super lotada: os "donos, administradores, gerentes..." da Renascer ficariam pobres e devolveriam toda a fortuna lavada, desviada e sabe-se lá mais o que? Claro que não..., logo, até uma criança de 3 anos é capaz de compreender que uma conduta ilegal não justifica outra... enquanto estiverem apenas ludibriando gente tola, de raciocínio leve, tudo bem, até pq o povo pede para ser enganado, mas ao lavar dinheiro e etc tornam-se criminosos, devem pagar pelos crimes que cometeram.
É a tal história. Cada um invoca o Estado Democrático de Direito quando lhe convém. Foi num estado democrático que a dupla foi "chipada". O Estado Democrático (EUA)acompanhava os passos dos bispo e da bispa. Até colocá-los onde estão.No rol dos condenados. Viva Jesus
O casal de golpistas internacionais, conhecidíssimos estelionatários nacionais, referido no protesto da Defesa, é o mesmo que confessou nos EE.UU, a prática do que aqui negam, dizendo-se perseguidos na Ig. de Deus! Há centenas e centenas de lesados, vítimas do casal de criminosos esperando na fila que o MP, pelo menos, alcance o bloqueio do suficiente para ressarcimentos futuros, para ficarem com as migalhas do que sobejar! Dois milhões de dízimos anuais é dinheiro que não pode ser desprezado, e com certeza, custeia a vida nababesca dos dois charlatões/golpistas/estelionatários. Aliás, quem tinha que reclamar, neste sentido, seria a própria celebridade e não a defesa. Mas, nessa de 'espada' para o 'apóstolo' bandido e 'espada' para a 'bispa' bandida, o povo vai se afastando da verdadeira Ig. de Cristo. Muito entram em apostasia. Enfim, ficam como 'o diabo gosta'. Não seria interessante a Defesa dar alguma palavra de acalanto aos lesados e vítimas dessa empresa carnal de golpes? Ou as vítimas nao merecem qualquer atenção? Ao propósito, milhares de advogados da mais alta qualidade e preparo intelectual são congregantes da "renascer", ofertantes e fieis dizimistas; mas nenhum deles foi 'digno' de empunhar a tal 'espada', pois SEMPRE profissionais de fora foram contratados pelo casal de escroques que bem merecem o inferno astral que enfrentam em terras alienígenas. É isso! Qualquer 'zémane' da vida, sem precisar ser 'super', e nem estar na 'nét', entende bem o que está ocorrendo, e lamenta que Deus esteja sendo envolvido nessa sucessão de crimes. Grato.
Acusar os donos da igreja pela prática de crimes é uma coisa; outra começar a suspeitar de todos os fiéis da mesma igreja pelo simples fato de fazerem doações. Qual o crime cometido?
O ódio religioso do promotor - e de muitos cometaristas - salta aos olhos. Lamentável.
...tirante o fato desse casal não parecer bem na foto, tenho um comentário sobre alguns promotores. Dizem que alguns deles, quando abrem a geladeira, começam a dar entrevista...
...alguns são aparecidos mesmos.
...quanto ao Kaká, é apenas um bobo alegre, deslumbrado com dinheiro e fundamentalismo delirante. Só isso.
Sr. FernandoJr.,
Não parece que se acusa o casal de crimes! Eles já estão definitivamente condenados pelos crimes que aqui negam, descaradamente!
Realmente, o convocado não praticou crime algum! Mas pela expressividade dos valores que, anualmente, direciona a uma entidade pendurada de dívidas até a medula, parece mais do que razoável o poder geral de cautela do MP em melhor apurar isso, até mesmo para que tais dinheiros sejam alcançados nas contas dessa igreja carnal, dos estelionatários mencionados ou mesmo de alguém do rol de laranjas sempre postos à disposição deles! Não é curial?
Não me pareceu, em momento algum, que o ilustre Promotor Público tenha externato qualquer reserva com relação ao credo religioso por onde se escondem os golpistas líderes e seus quadrilheiros.
