Para ativista, guerra só acaba com criação da Palestina

O Hamas é um grupo de resistência que existe porque os palestinos não têm governo, armas, segurança e direitos. Por isso, o histórico conflito com Israel somente acabará quando o povo palestino conseguir o reconhecimento legal de seu Estado. É o que pensa o analista político Husam Bajis, diretor-executivo do Comitê Brasileiro de Interesse Nacional Palestino. “A Faixa de Gaza não tem nenhuma autonomia jurídica e social. Só um governo de unidade dará dignidade a todos os palestinos”, afirma o palestino que mora nos Estados Unidos.

Segundo Bajis, o grupo que comanda a Faixa da Gaza não pratica terrorismo. “Por não ter um governo e um exército, os palestinos não têm proteção. Antes jogavam pedras, agora o Hamas solta foguetes como resistência. É única forma de se defender de Israel”, diz. Para ele, Israel tenta colonizar os territórios palestinos, violando o artigo 49 da 4ª Convenção de Genebra, que proíbe a anexação de territórios por força.

Ele argumenta que o baixo número de israelenses mortos com os foguetes mostra que os atos do Hamas não são terroristas, mas uma atitude de oposição. Dados da ONG Israel Project revelam que, desde 2003, mais de 10 mil foguetes foram lançados no sul de Israel, causado a morte de 28 pessoas.

O analista diz que Israel comete crime de guerra na atual ofensiva, que dura 13 dias e já matou mais de 700 palestinos e 10 israelenses. “Como um país pode atacar um povo que nem exército tem? Isso é um crime de guerra”, afirma. Segundo Bajis, para Israel é interessante mostrar o Hamas como um grupo terrorista para os outros países, já que assim pode justificar seus ataques.

Bajis diz defender a paz. “É preciso um acordo para parar a guerra. Quem está sofrendo com essa situação são mulheres e crianças, que não têm poder para falar.” O analista entende que não adianta acabar com o Hamas. “Se Hamas é eliminado, aparece outro grupo”, avalia. Bajis defende a unidade dos palestinos. “O mundo vai defender a Palestina apenas quando os palestinos demonstrarem união”, conta.

Para o analista, Barack Obama, que assume a Presidência dos Estados Unidos este mês, não ajudará a mudar a situação. “Eles têm muitos problemas na economia. Não vão fazer coisas diferentes”, explica.

Bajis acredita que o Brasil pode ter papel de destaque neste conflito, lembrando que o país defende tanto a legalidade da Organização para Libertação da Palestina quanto da Autoridade Nacional Palestina. Por isso, o comitê que dirige defende a entrada do país no Conselho de Segurança da ONU. “O Brasil é um exemplo de país onde a convivência entre árabes e judeus é pacífica”, afirma o palestino.

Daniel Roncaglia

é repórter da revista Consultor Jurídico.

Armando do Prado disse:
08 de janeiro de 2009 às 21:10

Ao contrário do advogado judeu que o Conjur apresentou artigo (?), o analista político de origem palestino é sensato e mostra o óbvio, ou seja, o Hamas foi eleito pelo povo palestino, mas é uma ficção na falta do Estado Palestino. E mais, após 10.000 (dez mil) foguetes lançados sob o sul do Estado terrorista de Israel, apenas 28 judeus morreram. Por outro lado, em pouco mais de uma semana o Estado sionista matou mais de 700 pessoas, sendo mais de 200 crianças.

Quem é terrorista?
Quem ocupa quem?
Quem imita os nazis?
Quem pratica genocídio?

É a "banalidade do mal", de certo aprendida com os "mestres" Himmler, Goering, Goebbels et caterva.

Armando do Prado disse:
08 de janeiro de 2009 às 21:25

"O Hamas perdeu militarmente, mas venceu politicamente". Tal como no Líbano em 2006.

A ironia é que os judeus foram derrotados física e militarmente na 2ª Guerra, mas venceram politicamente em 1.948 com a criação do Estado de Israel. Desde então, cometem o mesmo erro dos nazistas.

Armando do Prado disse:
08 de janeiro de 2009 às 21:27

ORIGENS DO TERRORISMO NO MÉDIO ORIENTE
Quem começou o terrorismo no conflito árabe-israelense?
Bombas em cafés: utilizadas pelos sionistas pela primeira vez na Palestina em 17/Março/1937, em Jaffa.
Bombas em autocarros: utilizadas primeiro pelos sionistas em 20/Agosto e 26/Setembro/1937.
Bombas em mercados: utilizadas primeiro pelos sionistas em 06/Julho/1938, em Haifa.
Bombas em hoteis: utilizadas primeiro pelos sionistas em 22/Julho/1946, em Jerusalém.
Bombas em embaixadas estrangeiras: utilizadas primeiro pelos sionistas em 01/Outubro/1946, em Roma (contra britânicos).
Minagem de ambulâncias: utilizadas primeiro pelos sionistas em 31/Outubro/1946, em Petah Tikvah.
Cartas bomba: utilizadas primeiro pelos sionistas em Junho/1947 contra alvos britânicos no Reino Unido.
Para documentação, consulte-se The Arab Women's Information Committee e The Institute for Palestine Studies, Who Are the Terrorists? Aspects of Zionist and Israeli Terrorism, (Beirut: Institute for Palestine Studies, 1972).

Jaderbal disse:
08 de janeiro de 2009 às 21:56

O governo nazista tinha uma estrutura sistematizada de extermínio que:

1) capturava indivíduos de determinada etnia;

2) os identificava e os catalogava visando separá-los em dois grupos distintos: os que iam morrer primeiro e os que iam trabalhar em prol do sistema até que, por qualquer motivo, morresse ou passasse a integrar o primeiro grupo.

