O projeto de lei da Câmara dos Deputados 122/06 vem instituir no Brasil a legalização da Heterofobia, ou seja, um total vilipêndio aos princípios constitucionais da não discriminação em razão de raça, cor, religião ou credo (artigo 5º da CF/88, IV, VI e VIII), todo aquele que ousar discordar de condutas homossexuais será passível de cadeia. (grifo nosso)
Sim, pasme! Você não terá mais o direito de discordar do cidadão homossexual sob pena de incorrer nas penas previstas pra todo aquele que comete o “crime de homofobia”, geralmente em torno de dois a cinco anos de reclusão.
Sou radicalmente contra as violências cometidas contra os homossexuais e afins, e não sou contra a pessoa em si, acho que todo o ser humano é digno de respeito, porém não posso concordar com tal conduta por simplesmente ter o direito de discordar, não preciso para isso citar todos os princípios morais e religiosos que possuo.
Vou deixar de lado um pouco o meu emaranhado de argumentos Cristãos — Bíblia, Judaicos — Torah e até Muçulmanos — Alcorão, que condenam o homossexualismo e suas práticas, para analisar como recém advogado que sou, em pontos estritamente legais a tal lei, para não falarem que estou falando apenas por ser religioso ou algo do tipo.
Pois bem, o tal projeto de lei tem por escopo incluir no bojo da lei anti-racismo, Lei 7.716, de 5 de janeiro de 1989, instrumentos para punir veementemente, inclusive com pena de reclusão de dois a cinco anos quem ousar discordar dos cidadãos homossexuais, observe como seria a nova redação dos artigos:
“Artigo 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero.(grifo nosso)
Artigo 8º A — Impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público, em virtude das características previstas no art. 1º desta Lei:
Pena: reclusão de dois a cinco anos.
Artigo 8º B — Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs:
Pena: reclusão de dois a cinco anos
Artigo 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero:
Parágrafo 5º O disposto neste artigo envolve a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica.
O parágrafo 3º do artigo 140 do Decreto-Lei 2.848, de 7 de dezembro de 1940 — Código Penal, passa a vigorar com a seguinte redação:
Parágrafo 3º Artigo 140 do Código Penal — Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes à raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo orientação sexual e identidade de gênero, ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência:
Pena: reclusão de um a três anos e multa.”
Preliminarmente há que ser falado que se como os próprios homossexuais dizem, “escolheram” ser assim, não há que se falar em enquadrá-los na lei anti-racismo, pois ninguém escolhe de que raça quer nascer, e ademais, não existe uma terceira espécie humana, assexuada ou homossexual, como bem podem dizer os estudiosos da área, não há ordem cromossômica homossexual, ou seja, o cidadão diz que escolhe ser homossexual.
Logo se é escolha não pode ser raça!!! Raça são os negros, os brancos, os asiáticos, arianos e etc. Muito embora eu adote o posicionamento que exista uma só raça, qual seja, a raça humana, então, pouco importa se a pessoa é negra, branca, amarela, parda e etc. é ser humano e por isso merece respeito e todas as garantias inerentes aos direitos do ser humano. Inclusive a um dos preceitos fundamentais da constituição brasileira que é o da livre manifestação do pensamento, vedado o anonimato, motivo pelo qual assino esse artigo, ciente das possíveis futuras retaliações.
Se está ali na nossa lei maior que é livre a manifestação do pensamento, artigo 5º, inciso IV, CF/88, invoco aqui o meu direito de manifestar o meu pensamento contrário a essa lei estapafúrdia e contrário a conduta homossexual, é um direito que eu tenho de discordar, veja bem, que fique bem claro, não sou contra a pessoa homossexual, e sim contra a conduta e o estilo de vida, apenas para constar, o conceito de identidade de gênero pode ser tão abrangente que até mesmo condutas como de pedofilia podem ser enquadradas nele, motivo pelo qual me aterei apenas a conduta homossexual, a fim de encurtar a missa.
E aproveito para dizer isso antes que, queira Deus não aconteça, seja aprovada essa lei maldita, que atenta contra a Constituição Federal e princípios naturais do ser humano, e com todos os seus termos inconstitucionais e heterofóbicos, nos privando do direito de discordar e de manifestar nosso pensamento contrário às condutas homossexuais.
