A partir de março de 2008, o Conselho Nacional de Justiça terá em pleno funcionamento um sistema virtual alimentado diariamente com informações sobre o trabalho de juízes de todo país, sobretudo, a produtividade de cada um. As informações, depois de coletadas, serão compiladas e analisadas em gráficos para que o CNJ identifique gargalos, e proponha soluções mais direcionadas e efetivas.
Alguns estados já têm este sistema, como o Rio de Janeiro, que utiliza os números colhidos para decidir, inclusive, sobre promoções de juízes. A meta do corregedor-geral de Justiça, ministro César Asfor Rocha, é de que todos os estados tenham o sistema implantado e em plena comunicação com o CNJ até março do ano que vem.
O sistema integrado com o CNJ vai monitorar o andamento dos processos desde a sua chegada na primeira instância. Com os dados, o conselho poderá identificar, por exemplo, se uma determinada vara está sobrecarregada ou se um juiz está demorando a julgar um processo.
De acordo com o juiz auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça, Murilo Kieling o sistema vai reunir informações sobre o número de decisões, audiências marcadas e realizadas, acervo, distribuição de processos, entre outras. Esses dados cruzados devem indicar a produtividade de cada juiz. “Essa radiografia vai permitir que a administração judiciária possa adotar posturas para corrigir eventuais inconsistências”, afirma.

Espero que tal determinação do CNJ seja concretizada no inicio do proximo ano, para que Juizados Especiais de pequenas causas ( como o Juizado Especial Civel, instalado aqui em Cascavel/ PR e "administrado" por estagiarias, em desrespeito ao cidadão que procura a justiça mais rápida ) aprendam a respeitar mais o consumidor que o procura para registrar suas queixas. Queixas essas que tendem sempre a se arrastar( de acordo com interesses pessoais ) por anos a fio, desrespeitando a legislação especifica em vigor. Com a palavra o Sr. Corregedor do E. Conselho Nacional de Justiça !
ÓTIMO!
Aliás, sou a favor da produtividade no serviço público, como ocorre no setor privado.
Que os bons funcinários públicos sejam promovidos; que os maus sejam punidos, sem distinção.
Serviço público tem que atender ointeresse público, à sociedade.
Nós, advogados, cansamos da Justiça emperrada, das pilhas de processos que andam em ritmo de tartaruga.
Em São Paulo, por exemplo, uma juntada de petição que deveria ser em 48:00 horas, em alguns cartórios da Capital leva semanas, e, em outros, meses...(para desespero de nós e de nossos clientes).
Que tal implantar este sistema para promotores, procuradores e delegados?
É verdade que em São Paulo juízes estão recebendo gratificação para sentenciar?
Soube disto, mas não acreditei, afinal, estariam recebendo duas vezes para fazer o que seria a obrigação de todos os juízes, não é verdade?
Com relação aos delegados, já existe controle sobre a produtividade dos policiais civis em relação a casos esclarecidos, inquéritos instaurados e relatados. Aliás, o que não falta na Polícia de São Paulo é controle interno e externo. O que não existe e retribuição adequada, afinal, somos o pior salário do Brasil.
Um fato que vem ocorrendo na justiça estadual alagoana é que alguns magistrados não respeitam a ordem cronológica de processos que estão conclusos para sentença, ou seja, julgam processos novos em detrimento de processos mais antigos. acho isso uma coisa muito séria e grave, uma vez que, desvirtua o verdadeiro fundamento da Justiça, oprimindo assim o direito daqueles que chegaram primeiro. Acho que o CNJ deveria baixar alguma resolução para coibir tal abuso.
Como sempre, fala-se muita bobagem antes de se conhecer o assunto. Em São Paulo não há gratificação nenhuma para fazer o trabalho que é inerente ao juiz - sentenciar. Esse tipo de insinuação leviana e absurda é típico de quem não tem o que fazer a não ser nutrir a má-fé, a ignorância ou a inveja. Os Juízes de São Paulo, embora sejam os que mais trabalhem no País - se considerada a média de processos para cada um deles - passaram os últimos dois anos com o mais baixo salário da nação. Aliás, por falar em ignorância ou má-fé, hoje a Folha de São Paulo veiculou matéria sobre o nepotismo do TCE de SP e ligou o fato à atuação do Conselho Nacional de Justiça!!! Má-fé ou ignorância? Será que nem a grande imprensa sabe que o Tribunal de Contas é órgão auxiliar do PODER LEGISLATIVO???? O que tem o CNJ a ver com isso??? O que tem o Judiciário com isso??? É como já se disse tantas vezes: O Brasil tem problemas angulares, dicutidos em mesas redondas por
muitas bestas quadradas. E depois não existe ditadura da desinformação...
A grande maioria dos operadores do direito no brasil, já perceberam, quie será melhor fazer um acordo por fora, do que aguardar a decisão final, se é que tem um final! do judiciário brasileiro, que "namora eternamente com a morosidade"... ....já casou? nunca vai casar! ora bolas, e daí?
descupe Excelência, eu não quis atrapalhar seu casório ou melhor sua paquera!!!
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