O Supremo Tribunal Federal julga nesta quarta-feira (21/3) o pedido do governo da Colômbia para extradição de Francisco Antonio Cadena Colazzos, o padre Medina. Guerrilheiro das Farcs (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), Medina é acusado em seu país de terrorismo e de homicídios com motivação política.
O caso de Medina, que vive no Brasil desde 1997, deve gerar um julgamento histórico no Supremo. Quando seu pedido estava em julgamento no STF, Medina conseguiu concessão de refúgio pelo Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), que funciona junto ao Ministério da Justiça, em Brasília. Dessa forma, os ministros do Supremo se debruçam sobre uma questão inédita: se a condição de refugiado pode impedir ou não a extradição.
A tendência é que os ministros arquivem o pedido de extradição. A Lei 9.474/97, sobre refugiados, em discussão neste julgamento, prevê em seu artigo 34 que “a solicitação de refúgio suspenderá, até decisão definitiva, qualquer processo de extradição pendente, em fase administrativa ou judicial, baseado nos fatos que fundamentaram a concessão do refúgio”.
A Procuradoria-geral da República já se manifestou pela aplicação deste dispositivo legal e pelo arquivamento do pedido de extradição.
Medina foi detido em 2005, na Rodoviária do Tietê, em São Paulo, pela Polícia Federal (que representava a Interpol) e permaneceu no Presídio da Papuda, em Brasília, até meados do ano passado. Hoje, ele cumpre prisão domiciliar numa chácara em Brasília.
Seis meses antes da prisão, o padre provocou uma crise política no Brasil por causa de uma reportagem publicada pela revista Veja. O texto mencionava uma doação de US$ 5 milhões das Farc para a campanha do PT em 2002. A doação jamais foi comprovada.
A revista semanal alegou à época que se baseou em relatos e documentos da Agência Brasileira de Inteligência. Os dirigentes do órgão negaram o fato. O PT nega que tenha recebido qualquer quantia das Farc e repudiou a reportagem de Veja na ocasião.
Mobilizados
A causa do padre sensibilizou o procurador regional da República em Brasília, Luiz Francisco de Souza. O procurador entrou em confronto com o relator do processo de extradição no Supremo, ministro Gilmar Mendes quando pediu pessoalmente ao juiz da Vara de Execução Criminal do DF que o padre saísse do presídio da Papuda e fosse devolvido à Polícia Federal. O ministro Gilmar Mendes demonstrou que o procurador interferiu no caso completamente fora de sua competência.
“Minha atuação no caso foi em defesa dos direitos humanos com o consentimento da subprocuradora-geral da República Ela Wiecko (que cuida de direitos do cidadão)”, disse Souza à revista Consultor Jurídico. O padre e o procurador têm afinidades. Ambos estão ligados à teologia da libertação da Igreja Católica.
Luiz Francisco de Souza conta que resolveu interferir no caso depois que um amigo comum dele e do padre lhe contou das condições de vida no presídio da Papuda. “Ele tomava um único banho de sol por semana, em infração à Lei de Execução Penal, além de dividir uma cela de 30 metros quadrados com outros cinco presos perigosos, homicidas e traficantes internacionais”, disse o procurador.
Luiz Francisco esteve na Papuda, acompanhado do vigário-geral da arquidiocese de Brasília. Logo depois fez relatório que encaminhou para a procuradora Ela Wiecko e para o juiz da Vara de Execuções Criminais.
Na época o procurador foi alvo de representação na corregedoria do Ministério Público Federal. O então chefe da corregedoria, Eitel Santiago analisou o pedido e sugeriu o arquivamento ao Conselho Superior do Ministério Público, órgão responsável por apreciar e concluir processos administrativos contra membros da categoria. Julgando o caso, o conselho decidiu por nove votos a um arquivar o pedido contra o procurador Luiz Francisco.
O suposto padre Medina, acusado do assassinato na Colômbia e supostamente integrante das Farcs, organização guerrilheira da Colômbia frequentemente ligada ao terrorismo e ao narcotráfico, sempre contou no Brasil com o apoio de setores ligados ao governo petista e à Igreja.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) está movimentando forças para dar todo apoio ao padre Medina. “Tememos pela vida de padre Olivério”, diz um manifesto da entidade. A entidade dos bispos já lançou nota com apelo para impedir a extradição. “Há elementos que levam a crer tratar-se de um pedido de Extradição com motivações políticas, colocando em risco a vida do padre Olivério, caso seja extraditado para a Colômbia”, acredita a CNBB. Padre Olivério é o mesmo padre Medina que também atende pelo nome de Francisco Antonio Cadena Colazzos.