3) improvisava locais de segregação provisória da etnia visada (guetos);

4) possuía uma sofisticada rede de transporte dos membros da etnia visada aos campos de extermínio, o que incluía locomotivas com capacidade de transporte de milhares de indivíduos por viagens;

5) possuía vários campos de extermínio, que funcionavam em ritmo industrial, o que incluía métodos de execução em massa, principalmente a câmara de gás;

6) possuía um eficiente método de solução do problema do resíduo da matança, que contava com o transporte de corpos pelos próprios membros do grupo étnico visado e o enterramento coletivo por remoção de grandes quantidades de terra por retroescavadeiras também operadas por eles.

7) punia severamente quem colaborasse ou escondesse os membros da etnia visada, além de fazer propaganda sistemática contra eles.

Quem vê semelhanças importantes entre as ações de Israel e a dos nazistas ou desconhece a história ou não acredita nela ou conhece e acredita e não se importa em ficar desacreditado perante seus leitores e interlocutores.

Ramiro. disse:
08 de janeiro de 2009 às 22:24

A Diplomacia de Carreira, aqueles que enfrentaram os exames para o Instituto Rio Branco, devem estar dando saltos e devem estar rubros de vergonha.

http://www1.folha.uol.com.
folha/videocasts/ult10038u487729.shtml

Vejamos bem

http://noticias.terra.com.
retrospectiva/2008/interna/0,,OI3349248-EI12495,00-Rodada+Doha+fracassa+mais+uma+vez.html

"Celso Amorim, afirmou que os países ricos deturpavam as conversas realizadas na rodada em uma tática que "lembrava Goebbels", o ministro da propaganda nazista. A declaração ofendeu a representante comercial americana, que era filha de um sobrevivente do Holocausto."

Vamos afastar a ideologia, vamos ver a coisa com bom senso, é a imagem do Brasil, mas afinal de contas cachaça virou patente nacional.

Ramiro. disse:
08 de janeiro de 2009 às 22:29

Para não dizer que sou ideólogo de um ou outro lado, eu gostaria, se houver em algum lugar, e alguém que saiba informar, uma opinião de Affonso Arinos de Mello Franco Filho.

Sunda Hufufuur disse:
09 de janeiro de 2009 às 00:52

Não custa repetir: genocídio caracteriza-se por ser a intenção de extermínio no todo ou em parte de grupo humano pela nacionalidade, etnia, religião ou raça. Israel não está tencionando exterminar ninguém por algum desses elementos, mas tão somente acabar com a estrutura de um inimigo que não cansa de declarar que deseja a sua extinção e lança ataques contra seu território.

A defesa que Israel faz é, sim, um ataque contra essa estrutura. Sucede que, contrariamente a todas as regras da convenção de Genebra que querem acusar Israel de infringir, o Hamas não avisa sobre seus ataques, fazendo ainda praça de guerra da população civil entre a qual se esconde.

Surgem aí duas grandes questões:

a) O que fazer contra um inimigo que coloca a consciência humanitária do mundo como escudo pretendendo causar indignação quando, ao se esconder entre a sua população, o adversário termina por vulnerá-la? Deve Israel invocar uma força internacional e entregar sua segurança a um universo cristão que só açoitou, perseguiu e finalmente quase exterminou os judeus em Holocausto?

b) Qual a legislação internacional que impõe que o revide deva ser proporcional ao ataque? Isto legitimaria o ataque como um direito do agressor, de modo que pode permanecer incólume e livre de ameaças de perder território e independência, desde que não tenha feito o mesmo com o país agredido.

Essa segunda questão é uma piada que parece tomar corpo na cabeça das pessoas, o que finalmente firmaria como lícita a situação em que o Hamas lança foguetes contra Israel e no máximo a reação deste deve limitar-se a fazer o mesmo contra o Hamas, num estado de eterna beligerância e perigo.

André Cruz de Aguiar - Vironda e Giacon Advogados disse:
09 de janeiro de 2009 às 07:47

O entrevistado tem razão quanto à necessidade de criação do Estado da Palestina (de preferência governado pelo Fatah), porque a existência do Estado de Israel não pode resultar na supressão do Estado Palestino (que era para ser a Jordânia, mas isso é outra história...). Mas a razão do entrevistado pára por aí, porque é ridículo, para dizer o mínimo, o argumento de que Israel perpetra crimes de guerra ao atacar com exército um povo sem exército! Ora, se esse povo, ainda que sem exército regular, ataca um Estado com armas de guerra, como foguetes, como deve o Estado atacado reagir? Somente com forças policiais? Enfim, no calor da batalha, parece que as pessoas não refletem sobre o que falam e sobre o que é falado, e apenas consideram como válido os argumentos de uma das partes, sem analisar os da outra. E é preciso lembrar que Israel se defende porque foi atacado primeiro e porque é uma democracia (ao contrário dos vizinhos), que apeia do poder os governantes que se mostram inertes quando o seu povo é atacado. Enfim, não é um califado ou uma oligarquia enfiada no meio do deserto, que depende da exploração de petróleo, como são os outros países da região.

João G. dos Santos disse:
09 de janeiro de 2009 às 09:34

Se Israel tivesse permanecido, desde sua criação em 1948, nos territórios delimitados pela ONU, talvez estivesse em paz com todos os seus vizinhos. Mas não; preferiu utilizar sua incomparável superioridade militar (patrocinada incondicionalmente pelos EUA) para invadir, ocupar, anexar e estabelecer colônias. Sinai, Golan, Shebá, Cisjordânia e Gaza são exemplos da política expansionista sionista. Será que Israel quer mesmo a paz?

Mig77 disse:
09 de janeiro de 2009 às 09:34

Vamos passar décadas externando opiniões, mas o problema é o que vemos.
Tanques, mísseis-mísseis, tanques, caças F-16 e sabe lá o que mais contra pedras, estilingues e qassans.Aos que opinam, nada custaria observar esse pequeno detalhe.A história.Ora Israel foi colocado lá pelo AI-5 da ONU.A mesma ONU que não evitou a invasão do Iraque pelos EUA etc e tal...A ONU é peça decorativa nesse cenário.A Pátria Palestina existe de fato.Precisa existir de direito.Para isso é preciso o povo esclarecido do mundo todo sair às ruas.Aí os governantes que não tem peito de tomar atitude mais dura contra Israel, vão sair de cima do muro.
Aliás outro muro da vergonha!!!

