A quem interessaria um Ministério Público com diretrizes definidas desde a cúpula, com seu procurador-geral atrelado e nomeado livremente pelo Poder Executivo? Haveria independência para conduzir uma operação incômoda às forças políticas, como a “lava jato”? Domingo passado foram aqui na ConJur publicadas longas declarações feitas pelo subprocurador-geral da República Eugênio Aragão, último ministro da […]