Observe que se alguém falar contra o homossexualismo, poderá ser preso, então se um pastor, padre ou qualquer outro sacerdote que pregar ou manifestar crença ou convicção religiosa contrárias a tal prática deverá ir pra cadeia, ou seja, mais um ferimento de morte à nossa constituição que assim prescreve em seu artigo 5º, inciso VI:
“é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;”
Como que vocês, nobres senhores legisladores, me deixam escapar por entre os dedos uma aberração legislativa dessa grandeza??
Ninguém pode interferir em nosso estado laico, muito embora o Brasil seja de predominância católica, mas independente disso, a aprovação de tal diploma legal configura mortal ataque a constituição, aos princípios de liberdade religiosa e da livre manifestação do pensamento.
E ainda, nessa ótica invoco mais um preceito constitucional, para arrasar de vez com esse projeto estapafúrdio, imoral e mal feito, e digo mal feito não só no sentido técnico jurídico, mas no sentido de mal feito propositadamente, para que se institua no Brasil uma ditadura Heterofóbica, e que pode desencadear uma perseguição a todos aqueles que discordarem da conduta homossexual.
O artigo 5º da Constituição Federal de 88 no seu inciso VIII, diz que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei.
Ora caro leitor, resta límpido e cristalino, com base em mais esse preceito basilar de nossa república, que jamais poderei ser privado do direito de liberdade de locomoção, vulgo direito de ir e vir, por simplesmente discordar, professar crença ou convicção filosófica contrária a conduta homossexual, não é por isso que irei discriminar a pessoa, pois como já dito antes, ela merece respeito e considerações inerentes ao ser humano, já dizia uma música popular, gay também é gente, e eu concordo até esse ponto, homossexual é gente e tem que ser respeitado como tal, não obstante a isso, ter que concordar com tudo o que ele pratica, e ainda não poder dizer nem expressar nada contra as suas práticas é inconcebível.
Brasileiros e Brasileiras heterossexuais desse país, acredito que ainda sejamos maioria. Convoco-vos, pois, para se manifestarem contra esse projeto de lei, que visa instituir uma ditadura, uma verdadeira inquisição homossexual, onde “Ai daquele que for contra qualquer prática homossexual ou afim” pois será merecedor de queimar na fogueira.
Será instaurada e legalizada a Heterofobia!!! É isso aí, você não terá mais o direito de discordar nem de expressar sua opinião, se você não é gay ou lésbica ou simpatizante, passe a ser se não quiser ir parar atrás das grades.
Espero ter contribuído com meu ponto de vista para que seja feita uma melhor reflexão sobre esse projeto de lei e que o mesmo não seja votado às pressas só para “mostrar serviço” como é praxe de alguns políticos desse país.
Gostaria de discorrer sobre mais pontos importantes desse tema, mas pra um primeiro impacto acho que está de bom tamanho. REFLITA!!!
Jackson Emanuel Oliveira da Silva é advogado

O preconceito contra religião, raça e orientação sexual, no Brasil, é quase que insignificante, se comparada ao preconceito contra investigados ou acusados em processos criminais, principalmente aqueles objeto de espetáculo na mídia. Os rótulos sanguessugas, saúva, anaconda, vampiro, furacão etc. assemelham-se aos números com os quais se marcavam os judeus, durante a segunda grande guerra. É o bastante para, até mesmo juízes, passarem a tratar de forma preconceituosa os acusados e, inclusive, seus defensores, não raro negando a estes o direito de serem recebidos. Como já disse um ministro do STF, passam os juízes a decidir pela capa do processo e não pelo seu conteúdo. Negam-lhes direitos elementares com fundamentos fáticos abstratos, como disfarce da real motivação, que nada mais é que o puro preconceito embutido em suas mentes pela mídia e seus instigadores.
Onde não existe respeito e cidadania, somente com a sanção haverá dignidade.
Por que hoje ninguém ousa fazer graça ou piadinhas sobre negros? Porque se conscientizaram ou por que a pena é pesada e inafiançavel e imprescritível?
