As garantias que têm os brasileiros que deixaram o Líbano e em Israel em relação aos seus bens são aquelas previstas em qualquer Constituição de um país democraticamente construído: o direito à propriedade e proteção contra invasão.
A afirmação é do advogado Luiz Arthur Caselli Guimarães, sócio do escritório Duarte Garcia, Caselli Guimarães e Terra Advogados. Ele explica que, os refugiados no Brasil, para proteger seus bens, devem primeiro constituir um advogado no Líbano ou Israel. Depois, procurar se informar sobre a legislação.
“Há certas coisas comuns nas leis de praticamente todos os países. Enquanto Líbano e Israel estiveram na condição de guerra, é claro que não há o que fazer. Mas depois, os moradores têm todo o direito de buscar a reparação pelos danos causados”, explica Casselli, que também é diretor jurídico da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China.
Se houver invasão de bem particular, por exemplo, o refugiado pode entrar com a ação de indenização contra a República Libanesa, “já que cabe ao Estado a manutenção da ordem. Teoricamente, é o país que deveria coibir a prática de atitudes bélicas. Se não faz assim, é responsável pelo dano. Mais tarde, o Estado pode pedir também o Direito de Regresso contra o Hezbollah”, afirma.
Acho que vai ser fácil, fácil receber a indenização....Também deverá ser fácil receber a indenização do Hezbollah....que perda de tempo....
Mais fácil ainda deverá ser receber a indenização dos sionistas...
Mais fácil ainda deverá ser receber a indenização dos sionistas...
Por analogia, todas as vítimas deveriam processar o estado terrorista de Israel, assim como os judeus fizeram com sucesso contra a Alemanha.
Claro que os processos deveriam ser conduzidos por uma corte internacional independente da influência sionista.
Caro Professor, permita-me que eu adira ao seu entendimento. Pois está correto .
Digo-lhe mais : o mundo está, completamente, refém desse povo que, além de deter a maioria absoluta dos recursos financeiros do planeta, detém, também, o "estatuto de vítima" permanente, que lhe dá o direito de matar, desobedecer à ONU, obrigar os EE.UU. a endoçar e apoiar tudo que fazem , além de considerarem descriminação e criminoso ( anti-semita) qualquer um que os acuse.
Assim, creio que o Governo do Brasil, que mandou a Embaixada socorrer e a FAB buscar os cidadãos brasileiros que se encontravam no Líbano, deveria apresentar a "CONTA" para a Embaixada de Israel em Brasília, para, pronto, ressarcimento .
Inadmissível a passividade com que a imprensa nacional e internacional trata a questão do conflito entre Israel e Líbano. Em diversas outras ocasiões presenciamos intensas manifestações de repúdio em relação a atos hostis de um país em relação a outro. Neste caso é diferente.
O estado de Israel, de forma criminosa, desproporcional massacra a população civil libanesa a pretexto de combater um grupo terrorista. Seus mísseis atingem indiscriminadamente ativistas do Hezbollah e libaneses que nada têm a ver com o conflito. Ao que parece, estes últimos têm sofrido bem mais os efeitos da ação.
É hora de perguntar se a vida dos libaneses é menos que importante que a dos iraquianos, bósnios, croatas, etc. Ou será que Israel tem legitimidade para desferir seu aparato militar contra quem quiser? É o que parece.
Mesmos os governos de outros países mantêm-se inertes quando o agresssor é um país com relações fraternas com os Estados Unidos, como no caso do estado sionista.
Os atuais dirigentes de Israel em nada diferem de Gengis Khan que, em suas campanhas militares há cerca de 1000 anos, não perdoava nem mulheres e nem crianças indefesas. Está na hora de judeus contrários a esse tipo de barbárie colocarem um basta em tudo isso, sob pena de Israel passar para a história como um estado opressor e impiedoso para com a vida humana.
A conta a ser paga pelos sionistas, por conta do terror de estado covardemente praticado contra os libaneses e os palestinos, talvez seja um pouco mais alta que simples indenizações...
Já quanto aos filhos de Esaú e Jacó, que desde o ventre de sua mãe Rebeca já brigavam entre si para tomarem o espaço um do outro, serão para sempre duas nações, dois povos distintos e em permanente guerra...
