O ministro Eros Grau, do Supremo Tribunal Federal, relançou seu livro Triângulo no Ponto, na Faap (Fundação Armando Álvares Penteado), em uma noite de autógrafos. Mesmo dia em que o jornal Folha de S.Paulo publicou entrevista enfática de Joaquim Barbosa, ministro do Supremo.
Para explicar tantas fricções com colegas e com advogados, Barbosa disse ao jornalista Frederico Vasconcellos que se enganaram os que pensavam que o Supremo iria ter um negro submisso e subserviente. Segundo ele, todos os seus desentendimentos com colegas foram por causa da defesa que faz dos princípios caros à sociedade, como o combate à corrupção no Judiciário. E atacou com mais vigor seus colegas e “certas elites”, ou seja, alguns advogados, que monopolizariam a agenda do Supremo com pedidos como o de preferência no julgamento de seus processos.
O ministro Eros Grau não quis comentar os disparos feitos pelo colega do Supremo. Muitos advogados que estiveram no relançamento de seu livro também preferiram silenciar sobre a entrevista de Joaquim Barbosa. Um deles, aliás, apenas exibiu um livro que trazia — o A Arte de Calar, do francês Abade Dinouart.
O advogado Celso Mori, sócio do escritório Pinheiro Neto, foi um dos poucos que comentou o assunto. Ele disse que concorda “com a essência” das declarações de Joaquim Barbosa. Entende que é legítimo o combate à corrupção, mas que talvez tenha havido um exagero. “No Judiciário a corrupção é exceção.”
Segundo Mori, de fato, é maior a demanda por grandes casos no Supremo. No entanto, cada ministro tem a sua própria agenda. O advogado conta que só pede preferência se houver urgência ou quando o processo está parado há anos. Mori se mostrou preocupado com a imagem do Supremo diante das recentes brigas entre ministros. “O Direito serve para harmonizar. Os conflitos devem ser de opiniões, não entre pessoas.”
Manuel Alceu Affonso Ferreira, advogado e ex-secretário de Justiça de São Paulo, também entende que não há abusos por parte dos advogados, como fez parecer o ministro Joaquim Barbosa. Ele lamentou as declarações do ministro em relação aos advogados. E usou uma frase dita pelo presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, para comentar a corrupção: “Não é porque você concede um Habeas Corpus que você é corrupto”. O criminalista Paulo José da Costa Jr., esquivou-se com um “sem comentários” mas, provocado, reagiu, dizendo que JB “não tem nada a ensinar”.
A obra
Há 36 anos nasceu no ministro Eros Grau a vontade de escrever o romance Triângulo no Ponto. Amor, medo e coragem são alguns dos sentimentos vividos pelos personagens Rogério, Xavier e Costa no auge da ditadura militar e que, confessa o ministro, refletem um pouco do que viveu à época. “Foi uma forma de fugir da escrita jurídica e uma maneira de limpar a alma”, disse Eros Grau sobre o livro. O romance, para ele, é “sensual” e não erótico como a crítica o fez acreditar.
Na obra, Rogério é um intelectual boêmio e idealista como descreve a Editora Nova Fronteira. Xavier é um carreirista que abriu mão de tudo – crenças, valores e amores – em prol da ascensão no trabalho. E Costa é um bonachão que enfrentou o mundo levando vantagem, conseguindo as coisas com jogo de cintura, o típico jeitinho brasileiro.
O ministro percorre 20 anos da história do Brasil, que passava por transformações sociais, políticas e econômicas.

O Min. Joaquim Barbosa é o único que tem coragem de enfrentar os advogados criminalistas que transformaram o STF em uma verdadeira "casa da sogra". Por estar atrapalhando a "festinha", está sendo bombardeado, inclusive pelo Conjur...
" ... foi um dos poucos que COMENTOU ...".
Quer coisa horrorosa, CONJUR!
Será que os seus redatores não conhecem o mínimo necessário da Língua Portugesa?
"... foi um dos poucos que COMENTARAM...", ó raios!
DOS QUE COMENTARAM, ele foi um ...
Erro muito primário para ser repetido aqui.
Quanto às brigas dos ministros, em razão de assuntos do cotidiano deles, lamentável.
" ... foi um dos poucos que COMENTOU ...".
Quer coisa horrorosa, CONJUR!
Será que os seus redatores não conhecem o mínimo necessário da Língua Portugesa?
"... foi um dos poucos que COMENTARAM...", ó raios!
DOS QUE COMENTARAM, ele foi um ...
Erro muito primário para ser repetido aqui.
Quanto às brigas dos ministros, em razão de assuntos do cotidiano deles, lamentável.
" ... foi um dos poucos que COMENTOU ...".
Quer coisa horrorosa, CONJUR!
Será que os seus redatores não conhecem o mínimo necessário da Língua Portugesa?
"... foi um dos poucos que COMENTARAM...", ó raios!
DOS QUE COMENTARAM, ele foi um ...
Erro muito primário para ser repetido aqui.
Quanto às brigas dos ministros, em razão de assuntos do cotidiano deles, lamentável.
" ... foi um dos poucos que COMENTOU ...".
Quer coisa horrorosa, CONJUR!
