O juiz Paulo André de França Cordovil, da Vara do Trabalho de Lagoa Vermelha, no Rio Grande do Sul, suspendeu uma audiência porque o trabalhador Lício Campo foi à audiência vestindo uma bermuda. A informação é do portal G1.
Cordovil explicou que tomou a atitude em nome da instituição e do próprio país. “O fórum, um tribunal, são lugares solenes. A pessoa não pode usar trajes de educação física, mas um traje de respeito”, diz o juiz. “Não há qualquer exigência em relação ao estado do traje, mas à forma como a pessoa se apresenta.”
Já Campo disse que se sentiu humilhado com a decisão do juiz. A audiência foi remarcada para o dia 13 de outubro. O juiz considera “lamentável” que o assunto tenha ganhado repercussão. “A atitude é de certo modo pedagógica. Com a crise de moralidade e falta de postura em tantas coisas que acontecem no país, temos de reforçar que o Judiciário merece respeito”, afirma Cordovil.
Segundo o juiz, os advogados sabem das exigências e recomendam aos clientes para usarem trajes mais formais. Ele afirma que Campo nem chegou a entrar na sala de audiências, apenas seu advogado, que não protestou contra a medida. “Ninguém foi humilhado e todos são tratados com respeito. Mas eu tenho de zelar pela instituição e pelo Poder Judiciário.”
Para o juiz, é improvável que Campo não tenha calças compridas, já que o Rio Grande do Sul é um estado que tem invernos rigorosos. Em casos de emergência, quando alguma testemunha é levada às pressas para o fórum, ou em estados quentes do Nordeste do país, onde é comum pessoas não usarem calças, Cordovil reconhece que poderia aceitar a situação. Mas não foi o caso.
Cena anterior
Em junho, o juiz Bento Luiz de Azambuja Moreira, da 3ª Vara do Trabalho de Cascavel (PR), decidiu cancelar uma audiência porque uma das partes calçava chinelos. Para ele, “o calçado é incompatível com a dignidade do Poder Judiciário”.
O trabalhador Joanir Pereira ajuizou ação trabalhista contra a empresa Madeiras J. Bresolin. A primeira audiência, no entanto, não foi feita porque o ex-funcionário estava com calçado impróprio para o ambiente, de acordo com o juiz.
A atitude do juiz foi repudiada pelo presidente da Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho), Cláudio Montesso. A OAB do Paraná também se posicionou contra a atitude.
Moreira pediu desculpas formais ao trabalhador durante a nova audiência e levou um par de sapatos para presenteá-lo. O trabalhador não aceitou e preferiu permanecer com os calçados emprestados do sogro, dois números a menos do que ele usa.

Está correto o juiz que exige vestimenta basica para quem comparece a audiencia. Eu nunca vi ninguem ( por mais pobre que seja) casar ( na igreja) de bermeduas ou de chinelos! Eu nunca presenciei ninguem ter acesso ao Congresso nacional, de bermudas !
Também acho que está correto, os argumentos do juiz são suficientes. Do contrário, logo haverá gente de camiseta, shorts, descalça...
O Advogado, se não orientou seu cliente, foi incauto.
O cliente, por sua vez, não pode ser tão ignorante a ponto de não saber que no fórum não é praia, não é campo de futebol.
Na minha modesta leitura, acho sim que o cliente falto com o respeito, já que ele dever saber que no Fórum ele está procurando por uma coisa muito importante, Justiça, o que, por si só, já soleniza sua permanência.
Uma calça comprida e uma camisa abotoada até o penúltimo botão pelo menos, cai bem sim.
Será que o cidadão entraria na igreja, no casamento de uma filha ou de um parente qualquer, de bermuda.
Faltou-lhe bom sendo, e até mesmo respeito.
O Juiz está certo.
Daqui um pouco as pessoas irão em trajes de banho às audiências e ai do juiz se falar alguma coisa...