Realmente, ess governo está querendo criar a HOMOBRAS, a estatal gay. Leiam esse artigo no site abaixo:http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=2132
Essa forma acintosa e despudorada de propaganda e incentivo às práticas homossexuais no Brasil estão superando tudo o que nossa imaginação poderia conceber.
A partir de defesa de condição ou orientação sexual, milenarmente condenada na história da humanidade, pretende-se chegar à hegemonia da cultura gay, como prática dominante num País que abomina, tem horror a esse tipo de conduta.
Verdade que o incentivo dado pelo Estado brasileiro, que concede verbas generosas para a chamada “Parada Gay”, e o apoio dado pela mídia, que procura tornar o homossexualismo algo desprovido de qualquer malefício ou de anormalidade para a juventude brasileira, que, lamentavelmente, está sendo levada para esse entendimento danoso, criminoso e irresponsável.
O projeto em tela, ao que tudo indica, trata-se de legislação em causa própria, pois o Congresso Brasileiro está tomado por essa fauna furiosa e indesejável, que procura assestar seus desvios morais contra as famílias brasileiras, cerne de todo o arcabouço constitucional.
O Governo do Brasil precisa ser questionado e responsabilizado por essa onda devassa, pois é seu dever, entre muitos outros, de proteger os bons princípios, a saúde física e mental do povo brasileiro, que não merece estar sendo acutilado e ameaçado por indivíduos que adotaram uma cultura provocadora, que atenta contra a decência, a moral e a boa formação da sociedade brasileira.
O tal projeto vai ser questionado sim, caso tenha sucesso no Congresso Nacional, que, não sem razão, é conhecido por “Chiqueiro” nos meios internacionais.
DAGOBERTO LOUREIRO
OAB/ SP N° 20.522
Parabéns colega, o seu artigo é completo e manifesta a opinião da maioria.
Antigamente homossexualismo era criticado; depois passou a ser aceito e, agora, incentivado. VAMOS embora daqui antes que passe a ser obrigatório. Esses viados deviam ser internados. Homossexualismo é DOENÇA e somente saiu do CID após pressões dos grupos homossexuais nos EUA em 1.980. Não importa: continua sendo DOENÇA, transtorno de personalidade.
Tem mais. Se estiver com minha mãe ou filhos e ver em local publico dois viados de beijando eu saio no braço...Dane-se as consequencias. Viadagem se resolve entre quatro paredes...
Eu só quero fazer uma pergunta:
eu poderia pretender o apenamento a homossexual que criticasse comportamento heterossexual?
Onde estaria, se assim eu procedesse, o meu respeito á livre manifestação do pensamento?
Sinceramente, eu penso que todos têm o sagrado direito de uma vida livre e absolutamente democrática em nosso contexto histórico-social, cada um com as opções sexuais que bem entender.
Eu só penso que começar a buscar na lei o retilineamento desta ou daquel'outra conduta, é procurar pêlo em ovo.
Daqui a pouco alguém vai querer o apenamento para quem não responde ao bom dia, a quem não sorria de sua piada, de quem não torça para o seu time, etc. etc.
Ora...
Parabéns ao autor pela coerência. O Estado trata de deturpar o argumento da discriminação para criar a verdadeira discriminação contra o que é natural. O que é mera opção não pode ser imposto e forçado e tem que admitir crítica e refutação. Caso contrário, pretende ser padrão. Engels, no início do marxismo, já articulava que a família natural se ligava ao incentivo à luta de classes. Em cima disso surgiu as paranóias do feminismo-socialista que busca se desvencilhar até da criação dos filhos. Mas é o mercado, pelo alinhamento do Estado com empresas consideradas estratégicas, que está por detrás das campanhas em prol do aborto e do homessexualismo e contra a família e sua moral natural. Investiram pesado sobre o apelo da liberação sexual e disseminaram o sexo como um prazer irresponsável e inconseqüente. E agora não querem o custo das decorrências como a AIDS e as famílias precoces e acidentais que geram custos sociais como exigência de educação e assistência saneadora, creches, suplementação alimentar, médica e psicológica, etc. Ainda há o equivocado e desatualizado maltusianismo e a propaganda pelo consumismo que tem nos homossexuais a personificação do ideal de público-alvo, porque julgam legítimos os seus apelos que, por exemplo, tem a vaidade como impulsão para a compra.
