Depois de escolher um estagiário de Direito para receber o prêmio Melhores da Advocacia de 2004, o promotor do evento Norberto Leandro Gauer decidiu processar o dono do escritório em que o estudante trabalhava. Ele pede R$ 14 mil de indenização por danos morais ao advogado Reinaldo de Almeida Fernandes, que o denunciou à OAB pelo fato de ter homenageado como um dos maiores advogados, um estudante.
A premiação existe há seis anos. Já em sua primeira edição, o Tribunal de Ética da OAB paulista destacou o caráter mercantilista da promoção. É que, por meio de critérios subjetivos que tem partes conhecidas apenas pelos homenageados, o promotor de eventos mandou correspondência para diversos escritórios de advocacia anunciando que os destinatários tinham sido escolhidos para receber o prêmio, mas isso apenas aconteceria se US$ 1.800 fossem depositados para a organização do evento.
Na ação de indenização, ele também não dá detalhes sobre os critérios para um advogado ser considerado um dos melhores. Gauer explica que o prêmio tem por objetivo o reconhecimento profissional de advogados que se destacam por sua competência e talento, os quais são indicados através de pesquisa de jornalistas, formadores de opinião, entre outros. E só.
Gauer acusa Reinaldo de Almeida Fernandes de ter difamado publicamente o evento e de ter narrado fato inverídico. Isso porque, à reportagem da Consultor Jurídico, Fernandes contou que o seu estagiário pediu para a empresa que promove o evento mandar o regulamento. “Depois de confirmar o regulamento e o termo de anuência, eu também tive a ‘felicidade’ de receber um fax por ser escolhido pela empresa de eventos de Norberto Gauer como um dos premiados”, ironizou.
“A humilhação e o sentimento de vergonha constituem o dano moral sofrido pelo autor”, sustenta a defesa. Gauer destacou a seriedade do prêmio que organiza anualmente. Para comprovar recomendou uma olhadela na lista de homenageados no ano de 2004. Clique aqui para ver a relação de premiados.
No ano passado, a organização do evento distribuiu nota à imprensa sobre a festa de entrega dos troféus, informando também que o evento foi apoiado pelo “Grupo Bandeirantes de Comunicação, Rede Record de Televisão, Revista Quem, Jornal Estado de São Paulo e Jornal do Brasil”.
A ConJur apurou e descobriu que a revista Quem e o jornal O Estado de S. Paulo não apoiaram a iniciativa. “Este tipo de promoção não tem nada a ver com o perfil da revista e de nosso leitor”, disse Paula Mageste, diretora de redação da Quem. A pomposa cerimônia aconteceu no Hotel Transamérica em São Paulo, no dia 11 de agosto. Os 146 escolhidos, “através de critérios internacionalmente reconhecidos”, receberam o prêmio.
Na época, Gauer entrou na Justiça para tentar tirar a notícia do ar. A juíza Helena Cunha Vieira, da Justiça do Rio Grande do Sul reconheceu que a divulgação atrapalhava o evento que seria promovido dias depois em São Paulo. E determinou que fosse despublicada. No entanto, no mérito, a decisão foi revertida. Uma ação de indenização por danos morais também foi movida. Mas Gauer perdeu em primeira e segunda instâncias, no Superior Tribunal de Justiça e no Supremo Tribunal Federal.
QUAL O NOME DO ESTAGIÁRIO ELEITO ??? Nenhuma reportagem desta respeitada revista cita o nome do estagiário. Pelo que parece o advogado Reinaldo de Almeida Fernandes que não teve condições de receber o prêmio e criou esta história para sua promoção. Pelo tudo indica não teve dinheiro para estar entre os melhores e agora vai ter que desembolsar para os organizadores. Elogiável a atitude em processá-lo para impor respeito. A propósito, que o nome do estagiário mesmo????
QUAL O NOME DO ESTAGIÁRIO QUE REINANDO FERNANDES ALEGA TER RECEBIDO A HOMENAGEM. AGORA VAI TER QUE APRESENTAR A JUSTIÇA, OU ENTÃO DESEMBOLSAR 14 MIL. ACREDITO QUE OS ORGANIZADORES ESTÃO SEGUROS EM APRESENTAR AO BRASIL UMA LISTA DE PROFISSIONAIS ATUANTES INDEPENDENTE DE CRITICAS E OPINIÕES.
Quem afirma que um advogado "não teve dinheiro para estar entre os melhores" deveria ler a lista dos premiados e pesquisar no google as respectivas "qualidades". Há pelo menos um deles que já passou boa temporada na cadeia. Tinha "dinheiro para estar entre os melhores"...Outro confundia assuntos éticos com assuntops etílicos...
