O Tribunal de Justiça paulista faz, no próximo domingo (5/8), um mutirão de cerca de 30 mil audiências para reconhecimento da paternidade de alunos de escolas públicas em 307 cidades do Estado.
O mutirão será coordenado pela Corregedoria-Geral da Justiça.
Os pais foram notificados a comparecer aos locais previstos para o mutirão, quando será tentado acordo de reconhecimento da paternidade de seus filhos. Quando necessário, serão marcados exames de DNA.
O projeto, um convênio do tribunal com a Secretaria Estadual de Educação, a Defensoria Pública do Estado e a Associação Nacional de Registradores de Pessoas Naturais (Arpen), mobiliza mais de 300 juízes, além de professores, defensores públicos, servidores do Judiciário e funcionários de cartórios de Registro Civil.
Fiquei aqui pensando, se esse número, estatisticamente, não poderia ser tomado como base para medir a capacidade reprodutiva do povo de São Paulo !
Nas ações de reconhecimento de paternidade a justiça Paulista me decepciona, pois, sou testemunha de que processos de reconhecimento de paternidade cumulada c/ pensão alimentícia não funciona, mesmo porque, se o menor tivesse que depender da justiça paulista p/ sobreviver estaria todos mortos, portanto, esse multirão é só p/ ingles ver.
Não fizeram além da obrigação, sobretudo devido os juizes ganharem muitíssimo bem e produzirem pouco.
Pelo que ganham e pelo que fazem, deveriam sim fazer horas extras todos os dias. Uma sugestão seria deixar "conclusos" seus salários ao final do mes até que o número de processos tenha um andamento rápido e razoável.
Você precisa estar logado para enviar um comentário.
Fazer login