Aproveite, ao menos o Sr., tão cioso de equilíbrio e coerência: dê uma palavra de conforto às centenas de pessoas lesadas pelo casal carnal de criminosos. De espirituais, não têm nada! Custa crêr que pessoas sejam tão cegas com tantas evidências: como podem esperar serem merecedores de alguma benção se os próprios bispos estão presos pelas carnalidades criminosas cometidas! É muita burrice, muita bizonhice! Terrível, mesmo. Grato.
Só pra "aquecer" o debate:
A preocupação do promotor em ouvir Kaká, em tese, pode se justificar, sob o argumento de que, com suas doações à Igreja, poderia, estar lavando dinheiro, não declarando-o, afinal, o "dízimo" não é tributado... ainda.
Meu comentário não implica em juízo de valor sobre o jogador, é apenas suposição pura...
Com a devida vênia,PRESIDENTE não é não!
Contra a liberdade religiosa? Desde quando?
Aliás, vossa excelência deveria lutar,como presidente da OAB,por esse ABSURDO chamado Imunidade para as igrejas,templo de qualquer culto.
Inadmissível num estado laico as Igrejas(todas elas)serem imunes a imposto.
Hoje,qualquer pessoa pode abrir uma Igreja e ficar livre de pagar,por exemplo,IPTU...oras,faça-me o favor.
Quanto ao Kaká quem doa 2 milhões para uma Igreja... francamente!
Pior foi o que esse moço fez: doar U$300 mil dólares a um hospital israelense...
Quanto a essa igreja em si(e outras)...pelo FIM DA IMUNIDADE TRIBUTÁRIA.
Conselho ao Dr. D'Urso: recorra ao judiciário.
Parabéns D´urso pela coragem e determinação na defesa de dois cidadãos merecedores da defesa técnica em julgamento midiático. Minha solidariedade do lado de cá. No mais, cada macaco no seu galho; o ministério público pode tudo e quer algo mais... bom pra eles. E nós somos 500.000 advogados, lutemos, pois, pela dignidade da acusação e da defesa.
Otávio Augusto Rossi Vieira, 41
Advogado Criminal em São Paulo
O digno Procurador do Estado parece-me forrargeado de justa e reta razão! Entidades como o Hospital do Câncer, Aa AACD,e tantas outras,reconhecida- mente beneméritas, têm que prestar contas de tudo! Pq. igrejas não? E aqui nada têm a ver com a Santa Sé, que tem satus de País/Estado, logo, seus templos têm outro tratamento tributário. Lula foi muito ingênuo ao receber uma comissão de espirituais e bandidos, quando cedeu e retirou no novo CC a possibilidade de controle jurisdicional dessas seitas. E ficou como eles querias: a bandidagem estelionatária corre solta, e não se pode nem queixar ao bispo, quanto mais ao Papa! Basta um contratinho sem-vergonha criando tal 'seita', registro RTD, alguma encenação, e a grana dos incautos vem facinho, facinho, facinho! Pq não fiscalizar? A verdadeira Igreja de Cristo jamais se abalaria com isso. Afinal, quem não deve não teme. Quem promete obras sociais, tem dever de empreendê-las ou devolver o que recebeu p/ tal fim, a fim de que outro melhor intencionado possa fazê-lo. Grato.
Procurando ser isento, e invocando mesmo a total isenção que o meu perfil moral me impõe, vejo-me compelido a confessar que desde o início desse caso tive a nítida impressão que o Promotor realmente se aproveitou da situação para aparecer, apavonando-se amiúde nas várias exposições midiáticas.
Eu, da minha modesta parte e respeitando opiniões contrárias, até porque o debate democrático é sempre saudável, não tenho a menor dúvida de que essa pretendida oitiva do Kaká não passa de estratagema sensacionalista do novel representante do "parquet" paulista.