Cláudio disse:
09 de janeiro de 2009 às 09:50

Parece que Israel temendo uma ofensiva e por legitima defesa, abriu fogo sobre um comboio muito bem armado da ONU que iría prestar socorro humanitário às vítimas da BARBARIE!!!

Cláudio disse:
09 de janeiro de 2009 às 09:54

Voltando, a ONU é o nada, isso ficou demonstrado quando os EUA avisaram que invadiriam o IRAQUE com ou sem autorizalção da ONU, e invadiram, e a ONU nada fez ou falou. Logo após, a ONU devería ter se dissolvido, isso se tivessem um mínimo de vergonha, e o Sr. Da Silva ainda quer fazer parte do conselho de segurança, do nada!!!

Robespierre disse:
09 de janeiro de 2009 às 10:03

"Alguns dos constantes comentários sobre a Palestina Ocupada são de que “tudo é muito confuso”, “é uma briga milenar” ou “não entendo por que judeus e árabes não se entendem”. Confesso que não tenho muita paciência para esse tipo de comentário, por mais bem intencionado que ele seja.

De “milenar”, caro leitor, esse massacre não tem nada. Ele tem data, bonitinho, para começar: 1948, com a expulsão de 750.000 palestinos de suas terras. Depois, outra data: 1967, o início da ocupação ilegal das terras que não pertencem a Israel. E não são “judeus e árabes” que não se entendem. Eles se entendem muito bem nas ruas de Nova York ou de São Paulo. É de uma ocupação militar estrangeira sobre um povo que estamos falando.(...)

Do Blog de Idelber Avelar

Sunda Hufufuur disse:
09 de janeiro de 2009 às 10:26

A "ROBESPIERRE" E INCAUTOS EM GERAL

Continuamos esperando pela voz ativa dos articulistas e comentaristas sobre 20.000 muçulmanos mortos pelo presidente da Síria como resposta a tentados. Igualmente esperemos que intelectuais sejam também engajados como a esquerda e o PT , com passeatas sobre o massacre da Chechênia, os fuzilamentos de Fidel (hem, Lula, hem?), Ruanda, Sudão, Curdistão (aliás, o que essa cambada fala sobre o ataque com armas químicas contra os curdos cometido por Sadan?)

O nascimento de Israel foi algo abençoado mesmo laicamente falando, porque, diferentemente de qualquer Estado não nasceu da usurpação, mas de um consenso de nações, como um povo que volta a sua terra dois mil anos depois, numa epopéia única na história da humanidade, não havendo nenhum povo que perdurasse como Nação no exílio, mesmo tão perseguido e conseguisse voltar a sua terra dois mil anos depois.

Palmas para a tenacidade judaica e até Nietzsche, o filósofo amiúde adotado pelos nazistas, elogia os judeus em “além do Bem e do Mal” por essa tenacidade. Isso não comporta discussão, é fato histórico admirável..

Esperamos, no entanto, que aqueles que dizem a asneiras completas como o Sr. “Robespierre” (um nome bem próprio para partidários do terror, não?), abaixo, passem a escritura de seu imóvel para os indígenas, posto que aqui morreram 4 milhões de Índios por um povo que chegou, os escravizou ou exterminou e tomou sua terra.

A violência havida deve-se a duas coisas: a) fazer cumprir a resolução que criou o Estado; b) o revide, sempre, depois de ser atacado pela snações árabes, que,. sob o comando de Nasser, por exemplo, queriam “Jogar os judeus ao mar”. Quem começa uma guerra deve estar preparado para suportar a derrota.

Sunda Hufufuur disse:
09 de janeiro de 2009 às 10:35

A "ROBESPIERRE" E INCAUTOS EM GERAL

Continuamos esperando pela voz ativa dos articulistas e comentaristas sobre 20.000 muçulmanos mortos pelo presidente da Síria como resposta a tentados. Igualmente esperamos que intelectuais sejam também engajados como a esquerda e o PT , com passeatas sobre o massacre da Chechênia, os fuzilamentos de Fidel (hem, Lula, hem?), Ruanda, Sudão, Curdistão (aliás, o que essa cambada fala sobre o ataque com armas químicas contra os curdos cometido por Sadan?)

O nascimento de Israel foi algo abençoado mesmo laicamente falando, porque diferentemente de qualquer Estado não nasceu da usurpação, mas de um consenso de Nações, como um povo que volta a sua terra dois mil anos depois, numa epopéia única na história da humanidade, não havendo nenhum outro povo que perdurasse tanto como Nação no exílio, mesmo tão perseguido e conseguisse voltar a sua terra dois mil anos depois.

Palmas para a tenacidade judaica e até Nietzsche, o filósofo amiúde adotado pelos nazistas, elogia os judeus em “além do Bem e do Mal” por essa tenacidade. Isso não comporta discussão, é fato histórico admirável.

Esperamos, no entanto, que aqueles que dizem asneiras completas como o Sr. “Robespierre” (um nome bem próprio para partidários do terror, não?), abaixo, passem a escritura de seu imóvel para os indígenas, posto que aqui morreram 4 milhões de Índios por um povo que chegou, os escravizou ou exterminou e tomou sua terra.