Pois bem, apenas como argumento (não de opinião), caso o advogado esteja devidamente trajado, porém sem gravata poderá realzar audiência/?
Caro Glauco :
Sou Advogado há 32 anos. Sei que não é muito, mas vi várias coisas e vivi algumas delas.
Vi, ao longo desse tempo todo, que os Advogados, além das vestes talares próprias de seu grau, usam , no dia a dia, paletó a gravata, até porque não sabe onde precisará ir quando chamado a defender os direitos de alguém (delegacia, fórum, tribunal, igreja, etc. etc.). Ademais, em audiências, o Juiz normalmente estará de paletó e gravata, o colega ex-adverso idem, etc. etc.. Assim, porque fazer graça e ir sem gravata? Só para ser diferente? Só para aparecer?
Aliás, uma dica: o cliente adora ver o seu Advogado parecendo Advogado, isto é, bem trajado, de paletó e gravata.
Engraçado que as pessoas vão em casamento de paletó e gravata, às vezes de smoking. Vão a bailes trajados da forma determinada pelo convite. Idem em quaisquer outras festas ou atividades.
Porque não ir (o Advogado pelo menos) de paletó e gravata no Fórum, se este é o costume e o ambiente e o momento assim o autorizam?
A mulher de Cesar já dizia: "não basta ser, tem que parecer ser".
O Advogado que estiver de manga de camisa em audiência, se não for conhecido, estará sujeito a ser confundido, pelo menos inicialmente.
É evidente que também de nada adiante o sujeito usar paletó e gravata e ser uma toupeira, nada saber de Direito.
Enfim, eu, da minha parte, vou continuar usando paletó e gravata, porém sem preconceitos; não vou deixar de respeitar o meu colega se ele estiver trajado diferentemente, lógico.
Senhoras e Senhores,
Culto magistrado,
Cidadão do Brasil e doutos causídicos,
Saudações!
Parabéns às atitudes e decisões dos magistrados, tanto no caso da Vara do Trabalho de Lagoa Vermelha, no Rio Grande do Sul, que suspendeu uma audiência porque o trabalhador Lício Campo foi à audiência vestindo uma bermuda, como no da 3ª Vara do Trabalho de Cascavel (PR), que decidiu cancelar a audiência porque uma das partes calçava chinelos.
Ora, a matéria é bem sucinta, não gerou impactos maiores na opinião dos leitores em geral, mas, chama a atenção, um fato no mínimo curioso, os advogados em ambos os casos deveriam pelo dever de urbanidade para com os anais do Poder Judiciário, terem orientado seus clientes, faltou bom senso e raciocínio lógico de ambos os profissionais, que não vigiaram pela boa conduta disciplinar e ética, que se deve adotar nos recintos dos Tribunais e nas ocasiões em que se deve atentar pela vestimenta formal dos cidadãos, não seria vago à OAB, ao entregar a carteira da Ordem aos advogados, repassar uma cartilha com os métodos de postura que advogados iniciantes ou não em certos casos, devam ter, como; orientações, condutas, dúvidas e no sentido de educação, até mesmo para que possam orientar seus clientes, e evitar que situações vexatórias como estas ocorram, por que, o atingido aí, indubitavelmente é o advogado, o seu cliente apenas, suporta a delonga das decisões acerca de seus direitos, com a celeridade da ação processual, todos os comentários até aqui externaram unanimidade em suas opiniões, e pactuo com tais, só acresça – se que a falta de bom senso maior, foi dos causídicos, os magistrados agiram bem, perfeitos em seus procedimentos, acredito até que a postura do juiz Bento Luiz de Azambuja Moreira, da 3ª Vara do Trabalho de Cascavel (PR), de presentear o trabalhador com um par de sapatos, foi um gesto de humilde e digna de reconhecimento de sua equidade, frente a realidade social do lugar, mas, o trabalhador não foi humilde, em não aceitar. Era o que tinha a comentar.
Selmo santos.