Corrijo: "as paranóias" para "a paranóia"
Adianto que cometerei estes crimes várias vezes e irei para a cadeia com gosto quantas vezes forem necessárias, mas não permitirei que meus filhos convivam com incentivos e frutos de desvio e de deturpação morais manipulados. Acho bom o seu Lula e os governadores investirem na construção de presídios, porque não vou querer permutar minhas penas por nenhum serviço social.
Esta na hora do pessoal fazer leis para o povo do brasil e não para para a plateia mundial.
Nos estamos elegendo legisladores, para a suecia e nao para o brasil
Faço minhas as palavras do VICENTE.
Cidadãos:
qualquer que queira manifestar sua contrariedade em face da PLC 122/2000,
ligue gratuitamente 0800 61 22 11,
Senado Federal, e peça ao Senador do seu Estado da Federação que repila tal projeto.
Passe o número adiante, exerça tua cidadania.
Bom texto do articulista, merece aplausos. Convincente na defesa de seu direito de reagir a uma lei que o oprime e na exposição de sua opção sexual. A lei, absurda, com certeza, oprime não só a ele, mas a todas as pessoas e opiniões.
Não passa de um delírio cor do arco-íris, digamos assim, como é tão do gosto acusatório de certas minorias acerca da opressão que dizem sofrer e que agora querem impor aos outros.
Porém uma pequena frase do mesmo nos leva a pensar seriamente: "Brasileiros e Brasileiras heterossexuais deste país, acredito que ainda sejamos maioria..."
Parece mais um comandante de guarnição conclamando sua tropa à luta com as motivadoras palavras: "Acredito que nossos fuzis ainda funcionem..." enquanto os soldados olham para os lados em franco desânimo.
Se o sujeito fala isso, meditando sobre uma população de 170 milhões de habitantes e expressa premente dúvida no final de sua argumentação quanto a isso...faça como dizem os advogados mais velhos, abandone a causa!
Mas não ponha toda essa gente no armário, como dizem no jargão popular.
Giorgio Armanni
"E aproveito para dizer isso antes que, queira Deus não aconteça, seja aprovada essa lei maldita, que atenta contra a Constituição Federal e princípios naturais do ser humano, e com todos os seus termos inconstitucionais e heterofóbicos, nos privando do direito de discordar e de manifestar nosso pensamento contrário às condutas homossexuais."
isso por que você ia deixar os argumentos "religiosos" de lado?
Creio que há um exagero no texto, o projeto está bem longe de fazer isso que lhe atribui, ele precisa de correções,mas está longe de serem essas.
Argumentos bem fracos...
Por que sou Corinthiano se o Timão só me dá desgosto? Por que prefiro música clássica a rock? Por que prefiro apresentar-me barbeado a ostentar uma longa barba? Por que sou advogado e não engenheiro? Por que sou criminalista e não tributarista?
Estas foram as minhas escolhas. E elas são fruto da minha liberdade de decidir o que quero para a minha vida.
Por que é que a sexualidade de alguém, seja homo ou heterossexualidade, incomoda tanto a algumas pessoas, tanto de um lado quanto de outro?
A resposta é tão simples que temo revelá-la, mas, como o temor não pode deter as palavras de um advogado que se preze, ouso dizer: o que incomoda é o PRAZER SEXUAL de alguém.
E isso é fácil de explicar! A maioria das pessoas, principalmente do gênero masculino, tem sérias complicações na área sexual. Ou são impotentes, ou são ejaculadores precoces, ou são traumatizados, ou não têm interesse por sexo, enfim, a maioria possui algum tipo de problema, maior ou menor, não importa, mas um problema.
Daí, um indivíduo se encontra, se realiza e experimenta o clímax do prazer. Ele pode ser homossexual, heterossexual, bissexual, transgênero, praticante de sexo grupal, exibicionista, vouyerista, coprófago, masoquista, sádico, tanto faz: ele será objeto de crítica.