A violência havida deve-se a duas coisas: a) fazer cumprir a resolução que criou o Estado; b) o revide, sempre, depois de ser atacado pelas nações árabes, que, sob o comando de Nasser, por exemplo, queriam “Jogar os judeus ao mar”. Quem começa uma guerra deve estar preparado para suportar a derrota.

caiçara disse:
09 de janeiro de 2009 às 11:20

E la vai o judeu se escondendo "debaixo do holocausto" de novo (que por sinal é inegável, mas não é e nunca foi desculpa para tantos bombardeios de escolas da ONU, comboios humanitários e hospitais).
Aos que negam o genocidio sionista face à população oprimida de Gaza afirmo que Israel transformou a faixa de Gaza no Gueto de Varsóvia (mostrando que aprendeu bem a lição). 1 - Em ambos as populações foram cercadas, sob muros e postos de fiscalização; 2 - em ambos a população não tinha/tem sequer os direitos básicos do ser humano, comer ou trabalhar eram luxos em Varsóvia tal como o são em Gaza; 3 - em ambos ninguém sai ou entra sem um "passe" e a mídia internacional não entrava em Varsóvia como não entra em Gaza e 4 - em ambos as SS, antes, e hoje a força israelense, entram para fazer a "sua faxina". (Notem que Israel adora matar mais mulheres e crianças, bem como tem apreço elevado por acertar escolas da ONU)
Na Europa a Mídia luta para não fazer analogias com o que ocorreu na 2ª Guerra (segundo correspondente internacionai da Rádio Bandeirantes falando direto de Paris), afinal o dinheiro judeu é importante nessa hora de crise, mas as imagens remetem à perseguição nazista, não há como fugir disso: um gueto com população faminta e oprimida, cercado por tropas de aniquilação.
Israel planta agora o ódio o que colherá logo, afinal o anti-semitismo europeu nunca morreu, apenas estava adormecido, pronto para ressurgir a qualquer "passo em falso" sionista.
Mesmo nos EUA, fora de centros como NY, o "red neck americano" adora perseguir um filho de Davi.
Pelo mundo manifestações como a perpetrada face a tenista israelense começaram a pulular.
Enquanto isso Israel ignora a Ordem de Paz do Conselho de Segurança da ONU.
Pois é, quem planta ventos...

Dr. Marcelo Alves disse:
09 de janeiro de 2009 às 11:25

Aos "analistas políticos" de plantão calma: O conflito na Faixa de Gaza ainda não matou o mesmo número de "civis inocentes" que a guerra do Vietnã e naquela época, ninguém ousou fazer comparações com o holocausto nazista.
Certo é que não podemos emitir juízo de valor sobre os acontecimentos do passado com base nos fatos e valores atuais.
Também é certo que pretender comparar o atual conflito na Faixa de Gaza ao massacre de judeus nos campos alemães é algo assim como pretender comparar "melão com melancia", ainda que consideremos a forma de ambos.
Aposto que muitos daqueles que postam suam mesnsagens de repúdio às ações israelenses e fazem menção a "holocausto" e "civis inocentes", são capazes de degladiarem-se numa luta encarniçada por uma simples vaga de estacionamento num Shopping qualquer.
Imaginem então se lhes caísse um único "foguetezinho caseiro Cassam" no quintal?
Certamente seria motivo para o início da 3ª Guerra Mundial!
Ainda que Nietzsche tenha dito que a maior hipocrisia é pretender abolir a própria hipocrisia, vamos deixar de sê-los (hipócritas) e parar de acreditar que realmente há uma proposta de paz para aquela região, quando na verdade o que existe é uma histórica inclinação à destruição recíproca entre árabes e judeus.
Vamos parar de querer acreditar que existam "civis inocentes" numa região onde quem não é "homem-bomba" é preparado e doutrinado para ser.
Lembrem-se que tem gente que lucra (e muito) com a venda de armas e com a hegemonia sobre o petróleo ainda abundante na região.
Torno a sustentar que no dia em que as jazidas de petróleo árabe estiverem exauridas, o interesse norte americano pela região será o mesmo que eles tem pela África, ou seja, apenas o da venda armas, não importando se os mortos são "inocentes".

Pugli. disse:
09 de janeiro de 2009 às 11:26

Se Palestinos tivessem algo a propor a Israel aposto que a convivencia seria fraterna por parte dos israelenses.Como só sobrou um pedaço de terra fica mais facil acabar com os que sobraram a propor uma convivncia sem interesse financeiro , se assim não fosse israelenses não teria um convivio com outros palestinos em lugares distintos no mundo como podemos ver. A verdade é uma só. EUA não fala nada porque tem meia duzia de judeu com um poder financeiro muito grande, do outro lado não tem o que oferecer e com isso pode vender seus armamentos belicos e fazer caixa. è tudo farinha do mesmo saco. Não valem nada. Ainda usam o holocausto como desculpa para poder dinamitar crianças e tudo o mais.
A realidade é dura é o dinheiro é mole............

Dr. Marcelo Alves disse:
09 de janeiro de 2009 às 11:27

Para fixar bem os números, o conflito no Vietnã (em dez anos de luta) ceifou a vida de dez mil soldados norte americanos e cerca de um milhão de vietnamitas, fossem eles bem treinados ou não pela antiga URSS.
Torno a frisar que sobre essa monta de "amarelos" mortos, nunca um único crítico ou analista político de plantão ousou mencionar o holocausto cometido por alemães contra judeus, ciganos e deficientes físicos durante a 2ª Guerra Mundial.
Provavelmente tal comparação (Vietnã) jamais foi feita pelo fato das vitimas serem asiáticos, todos com cara de "china" e basta encher um caminhão que ficam todos iguais, como aquela piada de mau gosto sobre um caminhão cheio de negros que trafegava com faróis apagados numa estrada escura; não é assim?
Por falar em negros, e Ruanda, Etiópia, Uganda e mais um sem número de ex colônias na África em que as tribos antagônicas se dizimam com armamento francês?
Acaso algum time da pátria da Liberdade, Igualdade e da Fraternidade foi até hoje hostilizado em algum evento esportivo pelo fato da França ser o país que mais lucrou nos últimos dez anos com a venda de armas?
Não!
Então meus caros críticos, consultores e analistas de carteirinha, vejam a realidade e meçam suas considerações por parâmetros consistentes.