Será que os seus redatores não conhecem o mínimo necessário da Língua Portugesa?
"... foi um dos poucos que COMENTARAM...", ó raios!
DOS QUE COMENTARAM, ele foi um ...
Erro muito primário para ser repetido aqui.
Quanto às brigas dos ministros, em razão de assuntos do cotidiano deles, lamentável.
" ... foi um dos poucos que COMENTOU ...".
Quer coisa horrorosa, CONJUR!
Será que os seus redatores não conhecem o mínimo necessário da Língua Portugesa?
"... foi um dos poucos que COMENTARAM...", ó raios!
DOS QUE COMENTARAM, ele foi um ...
Erro muito primário para ser repetido aqui.
Quanto às brigas dos ministros, em razão de assuntos do cotidiano deles, lamentável.
" ... foi um dos poucos que COMENTOU ...".
Quer coisa horrorosa, CONJUR!
Será que os seus redatores não conhecem o mínimo necessário da Língua Portugesa?
"... foi um dos poucos que COMENTARAM...", ó raios!
DOS QUE COMENTARAM, ele foi um ...
Erro muito primário para ser repetido aqui.
Quanto às brigas dos ministros, em razão de assuntos do cotidiano deles, lamentável.
" ... foi um dos poucos que COMENTOU ...".
Quer coisa horrorosa, CONJUR!
Será que os seus redatores não conhecem o mínimo necessário da Língua Portugesa?
"... foi um dos poucos que COMENTARAM...", ó raios!
DOS QUE COMENTARAM, ele foi um ...
Erro muito primário para ser repetido aqui.
Quanto às brigas dos ministros, em razão de assuntos do cotidiano deles, lamentável.
" ... foi um dos poucos que COMENTOU ...".
Quer coisa horrorosa, CONJUR!
Será que os seus redatores não conhecem o mínimo necessário da Língua Portugesa?
"... foi um dos poucos que COMENTARAM...", ó raios!
DOS QUE COMENTARAM, ele foi um ...
Erro muito primário para ser repetido aqui.
Quanto às brigas dos ministros, em razão de assuntos do cotidiano deles, lamentável.
Joaquim Barbosa quer aparentar ser o paladino da Justiça, mas não o é. As declarações dele comprovam isto porque trazer à tona questões relativas a sua cor para desqualificar adversários é golpe baixo. Em momento algum quaisquer das discussões que participou, trataram de preconceito. Se há alguém preconceituoso no STF, este é JB. JB se utilizou de um fator social ainda existente no País para se passar por vítima. É uma vergonha p'raquela Casa. JB apenas demonstra mais uma vez que lá não se encontra por méritos próprios, e sim por ser negro e porque Lula queria ser o primeiro Presidente brasileiro a nomear um negro para o STF assim como FHC quis quando nomeou Ellen Gracie, a primeira mulher Ministra daquela Corte. É uma pena, mais um representante desta etnia maravilhosa, que permite que velhos problemas interfiram no caminho o qual está a seguir. JB assim como a ex-ministra da Integração Racial Matilde Ribeiro estão sendo péssimos representantes da cultura negra neste País. Aguardemos o próximo representante, agora no STJ, Ex. Min. Benedito Gonçalves, para ver se este honrará seu povo, em vez de desmoralizá-lo com atos vergonhosos e dignos de reprimendas. Ainda assim, parabéns para toda a Comunidade Negra desta Nação brasileira por cada vez mais tomar seu lugar nos círculos de decisões. É assim que a luta contra o preconceito e a discriminação será vencida, pela lei e pela verdade.
Este pseudo ministro de tês mais escura não passa de um racista incompetente, complexado e que deixa sérias dúvidas sobre sua competência, principalmente após a veiculação pela mídia que sua atuação como Relator em caso de repercução nacional, no quel sua atuação foi muito elogiada,teve total participação de uma Juiza ou Desembargadora do Rio Grande do Sul. Pena que a raça negra esteja tão mal representada no S.T.F.
O que o Sr. Ministro Joaquim Barbosa, tão zeloso pela moralidade deveria fazer é demitir-se do cargo que ocupa, legal mas não moral, assim como os demais, deveriam ser ocupados por magistrados de carreira mais o quinto constitucional, como são as outras cortes superiores.
Isso mostra não estar a altura de exercer o papel de ministro da mais alta corte. Essas briguinhas e rusgas estão mais para meninos de colégio. Sua campanha deveria se voltar para a alteração do sistema de composiçao do STF., e acelerar as decisões que se avolumam em pilhas há anos sem solução definitiva. Veremos o que vai acontecer com a Súmula 4 que está emperrando o curso do direito dos jurisdicionados, deixando-os no vacuo legal. A confusão gerada pela Sumula esta deixando, Tribunais, Juizes e Advogados sem saber que rumo tomar. Suspendam a briga e decidam!!! Não brinquem com a população.
O Min. Joaquim Barbosa xingou o Min. eros Grau de "velho caquético". Se formos ao Estatuto do Idoso - Lei 10.7451/2003, em seu art. 96, § 1º, encontraremos tipicidade para o ato. A Ação penal, no caso, é pública. Será ?
Você precisa estar logado para enviar um comentário.
Fazer login