O que levaria um homem a "sair no braço" por ver dois homens se beijando em público? No que é que isso pode ofender a alguém? Desde quando afetividade ofende?
Há exagero em todos os lados, claro! Os defensores da homossexualidade estão, a meu ver, dando um tiro no pé e atraindo um certo tipo de atenção - e ira - de que eles não precisam.
Tolerância! Eis a palavra chave!
PAULO HENRIQUE MARTINS DE OLIVEIRA
ADVOGADO - OAB/SP-78.747
Parabéns Paulo Henrique M. de Oliveira (Advogado Autônomo)!
Seu comentário, lúcido por natureza, sintetiza toda a questão em uma única palavra: TOLERÂNCIA!!!
E o resto é tergiversar...
Eu só quero fazer uma pergunta:
eu poderia pretender o apenamento a homossexual que criticasse comportamento heterossexual?
Onde estaria, se assim eu procedesse, o meu respeito á livre manifestação do pensamento?
Sinceramente, eu penso que todos têm o sagrado direito de uma vida livre e absolutamente democrática em nosso contexto histórico-social, cada um com as opções sexuais que bem entender.
Eu só penso que começar a buscar na lei o retilineamento desta ou daquel'outra conduta, é procurar pêlo em ovo.
Daqui a pouco alguém vai querer o apenamento para quem não responde ao bom dia, a quem não sorria de sua piada, de quem não torça para o seu time, etc. etc.
Ora...
Concordo, a palavra é TOLERÂNCIA .
Concordo com os colegas. Este projeto de lei, não pode prosperar. Obviamente, nenhuma desculpa justifica a discriminação das pessoas, sejam homo, hetero, bi, o que seja. Mas também não justifica obrigar uma pessoa a gostar do que outra gosta, uma vez que a nossa própria Constituição Federal permite a liberdade de expressão. Este projeto de lei é uma afronta aos direitos individuais do cidadão. Se a pessoa quer ser homo ou hetero isso é problema pessoa e unicamente dela, mas não pode a lei, e diga-se de passagem, bem inconstitucional, apregoar a obrigatoriedade de aceitação a um outro tipo de sexo, sob pena de prisão. Ora, no nosso país, nem um assassino, nem um traficante de drogas vai preso por muito tempo, que dirá agora, a polícia e a justiça se preocuparem com alguém por causa de seu sexo.
O que é isso? Estou me sentido em uma reunião do Ku Klux Klan! Com todo respeito às opiniões, há muito tempo não via tamanha histeria coletiva no CONJUR, do artigo aos comentários; os nobres colegas realmente consideram correto aceitar a discriminação contra os cidadãos com opção homo-afetiva?
Vejo a proposta de lei como um avanço na consolidação dos direitos fundamentais, um resultado natural do amadurecimento dos princípios constitucionais que apontam justamente na direção da sólida preservação da dignidade humana.
Os motivos aqui elencados e a opinião dos senhores, com todo respeito, só consolidam e ampliam minha certeza sobre a necessidade da tipificação da discriminação contra os cidadãos homo-afetivos.
Se a relativização dos ‘princípios morais cristãos’ é boa é ruim, isso é um fruto (positivo ou negativo) que será posteriormente colhido pela sociedade; o que importa em um Estado Democrático de Direito é garantir a liberdade e a dignidade humana.
Fica minha profunda lástima ao cego preconceito de todos os senhores!
A propósito, não sei como ainda perco meu tempo no CONJUR, a cada dia o declínio de suas matérias e artigos é mais acentuado.
Abre o olho REDAÇÃO!
Discordo totalmente do artigo. O projeto de lei não visa a instituir nenhuma ditadura homossexual no Brasil, nem restringe o direito à crítica da homossexualidade: interpretá-lo assim é exagerar-lhe o sentido, atribuindo-lhe um que ele não possui. O projeto reprime a discriminação, não a liberdade de expressão. O artigo é completamente emocional e exagerado. Espero que se aprove o projeto.
Artur, se o projeto visasse o heterossesual, será que a sua opnião seria a mesma? Será que politicamente correto aceitaria?
Concordo plenamente com o artigo!