Pugli. disse:
09 de janeiro de 2009 às 11:31

E tem mais , não sei se existe esta diferenciação de povos entre arabes , judeus, turcos etc.Se buscar ao fundo são todos primos ou irmãos.È só pegar Jaco. Maome, Salomão, Joaquim,Antonio, Maria e etc e verá que todos se cruzaram em um determinado momento historico.

Dr. Marcelo Alves disse:
09 de janeiro de 2009 às 11:43

Pugli

Precisar a orígem dos brocardos e palavrões populares é taréfa dificílima.
Todavia você acaba de nos esclarecer a orígem do pejorativo "filho da p.".
Resta claro que tal frase foi proferida pela primeira vez na história entre dois pastores do médio oriente (filhos da mesma mãe).
Provavelmente o primeiro a ser xingado, irresignado com o irmão retrucou: "filho da p. é você" (...)
Como até os dia de hoje não foi possível "materialmente" perdoar a ofensa, eis o começo da tragédia entre árabes e judeus!

Pugli. disse:
09 de janeiro de 2009 às 11:51

OPS.....

Sunda Hufufuur disse:
09 de janeiro de 2009 às 11:52

AO CAIÇARA E OUTROS QUE COIMPARAM GAZA E HOLOCUASTO

A imoralidade grassa entre os que querem comparar o Holocausto ao que sucede com os palestinos e isso é o que passa com o Sr. De um momento para outro 6 milhões de pessoas mortas sistematicamente, escravizadas, com todos os seus direitos de extintos,não reconhecidos como PESSOAS e igual a animais, passam a ser o equivalente de mil, dois mil, 3 mil pessoas que podem ter morrido em meio a um conflito geopolítico onde há ataques por parte dos agora vitimados, atentados, etc.

Como sempre nenhuma palavra desses imorais sobre massacres como
20.000 muçulmanos mortos pelo presidente da Síria como resposta a atentados, ou o que houve na Chechênia, os fuzilamentos de Fidel, Ruanda, Sudão, Curdistão, o que define bem a tintura ideológica dess agente.

Não custa repetir: genocídio caracteriza-se por ser a intenção de extermínio no todo ou em parte de grupo humano pela nacionalidade, etnia, religião ou raça. Israel não está tencionando exterminar ninguém por algum desses elementos, mas tão somente acabar com a estrutura de um inimigo que não cansa de declarar que deseja a sua extinção e lança ataques contra seu território.

A defesa que Israel faz é, sim, um ataque contra essa estrutura. Sucede que, contrariamente a todas as regras da convenção de Genebra que querem acusar Israel de infringir, o Hamas não avisa sobre seus ataques, fazendo ainda praça de guerra da população civil entre a qual se esconde.

Comparar o Holocausto com isto, pelo fato de haver vítimas civis não passa de gosto panfletário, na boca de qualquer sem cultura que se apega aos dizeres fáceis para produzir efeito.

Sunda Hufufuur disse:
09 de janeiro de 2009 às 11:55

AO CAIÇARA E OUTROS QUE COIMPARAM GAZA E HOLOCAUSTO

A imoralidade grassa entre os que querem comparar o Holocausto ao que sucede com os palestinos e isso é o que passa com o Sr. De um momento para outro 6 milhões de pessoas mortas sistematicamente, escravizadas, com todos os seus direitos de extintos, não reconhecidos como PESSOAS e igualados assim a animais, passam a ser o equivalente de mil, dois mil, 3 mil pessoas que podem ter morrido em meio a um conflito geopolítico onde há ataques por parte dos agora vitimados, atentados, etc.

Como sempre nenhuma palavra desses imorais sobre massacres como
20.000 muçulmanos mortos pelo presidente da Síria como resposta a atentados, ou o que houve na Chechênia, os fuzilamentos de Fidel, Ruanda, Sudão, Curdistão, o que define bem a tintura ideológica dessa gente.

Não custa repetir: genocídio caracteriza-se por ser a intenção de extermínio no todo ou em parte de grupo humano pela nacionalidade, etnia, religião ou raça. Israel não está tencionando exterminar ninguém por algum desses elementos, mas tão somente acabar com a estrutura de um inimigo que não cansa de declarar que deseja a sua extinção e lança ataques contra seu território.

A defesa que Israel faz é, sim, um ataque contra essa estrutura. Sucede que, contrariamente a todas as regras da convenção de Genebra que querem acusar Israel de infringir, o Hamas não avisa sobre seus ataques, fazendo ainda praça de guerra da população civil entre a qual se esconde.

Comparar o Holocausto com isto, pelo fato de haver vítimas civis não passa de gosto panfletário, na boca de qualquer um sem cultura que se apega aos dizeres fáceis para produzir efeito.

Pugli. disse:
09 de janeiro de 2009 às 11:57

prezado.
Sunda Hufufuur
Não acredito se se faça justiça com uma injustiça, agora o que esta havendo naquele fim de mundo é justo?

caiçara disse:
09 de janeiro de 2009 às 12:14

Isso ai Omertá!
Então, levando "a sério" o seu pensamento de que "não podemos falar do passado com olhos de hoje" porque raios criticamos os nazistas da 2ª Guerra?? Vejamos as coisas pelos olhos de Himmler, Hess, Menghele e Hitler! Oh coitados! (vejam que argumento ridículo...)
Argumentinho falacioso, as coisas são o que são. A "relativização dos fatos" só ocorre quando não interessa a quem analisa que a verdade apareça, afinal, se for assim, daqui a pouco o pessoal vai defender a pedofilia (porque o sexo com menores em alguns países é lícito), ou o apedrejamento, etc....
Sunda, cercar um território, privar um povo de direitos e partir pro abate é genocidio sim senhores! Não interessa partir para "análises doutrinárias" se o principal alvo de Israel são crianças!
O Vietnam não foi "cercado", tinha um exército e autonomia, tanto que expulsou o invasor americano.
Quantos judeus morreram nos ultimos anos com os milhares de Kassans?? 20/30? No Rio morre mais que isso por bala num único final de semana?
Vamos então "jogar napalm nas favelas", afinal, pelo pensamento do OMERTá, ali só tem neguinho do tráfico e neguinho sendo treinado pro tráfico" Mata tudo então...Mais um argumentinho ridículo, classificar um povo, uma religião ou um grupo pelas ações de alguns de seus membros.
E porque foguetes são jogados em Israel? Porque os sionistas "jogam doces" às crianças arabes?
Os senhores não são os "tais legalistas"??? Então, qual o tamanho de Israel segundo a resolução da ONU que o criou? Tudo que não estiver na resolução original deve ser devolvido imediatamente, colinas de Golan incluso, afinal, somente podemos reconhecer Israel nos moldes do determinado pela ONU, o resto é território invadido e deve ser devolvido aos antigos donos: os palestinos.

