Como forma de descontar em Madalena a inconformidade com seu destino e melhorar sua condição financeira, Ana, narradora do romance Não fossem as sílabas do sábado, de Mariana Salomão Carrara,
1. O filterword (mundo filtrado) Tenho vários amigos que são engajados em redes sociais. Bem engajados. É possível dizer que muitos deles seguem um certo “filterworld”, um mundo filtrado pelas
“A melhor maneira de lidar com o absurdo é transformá-lo em ficção.” Essa frase, de Edgard Telles Ribeiro, em forma de postulado, é o mote que anima “Uma mulher transparente”,
O advogado e professor Arnaldo Sampaio de Moraes Godoy foi eleito para a Academia Brasiliense de Letras (ABrL), entidade literária brasileira máxima do Distrito Federal. A cerimônia de posse acontecerá
Em tradução de Claudia Roesler, a Editora Alteridade (de Curitiba) publicou o Curso de Argumentação Jurídica, de Manuel Atienza. O jusfilósofo espanhol é também conhecido entre nós por outros livros
Com certo romantismo pode-se afirmar (com Miguel de Unamuno) que D. Quixote precisava de Sancho Pança (para quem pensava em voz alta) para ouvir a si mesmo. Sancho é a
A literatura e a arte são algumas das melhores formas de conhecer importantes verdades e criar uma consistente visão do mundo e dos fenômenos que nos cercam. Ronald Dworkin, conhecido
A possibilidade de abrir uma porta para outras vidas, sem que seja preciso sair da sua, é a definição do advogado Thiago Turbay para a poesia que ele costuma produzir.
José Paulo Cavalcanti Filho contou em animada entrevista que encontrou Fernando Pessoa em Lisboa[1], ainda que o escritor tivesse falecido em 1935 (nasceu em 1888). Insistiu. Encontrou mesmo. Eu acredito.
O romance histórico é um gênero dificílimo para quem escreve. E é um gênero delicioso para quem lê. Há problemas historiográficos por vezes intransponíveis, o que exige ousadia de romancista.