As pessoas estão se esquecendo dos fundamentos éticos da sociedade, no qual está nas entrelinhas a abordagem do respeito ao próximo.
Como dizem os próprios homossexuais, o que querem é respeito, porém o projeto de lei quer instituir ditadura homossexual no país sim! O que contraria os próprios homossexuais, uma vez que heterossexuais não terão a oportunidade de expressar as próprias opniões acerca de suas atitudes: "Ahh! eu escolhi ser homossexual eu posso fazer isso, se me contrariar irás preso!"
Este artigo parece extraído dos arquivos da Inquisição, na época em que a igreja católica queimava vivos nas fogueiras os canhotos, por serem diferentes. Ku Klux Klan ainda vive!
Tanta coisa importante nesse país não tem a devida atenção e a gente ainda tem que ler umas besteiradas dessas.
O Direito Penal só deve resguardar o que o Direito Civil não é capaz de tutelar. Indenizações na esfera cível são mais do que suficientes nesses casos, lembrando que punições penais por agressões físicas já são previstas, seja contra quem for.
Esse tipo de proposta de alteração é um bom exemplo do que NÂO se deve fazer, sob pena de banalização da legislação Penal.
Sou contra artigos de lei na esfera penal que venham a punir os que são homossexuais ou que não são e não aprovam. Como eu já disse, a legislação civil e penal existentes são suficientes para reprimir excessos de ambas as partes.
Há muita confusão em torno do tema:há quem pense que o projeto de lei visa a impedir a liberdade de crítica da homossexualidade; não é este o intuito dele nem o seu texto. Basta lê-lo. Os comentários que figuram ao texto, padecem, quase todos, do engano de ver noprojeto um meio de repressão à liberdade de expressão, o que não é o caso; é uma interpretação exagerada, muito para além do texto do projeto e que denota fantasia hexegética. Não deve haver discriminação contra os homos. nem contra os heteros., nem contra ninguém. Na nossa sociedade,há, sim,preconceito, escárnio, discriminação, contra os gueis, resultado direto do cristianismo, que, com a sua obsessão anti-sexual, demonizou toda forma de sexualidade diferente da cópula heteros. destinada à procriação. Foi um grande mal do cristianismo e por isto, muita da grita contra o projeto, parte de cristãos que abominam o que a sua religião ensina a abominar.Enquanto a mentalidade for esta, de ódio e não de aceitação, é oportuno e útil que se coíba, por lei, a violência, física ou moral,explícita ou encoberta, que muitos brasileiros de mentalidade atrasada praticam contra o comportamento privado dos outros. E atenção que o horror à homossexualidade, muitas vezes é sintoma de homossexualidade que o indivíduo não aceita em si e repudia nos outros: por isto, quando observo alguém escandalizado demais com a homos., suspeito de que ali há um guei mal resolvido. Geralmente, são pessoas mais velhas, criadas sob um preconceito que as reprimiu por toda a vida.São vítimas daquilo que o projeto quer evitar, para que não sofram os outros, o que sofreram eles.
Ninguém conhece mais o homem que a Igreja Católica. Quem diz isto são os maiores estudiosos de todas as áreas que, apesar de seus esforços individuais, reconhecem que a Igreja sempre está adiante. Sobre sexo, por exemplo. Leia o que a Igreja ensina, com todos os fundamentos, os quais sempre esgota, e se envergonhe. Vc, Arthur, não passa de um filho da fraude e da mentira. Eu conheço sua opinião desde, no mínimo, seis séculos antes de sua existência. E a conheço como pela boca de seus professores. E ela sempre se repete entre várias gerações. Nada de novo e de luminoso. Por misericórdia, darei uma dica a vc: procure adquirir o livro "Lexicon" da Pontifícia Congressão para a Família que, embora da Igreja, contém artigos exclusivamente dos maiores cientistas de todas as áreas envolvidas com as polêmicas atuais. E se envergonhe, porque será o que lhe restará. E agradeça porque acontecerá antes de sua morte.
