Na melhor das ficções tecnológicas, haveria quem pudesse imaginar a quebra da privacidade por invasões digitais, ante uma perda de controle pessoal dos domínios do espaço privado mais íntimo? Futuristas clássicos, como Jules Verne, criador do gênero (1865); Aldous Huxley (Admirável Mundo Novo, 1932) e George Orwell (Mil, Novecentos e Oitenta e Quatro, 1949), ou […]