O Supremo Tribunal Federal decidiu, nesta quinta-feira (5/5), equiparar as relações entre pessoas do mesmo sexo às uniões estáveis entre homens e mulheres. Na prática, a união homoafetiva foi reconhecida como um núcleo familiar como qualquer outro. O reconhecimento de direitos de casais gays foi unânime.
Os ministros Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Cezar Peluso divergiram em alguns aspectos da fundamentação da maioria dos colegas, mas também os acompanharam no ponto central. A condenação da discriminação e de atos violentos contra homossexuais também foi unânime.
Os ministros Marco Aurélio e Celso de Mello ressaltaram que o caráter laico do Estado impede que a moral religiosa sirva de parâmetro para limitar a liberdade das pessoas. Em seu voto, Marco Aurélio destacou o papel contramajoritário do Supremo — citou a decisão tomada em relação à Lei da Ficha Limpa — ao lembrar que as normas constitucionais de nada valeriam se fossem lidas em conformidade com a opinião pública dominante.
Já Celso de Mello afirmou que o Estado deve dispensar às uniões homoafetivas o mesmo tratamento atribuído às uniões estáveis heterossexuais. Não há razões de peso que justifiquem que esse direito não seja reconhecido, frisou o ministro. "Toda pessoa tem o direito de constituir família, independentemente de orientação sexual ou identidade de gênero", disse.
A interpretação do Supremo sobre a união homoafetiva reconheceu a quarta família brasileira. A Constituição prevê três enquadramentos de família. A decorrente do casamento, a família formada com a união estável e a entidade familiar monoparental (quando acontece de apenas um dos cônjuges ficar com os filhos). E, agora, a decorrente da união homoafetiva.
Ao julgar procedentes as duas ações que pediam o reconhecimento da relação entre pessoas do mesmo sexo, os ministros decidiram que a união homoafetiva deve ser considerada como uma autêntica família, com todos os seus efeitos jurídicos. Os ministros destacaram que é importante que o Congresso Nacional deixe de ser omisso em relação ao tema e regule as relações que surgirão a partir da decisão do Supremo.
O julgamento foi retomado nesta quinta-feira depois de ser suspenso na quarta, após o voto do relator das duas ações, ministro Ayres Britto. O ministro votou no sentido de dar interpretação conforme a Constituição para o artigo 1.723 do Código Civil. A norma define a união estável como aquela "entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família".
Pelo voto do ministro, que foi acompanhado integralmente por seis de seus colegas, deve ser excluída da interpretação da regra qualquer significado que impeça o reconhecimento de pessoas do mesmo sexo como entidade familiar. Em voto de cerca de duas horas, o ministro frisou que a união homoafetiva não pode ser classificada como mera sociedade de fato, como se fosse um negócio mercantil.
Além de uma longa análise biológica sobre o sexo, Britto registrou que o silêncio da Constituição sobre o tema é intencional. "Tudo que não está juridicamente proibido, está juridicamente permitido. A ausência de lei não é ausência de direito, até porque o direito é maior do que a lei", afirmou.
Um só afeto
O ministro Luiz Fux ressaltou que, se a homossexualidade é um traço da personalidade, caracteriza a humanidade de determinadas pessoas. "Homossexualidade não é crime. Então porque o homossexual não pode constituir uma família?", questionou Fux.
O próprio ministro respondeu a pergunta: "Por força de duas questões abominadas pela Constituição Federal, que são a intolerância e o preconceito". Segundo Fux, todos os homens são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Assim, "nada justifica que não se possa equiparar a união homoafetiva à união estável entre homem e mulher". O ministro ainda ressaltou que "se o legislador não o fez, compete ao tribunal suprir essa lacuna".
A ministra Cármen Lúcia destacou que a Constituição Federal não tolera qualquer discriminação. "Contra todas as formas de preconceitos há a Constituição Federal", disse.
O ministro Joaquim Barbosa ressaltou que cabe ao Supremo "impedir o sufocamento, o desprezo e discriminação dura e pura de grupos minoritários pela maioria estabelecida". De acordo com ele, o princípio da dignidade humana pressupõe a "noção de que todos, sem exceção, têm direito a igual consideração".
Na sessão de quarta-feira, Britto assentou que se não há lei que proíba, a conduta é lícita. De acordo com o ministro, a Constituição entrega o "empírico emprego das funções sexuais ao arbítrio das pessoas". E o Estado brasileiro veda o preconceito por orientação sexual. "As normas constitucionais não distinguem o gênero masculino e feminino", frisou Britto. Ou seja, não fazem distinção em relação a sexo. Logo, não fazem também sobre orientação sexual.
Britto disse também que união homoafetiva só seria vedada se a Constituição fosse expressa nesse sentido. "O que seria obscurantista e inútil", emendou. Segundo o ministro, a família, em sua concepção, é o núcleo doméstico, tanto faz se integrada por um casal heterossexual ou homossexual.
O ministro ainda ressaltou que não se pode alegar que os heterossexuais perdem se os casais homoafetivos ganham o direito ao reconhecimento jurídico de suas relações. Só se restringe um direito para garantir outro. Quem perde com o reconhecimento da união homoafetiva? Ninguém.