Não misturo política de OAB com minhas opiniões pessoais e profissionais, e bem por isto fico à vontade para parabenizar o Ilustre Advogado Luiz Flávio Borges D'Urso por estar delatando, dentre as formas a mais elegante, esse depautério que avilta as prerrogativas de toda a nossa classe, e não só a dele.
Sem pretender incluir o Promotor deste caso, mas a verdade é que há uma plêiade de representantes do Ministério Público que não perde a menor chance para aparecer.
Hilária é a anedota que fizeram com um deles no passado, hoje político : disseram que levantando à noite meio sonolento, dirigiu-se à cozinha da casa, luzes apagadas, e, quando abriu a porta da geladeira e diante da lâmpada dela que se acendera, levou a mão ao gogó, e, como se ajeitasse a gravata, imaginando-se diante dos "spot lights" midiáticos, começou a dar entrevista.
Nobre Advogado Luiz Flávio Borges D'Urso, seu desabafo é válido sim. No dia a dia todos nós temos nos visto diante de semelhantes situações, e muito temos sofrido.
É um jogo desigual, nesse Estado manifestamente policialesco, no qual até vista em autos de inquérito se nega a Advogado constituído, obrigando-nos a ir até o Supremo para,ainda que tardiamente...
Está certo o promotor ao intimar o jogador kaká para depor sobre suas contribuições para essa igreja Renascer.
Aliás, levando-se em conta o montante de dinheiro arrecadado em milhões de reais pelas igrejas, seja de que religião for, deve o Congresso Nacional votar e aprovar uma lei que taxe em 100% de qualquer quantia doada a uma igreja, por qualquer pessoa, para o Imposto de renda, com recolhimento imediato, bastando para isso que a contabilidade das mesmas seja feita, por força de lei somente por fiscais da Receita Federal.
Claro, quem vai pagar isso é o fiel, que ao mesmo tempo que tira um real para dar ao pastor, será obrigado por força de lei e até mesmo coação policial a entregar outro real ao fiscal da Receita Federal.
Todo o poder aos cobradores já.
Giorgio Armanni
O que não entendo é um advogado do gabarito do autor sabedor que o membro do Ministério Público manifesta-se nos autos, mas não toma as decisões, ataca o membro do MP, mas nada fala do Juiz que deferiu os requerimentos contestados. Tem o senhor Subscritor interesse no feito???
O juiz nos EUA , também esta perseguindo a Igreja ??????
Sou católico, apostólico-romano.
Fico a vontade para fazer a seguinte pergunta: em qualquer ação da igreja, deverão ser convocados os dizimistas para depor?
Ora ....
Parabéns D'Urso!
No mais, resta evidente o ódio de alguns romanos quando a "ordem do dia" trata sobre algum expoente não-babilônico.
Aliás, não quero nem estar por perto quando algum corajoso promotor, atendido por um também corajoso juiz, resolver abrir a "caixa-preta" dos "pobres" representantes da babilônia.
Aí, sim, começará a verdadeira "caça às bruxas".
Um abraço.
Que coisa mais ridícula!
O que faz o "santo casal" - réus CONFESSOS e CONDENADOS em outro país mais pobre, mais ignorante e com piores leis do que as nossas - na sua "igreja" é crime.
Nunca se poderia ter deixado que seitas caça-níqueis como as de davi miranda de sua eminência auto-proclamada macedo e do "apóstolo" e da "bisca" alcançassem a projeção que hoje desfrutam e que dificultam sobremaneira o combate á exploração da credulidade das ovelhas que para lá vão serem "tosquiadas".
Agora, eu gostaria de ver a opinião do bravo sr. D´Urso se ele fosse assistente de acusação no referido processo! Razão pela qual devem ser tomadas as suas veeementes palavras apenas como o exercício do seu "munus" de defensor. Apenas isso.
"Perseguição religiosa" no Brasil?
Quá, quá, quá, quá, quá! Mal e deficientemente se dá a perseguição a criminosos violentos, mensaleiros rapaçes e outros integrantes de nossa longa e exótica fauna criminal tropical.
Menos, Dr. D´Urso, menos..
