A Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) quer providências da direção-geral da entidade para tratamento psicológico de policiais. O tema do protocolo é um tabu na corporação: a depressão que tem levado policiais federais ao suicídio.
O diretor de Relações do Trabalho da Fenapef, Francisco Carlos Sabino, protocolou nesta terça-feira (3/4) documento em que pede providências sobre o assunto.
O presidente do Sindicato dos Policiais Federais em Pernambuco, Marcelo Pires de Carvalho Teixeira, cobrou da direção geral do DPF políticas de apoio psicológico para os servidores do Departamento de Polícia Federal. Ele diz que “mesmo diante de diversos casos de depressão e suicídio envolvendo servidores do órgão nenhuma providência foi adotada”.
Em ofício encaminhado para a Federação Nacional dos Policiais Federais, Marcelo Teixeira esclarece que tais ocorrências “estão se tornando rotineiras”. O presidente sugere que a Federação exija soluções do DPF para o problema. Segundo ele, essas soluções começariam por uma avaliação psicológica profunda já durante o processo de ingresso na carreira.
A questão não é isolada e existente somente no ambiente do DPF.
Problemas outros, como o alcoolismo e depressão, sempre se fizeram presentes no seio da categoria dos servidores públicos. Muito embora os índices tenham aumentado consideravelmente após a malfadada reforma da previdência, proporcionada pela contrapartida do mensalão, nenhuma ação efetiva foi implementada pelo Governo, que limita-se a conceder ao servidor um ressarcimento a título de Assistência à Saúde de míseros R$ 35,00 mesmo descontando do servidor o percentual de 11% a título de Contribuição Previdenciária sobre a totalidade dos rendimentos auferidos.
Mas o pior está por vir, com a anunciada reforma da previdência que atingirá os demais empregados da iniciativa privada.
Aí o caos se instalará . . .
Assim como tem as corregedorias, a assistência especializada deveria ser automática, sem precisar entrar em greve. Tanto nestes profissionais, como policiais civis e militares, pessoas que entram em contato com o público e que tem atividades estressoras.
Quanto ao drama do servidor público é o custo social para se permitir as drogas lícitas. Imagine-se quando as inúmeras ilícitas forem liberadas pelo discurso da permissividade atual do governo! o Caos na saúde pública que será! Mas o drama do alcoolista na iniciativa privada é muito maior. Depressivo, alcoolista e drogado só se aposentam na esfera pública. A primeira queda na iniciativa privada, e o portador destas doenças não mais conseguem colocação. É o que se constata entre os inativos do setor público por estas patologias e os do INSS, causa rara!
É notório, que qualquer cidadão que exerça qualquer tipo de atividade no seio do conjunto da sociedade, precise de se ter determinado tipo de acompanhamento, para não se cair na rotina, e com isso, a crassos erros, cujos erros podem levar ao suicídio. Do trabalhador "comum" ao mais alto dos servidores publico, precisam sim, ter alguém que exerça o papel de acompanhante, para o melhor desempenho de suas funções. Na Industria, principalmente a da construção Civil, temos os Técnicos de Segurança do Trabalho, que antes de cada tarefa diária dos trabalhadores / cooperadores, levam a esses, uma mensagem de otimismo, e reforçam o que se deva fazer no trabalho, e quais os cuidados que se deva ter. Com essas medidas, há uma queda vertiginosa e absentismo, e acidentes do trabalho; imaginemos então, o policial, que no exercício de suas funções, são obrigado as vezes a usarem de suas ferramentas de trabalho par darem fiel cumpimento ao seu mister, isso quase sempre para não
nas mãos dos que vivem as margens da Lei; fica claro então, que esses, mas que nunca, precisam de um acompanhamento de psicológicos, antes e depois de suas funções; logo mais certo está, o dirigente classicista, que levantou a questão.
Desejo absoluto sucesso.
José Brenand
É verdade, tem alguns com serios desvios de personalidade e outros com incidentes sazonais de ...
Nada mais justo e necessário. As Políciais Estaduais também necessitam de tratamento, mas é o tratamento financeiro. Assim, quem sabe, conseguirão contratar um psicólogo que terá a difícil missão de convencê-los de que o salário é suficiente para sobreviverem. Com o troco que sobrar após pagarem os honorários do psicólogo, irão comprar calmantes e tranquilizantes.
Se na polícia federal ocorre suicídio e casos de depressão imagine na polícia de s.p(civil e militar).Os atuais policiais são herois por exercerem está função nobre e não reconhecida pelo estado.Vivemos num país de hipócritas onde os sem vergonhas são valorizados , os trabalhadores honestos como muitos policiais são deixados de lado e trabalham nos "piores" lugares.Os profissionais da saúde , educação ,segurança pública , deviam ser muito bem valorizados.
Casos de alcoolismo , consumo de drogas , violencia etc é bem comum nessas carreiras mal pagas.
Salve-se quem puder , dá p/ piorar.
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