Bacharel que acredita "que os organizadores estão seguros em apresentar ao Brasil uma lista" dos tais "melhores" , se algum dia se tornar Advogado provavelmente mudará de opinião. Se não mudar, que trate de ganhar dinheiro para comprar um título de "melhor" seja do que for...
Discordo Com O Sr. Raul Haidar, este inclusive "expulso" do cargo de Presidente de Tribunal de Ética da Seccional Paulista pelas tramoias e abuso de poder. A propósito, não passa de um Turco ridículo, caindo aos pedaços, que tenta convencer profissionais a terem sucesso da advocacia com um livrinho de quinta. Quanto aos premiados não vou aqui levantar bandeira por ninguém, até porque não os conheço, ou melhor, conheço o Sr Raul Haidar, que se titula doutor e nem doutorado possui. Um velho caquético com data de validade vencida.
Advogado Cello :
Acompanho de perto as ocorrências da OAB, principalmente da OABSP, e jamais me constou que Raul Haidar tivesse sido expulso da Presidência do TED.
Olha, não tenho procuração para a defesa de Raul Haidar, porém, para mim, até prova concreta em contrário, trata-se de um homem digno, de família bem constituída, digna também, e de um bom profissional da Advocacia, sim.
Advogado Cello, nos diga, há algo de pessoal na sua manifestação?
Quando o Raul Haidar usou uma série de adjetivos em sua fala, sem citar nomes, não estaria por certo falando do senhor, estava?
Bem é que as coisas, com as suas acusações, acabaram ficando bem sérias, e não são só Advogados que leem esta revista eletrônica; leem-na inclusive os nossos clientes.
Caro Dr. Djalma. Não tenho nada contra ninguém. Pelo contrário. O que não podemos admitir é que pessoas desabilitadas façam julgamentos sem conhecimento de causa. Quem somos nós para dizer o que é certo ou errado. O que pode ou que não pode??? Vivemos num país democrártico e nem por isso vamos caluniar, difamar ou julgar as pessoas pelos seus atos. Nosso telhado é de vidro e um dia pode quebrar, mesmo injustamente. Quanto a pessoa de Dr. Raul nada tenho, até porque mesmo que vivesse com ele ou qualquer outro ser humano não o conheceria, mas as atitudes sim...esta não acho correta. A prova é de seus comentários que não condizem com sua idoneidade e muito criticado neste espaço. Saúde e Paz !!!
Cello: se vc não se escondesse sob o manto covarde de um apelido teria que explicar no juizo criminal o que insinuou ao dizer "tramoias e abuso de poder".
Fui "desligado" do Tribunal de Ética pela mediocridade da diretoria de então (que obedecia às ordens de alguém...)e pela omissão de conselheiros que se transformaram em vaquinhas de presépio.
Se eu tivesse algum interesse nisso que idiotas como vc chamam de "poder" teria ido aos Tribunais com um MS.
Recebi o "desligamento" como um favor que me fizeram e ainda lá permaneci durante alguns meses na infundada esperança de que poderia fazer algo de bom naquele Conselho onde, afinal, havia alguns bons que, apesar disso se acomodaram ou se acovardaram no silêncio ou mesmo por interesses menores.
Aqueles diretores já foram julgados pelos advogados paulistas em duas eleições seguidas. Já retornaram aos seus empregos ou às suas insignificâncias.
Sou Haidar com H de honra, coisa que um idiota como vc não sabe o que é.
Ademais vc ignora história e geografia ao confundir descendente de libanês com turco. Caindo aos pedaços estaria a sua dignidade se vc tivesse uma...
O "livrinho de quinta" já vai para a segunda edição se merecesse esse título não teria recebido o prefácio de Rubens Approbato Machado.
Não sou e nunca me qualifiquei como "doutor", pois não fiz doutorado e não tenho interesse em comprar títulos acadêmicos como os que se vendem às centenas em antros de idiotice em que se transformaram algumas universidades "de primeira linha" neste pobre país.
Velhas caquéticas são as suas idéias, seu imbecil.E se vc não conhece os "premiados", deveria pesquisar no google pelos seus nomes. Eles, pelo menos, não se escondem sob o manto de codinomes idiotas.
Dijalma: não perca seu tempo com idiotas que se escondem em apelidos.
Quanto a clientes e outros colegas, em mais de 30 anos de advocacia já construi meu nome.
Quem me conhece sabe que espécie de pessoa sou. Por isso tenho clientes que estão comigo há mais de 30 anos e já me dou ao luxo de escolher a quem atendo.
Quem não me conhece não sabe o que está perdendo...