Divergências pontuais
Mesmo os ministros que divergiram do voto de Britto, o fizeram por questões pontuais. O ministro Ricardo Lewandowski, primeiro a não acompanhar integralmente o relator, reconheceu os direitos dos casais homossexuais, mas de forma um pouco mais restrita.
De acordo com o voto de Lewandowski, os homossexuais têm os mesmos direitos dos casais convencionais que vivem em união estável, exceto aqueles típicos das relações entre um homem e uma mulher.
O ministro não explicitou os direitos típicos de heterossexuais. Mas, pelo seu voto, pode-se supor que o casamento civil estaria proibido na união homoafetiva. Ele, contudo, ficou vencido.
Lewandowski também registrou que a decisão deveria valer até que o Congresso Nacional regulasse o tema. O ministro resgatou as discussões da Assembleia Nacional Constituinte em torno do parágrafo 3º do artigo 226 da Constituição.
A norma diz textualmente que a união estável se dá entre homem e mulher. O ministro mostrou, a partir das discussões, que isso foi uma opção clara do legislador. De acordo com Lewandowski, a decisão do STF ocupa o espaço do Congresso Nacional. Então, o preenchimento da lacuna teria de ser provisório.
Para o ministro Gilmar Mendes, o tema em julgamento diz respeito à dignidade dos indivíduos. "A pretensão que se formula tem base nos direitos fundamentais a partir dos princípios da igualdade e da liberdade", disse. De acordo com o ministro, é necessário reconhecer os direitos de casais formados por pessoas do mesmo sexo por uma questão de dignidade humana.
Mas o ministro fez observações sobre os fundamentos da decisão do STF. Para ele, pretender regular a união homoafetiva como faria o legislador é exacerbar o papel do Supremo. "Fazermos simplesmente a equiparação pode fazer com que estejamos a equiparar situações que vão revelar diversidades", disse o ministro. Por isso, Gilmar Mendes acompanhou Britto no mérito, mas se limitou a reconhecer a existência da união homoafetiva sem se pronunciar sobre outros desdobramentos possíveis.
Peluso afirmou que "na solução da questão posta, só podem ser aplicadas as normas correspondentes que no Direito de Família se aplicam à união estável entre homem e mulher". Mas nem todas, disse o presidente do Supremo, porque não se tratam de relações idênticas, mas de equiparação.
"A partir deste julgamento, o Legislativo tem de se expor e regulamentar situações que irão surgir a partir do pronunciamento da corte. É necessário regulamentar a equiparação. Aqui se faz uma convocação para que o Congresso Nacional atue", concluiu Peluso.
Família de fato e de direito
Nas sustentações orais de quarta-feira, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirmou que a ação visa reconhecer que todas as pessoas têm os mesmos direitos de formular e perseguir seus planos de vida desde que não firam direitos de terceiros. E, para ele, o reconhecimento da união homoafetiva fortalece a família.
De acordo com Gurgel, a discriminação em relação aos casais formados por pessoas do mesmo sexo compromete a capacidade dos homossexuais de viver a plenitude de sua opção sexual. "Embaraça o exercício da liberdade e o desenvolvimento da identidade de um número expressivo de pessoas", disse.
O PGR citou dados do IBGE, de acordo com os quais há 60 mil casais homossexuais no país. "E o número é certamente maior do que o dos dados oficiais. A união entre pessoas do mesmo sexo enquadra-se no plano dos fatos", afirmou.
O advogado Luís Roberto Barroso, que representado o governo do Rio de Janeiro, subiu à tribuna para falar que a história da civilização é a história da superação do preconceito. E lembrou de casos em que homossexuais foram punidos apenas por declarar sua opção sexual. De acordo com Barroso, o Supremo deve impor o mesmo regime jurídico das uniões estáveis convencionais às relações homoafetivas. Entender diferente, sustentou, significa depreciar e dizer que o afeto delas vale menos.
"Duas pessoas que unem seu afeto não estão numa sociedade de fato, como uma barraca na feira. A analogia que se faz hoje está equivocada. Só o preconceito mais inconfessável deixará de reconhecer que a analogia é com a união estável", afirmou Barroso. O advogado também frisou que o direito das minorias não deve ser tratado necessariamente pelo processo político majoritário. Ou seja, pelo Congresso Nacional. "Mas sim por tribunais, por juízes corajosos", disse.
O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, também defendeu o reconhecimento das uniões homoafetivas. "O reconhecimento dessas relações é um fenômeno que extrapola a realidade brasileira e o primeiro movimento de combate à discriminação que sofrem esses casais vem do Estado, com o reconhecimento de benefícios previdenciários", afirmou.
Outros seis amici curiae defenderam as uniões homoafetivas. Contra o reconhecimento, falaram dois amici. A principal foi a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O advogado Hugo José Cysneiros, que representou os bispos, começou com argumentos pesados. "Poligâmicos, incestuosos, alegrai-vos. Afinal, vocês também procuram afeto", disse em contraponto às sustentações que pregaram que o afeto não pode ter distinção entre homossexuais e heterossexuais. "A pluralidade tem limites", afirmou Cysneiros.