Concordo com a(o) Neli, vamos acabar com a imunidade tributária para os templos religiosos, sejam católicos, protestantes, budistas, judaicos, muçulmano etc.
E chega de surgir "igreja protestante de fachada" para explorar o povo.
Abraços.
Existem coisas que têm de ficar bem separadas :
1 - O Kaká dá dinheiro para quem quiser e não tem que se justificar ou dar explicações ao MP nem à polícia nem a quem quer que seja ! ! !
2 - A esposa e filhas do Sr. Sílvio Santos, muito provavelmente, são doadores e dizimistas, de valores muito superiores e, porque o MP, não quer ouvi-los ? ? ?
3 - Os crimes de que o casal foi acusado e condenado, nos EE.UU., somente existiram na arrogância e mente perturbada e despótica das autoridades americanas, "senhoras e donas do mundo" ! ! !
4 - Que o casal, fundador da "renascer" , seja julgado, apenas, por , eventuais, crimes "cometidos" no Brasil, sem qualquer tipo de "exaltação teatrológica" , nem porque os seus "dizimistas" são mais generosos do que os das outras "igrejas" ! ! !
P.S. : Não pertenço nem simpatizo com o casal e com a "igreja" , em pauta , e nunca fui dizimista na minha ! ! !
Ô meu amigo Pietro, você está distraído.
O Dr. D´Urso é ADVOGADO do "santo casal" nas diversas broncas que ele tem aqui no Brasil, amigo.
O idiota e sempre rastaqüera que responde pelo pseudônimo de roberval taylor deve pertencer à grei dos corintianos pelo seu "finissimo" (como sempre) comentário acerca da camisolinha dos "bambis".
Deveria passar Gelol no cotovêlo que a dor passa.
O "desabafo" do colega acima é técnico e dirigido a um público leitor técnico, todavia, à míngua do choro acima o colega deveria observar na realidade a quem interessa o fim da igreja renascer? Quem está preocupado com o seu crescimento? De qual ou quais igrejas evangélicas vem os fiéis da renascer? Estas perguntas por si só respondem a celeuma. Elementar meu caro Watson, elementar (!).
Pequena nota de um jornal do Sul e publicada no site MONFORT (www.monfort.org.br):
Pastor protestante queima imagens sacras do século 17 no RS
Wálmaro Paz,
O pastor da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) Fábio Guimarães da Silva Pereira queimou, durante um culto, duas imagens da história missioneira cadastradas no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Ele havia retirado as estátuas da casa de uma família que era fiel depositária das peças em troca de orações para curar um doente. O pastor responde por crime contra o patrimônio histórico na 3ª Vara Cível de São Borja, no Rio Grande do Sul.
Pereira alegou que a queima de imagens é uma pratica comum nos cultos da Universal. Mas garantiu não saber que as duas imagens, uma do Senhor Morto e outra de São Pedro, eram cadastradas no Iphan.
A denúncia ao Ministério Público foi feita pelo diretor de Assuntos Culturais do município, Fernando Rodrigues, no mês passado, quando a família Ayala Chagas resolveu fazer a doação para o museu municipal de oito imagens de madeira das quais era guardiã.
Na ocasião, Oraides Chagas informou Rodrigues de que o pastor havia levado as duas imagens. Orientado pelo Iphan, o diretor procurou a Polícia Federal e o Ministério Público, que representou contra o pastor.
São Borja é um dos Sete Povos das Missões, fundado em 1636 pelos jesuítas como uma redução de índios guaranis. Dessa época, restam apenas 82 peças no estilo barroco jesuítico, todas tombadas pelo Iphan. Dessas, 35 estão no Museu Municipal Aparício Silva Rillo, 13 encontram-se em poder da Igreja Católica e as outras 34 estão espalhadas por casas de família que já detinham a posse delas.