Cláudio disse:
09 de janeiro de 2009 às 13:00

Qualquer guerra, é ato de barbarismo.
Conflitos armados são a afirmação de que os piores animais são os dito racionais.O que mais surprerende é que o mundo assiste a massacres sem fazer nada. Talvez voces não saibam, mas na segunda guerra saiu da Europa um navio com milhares de judeus fugindo da barbarie , pois bem esse navio andou atracando em diversos paises pedindo asilo e pasmem, todos negaram inclusive o Brasil sob comando do famigerado getulio vargas,sendo que sem opção e tendo que voltar para sua origem, consequentemente para o abate, muitos se suicidaram jogando-se ao mar, Portanto a humanidade é também responsável, como está sendo nesse momento.Depois vão para as Igrejas rezar!!!! Todos os lideres mundiais inclusive o papa evitam falar no assunto.

Armando do Prado disse:
09 de janeiro de 2009 às 13:02

Só a mídia perdida e midiotas acreditam em tudo que o Estado Maior do exército terrorista de Israel propaga. Quem pensa e tem respeito à dignidade humana sabe o que significa o Estado Sionista. Israel pratica hoje exatamente o que os nazistas fizeram, por exemplo, no Gueto de Varsóvia. Aliás, Gaza virou um Gueto.

Quem é o terrorista?
Quem trouxe o terrorismo para o Oriente Médio?
Quem já matou criminosamente mais de 700 pessoas, só nos últimos 10 dias?
Quem praticou genocídio e limpeza racial contra mais de 200 crianças?

Menos com a razão cínica e mais com a verdade dos fatos!

Armando do Prado disse:
09 de janeiro de 2009 às 13:05

Na verdade, além do crime de guerra, os seguidores de Herodes, estão testando Obama, no momento em que o quadrúpede do Bush está mais para a rainha da Inglaterra.

Paula disse:
09 de janeiro de 2009 às 13:14

O desconhecimento dos fatos leva a uma conclusao com certeza ignorante na sua esencia:

Israel, como um país soberano tem todo o direito de se defender de ataques terroristas. Israel não atacou os palestinos. FOI ATACADO !

O sul de Israel vem sendo quase ininterruptamente bombardeado pelos Hamas há 7 anos e o Exército não tem respondido para evitar congelar os progressos nos acordos de paz realizados com a Autoridade Palestina (oposição do Hamas). Israel retirou-se da Faixa de Gaza há 3 anos num gesto de paz e os ataques pioraram, pois o Hamas ficou mais próximo da fronteira israelense. Após uma breve trégua utilizada pelo Hamas para se fortalecer e se armar, os ataques palestinos se intensificaram. Nestas circunstancias Israel iniciou o contra-ataque atual para evitar os lançamentos de mísseis. Qualquer país no mundo faria o mesmo para se defender, no entanto, todos condenam Israel com o termo "Nazistas" ou "Massacre" num claro jogo sujo e baixo de desinformação e manipulação.

Civis palestinos sao mortos em maiores numeros pois eles se preocupam com suas criancas... para que sejam educadas a Atirar, Matar, Odiar, lavar as maos em sangue e o pior, colocam suas criancas, idosos e mulheres no front de batalha como verdadeiros ESCUDOS. Escudos para os covardes terroristas.

Vistam os olhos da verdade!

Sofista disse:
09 de janeiro de 2009 às 14:11

O exército sionista transformou a faixa de Gaza no maio campo de concentração da história da humanidade.

De quebra, está demonstrando ainda grande eficiência bélica, principalmente quando se trata de matar mulheres e crianças.

Viva Israel.

E viva os que se orgulham de seu exército...

Pugli. disse:
09 de janeiro de 2009 às 14:32

Perguntinha aos Judeus de Platão.

Judeus e palestinos são irmãos de sangue? O povo palestino teve origem no filho da escrava que Abraão teve por filho, porque sua esposa Sarah não podia ter filhos Quando finalmente Deus permitiu o filho do profeta com sua legítima esposa, acabou botando p/ fora do seu acampamento (convívio) a escrava e seu filho, que veio a gerar o povo palestino deste filho, e do filho da esposa verdadeira veio o povo Judeu?

Caso seja verdade, esta briga e por herança. hahahah

Dr. Marcelo Alves disse:
09 de janeiro de 2009 às 14:47

No quintal de casa

Há na cidade do Rio de Janeiro uma certa região, próxima ao Complexo do Alemão que vem sendo chamada por todos de "faixa de gaza"; alguém desconhece isso?
Ainda que foguetes Cassans não sejam despejados sobre as favelas, seus moradores vivem continuamente sitiados entre o fogo dos traficantes, da polícia e também das milícias.
Alguém desconhece isso?
Nesse fogo cruzado, dezenas, centenas e quem sabe milhares de cidadãos são feridos ou mortos no confronto direto ou por "balas perdidas".
Alguém desconhece isso?
Entretanto nunca vi (ou ouvi dizer) de qualquer "resolução" ou discurso proferido por essa verdadeira corja de hipócritas, analistas políticos de suspeita formação, acerca desse morticínio bem aqui no nosso quintal.
Morro Dona Marta, Mineira, Serro Corá, Diadema (São Paulo), periferia do Recife, periferia da Grande Vitória (ES), Belém, Manaus, cidades satélites de Brasília, enfim, nossas versões tupiniquins de campos de concentração.
Alguém desconhece ou duvida disso?
Todavia, para quem só vai às ruas dentro do automóvel zero e de renomada marca, quem é capaz promover uma encarniçada luta por uma vaga no estacionamento do shopping center ou mesmo sair nos tapas depois de uma fechada no trânsito, fica fácil e bem cômodo acessar a sua internet banda larga, num PC ou palm de última geração e dizer: "holocausto", "civis inocentes", "resolução da ONU", "atrocidades" e mais um monte de baboseiras.
Que tal começar a limpar o próprio quintal?