As manifestações em favor da atidude de um reclamante que comparece ao Tribunal vestido ou com calçados inadequados, vão de encontro ao formalismo que deve existir em certas ocasiões na sociedade. Certíssimo o juiz que supendeu a audiência. As pessoas devem entender que liberdade e direitos não se confunde com libertinagem, escolhas próprias, sem se observar certas regras, mesmo as de costume. Ir a um Tribunal vestindo apenas bermudas merece sim uma reprimenda. Quanto ao trabalhador que recusou um par de sapatos do juiz, e afirmou estar usando um emprestado pelo sogro e dois números abaixos do seu, com certeza está tentando se passar por coitadinho. Não tem um par de sapatos, mas sabe exatamente o seu número. De duas uma: ou gasta sapatos demais, ou estaria mentindo.
Ah, se a dignidade, a probidade, o pudor, a sindérese, dependesse da roupa! Hoje, para quem se dispuser a observar, um cidadão de bermudas, hipossuficiente, buscando a jurissatisfação do Estado, íntegro, portanto - até no sentido de inocente -, está acima de quaisquer solenidades. Ademais, as solenidades iludem a realidade. Vide a mudança da Guarda, em Londres... Para quê, senão para sedimentar no inconsciente coletivo a idéia de que a dominação e a exploração perduram?! Ledo engano!
O Magistrado Cordovil deve estar rezando a cartilha daquele nobre Deputado Clodovil para se incomodar tanto com a bermuda do reclamante, além do que, se fosse caráter pedagógico, deveria realizar a inicial, receber a impugnação, tentar a conciliação e caso havendo instrução, orientá-lo então para a forma de se vestir.
Notem que o Magistrado registrou que em uma região de temperaturas frias as pessoas podem não ter um par de sapatos, mas todo mundo tem pelo menos uma calça comprida (ainda que velha).
O erro foi do Ilustre colega que patrocinava a causa e que tinha o dever de orientar seu cliente (que, aliás, não deveria nem ter sido admitido ingressar no prédio).
A visão do advogado difere da visão do jornalista. Não buscamos o escândalo, mas o consenso.
Se queria ser justo sem deixar de ser rigoroso, o Magistrado poderia ter realizado a audiência e, em ata, orientado a parte de como deveria se apresentar nas próximas sessões, advertindo-o, juntamente com o advogado, dos riscos e prejuízos de adiamentos futuros.
esse brasil... em dias de de absolvição de políticos, usar bermuda adia audiência.
Rio, 15/09/07
Pro Juiz Cordovil, faço fiu, fiu!
Faço "a mode de que", deu uma de Clodovil!
Em País de gente pobre, indigente,
Demanda de calça, sapatos e tils,
Dizendo "faltá" respeito "ô" Tribunal,
É desrespeito, falta de "dinidade",
À humana dignidade, à pobreza do Cidadão!
À Juizes desse jaez, que os mande o CNJ,
Andar, vagar, caminhar, por este Brasil afora,
Catando pulga pequenas,em pena de sabiás!
Pedro José Alves, Advogado.