Ext 1.008
Por isto que todos os bandidos fogem para o Brasil! Até Holywood e o cinema europeu já descobriram isto!
Curioso que o douto Procurador preocupe-se com as "terríveis" condições da prisão onde se encontra o terrorista. Aliás, mais curioso ainda é que esse Procurador só apareça nos casos de interesse do PT et caterva.... E os demais encarcerados, Dr.? Não merecem essa especial atenção também? Que esse padre bandido volte para seu país, e tenha vida longa, para pagar por muito tempo por seus crimes.
"Seja famoso, seja marginal". Frase de efeito do Cinema Novo, vige no Brasil.
Por outro lado o imbecil que vai à Defensoria Pública da União e tem atendimento jurídico recusado por motivos estapafúrdios, que o MPF achincalha e chamado a cumprir a Constituição Federal não o faz, esse cidadão a Igreja ignora, as ONGs ignoram...
Precisamos saber quem foram os esquerdóides, esquerdistas debilóides, que vão promover asilo político para um cidadão como esse. Então é traduzir para o Árabe, e esperar a fuga em massa de talibãs perseguidos pelas forças americanas para o Brasil, onde terão asilo político.
Ele é guerrilheiro e terrorista e, como tal, deve ser extraditado. Está na hora de acaber com essa grotesca teleologia da libertação que de teologia não tem nada, e a retomada do Direito Natural de São Tomas e Santo Agostinho, expulsando da igreja católica desde Frei Betto a esses supostos padres, que na verdade são socialistas infiltrados na igreja católica, e acabar de uma vez por toda com esse negócio de uniao homoafetiva e aborto. Quem sabe o Papa não vindo ao Brasil nos dá um presente mandando frei Betto pro olho da rua.
Meus amigos comentadores...é ou não é de f...?!
Essa "raça" que nos flagela tem ou não tem de ser desratizada urgente, pelo bem da Nação?!
Esse nosferático luiz franscisco, em qualquer cidade do velho oeste já teria levado uma surra e largado numa estrada pelado e coberto de piche e penas, castigo para estelionatários e charlatães.
Quanto ao semi-frei betto, informo que o brioso lacaio de Marighella e de Marx somente possui as ordens menores, a ele concedidas, de forma herética, no antigo Presídio Tiradentes.
RICHARD E DEMAIS COLEGAS,
Nem sei o que escrever, tamanho o absurdo. O falso Padre, que na verdade é um guerrilheiro-terrorista-narcotraficante e um Procurador da República que, dentre tantas questões que deveria cuidar, dedica-se quase que com exclusividade às causas do PT e agora da milícia Colombiana.
É de embrulhar o estômago !!!
Alguns links interessantes:
O DESRESPEITO AO STF E A NAÇÃO
http://www.polibiobraga.com.br/?PAG=ultimas_noticias_detalhe.asp?ID=20644
Francisco Antonio Cadena Collazos, conhecido no Brasil como Padre Olivério Medina é membro do Secretariado Internacional das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), e é seu representante no Brasil.Em 2000 Olivério foi preso pela Polícia brasileira obtendo em seguida a liberdade, porém em 24 de agosto de 2005 foi novamente detido pela Polícia Federal Brasileira em ação conjunta com a interpol sob acusação de HOMICÍDO PRATICADO DURANTE ATO TERRORISTA.
http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=3463
http://www.midiasemmascara.org/artigo.php?sid=5327&language=pt
Tem muito mais...nem cabe aqui...ABRAÇOS A TODOS E QUE DEUS NOS PROTEJA !!!
Refugiado político?
Ué, criminoso mudou de nome?
Engraçado como os bandidos estrangeiros ligados ao PT são considerados "presos políticos" pela mídia, que o PT ainda diz que não lhe é favorável.
Vide os casos dos sequestradores do Abílio Diniz e do Washington Olivetto.
Dá-lhe Brasil, paisinho de quinta.
Por informações da ONU/OEA a Colombia é um pais com graves desrespeito aos direitos humanos. Inclusive há uma condenação explicita quanto a processos judiciais montados, como é o caso do Padre Olivério.
A guerrilha Colombiana, que já foi apoiada entre outros por Sartre, tem mais de 40 anos, é resultado de uma luta do povo colombiano por justiça social.