A família Ayala Chagas, moradora de um bairro pobre da cidade, conservava em seu poder oito imagens que foram salvas de um incêndio em uma capela próxima de sua casa na primeira metade do século passado. Oraides Chagas contou que havia cinco gerações eles vinham cuidando das estátuas em um pequeno oratório na sala da residência. Com a doença de seu marido, Leôncio Ayala Chagas, que sofria de câncer, Oraides recorreu às orações do pastor para curá-lo. Em troca, ele exigiu as estátuas para queimá-las em um culto.
Chagas morreu de câncer em julho e os filhos procuraram o museu para fazer a doação com o objetivo de salvar as outras estátuas.
Quanto ao mérito da questão, não opino. Desconheço o conteúdo do processo e, o pouco que sei, adquiri em notícias jornalísticas.
Todavia, concordo com o colega Luiz Flavio sobre o sensacionalismo indevido. Não são poucos os casos em que informações polêmicas e de pouco interesse jurídico são focadas como eixo principal da matéria.
Deixemos a paixão aos leigos. E aos vaidosos, só desejo que abandonem o Direito, pois certamente desconhecem os seus princípios.
Pobre MP Paulista! Não bastasse que seus membros andassem "atirando" e "matando" por ai, agora o promotor Mendroni sai "atirando" na imprensa nas diversas vezes que concedeu entrevistas contra religiosos da Renascer.
O Promotor dá entrevistas sobre o caso, sem autorização da Procuradoria Geral de Justiça? por conta própria? Sem consultar o assessor de imprensa do MP Paulista? tsc tsc tsc!
Charlatões e estelionatários religiosos à parte, o que se deve lembrar é que um promotor não deve expor pessoas para "fazer justiça". Kaká ganha muita grana, e disso todos sabem. Talvez, esse fato explique porque os 10% (dízimo) + OFERTA (que ninguém sabe quando dá a cifra, pois é pessoal) doadas pelo jogador geram um montante grande de dinheiro deferido em favor da Igreja renascer.
O Estado "pedindo contas" dos dízimos dos fiéis é o cúmulo! É a volta à época de Nero, ou da Idade Mèdia. Se for pra voltar ao medievalismo, e o Estado começar a quebrar seu laicismo, então estaremos voltando no tempo e reestabelecendo métodos que devem ser reciprocos: O Estado abuso, e o povo também! O Estado comete injustiças, e o povo esmaga a cabeça de homens cuja mania é anunciar que fazem justiça atropelando as leis do país.
O Promotor em questão é um pobre infeliz. Matéria na imprensa diz que ele está sendo investigado por passar muitos meses na Itália recebendo 120 mil reais dos cofres públicos! Sensacionalismo, ou desmascaramento de mais um FARISEU no MP de São Paulo?
tsc tsc!
É bastante difícil a relação do membro do Ministério Público com a imprensa. De um lado temos o dever de informar a população a respeito do nosso trabalho, de outro temos que preservar nossa imagem e individualidade. Se a conduta do colega é censurável, do Dr. Durso não me parece diferente, ou é até pior. Se o promotor usa a imprensa para divulgar dados do processo, o advogado utiliza a mídia para fazer ataques pessoais ao promotor, inclusive com expedientes pouco recomendáveis, p.e., se as testemunhas foram ouvidas como testemunhas do juízo, a oitiva delas foi deferida pelo juiz, desta forma deveria haver algum motivo plausível para serem ouvidas. Estaria o juiz macumunado nesta trama "diabólica" com o promotor? Quero crer que não. Por que os ataques não tiveram como alvo também o juiz?
De outro lado, as testemunhas identificadas apenas pelas impressões digitais não seriam aquelas protegidas pelo Prov. 32/00 da Corregedoria Geral de Justiça, cuja qualificação está a disposição do advogado do processo, no caso, o autor a matéria? Do modo que escreve, além de ataques pessoais e não técnicos à conduta do promotor (o próprio articulista adverte que não discutiria o mérito da causa), com expressões como as acima demonstradas procurando dar maior dramaticidade ao relato, quando se sabe que o expediente está dentro das "regras do jogo", não me parecem também atitude recomendável daquele que escreve em sítio de grande circulação com o peso da caneta do Presidente da Seccional São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil. Não tenho procuração para defender o promotor e nem o pretendo, mas não posso deixar de me manifestar no sentido de que conduta do Dr. Durso também não me parece dentro do recomendável àquele que ocupa cargo de tamanha importância.