O quê me chama a atenção na notícia são as filigranas tecidas pelo Ilustre Magistrado da Justiça Social Trabalhista, num País onde a concentração de renda, de 45% (quarenta e cinco por cento) (dados recentes do IBGE) se concentra nas mãos de 10% (dez por cento), nos seguintes termos: "Com a crise de moralidade e falta de postura em tantas coisas que acontecem no país, temos de reforçar que o Judiciário merece respeito", afirma Cordovil. Dêem uma "olhada" no site da ANAMATRA e AMATRAS, bem como, no da AMB e ANMPT, para verem onde se aloca a CRISE MORAL! Vantagens coletivas de Montadoras, Bancos (até o BB e CEF!), Hotéis, Editoras, Cursos, Agências de Viagens, Academias, etc. etc. etc. Realmente, uma "bermuda", usada por trabalhador que "incautamente" se faz no Forum da Justiça Social que é a trabalhista FAZ GRANDE DIFERNÇA!!! Estão montando o maior Sindicato de Juízes do Mundo! Naturalmente com "doações" indiretas. Basta comprar um Toyota de preço médio e os Juizes e Procuradores do Trabalho pagam suas mensalidades sociais ANUAIS ÀS ASSOCIAÇÕES DOS MESMOS! Não existe na CRFB previsão de quê o aplicador do Direito pode transformar tais associações em instrumentos de "protestos políticos", reivindicações e "lobby", na defesa de seus interesses! Se impõe que apliquem o quê previsto nas normas, e tão somente! Já vi Juiz fazer audiência de Beca sobre roupas comuns! Porque não criar uma "beca" para o leigo? Supriria tais situações,e, aí sim, mostraria-se, ao cidadão comum (pobre de renda!) o respeito devido à Instituição Judiciária Trabalhista. Fazer missa com o santo de outro, ainda mais do Poder, é locupletar-se da própria torpeza e mesquinhez! Poderia evitar o vexame público na audiência, Gabinete é para isso!
Rio, 15/09/07
Pois é, depois da crítica ao Juiz,
Em vista do País que somos e vivemos,
Não posso deixar de marcar,
O espanto que me causou,
Ver tanta gente dita Ilustre
Reagir em demanda de trajes,
Que o Povo sofrido e pobre,
Maior das vezes não tem.
Faltar ao respeito a um Tribunal,
Faltar ao respeito a um Magistrado,
É, antes, de quem tal trajes exige,
Faltar ao respeito ao Cidadão,
Ferir à HUMANA DIGNIDADE,
Em vista de que NÃO É do traje
Qualquer que seja,
Que impõe um Cidadão, seja ou não ilustrado,
A outro Cidadão o respeito de que tanto carece sentir!
Pedro José Alves, Advogado.
Nada mais me surpreende, quando vindo de juízes que deveriam primar pelo social, pela justiça e pela imparcialidade em seu julgar. Ao contrário. O que vemos diuturnamente, são cidadãos que por serem juízes, se julgarem superiores ao próprio Deus. Se postando num pedestal como se fossem inatingíveis, Deus de si mesmos, inacessíveis e inabordáveis, olhando por cima cidadãos que lhe são iguais.
Contra isso, colegas, é que temos que nos rebelar e lutar, para que mude essa absurda situação arcaica. O ser juiz é uma profissão como qualquer outra: meros mortais.
O que são juízes? Nada mais são do que advogados investidos nesse múnus. São pessoas comuns como todos os demais seres humanos. Muitos destes juízes, nunca chegaram a advogar e, portanto, longe de respeitar o advogado que tem como um sacerdócio a sua profissão.
A única diferença existente entre juízes e advogados, é que ele (juiz) exerce a função jurisdicional do Estado, sentenciando. E, não raro, alguns cometem erros grosseiros, mas por vaidade pessoal, são incapazes de reconhecer este fato, modificando o seu entendimento. Como um "Deus" vai reconhecer um erro? Perceberam?
Tantos absurdos. Sem falar nas afrontas às nossas prerrogativas. Para se ter uma tênue idéia, uma Juíza da 5ª vara da Fazenda Pública, em Porto Alegre-RS, se julgou no direito, por ter esta advogada ido ao gabinete da Direção do Foro Central, em lançar uma absurda e incompreensível "merecida REPROVABILIDADE" - SIC. Contra este ato prepotente e descabido, está a profissional de direito requerendo à OAB/RS, um DESAGRAVO URGENTE!
Olá, Dr. Pedro José Alves, de nosso Grupo Advogados do Brasil. Gostei das frases poéticas: “Catando pulgas pequenas, em pena de sabiás!” Saudações.
Olinda Fagundes de Paula, Advogada/RS
Só podia ser da justiça de mussolini, na terra do getulinho suicida.
Mulher pode mostrar as pernas. De homem o juizinho não gosta. E fim! É mesmo o fim.