Já lançou seu "missilzinho" hojê na cabeça de alguém?

Marcelo Alves Stefenoni
Vitória/ES

Ramiro. disse:
09 de janeiro de 2009 às 16:28

Pego o comentário de Omerta, eu estava num ônibus, 485, um PM mandou o ônibus parar, tem uns anos, o motorista acelerou xingando o PM de bosta para baixo que ele tinha o horário dele, estavam começando a fechar a linha vermelha, quando foi ver, policiais abaixados atrás das muretas com fuzis engatilhados, contra tiros de traficantes. Se morre um passageiro do ônibus a empresa iria alegar "fatalidade" e em geral os imbecis que causam os riscos desse gênero costumam sair ilesos.

Enquanto nosso "Timoneiro" mata de vergonha a diplomacia de carreira, bem posto por alguns a questão das favelas. Uma incursão aqui, outra ali. Sobe no Rio a CORE ou o BOPE os traficantes fogem para as matas próximas, invadem as regiões de floresta do Maciço da Tijuca e outras áreas de reserva florestal da Serra da Carioca que estão sendo devastadas, para compensar o prejuízo das drogas apreendidas mandam gente ganhar, assaltar no asfalto, e ninguém vai ao Souza Aguiar, ao Miguel Couto ou outros hospitais perguntar como os cirurgiões estão se tornando especialistas em cirurgias reparadoras de vítimas de tiros de fuzil de assalto.

A história humana é cheia de massacres, os Romanos ainda salgavam o chão após massacrar povos, no Brasil na revolta do Maranhão durante a Regência do Império jogaram revoltosos vivos num porão cheio de cal viva para morrerem dissolvidos, e o autor da barbárie é nome de rua em diversas cidades do país. Nem todos os tiroteios, nem todos os riscos reais que enfrentei, nada me convence que a solução é o direito penal do inimigo, defendido por alguns que por outro lado defendem os palestinos, quando no final das contas pedem que no direito interno seja feito contra desafetos o mesmo. Se fosse fácil a coisa já estava resolvida.

Ramiro. disse:
09 de janeiro de 2009 às 16:31

esclareci mal, quando fui ver estava na Linha Vermelha, na região da nossa Faixa de Gaza onde assaltaram a então Presidente do STF e o vice, o qual muitos hoje podem internamente se lamentar de não ter sido fuzilado naquele assalto. E acrescento, estão importanto angolanos com experiência real de combate de guerrilha urbana para compor as fileiras do tráfico de drogas. Vila do João, Complexo do Alemão, mas só quem tem conhecidos por lá sabe bem, a Imprensa não divulga.

Sunda Hufufuur disse:
09 de janeiro de 2009 às 16:44

ARMANDO PRADO E SOFISTA, QUE DUPLA DE UM SÓ BOBAGEM!

A primeira responsabilidade que um professor tem é de ensinar seus alunos a pensar; não se pode pensar, pois, corretamente com adulterações e panfletarismo barato e apelativo de quem tergiversa com o sentido dos termos.

Se alguém repete como papagaio furibundo que Israel está promovendo uma limpeza racial com 200 crianças e isso tudo porque como um idiota tem o desejo de poder produzir o paralelismo entre Holocausto e Gaza ou sionismo e racismo, deveria é ter vergonha na cara e falar dos Iranianos que mandavam crianças para explodir as minas correndo contra os inimigos com seus corpos, ou dos 20.000 sunitas da fraternidade muçulmana mortos por ordem do presidente da Síria, das guerras africanas, etc.

Qualquer pessoa com razoabilidade percebe que Israel não faz nenhuma incursão por motivo de raça, religião, etnia ou nacionalidade, mas simplesmente reage contra quem ataca o Estado.

Dizer que o terrorismo foi praticado contra ocupação inglesa (e os árabes dele participaram!) não procede, a uma porque os atentados eram sempre contra alvos militares e governamentais, e não civis inocentes, a duas porque não foram essas ações que produziram o Estado de Israel.

Está bem claro que esse panfletário barato assume slogans da esquerda, assim como outro, cujo nome, “Sofista”, é bem apropriado (e com certeza ele desconhece o significado) fala a besteira de “campo de concentração”, só para infantilmente produzir o efeito de comparar o universo concentracionário à Gaza, tal qual se houvesse pessoas escravizadas e reduzidas à condição de coisas. É o mesmo apelo imbecil, pelo que podemos responder que basta que ele esteja em qualquer lugar para ser o maior campo de concentração de imbecilidades.