Embora gêmeos, Esaú nasceu primeiro e tinha o amor de seu pai, Isaque; Jacó nasceu agarrado no calcanhar de Esaú e tinha o amor de sua mãe, que o ajudou a enganar o (quando da agonia de sua morte) para receber a bênção reservada ao primogênito, a qual havia sido trocada por Esaú por um prato de manjar...
Esaú sempre foi um valente caçador, e Jacó preferia ficar em casa e cuidar dos pais.
Como se vê, a causa é complexa e, segundo pode ser observado na Bíblia Sagrada, dificilmente haverá paz entre esses dois povos.
Por fim, e como cristãos, resta-nos orar por eles...
A conta a ser paga pelos sionistas, por conta do terror de estado covardemente praticado contra os libaneses e os palestinos, talvez seja um pouco mais alta que simples indenizações...
Já quanto aos filhos de Esaú e Jacó, que desde o ventre de sua mãe Rebeca já brigavam entre si para tomarem o espaço um do outro, serão para sempre duas nações, dois povos distintos e em permanente guerra...
Embora gêmeos, Esaú nasceu primeiro e tinha o amor de seu pai, Isaque; Jacó nasceu agarrado no calcanhar de Esaú e tinha o amor de sua mãe, que o ajudou a enganar o pai (quando da agonia de sua morte) para receber a bênção reservada ao primogênito, a qual havia sido trocada por Esaú por um prato de manjar...
Esaú sempre foi um valente caçador, e Jacó preferia ficar em casa e cuidar dos pais.
Como se vê, a causa é complexa e, segundo pode ser observado na Bíblia Sagrada, dificilmente haverá paz entre esses dois povos.
Por fim, e como cristãos, resta-nos orar por eles...
entendo que os colegas comentaristas acima, não entenderam bem o artigo: quem deverá ser acionado é o Governo Libanes, que foi incapaz de zelar pela vida de seus cidadãos,primeiro ao ou fazer vista grossa à invasão do Herzbolah, ou quem sabe pressionado por Irá e Siria e ainda agora quando no acontecer dos conflitos, mostrou que não conta com nenhuma das 3 armas a defender seu povo. Alguém já parou para pensar quem são realmente estas crianças? São as que o Herzbolah ou quem sabe também o Comando do Narcotráfico Brasileiro coloca a frente da linha de guerra para receber a bala primeiro. Alguém já parou para pensar, como é que se é brasileiro, e tem negócio em outro país? O Brasil tem tantas cidades maravilhosas e aprazíveis, mas o que andam fazendo esses pseudo brasileiros ao se instalar em foz do iguaçu? FAZENDO FILHOS! Para usufruir de dupla nacionalidade, se utilizando das mesmas crianças, como aqui, quando as mesmas crianças fazem malabarismo nos sinais para levar o trocado para seus pais irresponsáveis.
Preparem-se queridos comentaristas: dentro em breve, o Herzbolah estará aqui, não é possível que tantos brasileiros trabalhem e jamais consigam férias nem em estação de águas, e estes senhores, esposas e é claro, milhares de filhos, tenham casas de veraneio no Líbano. Essas são as "laranjas" libanesas, que aproveitando-se de seus passaportes brasileiros, fazem a lavagem suja de dinheiro levando divisas obtidas em nosso pais, para sustentar terroristas.
Ao estudante Luiz Paulo: Faça esta mesma pergunta para os ativistas do Herzbola. Será que eles tinham direito a invadir e se apoderar de pontos estratégicos do Líbano? Será que era seu direito imiscuir-se à população local para disso tirar proveito?
Pois se encontrar resposta junto a esta corja, prepare-se para ver o mesmo cenário repetir-se em Foz do Iguaçu, onde células deste mesmo grupo encontram-se instaladas, e que agora com a autorização legal do nosso querido Celso Amorim ficarão à la vonté, para proliferar a vontade, procriando como é de sua natureza como coelhos, trazendo ao mundo mais brasileirinhos, os mesmos que algum dia, com certeza pois sua visão enxerga paternidade como meio de sobrevivencia, estarão na frente de batalha para defender-lhes o dia a dia.
Sugiro-lhe a mesma pesquisa entre os libaneses cristãos, aos libaneses judeus e de outras crenças: ou o nobre estudante de direito tem sua visão só para um lado da questão?
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