Quando passou aos argumentos jurídicos, Cysneiros sustentou que "uma lacuna constitucional não pode ser confundida com não encontrar na Constituição aquilo que eu quero ler". De acordo com ele, a CNBB não entrou nos processos para "trazer seu catecismo, nem citar textos bíblicos", mas para pedir "o raciocínio, a análise, tendo como referência o texto constitucional".
Cysneiros disse que com o texto legal claro no sentido de que a "união estável se dá entre o homem e a mulher", não cabia espaço para interpretações. E concluiu dizendo que a depender do resultado do julgamento, portar uma Bíblia poderia ser considerado crime. Outros sete amici curiae foram admitidos na ação, mas não fizeram sustentações orais.
Pedido duplo
O julgamento do Supremo foi feito com base em duas ações. Uma Ação Direta de Inconstitucionalidade e uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental. A ADPF foi transformada em ADI depois que se verificou que um de seus pedidos, o reconhecimento de benefícios previdenciários para servidores do estado do Rio de Janeiro, já havia sido reconhecido em lei.
A ADI foi ajuizada pela Procuradoria-Geral da República com dois objetivos: declarar de reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo como entidade familiar e estender os mesmos direitos dos companheiros de uniões estáveis aos companheiros nas uniões entre pessoas do mesmo sexo.
O argumento principal da ADPF transformada em ADI, proposta pelo estado do Rio de Janeiro, foi o de que o não reconhecimento da união homoafetiva contraria preceitos fundamentais constitucionais como igualdade e liberdade e o princípio da dignidade da pessoa humana. Os dois pedidos foram acolhidos,
No final do julgamento, o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante Junior, comemorou o resultado. "A decisão do STF deve ser aplaudida na medida em que confere uma interpretação à Constituição compatível com os princípios da igualdade e da dignidade do ser humano. Trata-se de um fato presente na vida da sociedade brasileira e que merecia reconhecimento pelo Judiciário no sentido de garantir os direitos decorrentes de uma situação semelhante a da união estável constitucionalmente previsto", afirmou.
Clique aqui para ler o voto do relator, ministro Ayres Britto
Clique aqui para ler o voto do ministro Ricardo Lewandowski
Clique aqui para ler o voto do ministro Marco Aurélio
ADI 4.277
ADPF 132

Parabéns ao STF! Cumpriu sua função contramajoritária e fez valer a Constituição em favor de uma minoria.
Não creio que nos dias de hoje haja pessoa de sã consciência que vá considerar uma união homossexual como sendo algo abominável, imoral, ou algo do gênero. Os que se posicionam contra o fazem por outra razões, por vezes inconfessáveis, mas no intimo sabem que sustentam bobagens. A questão é que a união conjugal formada por homem e mulher é algo tão antigo quanto a própria Humanidade, e quando estamos a falar de uma união de pessoas do mesmo sexo surge uma infinidade de questionamentos, bem como pequenos (mas múltiplos) problemas de ordem jurídica. É por isso que a inserção da união homossexual no ordenamento jurídico e na própria vida do direito, deve se operar com cautela, precaução, sob pena de graves injustiças e inconvenientes sociais, talvez mais graves do que a própria proibição da união entre pessoas do mesmo sexo.
Que eles tenham tudo o que têm direito...,
mas que, SOMENTE, possam "formar família" com aquela que conseguirem gerar, entre si mesmos ! ! !
A Marta Suplicy tem tentado há muitos anos a aprovação do casamento gay no congresso nacional; porém, ironicamente, foi o supremo quem abriu as portas para sua ocorrência, vez que basta pedir a conversão da união estável (homosexual) em casamento civil. Em caso de recusa do tabelião dali ação de reclamação junto ao supremo para preservar a autoridade da decisão do STF.
Lamentável, porém previsível.
Só tenho pena das crianças.
Não colocaria um filho nesse Brasil para ver isso.
Tudo tem um preço...
Lei que ampare tal direito de relacionamento homoafetivo não há no Brasil. O Judiciário deu um jeitinho na interpretação da Constituição. É aquela tal coisa, vivemos uma bagunça jurídica, legislativa e na execução das ações de governo. Uma a mais, uma a meos não, faz a menor diferença. Já houve no passado um Presidente que afirmou que o Brasil não é um País sério. Cada qual que tire suas conclusões. Dois dias para se concluir este julgamento, enquanto isso o Senado aprovava uma (1) MP, com 7 assuntos distintos. É o Brasil, uma verdadeira zona, Viva a homosexualidade do Brasil.
Parabéns ao STF pela belíssima decisão!