Se eu não conhecesse o Código Penal e soubesse quem é o Cello ele receberia o que merece. Não uma surra dada por mim, pois meu pai me orientou para não colocar a mão em porcaria. Mas há muita gente boa para fazer o trabalho sujo...
Aliás, o dia 25 de agosto é um dia muito apropriado para vir à luz o comentário daquele idiota. Se ele for quem eu penso que é, sabe do que estou falando. Se não for, é apenas mais um que não sabe de nada...
Vejam só leitores a que nível chega os comentários neste espaço. E o pior...vindo do Conselho Editorial desta revista. Vc, Sr. Raul Haidar, senhor porque é um ancião,não passa de uma figura escrota que tem o que tem por enganar os outros...E vc sabe muito bem disso. Não adianta vir aqui se defender...muitos advogados daqui de São Paulo sabem disso. Quanto a "mediocridade" da diretoria da OAB/SP é tanta que o sr fez parte dela...Não Concorda??? Portanto confessa que é um medíocre. O Sr. não foi desligado e sim convidado a se retirar pelos excessos que fez quando na presidência da seccional paulista. Você se acha acima de tudo e de todos...não tem humildade...não reconhece nada o que está a sua volta...VOCÊ NÃO É NINGUÉM VELHO IDIOTA. ACIMA DE VC ESTÁ DEUS E MAIS NINGUÉM. Portanto estamos no mesmo patamar. Quanto ao seu livrinho, continuo dizendo de quinta, para uma edição de 500 exemplares. Quanto ao prefácio de Rubens Approbato Machado este sabemos que, por camaradagem e pena, colaborou neste besteirol. Quando fala deste pobre país o que vc está fazendo aqui??? É que no seu país vc não pode aplicar golpes como faz aqui, não é???? Não preciso procurar nada no google, este inclusive que mantem este site. Tem pessoas honestas, sérias e competentes que sabem o que estou falando...E O NAMORADO, COMO ANDA??? Cuidado para não levar um belo pontapé... Olha a Depressão, para sua idade isso pode ser o fim...
Cello é instrumento musical.
O nível dos comentários às vezes se abaixa ao de alguns comentaristas que se escondem na covardia do anonimato.
Se Cello soubesse ler, saberia que fui Conselheiro, não Diretor da OABSP e não teria dito a besteira de que fui "convidado a se retirar pelos excessos que fez quando na presidência da seccional paulista". Nunca a presidi. Não fui e mais serei candidato a presidente da OABSP, pois não gosto de mandar e menos ainda de ser mandado. Pelas minhas posições claras e sinceras, seria péssimo presidente, pois a OABSP precisa de presidente que saiba lidar até com idiotas e covardes que usam "nome de guerra".
É sintomático o uso do nome de Deus no comentário feito por um cretino.Alguém disse que o patriotismo é o refúgio dos canalhas. Vejo que a religião é o refúgio dos idiotas.
A primeira edição do "livrinho" foi de 3.000 exemplares e nova edição está próxima. Os números foram informados à Receita Federal pela gráfica, pela editora e pelo autor.
Portanto, o Cello está "desafinando", sem a mínima noção do que diz. Mente, como todo meliante.
É motivo de honra ser alvo da "camaradagem" do dr. Approbato que, sem dúvida, jamais será "camarada" de meliantes.
Este país, seu imbecil, é meu, como foi de meu pai que nasceu em Baalbeck e como foi de Giusseppe Ciccone, meu avô, que nasceu em Milão. Qualquer idiota nasce no Brasil; ser brasileiro é outra coisa. Por acaso nasci em São Paulo, Capital.
Cellos não costumam saber quem é o pai e quando desejam homenageá-lo colocam flores no túmulo do soldado desconhecido.
Quanto a "namorado", responderei pessoalmente quando souber quem é vc...Passe muito mal.
Nunca mencionei que fosse presidente da seccional, mas sim do Tribunal de Ética da qual foi expulso. Aliás, cargo este que jamai irá ocupar...é claro!!! Seu trabalho que se diz perfeito acima de tudo e de todos deve se igualar, pela ética e credibilidade que se diz ter. com os personagens do Mensalão. Estavão no poder e se achavam acima de qualquer suspeita. Como você. A instituição OAB é uma entidade séria e que infelizemente, por vezes, é administrado por velhos canastrões de quinta categoria, a exemplo de Vc, que buscam espaço na mídia para se promover ou então ganhar bons contratos junto a clientes. Mas como nem tudo é perfeito foram outros que tocaram a música para vc dançar...e dançou feio. Tanto que dançou feio que hoje se arrepende de ter presidido o tribunal de ética da OAB. Seu livro até pode ser informado a Receita, o que não deve ser é são os gastos com seus michês. Mas como vc não mede palavras, acha que tudo que os outros fazem é podre e incorreto, então vamos colocar merda no ventilador para seus "leitores" confirmarem, de fato, quem vc é... Irene!!!