Adianto-me às ironias: Agradeçamos todos a Deus que permitiu que o joio cresça junto com o trigo para ser cortado só ao final. Para a Igreja ser universal pagamos como preço que, às vezes, apareça contaminada pelo que há de pior, porém, só nela vive e respira o que há de melhor e que não lhe pode ser tirado, em tempo algum.
Cidadãos:
Quem quiser poderá ligar
para 0800 61 22 11
e pedir que o Senador do respectivo estado rejeite a PLC 122/2006.
Saudações.
Paulo Fonseca,adv
antigamente ser gay era ruim.agora é bom.vou embora desse país antes que vire obrigatório.
antigamente ser gay era ruim.agora é bom.vou embora desse país antes que vire obrigatório.
Achei o texto ridículo, até que li os comentários!! Superação total!!
Muita gente incomoda-se menos com o projeto de lei do que com a homossexualidade, em si: são intolerantes, arrogantes, querem que os outros sejam heteros, como eles, não admitem a diversidade sexual, julgam-se o critério e o padrão da sexualidade e da moralidade; não aceitam que os outros possam ser felizes à maneira própria. Houve até um que ameaçou de espancar dois homens se os vir beijando-se na rua, e outro apoiou-o. Alguns invocam o cristianismo que, sendo religião do amor, é o responsável direto pela homofobia, ou seja, pela acepção de pessoas, exatamente o que a esse credo reprova. Alguns homofóbicos são viados que não se assumem; outros, são heteros frustrados, que não suportam a tentativa de felicidade alheia. Até aqui, vi, nos comentários ao artigo, intolerância e ódio, mentalidade que é preciso mudar; enquanto ela não muda, que venha a lei.
Bom, primeiramente quero agradecer a todos que comentam o artigo, independente de sua opinião, o respeito à diversidade de idéias consiste nisso mesmo, esse debate, ainda que inflamado, de opiniões diversas.
Mantenho firmemente meu posicionamento, mas respeito as opiniões contrárias, apenas discordo frontalmente delas.
Abraço a todos, inclusive aos inquisidores heterofóbicos.
Nobres colegas, assim se faz a democracia, com divergência de conceitos, a fim da busca da pacificação.
Porém me entristece profundamente ver um colega publicar um artigo, abstendo-se completamente do Princípio da Igualdade, o qual, por exemplo, é pautada a Lei Maria Da Penha.
Lembra-se nobre Dr.? Tratar os iguais de forma igual e de forma desigual os desiguais? Lembra-se do juramento que V.Sa. fez ao dizer que buscaria a paz e a justiça?
Pois bem, como juristas que somos, embora eu atuante na esfera Federal, devemos nos abster da "ignorância" daqueles que não possuem o conhecimento jurídico e, principalmente, abstermo-nos de dogmas de quaisquer espécies e fazer sim, justiça pura.
Haja visto as recentes decisões dos eminentes ministros do STJ, e cito mais, os nobres colegas principalmente do estado do RS, em prol da busca da dignidade humana e a pacificação social.
Podemos sim, enquanto seres humanos, ainda garantido pro nossa Carta Magna, o direito de opiniões diversas, mas nunca, como juristas, sermos dotados se preconceitos ou quaisquer fatos que nos desvirtuem de nossa função social.
Faço votos que o nobre colega e de tal forma, à todos leitores, contrários ou não à minha opinião, pensem que todos nós queremos ter nossa integridade física ou moral inexoravelmente inatingidas.
Saudações
Sou contra a qualquer forma de discriminação, más como diziam os nosso antepassados: "A pimenta só arde nos olhos dos outros".
Bem, apesar de estarmos numa democracia cheia de direitos graças a Deus, devo dizer que todos têm mesmo o direito a fazer suas opções desde que amparadas na nossa Constituição, porém quero que me mostrem um, só um Heterosexual que gostaria de ter um filho homossexual.
Como disse O sábio Jesus de Nazare, "Quem nunca pecou que atire a primeira pedra", no entanto não podemos esquecer do que ele disse em seguida a sua protegida " Vá e não peques mais". Ora, errar é humano más impor as nossas vontades aos outros não é certo.
Inquisidores heterofóbicos? Hahahahaha que piadinha de mau gosto. Até aqui, vi muitos inquisidores homofóbicos.
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