Fiquei estarrecido quando o Ministro Lawandowski, ao mesmo tempo em que apoiou a criação dessa identidade entre a união estável instituída na CF e as relações homossexuais, também registrou ter consciência do fato de na assembleia nacional constituinte de 1988 os representantes do povo terem rejeitado a proposta de incluir na CF a união estável entre "duas pessoas", preferindo "homem e mulher", por entenderem que só estas poderiam ser admitidas como familia. Representa esta atitude a consciência da suprema corte de que está concedendo direitos que o constituinte originário, quando confrontado com tal, intencionalmente decidiu negar. O guardião da Constituição se tornou seu senhor, colocando-se acima da vontade geral e consciente dos representantes do povo. Na verdade, o que não se obteve no voto democrático se ganhou no "tapetão", pela vontade de uns poucos juízes, que jamais foram eleitos pelo povo para representá-lo. Não temos a vitória da minoria, mas a derrota da democracia! Um dia realmente para lamentar e profundamente!
Pelo que vi e ouvi, terá de haver uma alteração na C.F. para fazer valer essa união de homosexuais e lésbicas. Não houve tanto empenho para fazer valer a Lei Ficha Limpa, chegando a conclusão que a CF não ''autoriza'', tampouco pensou-se em fazer um plebiscito a respeito, assim como não consultaram o povo para essa união. Quantos do povo são a favor?
Deveriam discutir a posição de filhos (que só poderão ser adotados, no caso dessa união de pessoas do mesmo sexo)quando na escola, serem indagados sobre os seus pais, no caso de dois homens: Quem é sua mãe? Voce tem dois páis e não tem mãe? É uma situação embaraçosa e de possivel discriminação entre crianças. Não sei se a sociedade, não só brasileira, está preparada para isso.
Colega Sargento, você está coberto de razão. Imagine as crianças, no segundo domingo de maio, preparando o presente pra mãe. O filho de dois gays entregará o presente pra qual deles? Ao parceiro passivo? É essa a situação esdrúxula abençoada pelo STF que os colegas anteriores parabenizaram? Isso é liberdade ou imoralidade? Aliás, a moral foi subvertida? Do ponto de vista técnico-jurídico o STF rasgou a CF/88 com 22 mãos, uma carta construída pela mão e coração de milhões de brasileiros. Como pode conferir "interpretação conforme" a parâmetro constitucional se esse expressa literalmente que "para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o HOMEM e a MULHER"? Dizer que a Constituição disse menos do que devia ou que comporta interpretação ampliativa é medida casuística que atende os interesses de ínfima parcela da sociedade. Nesse ponto, fico com Anacleto Reinaldo, em w w w . youtube . com /watch?v=f5U2LLukV4E&feature=related
É o fim dos tempos o STF se curvar a uma pressão dessas. Seria medo de uma multidão colorida em frente à Corte ou haveria "afiliados" por lá ? A CF é clara ao dizer que a entidade familiar é formada entre HOMEM E MULHER. O preceito é constitucional e o princípio é bíblico, natural, lógico. Querem se unir por desajustes sexuais que não conseguem superar ? Unam-se, promiscuam-se, mas reconhecer isso como entidade familiar é rasgar a Carta.
Até 1962, a mulher era "relativamente (in)capaz". Hoje, olhamos por sobre os ombros e dizemos, em uníssono: "Que absurdo! Como éramos atrasados".
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Daqui a 20 anos, a atual geração de seus 15-20 anos fará o mesmo ao examinar a decisão do STF.
Primeiro o fato da vida. Em seguida a jurisprudencia e por fim a lei.
Assim evolui do direito.A decisão do STF apenas unifica a interpretação da Constituição, o que já vinha sendo reconhecido pelos tribunais inferiores.
É um avanço significativo no combate a discriminação.
Fico impressionado que ainda existam pessoas emitindo opiniões contra a decisão... Uns alegam estar com pena das crianças, outros dizem ter sido uma facada no coração da família, fora outras bobagens desnecessárias. Mas, qual o motivo dessa contrariedade toda? Para os cabras machos de verdade, fica ainda melhor, porque incentiva a diminuição da concorrência, haja vista que um monte de cabrito agora vai com ainda mais intensidade virar tudo cabritinha, e mais, incentivará o aumento de cabritinhas lindas que gostam de outras cabritinhas. E isso aumenta a possibilidade dos cabras machos de verdade constituirem um harém, ou aqui nunca ninguém sonhou em "se juntar" com três ou mais mulheres ao mesmo tempo sob o mesmo teto? Agora só falta acabarem com essa bobagem de a lei regular o número de cabritinhas com que um cabra macho pode casar. Abaixo a monogamia e viva a diversidade!
Que coisa linda....realmente o direito é maravilhoso........liberta as pessoas......
E o voto do Min. Luiz Fux??? Que clareza de idéias, que racionalidade ponderada com emoção, ambas no equilíbrio perfeito......
Fiquei extasiada com as palavras dele. “A pretensão é que se confira jurisdicidade à união homoafetiva, para que [os casais] possam sair do segredo e do sigilo, vencer o ódio e a intolerância em nome da lei”. Quer coisa mais bonita????
E aquele homem citando Fernando Pessoa???
Enfim, com esta decisão unânime, a Suprema Corte concedeu aos homossexuais mais que um projeto de vida, um projeto de felicidade.
Só lamentos pelos que não compartilham destes ideais de liberdade, são os ignorantes na real acepção da palavra.....coitados...
Parabéns ao STF! Na qualidade de concurseiro, inclusive estudando o direito comparado, decidiu o STF de acordo com a evolução do direito e da sociedade. Quem discordar do STF, é melhor estudar!