Concordo com o advogado, o Promotor cometeu abuso. Quem é dono do dinheiro pode jogar fora ou fazer o que quiser, não precisa dar explicação a ninguém, e tudo está parecendo manobra para aparecer na mídia. Tem gente que gosta de enganar e outros de ser enganados. O que está errado no País, é que a Igreja é livre, e proíbem o jogo. A cachaça é livre e proíbem a maconha. O casamento é livre, mas proíbem os homossexuais. O MP, o Estado, não deve se meter onde não é chamado. Do mesmo jeito que houve a desestatização na economia, devia haver na intervenção nas relações sociais. O cara quer dar dinheiro para igreja, problema dele. Se se arrepender e ver que foi otário, é questão privada, deixa entrar na Justiça e que decida o juiz. Maiores e capazes devem responder por seus atos, o Estado só deve intervir por provocação.
Muito boa, Félix. O assunto ultrapassa a jurisdição. Não dá para entrar com ação de prestação de contas do trabalho espiritual...
Não consigo dormir porque no prédio do lado no espaço onde antes funcionava um boteco reduto de traficantes agora tem uma "igreja", reduto de idiotas que ouvem alguns meliantes que se auto-denominam "pastores", mesmo sendo analfabetos de pai, mãe e descendentes!
E o pior: adoram um estranho deus que é surdo! O deus deles é surdo, pois precisam gritar alucinadamente o seu monte de asneiras usando equipamento de som em altíssimo volume! Esta cidade maravilhosa está sendo tgransformada numa merda! No dia 1º quase derrubaram esta lindíssima "Princesinha do Mar" com aquele barulho infernal do tal de "funk", onde notórios traficantes se esgoelavam ao som de idiotices pornográficas "berradas" por monstrengos que se imaginam "cantores" ao lado de "cachorras" que se imaginal gostosas mas que são apenas bundudas pegajosas e pelancudas cheias de silicone, estrias e outras mazelas estéticas! O MP deveria tomar providencias pela poluição sonora e visual que esses cretinos produzem. E parar de encher o saco do Kaká. Se isso não for feito, conclamo todos a criar uma nova igreja: a Igreja Retangular do Sétimo Dígito! Vou pedir ao meu amigo e compadre, o Chico Anizio, para ressucitar o Tim Tones e o Painho! Saravá! Aleluia idiotas!
Dr Leonardo: vc não precisa de procuração do seu colega. Voces todos se auto-protegem. Vocês todos devem ser de algum tipo de maçonaria, mafia ou sociedade secreta. Mesmo que um dos membros faça a maior besteira, sempre os demais se juntam para defendê-lo. Dê um abraço no Igor! Mas cuidado com a pistola!
Prezado Roberval. Por acaso os advogados não se protegem também? Dê um abraço naquele advogado que matou o Promotor lá no Pará (acho), mas cuidado com a pistola também...
Aos que estão se esgoelando pelo fim da imunidade tributária dos templos, creio que antes de defenderem o fim de qualquer instituto jurídico, deveriam refletir sobre o porquê da existência dele no ordenamento.
A imunidade tributária dos templos é imperativo para que se assegure, incondicionalmente, a liberdade de culto.
A garantia constitucional da liberdade religiosa exigiu esse dispositivo para que não haja limitação, restrição ou perseguição, no que tange à liberdade religiosa, sintetizada sobretudo através das liberdades de crença e de culto.
O combate à sonegação deve ser intensificado, e há a necessidade de mecanismos mais eficientes para fazê-lo.
Todavia, não é intentando suprimir as garantias constitucionais que iremos melhorar qualquer coisa no país.
