O auxiliar de limpeza Gilson Ramalho da Costa está preso há mais de 10 dias em lugar do seu irmão. No dia 17 deste mês, ele foi até o Poupatempo, no centro da capital de São Paulo, para obter um atestado de antecedentes criminais. Saiu de lá direto para a cadeia. Foi confundido com o seu irmão, Gerson Ramalho da Costa, que teve a sua prisão decretada pela 1ª Vara da Família de Vila Prudente por não pagar pensão alimentícia no valor de R$ 536.
A diferença de nome — Gilson e Gerson são parecidos, mas não iguais — não livrou o irmão inocente Gilson do embaraço. Ele foi preso por policiais no Poupatempo e, já na delegacia e de posse do mandado de prisão, o delegado do 1º DP, Fábio Baena Martim, determinou a prisão de Gilson. Desde então, ele está detido no 33º DP.
O advogado de Gilson, Ademar Gomes, afirma que não há qualquer motivo para a prisão do seu cliente. “Isso não existe. O rapaz informou ao delegado que o mandado de prisão estava em nome de seu irmão, não no dele. Mesmo assim, foi preso. O documento foi expedido em nome de uma pessoa e outra está presa sem saber o porquê.” Nesta terça-feira (29/9), ele fez um pedido de Habeas Corpus para que seu cliente seja solte imediatamente. “Esse processo é lento. Temos que aguardar para saber o que vai acontecer ao meu cliente.” Depois de a confusão ser esclarecida, Gomes promete buscar reparação pelos danos morais sofridos por Gilson.
Procurado pela reportagem da Consultor Jurídico, o delegado responsável pela prisão, Fabio Baena Martim, não foi encontrado. Luiz Carlos Santana, delegado de plantão no 1º DP, não soube informar a causa da prisão de Gilson Ramalho da Costa.
Clique aqui para ler o mandado de prisão e boletim de ocorrência.

Simplesmente inacreditável. Por Rui Barbosa!!!! Um bacharel em direito pode cometer tamanho equívoco? Se tais fatos forem verdadeiros, trata-se de abuso de autoridade, que acarraterá ação indenizatória contra o estado de Sao Paulo, e posterior ação regressiva contra o delegado. Sugiro um reforço nas aulas de direito constitucional nas Faculdades de Direito.
É, realmente, inacreditável a má-fé estampada deste delegado despreparado. O Estado deve agir energicamente com essa excrecência que está a contaminar o serviço público. É preciso que se abra urgentemente um PA para apurar e exonerar esse crápula do serviço público.
É temerária a ação desse delegado, ele deve ser responsabilizado civil e criminalmente, é inaceitável um gente público incumbido de zelar pela ordem promover a desordem.
Depois de tantos dias ninguem viu que os nomes nao eram os mesmos ???
cadeia para este delegado...para os policiais que prenderam a pessoa ser ler o mandato e os demais que participaram desta abusividade.
Ainda uma milioonaria indenizacao para o preso
Att
Daniel
Para quem não se lembra a Carolina é a defensora ferrenha do bandido morto pela polícia carioca em 28/09/09. E também é professora da Universidade Cândido Mendes, porvavelmente este nobre defensor da lei (delegado) deve ter estudado lá. E deve ter sido brilhante aluno dela.
Para quem não se lembra a Carolina é a defensora ferrenha do bandido morto pela polícia carioca em 28/09/09. E também é professora da Universidade Cândido Mendes, porvavelmente este nobre defensor da lei (delegado) deve ter estudado lá. E deve ter sido brilhante aluno dela.
Para quem não se lembra a Carolina é a defensora ferrenha do bandido morto pela polícia carioca em 28/09/09. E também é professora da Universidade Cândido Mendes, porvavelmente este nobre defensor da lei (delegado) deve ter estudado lá. E deve ter sido brilhante aluno dela.
Para quem não se lembra a Carolina é a defensora ferrenha do bandido morto pela polícia carioca em 28/09/09. E também é professora da Universidade Cândido Mendes, porvavelmente este nobre defensor da lei (delegado) deve ter estudado lá. E deve ter sido brilhante aluno dela.
Para quem não se lembra a Carolina é a defensora ferrenha do bandido morto pela polícia carioca em 28/09/09. E também é professora da Universidade Cândido Mendes, porvavelmente este nobre defensor da lei (delegado) deve ter estudado lá. E deve ter sido brilhante aluno dela.
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Para quem não se lembra a Carolina é a defensora ferrenha do bandido morto pela polícia carioca em 28/09/09. E também é professora da Universidade Cândido Mendes, porvavelmente este nobre defensor da lei (delegado) deve ter estudado lá. E deve ter sido brilhante aluno dela.
Para quem não se lembra a Carolina é a defensora ferrenha do bandido morto pela polícia carioca em 28/09/09. E também é professora da Universidade Cândido Mendes, porvavelmente este nobre defensor da lei (delegado) deve ter estudado lá. E deve ter sido brilhante aluno dela.
Volto pra reiterar minha indignação com o ocorrido. Vendo os documentos do mandado de prisao e do oficio do delegado informando a prisao do cidadão me faz pensar que estamos vivendo num país de surrealismo aterrorizador. Está claro nao so a distinção dos nomes como os RG's do acusado e do irmao inocente. Como esse delegado pôde fazer uma coisa dessas? Espero que o nobre colega advogado já esteja providenciando a representaçao desse delegado inescrupuloso aos órgãos competentes.
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