Belíssima decisão, que coloca o Brasil no patamar dos países realmente desenvolvidos e civilizados.
Essa decisão dá ao mundo uma lição de paz, civilidade, tolerância e respeito às minorias.
O que mais me indigna com alguns posicionamentos do STF, é que os sofômanos que o compõe não vão assumir as responsabilidades futuras que suas decisões fomentarão. Rasgaram a Constituição e só vão esperar a primeira oportunidade para "legalizar" a adoção pelos promíscuos, devassos e depravados. Feriram de morte a família brasileira e a sociedade decente em geral. Aliás, se acham que vão ser aplaudidos pela sordidez que esse julgamento representa, basta que se faça uma perfunctória pesquisa junto ao povo brasileiro e terão a resposta bem clara no meio de suas fuças.
As crianças que serão adotadas pelos pérfidos sofrerão inquestionáveis problemas de relacionamento, "bullyngs", além de uma degeneração moral e psicológica irreparável. Será que algum "togado" do STF vai aparecer para resolver a situação? É um país atrasado e que vai levar mais uns 1500 anos para poder ao menos arrotar moralidade.
LEMBRO-ME DE MINHA AVÓ :
"SERÁ O FIM DO COMEÇO, OU O COMEÇO DO FIM ?"
acdinamarco@aasp.org.br
Constato, tristemente, que este fórum jurídico não é local para o debate civilizado. Manifestações que excluem a legitimidade da opinião contrária, ou mesmo sua sinceridade, são a mais clara expressão do preconceito e da intolerância. Curioso que muitas dessas manifestações brotem dos defensores das "minorias".
Li o voto do Relator, Min. Carlos Brito, por cujo raciocínio a liberdade constitucionalmente assegurada aos cidadãos de exercerem sua afetividade/sexualidade segundo seus próprios critérios deve levar necessariamente à caracterização como entidade familiar das uniões que formarem. Expressa o entendimento de que a Constituição não quis impor nem privilegiar um determinado modelo de família.
Para o Min. Carlos Brito, portanto, vale tudo no direito matrimonial. Os legitimados a tanto podem contar com seu voto nas futuras ações que visarem a declarar a constitucionalidade do casamento homossexual, ou múltiplo.
Se a união afetiva foi consolidada no Direito, surge a seguinte questão: existe divórcio para união afetiva? Se exite, trata-se do casamento civil! Se não existe, trata-se de apenas contrato social? Ou seja, uma parte contrata a outra? É isto? Se o contrato for rompido existe danos materais para uma parte? Se o casal afetivo adotar uma criança, esta iria para quem? Para qual parte do contrato social?
A minha impressão é que o "Buraco Negro" do Direito só vai aumentar!
Lamentável! ..........união homoafetiva Já!
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Agora entendo a fala dos meus professores quando diziam:
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-- Os juízes de primeira instância em muitos casos se acham Deuses
-- Os da Suprema corte tem certeza!
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Essa não era uma questão só para eles decidirem. Todo poder emana do Povo! Não se trata de discriminação, se trata de algo muito maior.
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Devemos perguntar a nós mesmos o que vem depois dessa decisão?
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Ninguém pode questiona que o sujeito homossexual pode oferecer amor, carinho e afeto ao seu semelhante, mas, é difícil acreditar que ficará só nisso.
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Não tenho dúvida o peso dessa decisão não poderia estar somente na balança da Justiça; neste cenário desolador os Deuses vedaram seus olhos e com suas espadas em punho obrigaram o povo Brasileiro acreditar que AQUI EXISTE UM MUNDO COLORIDO DE RESPEITO, DE CULTURA MIL, DE EDUCAÇÃO, DE PUDOR, DE TOLERÂNCIA, DE BOM CENSO.
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Que contraste jurídico é este? ficha limpa = não
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COM QUE AUTORIDADE ACUSA DE IGNORANTES OS QUE NÃO COMPARTILHAM DE SUAS FUNESTAS OPINIÕES ?
QUEM PENSA SER, ILUSTRE ESTAGIÁRIO ?
HAVERÁ DE CRESCER MUITO, ANTES DE QUALQUER COISA !!!!!
acdinamarco@aasp.org.br
Decisão histórica do STF. Agora só falta legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. E, por favor, não me venham com aquela baboseira de dizer que casamento é sacramento. O estado é laico, e o único casamento que que interessa é o da lei: Art. 226, § 1º CF/88: O casamento é civil e gratuita a celebração.
Enfim, chegamos à Idade Moderna. Para a Idade Contemporânea, ainda temos um longo caminho.
Partindo-se do fato de que vivemos nestes dias lamentaveis sob o jugo DE FATO da ditadura do "politicamente correto" , basta a mim apenas lamentar que a mais alta corte do Pais venha a perder preciosissimo tempo com uma BOBAGEM deste tamanho que travestida de coisa bonitinha , certamente vai abrir uma belissima porta lateral para toda um nova geração de "trambiques variados" com esta nova "situação social" agora oficialmente reconhecida.