O membro do MP tem todo o direito de fiscalizar as operações financeiras da referida Igreja.
A discussão está em torno do fato de ter ele "sensacionalizado" a operação ou não. O resto é elocubração de apaixonados - de um lado ou de outro.
Sr. Roberval,
não levarei muito a sério seu comentário, pois ele reflete seu total desconhecimento a respeito do que escreveu.
Como todos os bem informados sabem, o Igor teve sua estória dementida por investigação do MP, foi processado e condenado pelo TJ e só está solto por decisão também do TJ (mesmo com manifestação contrária do MP), tendo seu advogado (Dr. Márcio Tomaz Bastos) empenhado publicamente sua palavra de que, caso condenado, se apresentaria e sua prisão, agora, cabe à polícia, não ao MP. Assim, se há algum responsável por ele não estar preso pode ser o TJ, seu advogado ou a polícia, mas não o MP que neste caso cumpriu seu papel.
No mais, por favor, permita-me participar do espaço que se quer democrático e expressar minha opinião sem que esteja sujeito a ataques pessoais.
Um abraço.
O Kaká pode fazer com o dinheiro dele o que ele quiser: dizimar, doar, enterrar, jogar pelos ares etc , é dele, não é público.
No entanto, o promotor é que deve prestar contas, pois pelo que se sabe pela mídia, é que ele foi fazer um curso na Europa, não concluiu, apesar de receber a remuneração normalmente.
Eu continuo na tese de que legalmente quem conduz o processo é o Juiz. O MP requerer, (esdrúxulo ou não) faz parte do processo e deve ser objeto de convencimento do Juízo em igualdade de condições.
É no pulso fraco e na conivência da Magistratura que me preocupa.
Restou-me a dúvida de quem realmente quer fazer "tiete" para o Kaká, o Juíz, o MP ou ambos..
Abs
O promotor Marcelo Mendroni está manchando a imagem do Ministério Público.
Ora, fica claro que muitas de suas acusações não passam de grandes fanfarronices. Vejam os exemplos do Centro de Recuperação para Dependentes Químicos da Renascer em Santana de Parnaíba e do Orfanato também da Igreja Renascer, em Franco da Rocha. O sr. Marcelo Mendroni, tomado por um momento de infantilidade e peraltice, filmou um terreno baldio e informou em coletiva para todos os grandes meios de comunicação que o tal terreno era o orfanato; de igual modo disse que os internos do Centro de Recuperação moravam no depósito do local. Acredito que muitos de vocês puderam acompanhar as matérias veiculadas no "Jornal da Record" e no "Domingo Espetacular", as mesmas literalmente desmascaram toda a armação feita (não se sabe por qual motivo) pelo promotor Mendroni.
Essa manipulação, ou tentativa de manipulação, da opinião pública fica cada dia mais evidente.
Estive no Centro de Recuperação da Igreja Renascer em Santana de Parnaíba e, acreditem, aqueles internos têm um conforto que muitas pessoas que trabalham de sol-a-sol não possuem. O local possui hospital, cursos profissionalizantes, quartos limpos, 5 refeições diárias, psicologos, dentistas, médicos, assistência para famílias e, pasmem, piscina, quadra de futebol e áreas de lazer.
Todos queremos a verdade, inclusive os fiéis da Igreja. Agora, agora que sabemos que algumas informações são manipuladas, devemos procurar saber a verdade, ou ver "o que o outro lado da moeda tem a dizer".
Se alguém quiser conferir se estou falando a verdade ou mentindo, posso passar o endereço do Centro de Recuperação em Santana de Parnaíba. Acredito que assim, vocês poderão olhar para este caso de maneira diferente.
Bom dia a todos
Não há outra explicação: esse promotor é um grande oportunista e quer fazer nome em cima da Igreja Renascer e do Kaká, como fez em cima do Deputado Paulo Maluf.
è inacreditável como o Ministério Publico permite algo dessa natureza que o está difamando e ridicularizando nacional e internacionalmente. Perguntar se tem amizade, se frequenta casa, é muita besteira...é falta do que fazer!!!!