Lembramos aos que defendem as posturas do atual governo colombiano, unico da america do sul a apoiar a invasão do Iraque, que seu presidente Alvaro Uribe era o numero 82 na lista do pentagono americano de politicos envolvidos com o narcotrafico, Uribe socio de Pablo Escobar, na verdade cometeu um absurdo de montar uma farsa de processo e solicitar ao Brasil que embarca-se nessa.
Certo é que mesmo com o refúgio e a atenção ao caso o Padre corre risco de vida, outros casos já mostraram que o governo colombiano (atual) não respeita o ordenamento jurídico internacional e não respeita a vida e os direitos humanos
Caro Bancário Vianna
Será que as prisões das FARCs onde este "povo" resiste são melhores do que a do resto da Colombia? Será que as pesoas mortas por resistirem as FARCs são submetidas a processos legais e ao direito de ampla defesa?
Deixa disto comnheiro!
Viana, muito pertinente o comentário, parece que todas as notícias envolvendo a luta de movimentos sociais são tendenciosas e preconceituosas. Devíamos compreender o processo histórico envolvido em cada caso antes de sair criminalizando pessoas e grupos a esmo.
Os mesmos que vociferam falaciosamente na defesa dos direitos humanos disparam adjetivações descabidas e procuram desqualificar as lutas das massas. Defendem a dignidade da pessoa humana e a pena de morte ao mesmo tempo. Dizem querer o fim da desigualdade mas taxam o PT e os grupos sociais organizados de criminosos - como se fosse perfeitamente coerente.
Vamos fazer uma pequena exegese do "duplipensar" PeTralha?
Então vamos lá:
"luta" = Ataques à propriedade privada, mesmo que com o uso de expedientes imorais, ilegais ou injustos;
"movimentos sociais" = expressão o mais genérica possível (até para evitar a configuração e, portanto, a responsabilização civil e criminal) e que abarca, desde as FARC na Colômbia que de grupo guerrilheiro virou bando narco-traficante até as ONG´s feminino/abortistas, passando pelo MST, pela "Via Campesina", etc;
"Tendencioso e preconceituoso" = tudo aquilo que não se alinhe ao "pensamento oficial", monolítico, autoritário e progressista (ou "pogreçista", como quiser);
"criminalizar" = cometer o crime de chamar quem é ladrão, de "ladrão"; quem é terrorista, de "terrorista"; o abortista, de "abortista", etc.
"a esmo" = com o objetivo certo de se opor, legitimamente, a ladrões, terroristas, abortistas, mistificadores, etc.;
"vociferar" = falar verdades, mesmo em tom educado e baixinho, que "elles" não gostem;
"falaciosamente" = de modo verdadeiro;
"lutas das massas" (não confundir com eventuais conflitos, na prateleira, entre Petybon e Adria) = categoria imaginária engendrada por "elles", que se julgam a "vanguarda do proletariado" e que busca empreender e estimular: desvios de dinheiro público, financiamento de terroristas (MST e outros), compra de parlamentares, desmandos, imoralidades, atitudes aéticas, prostituição da Democracia para desvirtuá-la, etc. tudo pela "causa" (e pelo seu bolso também, afinal, ninguém é de ferro, certo?!);
"defesa dos direitos humanos" = defesa incondicional de falsos padres, semi-freis, ladrões, terroristas e abortistas, entre outros eleitos por "elles";
"Adjetivações descabidas" = o mesmo que "criminalizar", ou seja, chamar quem é ladrão, de "ladrão"; quem é terrorista, de "terrorista"; o abortista, de "abortista", etc.;
"taxar o PT e os grupos sociais organizados de criminosos" = ser coerente e vcerdadeiro.
Ufa, dá um trabalho!
E antes que eu me esqueça:
Mandem o "terrora" já para a Itália, mas exijam o Cacciola em troca!
Pelo que vejo, a intervenção do procurador da república foi completamente desarrazoada. Não havia motivos legais ou jurídicos a autorizar uma providência levada a cabo sob o exercício funcional. Como órgão do MP não poderia ele jamais interferir na prisão desse padre. É pura advocacia administrativa. Esse sujeito deveria ter sido expulso da instituição, se o corporativismo não fosse tão explícito.
No Brasil não existe esquerda ou direita.Se existisse,políticos que apoiaram a ditadura não estariam nos braços do "esquerdista" lula hoje.
Portanto,falar de direita quando reprova esse grupo de bandoleiros como as Farc é uma falácia.
É uma pena que pessoas de bem,darem suporte a esse grupo terrorista e de bandoleiros comuns.
Esse grupo seqüestrou pessoas por longo tempo,isto é,roubando a vida social e dá incentivo a tráfico,não merece o apoio de ninguém.
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