Leila disse:
09 de janeiro de 2009 às 17:31

Parece que o "intelectual" sunda perdeu a razão (e a sensatez que havia demonstrado em outros assuntos - talvez por se sentir pessoalmente atingido pelas matérias relacionadas). Não é crível que defenda essa matança de civis. 200 crianças assassinadas é pouco para ele. Segundo sua tese, devesse aguardar o número de vítimas aumentar mais.
Ocorre que Israel realmente fez de Gaza o maior campo de concentração que o mundo já viu. É o holocausto palestino promovido pelos sionistas assassinos.
E, enquanto isso, a "limpeza étnica" continua. Agora já são quase 800 mortos, sendo mais de 250 crianças.
E sobre essa barbárie, esse HOLOCAUSTO, seria importante ler "The ethnic cleansing of Palestine" (A LIMPEZA ÉTNICA DA PALESTINA). O autor é um dos mais renomados historiadores israelenses - Ilan Pappé -, ex-professor da Universidade de Haifa. O historiador baseou sua obra em documentos oficiais israelenses. Segundo o autor, desde 1948 as autoridades de Israel procuram tornar realidade o lema "um povo sem terra para uma terra sem povo". Ainda, segundo o autor, que é judeu israelense, os sionistas não permitem que a população árabe ultapasse 25% da população de Israel...

Mig77 disse:
09 de janeiro de 2009 às 17:38

Senhores centrem seus comentários sobre o principal.Brasil é acessório.
Vamos falar de medrosos e covardes.O que estamos vendo é um massacre vergonhoso de Israel financiado pelos EUA, Grã Bretanha e outros omissos.Israel sabe que o tempo dele está acabando.Uma revolta sincronizada no mundo todo, muda isso.Não tem força financeira que suportaria.O que faz de Israel potência bélica é o medo.Hoje o mundo é Palestino.Quando Bin Laden matou milhares de inocentes houve condenação igual.Mas houve também explicações:"mas os EUA vivem bombardeando inocentes".O ódio aos judeus irá aumentar.Ultrapassará os limites da região.Realmente o povo judeu não pode ter paz.Quando exercitam sua força, perdem o tempo de viver.Quando as coisas se apaziguarem continuarão apreensivos,desconfiados.O povo judeu não pode ter paz!!!Não merece essa paz!!!

RBS disse:
09 de janeiro de 2009 às 19:17

Atacar funcionarios da Onu, Escolas, etc. realmente é legitima defesa...Bom...passa essa piada e pode começar a proxima...O futuro de Israel será o mesmo dos EUA, gastam com guerra e acabam sem dinheiro para obras sociais. A guerra do Iraque começou para os EUA como um filme de Oscar e está terminando deixando o país como um Titanic...Pelo jeito será o mesmo fim de Israel. Acho curioso pessoas apoiarem a guerra...Se vcs. acham tão bom assim, porque ficam aqui torcendo pelas mortes dos outros ? Vá lá defender a quem quiser e depois volte para contar como foi (se conseguir voltar vivo ou até mesmo falando algo).

RBS disse:
09 de janeiro de 2009 às 19:24

E porque os EUA não estão indo para esta guerra, quem com certeza interessaria muito a eles...porque desta vez efetivamente quebraram financeiramente com a última guerra que promoveram. Acho até curioso os Israelitas acreditarem que o seu povo não está morrendo nesta guerra...o povo americando também achava isso no começo do Iraque...hoje em dia é visivel que morreu muito mais americando na guerra do Iraque que no atentado de 11 de Setembro..

Jaderbal disse:
09 de janeiro de 2009 às 22:38

Sunda e outros: não adianta repetir argumentos. Tem gente que não é capaz de compreendê-los. Repare que muitos não contra-argumentam aquele de quem discordam. Limitam-se a repetir fatos notórios, sem encadeá-los logicamente. Ou soltam brados de indignação, rotulando tudo.

Devem ser excelentes advogados.

Quanto à morte de civis, crianças, bombas em escolas, comboios humanitários, a questão central é: Israel atacou de propósito? Quem responder a esta pergunta, deve ter um argumento verossímil. O efeito colateral de combates em um território com altíssima densidade populacional é muito mais do que algo previsível; é algo inevitável.

Um lugar onde há milhares de pessoas que se dizem soldados de uma Jihad, “Guerra Santa”; um lugar onde milhares de pessoas já perderam tudo: mulheres que perderam filhos, maridos e casas; homens que perderam emprego, esperança, um irmão, uma família inteira.

Jaderbal disse:
09 de janeiro de 2009 às 22:40

(Continuação)

Imagine-se um soldado em sua coluna de tanques entrando num lugar desses. Transpira-se ódio ali. Mesmo estando muitíssimo bem armado, escoltado por uma coluna de tanques, passando pela terra arrasada... Deve dar um frio na barriga...

De repente algo. O quê? Ali, um tiro, uma explosão... É muito fácil errar. Dizer que é proposital é algo que demanda provas. E mais, para ser imputado ao Estado, deve ser algo sistemático; algo que vem de cima, do comando.

O que me parece muito mais fácil de verificar e a história mostrará a verdade, é se os israelenses estão usando bomba de fósforo. Eu nunca vi aquelas bombas que estão sendo mostradas na TV que se fragmentam em um espetáculo pirotécnico sinistro e caem até explodirem de forma não muito convencional.

Além disso há relatos de médicos que afirmaram haver ferimentos atípicos atribuídos aos efeitos de tais artefatos.

Isso sim, é uma “pega” para condenar Israel. A comprovação do uso de armas extremamente cruéis e banidas por convenções internacionais. Do ponto de vista jurídico, temos que ver se Israel aderiu a tais convenções. De qualquer modo, são moralmente injustificáveis.

Mig77 disse:
13 de janeiro de 2009 às 16:27

Vi no fantástico de domingo11/01/09 um frangote de nome Bruno, não sei o sobrenome, em Israel, dizendo que não foi lá para lavar pratos...Entendi que queria matar crianças palestinas, como os seus donos fazem.É mais um carinha de cabeça feita pela vagabunda"mais a direitinha" sionista que pegam suas crianças e deixam como esse Bruno.Garoto, vc não impressionou, achei até que foi ridículo, pois acho que o que te ensinaram não terá nenhum valor para vc usar como ser humano, como homem ou como cidadão.Puseram vc lá, prá fazer "bonitinho" para seus pais, parentes e arredores.Se um dia o poder estiver de outro lado, quero ver o frangote ir no front...

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