Estou me lixando para opiniões dos hipocritas de plantão que adoram ficar bem na foto e fecho integralmente com o "reaça" a serviço da verdade chamado de Jair Bolsonaro , quem for contra procure a sauna gay mais proxima pois é o que não falta.
Tambem fica mais uma vez evidente a capacidade dos 11 senhores e senhoras da verdade suprema de se prestarem a este tipo de papel jogando para a plateia da maneira mais sordida possivel. Enquanto isso centenas de milhares de processos apodrecem junto com os respectivos interessados enquanto as "esselenças" de plantão se dobram em gesto genuflexorio perante a patuleia que esta doidinha pra sair do armario. Não sou nenhum taleban tupiniquim mas alem de tudo ainda vai de encontro a TODAS as religiões minimamente reconhecidas.
Enquanto esta PALHAÇADA juridica agora sai do armario , processos que envolvem vida e morte de Aposentados como no caso Varig "mofam" nas prateleiras da covardia juridica e da conveniencia sordida desta nossa justiça???? de fancaria. Que nojo Senhores , que nojo!!!!!!! Isto para sermos bem economicos com as palavras.
Nobre Antonio, os ignorantes aos quais referi-me são aqueles que ignoram, desconhecem as dores, aflições e desgraças desta minoria que é rechaçada pela sociedade e que, dia após dia, é recheada de adjetivações nauseabundas.....
Não fecho meus olhos para estas tristes constatações que a vida nos mostra todos os dias....
Até bem pouco tempo atrás, os negros, simplesmente por serem negros, também não tinham direitos.....Como a própria Min. Carmem Lúcia frisou, olhamos para trás e pensamos: “Mas porque este direito, tão fundamental, não foi concedido antes????” ......
Paciência, cada dia de uma vez......
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Que eles tenham tudo o que têm direito...,
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mas que, SOMENTE, possam "formar família" com aquela que conseguirem gerar, entre si mesmos ! ! !
Leia em Julio Severo: ro.blogspot.com/2011/05/parabens-ao-supr emo-tribunal-federal.html
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Parabéns ao Supremo Tribunal Federal
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Esse é o governo do PT, para o PT e sob o PT
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Em decisão totalmente arbitrária ontem, o Supremo Tribunal Federal decretou sua legitimidade para a união civil gay e adoção de crianças por duplas gays. Arbitrária porque, embora essa seja a vontade patente do governo, da mídia esquerdista, da militância gay e do STF, não é a vontade do povo. (continua...)
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http://julioseve
Proposta de Emenda Constitucional
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Artigo 5º, LXXIX - não podem casar ou constituir entidade familiar as pessoas do mesmo sexo.
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Divulgue e faça a campanha.
Faço minhas as palavras do sr. Hammer Eduardo e, ainda acrescento que ao contrário do que muitos acusaram, não há ódio algum aos indivíduos que estão sendo beneficiados por esta "pândega", mas sim desaprovação, uma discordância à prática.
Chego a pensar que infelizmente, do jeito que a coisa vai, pelo andar da carruagem, daqui a algum tempo, ai de quem abrir a boca, apenas para falar que não concorda... Cadeia nele!!!! 2 a 5 anos de cana, e olhe lá se não for mais.
A mim pouco importa o que pensem e façam as pessoas deste mundo, cada um dará conta de suas próprias ações um dia, mas pra quê ficar inventando moda? Deixa tudo como está! Depois acham ruim quando dizem que eles querem 5 minutos de atenção.
A saúde está precária (como sempre), pessoas apodrecem dentro dos hospitais em meio a condições sub-humanas, crianças estão morrendo, sendo abusadas, a educação anda de bengala, a miséria, a fome estão presentes no dia a dia da maioria da população brasileira... Será que já não é o suficiente para se preocupar? Bom senso, eis o que está faltando na cabeça de toda esta gente!
Faço minhas as palavras do sr. Hammer Eduardo e, ainda acrescento que ao contrário do que muitos acusaram, não há ódio algum aos indivíduos que estão sendo beneficiados por esta "pândega", mas sim desaprovação, uma discordância à prática.
Chego a pensar que infelizmente, do jeito que a coisa vai, pelo andar da carruagem, daqui a algum tempo, ai de quem abrir a boca, apenas para falar que não concorda... Cadeia nele!!!! 2 a 5 anos de cana, e olhe lá se não for mais.
A mim pouco importa o que pensem e façam as pessoas deste mundo, cada um dará conta de suas próprias ações um dia, mas pra quê ficar inventando moda? Deixa tudo como está! Depois acham ruim quando dizem que eles querem 5 minutos de atenção.
A saúde está precária (como sempre), pessoas apodrecem dentro dos hospitais em meio a condições sub-humanas, crianças estão morrendo, sendo abusadas, a educação anda de bengala, a miséria, a fome estão presentes no dia a dia da maioria da população brasileira... Será que já não é o suficiente para se preocupar? Bom senso, eis o que está faltando na cabeça de toda esta gente!
Mais uma vez o Judiciário fazendo o trabalho do legislativo. E para os que não gostaram: está na hora de vocês reverem seus conceitos, ou melhor, preconceitos.