É UMA VERGONHA!!!
Peraí !
Alguém abaixo disse que o Promotor foi fazer um curso na Europa e não concluiu, apesar de receber a remuneração normalmente, e nem prestou contas.
Seria desses cursos que o MP propicia aos seus membros ?
De qualquer maneira, esse assunto nada tem a ver com o em pauta, já que o que se discute é o atentado à liberdade religiosa, e, quanto a isto, na medida em que ele pretende convocar um dizimisa da igreja, que não é réu na relação ad-processo, está mais do que evidenciado que ocorreu o aludido atentado, discriminação, preconceito, ainda mais se se levar em conta que o dizimista é um astro e que sua oitiva daria ensejo a muitas aparições na mídia.
O jornalista Celso Lungareti foi fundo ao analisar a manifestação do advogado dos representantes da igreja:
"Essas divagações me ocorreram ao ler o patético Manifesto em defesa da liberdade de Religião e do Estado de Direito, no qual o advogado Luiz Flávio Borges D’Urso invoca os mais nobres princípios para tentar colocar a opinião pública contra o Ministério Público de São Paulo, em benefício de Estevam Hernandes Filho e Sonia Haddad Moraes, autoproclamados apóstolo e bispa da Igreja Renascer.
O que se pode dizer de uma religiosa capaz de esconder dinheiro na sua Bíblia para burlar a alfândega? Nada além do que o Cristo já disse: “A minha casa será chamada casa de oração; vós, porém, a fazeis covil de ladrões” (Mateus, 21:13).
A liberdade de religião não justifica a omissão do Estado diante da prática continuada e comprovada do estelionato, do curandeirismo e da lavagem cerebral, como tem ocorrido até agora. A Igreja Universal do Reino de Deus já foi flagrada cometendo um rosário de crimes, sem receber a punição merecida. Continuou arrancando até o último centavo dos indivíduos sofredores e desesperados que caem em suas garras.
D’Urso esbraveja para tentar fazer com que a Renascer também escape ilesa, reforçando o ceticismo da população quanto à possibilidade de se colocar na prisão os criminosos de colarinho branco: aqueles que são ricos, detentores de bancadas legislativas e donos de emissoras de TV.
Presidente da seccional paulista da OAB, D’Urso foi o principal articulador do suspeito e fracassado movimento Cansei. Mas, parece não compartilhar do nosso cansaço com a impunidade dos exploradores da fé popular e dos poderosos em geral – que, esta sim, é uma gravíssima ameaça ao Estado de Direito, pois faz a população descrer das soluções civilizadas e ansiar pelas tropas de elite do autoritarismo.
Quanto ao curso do promotor: ele foi à Europa por 6 meses fazer o curso, justificando ao MP que iria aplicar junto aos seus pares e não houve a conclusão e nem a participação,contudo, recebendo o salário (dinheiro público).
O Kaká doa o dinheiro dele a quem ele quer (dinheiro particular)
Entendeu, agora?
Gostaria de comentar acerca do discurso do Carlos.
Apoio realmente que o caso seja apurado e que se comprovada a autoria e materialidade dos crimes dos quais o casal vem sendo acusado estes sejam devidamente punidos pelas suas condutas delituosos.
Mas convém que atentemos para os princípios que norteiam o Direito Penal Brasileiro, tal qual o indubio pro réu, do fundamento da República de dignidade da pessoa humana para a condução do processo em comento, além da observância dos princípios constitucionais da ampla defesa, do contraditório e da presunção de inocência.
Em momento algum o advogado Luiz D Urso critica a atuação do MP e sim desabona a conduta do Promotor que notoriamente está se valendo de sua posição e da relevância do caso para se auto promover e ainda desrespeitar a liberdade religiosa brasileira.
De fato, a conduta do promotor é inaceitável pois contrária ao Estado Democrático de Direito e à função do MP como fiscal da lei.
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