Nos termos da Politica de Privacidade deste site, encerrei minha participação neste lamentável episódio.
Peço desculpas aos leitores que não se escondem sob pseudônimos por ter tido a infeliz idéia de responder às ofensas feitas à minha honra por alguém que, felizmente, não sei quem é.
No momento e local apropriado, caso o ofensor se disponha a identificar-se, receberá, na forma da lei, a reprimenda que lhe é reservada.
Respeito, acima de tudo, o compromisso do ConJur de manter absoluto sigilo sobre os dados dos comentaristas, ainda que estes não respeitem a Política de Privacidade.
Penintencio-me por ter, apesar de membro do Conselho Editorial do ConJur, empregado parte de meu tempo em responder comentários, o que, confesso, jamais deveria ter feito.
Agora, peço desculpas a toda a equipe, especialmente ao meu sobrinho Rodrigo, Chefe da Redação, que para meu orgulho alguns pensam que é meu filho.
Depois de 15 anos na Comissão de Ética da OABSP, depois de sofrer ameaças de morte quando combati meliantes travestidos de advogados, depois de ter sido honrado pela memorável gestão do dr. Approbato como Presidente da Primeira Câmara do Conselho da Seccional, substituindo por 3 anos a Profa. Ada P.Grinover e ter sido o 1º Corregedor Geral do Tribunal de Ética, não tenho o direito de descer ao nível de quem, por ignorar o que seja honra, tenta denegrir a minha, o maior patrimônio de qualquer Advogado.
Sou jornalista profissional (MTb 10.192) há mais de 40 anos, filiado à Fenaj e ao Sindicato de S.Paulo. Já tentaram tirar minha vida. Mas ninguém, jamais, conseguirá colocar em dúvida meu caráter e minha honra.
Neste momento estou colocando à disposição da direção geral do ConJur meu cargo de Conselheiro Editorial.
Prezado Dr. Raul,
Somos muitos profissionais da Advocacia e do Direito, a quase totalidade, a lutar por uma profissão exercida de forma ética e calcada em valores sólidos, características que seu trabalho, ao longo dos anos, tem contribuído para consolidar. Os demais, como dizia Quintana, passarão.
Assim que tiver cópia da sentença proferida no processo em questão, providenciarei remessa à editoria do CONJUR para que chegue a seu conhecimento.
Um cordial e respeitoso abraço, não sem antes reiterar que: "A Advocacia, cabe lembrar, é a Profissão da Liberdade, da Igualdade e da Fraternidade."
Reinaldo de Almeida Fernandes
OAB/SC - 13546
Prezado Dr. Raul,
"Ab initio", parabéns pelo artigo. Excelente, como de praxe.
Se me permite o comentário, muito embora tenha certeza de que o fato não se consumará, não há porque colocar seu cargo à disposição, por conta de uma discussão, sempre presente na vida de um Advogado, ainda mais inveitável como foi.
Diria mais, v. afastamento do cargo seria mais um episódio de enfraquecimento do sagrado direito constitucional esposado no Artigo 5º, inciso V de nossa Carta Magna, pois, ante aos fatos, somente isso por v. fora feito: a subjetivação de tal garantia constitucional.
Portanto, para que tal direito seja defendido, como é obrigação de nós Advogados e dever de todos, creio que deva transitar em seu pedido. E o Conjur deve, em público, declarar v. manutenção no cargo.
Sds.
Lamentável ver que aqui no Brasil as pessoas ainda não conseguiram entender a diferença entre debater idéias e açoitar o outro com insultos.
Este é um espaço aberto para discutir idéias. Eu tenho aprendido muito aqui. Lamento pelo Dr. Haidar. Em todo caso, se lhe serve de consolo, nesta discussão, a sensação que fica é que o dr. Haidar ganha de dez a zero.
Vale lembrar que a intolerância e a propaganda difamatória, feita para denegrir os judeus foram as "armas" básicas para Hitler justificar a matança destes e de outros povos... inclusive muitos dos seus. Tudo o que fez foi por inveja (há declarações registradasde Hitler, em que ele elogia algumas qualidades dos seus perseguidos).
E que, no final, ele perdeu a guerra.
Ao atacante, melhor sorte da próxima vez.
E que tal se houvesse um moderador, para não postar insultos na Conjur.
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