Os homófilos, uma vez mais carregando nas tintas, vêem em cada um que discorde do ABSURDO ocorrido ontem um "homofóbico" odiento! Tal coisa seria espantosamente ridícula, não fosse terrivelmente séria!
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Ontem assistimos a um verdadeiro AI-5 POLITICAMENTE CORRETO! Se a Constituição diz "não", corra-se ao Supremo, e lá, poéticos guardiães da lei, dirão: "a lei, ora a lei!".
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Para o ministro levandwoski, por exemplo, os maravilhosos e celestes gays tem "afetividades", sublimes, certamente, exercidas nas mais altas nuvens ("olá, esse é Jurandir, o meu homoafeto!") enquanto que esses nojentos heterossexuais da família patriarcal (oh, mas que coisa esse negócio de ajuntar "patrimônio", de "capitalismo"!) e que só TRANSAM para ter filhos e legar herança.
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ABAIXO A CONSTITUIÇÃO E O SEU TEXTO LEGAL!
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ABAIXO O CONGRESSO E A SUA FUNÇÃO LEGISLATIVA!
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VIVAM AS INTERPRETAÇÕES "POÉTICAS" E POLITICAMENTE CORRETAS!
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O que os IDIOTAS que aqui estão dando pulinhos de felicidade não atentam, é que hoje se "pula" uma determinação constitucional, ignorando-a, e justamente por quem deveria ser o guardião daquela; amanhã qual outra será solenemente ignorada, hein, srs. operadores do Direito.
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Patacoada semelhante só se viu na Nicarágua, aonde na Corte constitucional, dominada por sandinistas, decidiu-se simples e solenemente se ignorar determinado e específico dispositivo constitucional para que daniel ortega pudesse candidatar-se à reeleição.
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Gostaria que os doutos e afamados comentadores deste democrático espaço de discussão jurídica e social me informassem: Em qual outro país do mundo a "união homossexual" foi instalada pelo Judiciário?!
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Riam e pulem, idiotas, amanhã o seu pescoço poderá estar batendo um papinho com a corda!
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Estou errado?
Infelizmente,meu preclaro,a INDECÊNCIA ronda o nosso país,e não é pela união de duas pessoas que se gostam.
Esse País é indecente pela corrupção;esse país é indecente pelo não saneamento básico;esse País é indecente pelos milhões de analfabetos funcionais;esse País ´pe indecente pela falta de segurança pública;esse país é indecente pelo analfabetismo;esse país é indecente pelas crianças fora da sala de aula;esse país é indecente pela carga tributária altíssima.
Tanta indecência nesse país e atirar pedradas em duas pessoas estranhas?
Vamos espiolhar outras indecências no Brasil:
o alcoolismo da juventude;a propaganda indecente de bebida alcoólica na TV e rádio;esse País é indecente pelo péssimo atendimento público na saúde.Indecente é o político torrar dinheiro público em propagandas.
Quanta indecência nesse pobre país e atirar pedradas em dois estranhos?
Esse é um país indecente,mesmo!
Poupe-nos!
É triste constatar o preconceito e o ódio de certas pessoas. Infelizmente, isso só terá fim quando a conduta for criminalizada, tal como ocorre com o racismo.
Simplesmente chocante a decisão tomada ontem pelo STF e, registre-se, pela ensurdecedora e impressionante unanimidade dos ministros votantes. Já li e reli o teor dos votos que já foram divulgados e já revi a gravação do julgamento e ainda não consigo crer que isso de fato aconteceu. O mundo ainda está juntando os cacos do “liberou geral” da década 60/70 que investiu pesado na destruição da família, produzindo, como resultado, depósitos lotados de jovens (FEBEM), que não sabem o que é ter uma família, muitos sequer conheceram seus pais ou foram abusados sexualmente ainda crianças, etc., jovens que não sabem o que é ser pai/mãe ou marido/esposa, porque não cresceram vendo isto em casa, tudo fruto do ideário modernista de “seguir o próprio nariz”, sem limites, sem valores estruturais que formam o caráter, etc., e agora teremos que lidar com a tal “nova família” pós-moderna, criada pela imaginação criativa e ultra-legem dos ministros do STF, à margem consciente da vontade do poder constituinte originário. Os ministros inclusive citaram que os constituintes, no tocante à união estável, rejeitaram a proposta de colocar na CF a expressão “duas pessoas”, ao invés de “homem e mulher”, porque conscientemente não admitiam as relações homossexuais como família. Mas, os “guardiães da CF” decidiram se tornar senhores da CF e passar por cima da vontade legítima dos representantes do povo, fazendo introduzir no nosso ordenamento jurídico essa nova família, onde crianças terão que conviver com dois homens ou duas mulheres como seus referenciais de pais. Temo, e muito, pelo futuro que nos espera. Os homossexuais não tem ideia do mal que lhes estão fazendo!
Li os comentários mas não vi argumentos jurídicos para desaprovação da decisão. Algumas pessoas simplesmente falam: não é porque não!!
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"O reconhecimento da união homoafetiva como entidade familiar" foi meu tema de monografia. Estudei bastante. Como dizem diversos doutrinadores: a união momoafetiva enfrenta o mesmo calvário vivenciado outrora pela união estável.
