Somos julgados por homens e mulheres comuns que, normalmente, não são dotados de virtudes excepcionais. Julgadores podem ser cultos ou ignorantes, sábios ou cretinos, preconceituosos (ainda que disfarçados) ou tolerantes, suspeitos ou independentes, distraídos ou atentos, preguiçosos ou esforçados, dóceis ou autoritários, honestos ou corruptos, sejam eles aprovados por concurso público, no caso dos juízes […]