Hei, Vandé, onde estás? Vem, vamos embora que esperar não é saber.
Nada, mas nada mesmo na Justiça do Trabalho me supreende (como diz aquela historia da....de nene e da cabeça de juiz...), pois se é para manter o Judiciário com dignidade e respeito, coisa que aprovo, porque certos processos dormem nas mesas de juizes por mais de um ano a espera de uma manifestação? Porque em processos muitas vezes é deixado a reclamada acabar com o patrimonio para que o juiz tome uma atitudo? Falo por experiencia, pois tenho uma processo dormindo na mesa do magsistrado eos antogos emregadores vivendo na melhor.....
Aí o jurisdicionado exagerou.
Sempre repito aos alunos : duas coisas que as pessoas devem ter no Poder Judiciário : postura e compostura. Isto inclui os Advogados, claro.
acdinamarco@aasp.org.br
Aliás, permitam-me comunicar a todos meu novo endereço : Alameda Joaquim Eugênio de Lima, 696, cj. 34, fone/fax : 3294-1935 e 9987-7450. Obrigado.
acdinamarco@aasp.org.br
......................
A herança da nossa origem européia, enfim, encontra-se com a realidade de um país pobre, quente e em fase de construção, social, política e moral. Devemos ter em mente que, muitos de nós somos submetidos a um verdadeiro banho turco quando em audiências somos obrigados, em nome de uma pseudo dignidade e respeito ao judiciário, que deveria ser reconhecido por um trabalho eficiente e em pról do desenvolvimento social e humano, e, aí com certeza teriamos além respeito ao judiciário, orgulho por atitudes dignas de um órgão, composto por magistrados sérios e independentes, como jamais deveria ter deixado de sê-lo.
continuação: Somos obrigados, por força de Lei, a usar roupas totalmente inadequadas ao nosso clima e a estrutura dos prédios onde se localizam os Foruns, trabalhistas, civeis, criminais, bem como, todos os de atendimento público.
Eis a hipocrisia do ser humano!!!
Senhores advogados, juizes e outros.
Criaram belíssimos trajes para frequentar tribunais (ternos, togas etc.) simplesmestente para demonstrar não o só o poder mas sim a sua ARROGÂNCIA.
De que valem esses belíssimos trajes se a moral para julgar não está presente?
Pergunto aos defensores destes belos trajes: se voces se envolverem em um acidente e o médico não estiver vestindo seu traje "branco" voces recusarão o atendimento?
Cansada de ouvir esses atos de pessoas que tem por obrigação não fazê-los...o Juiz da mais importância a ROUPA do que a um Princípio Constitucional (Celeridade Processual). Seria FUTILIDADE ou simplesmente VONTADE DE SAIR MAIS CEDO PRA IR AO CLUBE DE BERMUDA!
Creio que nem tudo deve ser irredutivel, termos que agir como as ondas, vai e vem, no entanto seria desagradavel uma audiencia feita com bermeudas, afinal estamos no Palácio da Justiça, se o respeito não existir, veremos, no futuro, sras de biquines e homens de tanga o que sria lamentavel. O respeito é bom junto as instituições.
FERNANDO MAFFEI DARDIS
ADV. CRIMINAL.
Na minha opinião o que atenta contra a dignidade do poder judiciário é a sua ineficiência, a sua lentidão, e os casos de juízes corruptos que são punidos (quando são) com aposentadorias gordas.
Olá, todos vocês.
Quando ocorreu o "caso do chinelo" eu repudiei a atitude do Magistrado, pois ficara evidenciado que o rapaz não tinha outro calçado. Todavia, concordo com o Juiz, neste caso, pois é improvável que o cidadão não tenha calça. Os Advogados devem usar gravata e paletó, como os juízes (alguns, toga) e as partes, roupas adequadas.
Deveria ser extinta a reclamatória e condenado o reclamante na pena da litigância de má fé.
Concordo com o Sr. Daniel, sem comentários!!!
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