Gilberto Andreassa Junior

é advogado, pós-doutor (UFRGS e UFPR), doutor (PUC/PR), presidente da Comissão de Direito Bancário da OAB-PR e membro do Instituto Brasileiro de Direito Processual (IBDP).

Opinião: A (i)legitimidade ativa do curatelado para pedir danos morais

O Estatuto da Pessoa com Deficiência (EPD), proveniente da Lei 13.146/2015, atualizou o ordenamento jurídico com premissas atuais deste meio, partindo de um novo conceito de pessoa com deficiência. Antes da vigência da referida legislação, o conceito adotado era superficialmente médico, isto é, bastava um laudo profissional para o encaixe do indivíduo neste contexto.[1] Ocorre […]

Opinião: A interpretação da execução de crédito com garantia real

Abre-se o presente artigo com o seguinte questionamento: na execução de crédito com garantia real, deverá a penhora recair preferencial ou obrigatoriamente sobre a coisa dada em garantia? Importante trabalhar com uma situação hipotética — porém, corriqueira na praxe forense — em que o exequente, pretendendo obter a satisfação de um direito reconhecido em um […]

Opinião: Prisão antecipada e uma resposta a Luiz Guilherme Marinoni

Se temos que obedecer a certos princípios básicos do Direito Penal e a certos princípios constitucionais, não podemos, por razões supralegais, em determinados casos, deixá-los de lado. Ou os empregamos em todos os casos, ou os rejeitamos.”  (ministro Felix Fischer em voto no REsp 213.054/SP) Antes de adentrar ao tema central do artigo, vale mencionar que […]

Opinião: A eterna controvérsia acerca dos honorários advocatícios

Matéria de muitos embates doutrinários e jurisprudenciais, os honorários advocatícios ganharam destaque no Poder Legislativo quando da elaboração do novo Código de Processo Civil. Ocorre que ao invés de pacificar entendimentos, dezenas de questões ficaram em aberto e precisaram ser enfrentadas nos tribunais no ano de 2018. Vejamos uma breve retrospectiva: 01) O mais relevante […]

Gilberto Andreassa: Impugnação de decisão proferida no agravo interno

O sistema recursal brasileiro passou por sensíveis modificações voltadas a imprimir segurança jurídica, celeridade e efetividade processual. Estabeleceu o novo Código de Processo Civil, de forma clara, em seu artigo 926, que “os tribunais devem uniformizar sua jurisprudência e mantê-la estável, íntegra e coerente”. Coerência liga-se à consistência lógica que o julgamento de casos semelhantes […]

Opinião: Parcelamento da dívida na fase de cumprimento de sentença

Prescreve o artigo 916, caput, do Código de Processo Civil, que “no prazo para embargos, reconhecendo o crédito do exequente e comprovando o depósito de trinta por cento do valor em execução, acrescido de custas e de honorários de advogado, o executado poderá requerer que lhe seja permitido pagar o restante em até 6 (seis) parcelas […]

CPC avança na interferência de terceiros no processo

As modalidades de intervenção de terceiros foram alteradas significativamente no novo Código de Processo Civil, o que nos leva à elaboração do presente artigo, cuja finalidade principal é abordar o tema de forma clara e sem grande formalidade. Para que o processo se desenvolva, é necessária ao menos a participação de três pessoas (autor, réu […]

Normas fundamentais e negócios processuais no novo CPC

A poucos dias de entrar em vigor o novo Código de Processo Civil, ganha importância o debate de temas até então pouco explorados pela doutrina e que poderão influenciar a aplicação de várias regras processuais. Em um primeiro momento, vale recordar as principais tendências do novo código: priorização do mérito, cooperação real entre as partes […]

Gilberto Andreassa: Novo CPC contribui para celeridade do processo

Há poucos meses de iniciarmos uma nova perspectiva acerca dos assuntos relacionados ao direito processual civil, uma vez que em março de 2016 entra em vigor o novo código, podemos estabelecer as principais novidades do sistema que irão afetar diretamente a vida de todos os interessados em eventual demanda judicial. Em um primeiro momento, importante […]