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Se a adoção por homossexuais fosse probida, mesmo assim teria gente aqui gritando contra, ou seja, mesmo que não se pudesse adotar, que os efeitos de sua união refletisse apenas aos companheiros ou companheiras homossexuais, teria muita gente faxendo barulho.
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Não sei quem questionou aqui um articulista por se referir a outros como ignorantes. Mas eu, de certo modo, endosso: quem generaliza os homossexuais como promíscuos, safados e etc... é ignorante mesmo, porque para se afirmar isso é preciso conhecer todos os homossexuais.
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Enfim, segurança para o enlace gay... Se A constitui patrimônio junto com seu parceiro, sendo renegado pela família a vida toda, e quando da sua morte tem seus bens destinados a quem sempre o desprezou, isso é justo? É justo que um familiar totalmente distante venha ser o inventariante e o parceiro que compareceu ao seu lado até o último dia de vida fique a ver navios?
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Seria justo que uma mulher fosse marginalizada pela lei mesmo ficando ao lado de seu companheiro até os últimos dias daquele?
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Pra finalizar, Ministra Cármen Lúcia: "Acho interessante frisar que a decisão tem efeito vinculante." E o Presidente da Corte: "Claro, vinculante e erga omnes".
Nada mais falacioso do que se colocar a resistência na introdução das relações homossexuais no conceito de família no âmbito de alguma suposta discriminação contra homossexuais. O pré-conceito só existe quando estamos diante de situações em tudo por tudo idênticas, em todos os aspectos, mas se decide, sem qualquer discrimen justificado, conferir a elas tratamentos jurídicos diferentes. Não é o caso. E para se concluir isto basta que se olhe um aspecto, dentre muitos outros discrepantes: a sexualidade! Embora já tenham sido levantadas algumas propostas de teorias científicas que poderiam vir a sustentar a possibilidade da homossexualidade poder ser imanente ao ser humano, o fato é que até hoje essas propostas não passam de teorias, sem qualquer comprovação científica real. O que se tem até hoje comprovado pela ciência é de que o corpo do homem nasce naturalmente preparado para o relacionamento sexual com o corpo da mulher, e vice-versa, sendo os órgãos sexuais de ambos biológica, física e organicamente preparados um para outro, e não se falando apenas da procriação. Portanto, do ponto de vista científico, a heterossexualidade é um comportamento comprovadamente coerente e ajustado com a própria natureza da constituição orgânica e funcional do ser humano. A satisfação sexual nas relações homossexuais exige que se dê a algum órgão do corpo humano um uso para o qual não foi desenhado e nem organicamente preparado. É preciso que se violente a naturalidade. Não há qualquer preconceito quando se trata os desiguais desigualmente. A heterossexualidade é imanente do ser humano. A homossexualidade não, pelo menos a ciência até hoje nada provou neste sentido.
Caro Amauri:
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Se você foi "desatento" o suficiente, chamo-lhe à atenção: a decisão das excelentíssimas sumidades (do verbo sumir mesmo) se deu CONTRA EXPRESSO DISPOSITIVO DA CONSTITUIÇÃO, que reserva o cenceito de "união estável" para o relacionamento entre um homem e uma mulher. E até que se modifique tal dispositivo, é ele que deveria prevalecer. A decisão é absurda e baseada em "poesias" e elegias ao politicamente correto. O senhor entendeu agora?
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E que me lembra do comentário pertinentíssimo do Eminente Rev. Fulton Sheen, no Século XIX: "Da penúltima vez que estive na Inglaterra, o homossexualismo era proibido; da última, permitido, espero que de minha próxima visita, ele não seja obrigatório!".
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Se não estamos caminhando para isso, muito distantes aparentemente não ficaremos, pelo menos se forem seguidas as palavras "mansas" e "pacíficas" do Sr. Túlio alí embaixo, que pretende, certamente com muito boa intenção! nada menos do que a CRIMINALIZAÇÃO da "HOMOFOBIA" (como os comentários contrários aqui expostos), no que se assemelha bastante com a Rainha de Copas de Alice, que a toda hora bradava: "CORTEM-LHE A CABEÇA!"
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Quanto ao Sr. Schmuck, este parece tomado de um certo maniqueísmo. Se elogiamos "A" ou criticamos "B" por alguma determinada opinião, tornamo-nos automaticamente escravos dessa avaliação (deve ser por isso que é tão homófilo!). Comigo não, amigo! O certo é o certo e o errado é errado. A lei da Ficha Limpa é claramente INCONSTITUCIONAL porque viola o princípio da presunção de inocencia garantido pela Constituição e tem efeitos retroativos à sua vigência. Ademais, quer se corrigir algo que o dedinho do cidadão fez, ou seja, uma retificação da vontade popular, por mais equivocada que ela seja. Democracia? Claro que não.
Qual foi o argumento Jurídico utilizado pelo STF na Decisão? Nenhum. No Brasil não existe Lei que regulamente relação homoafetiva. O que o STF fez na verdade foi usar o velho e conhecido jeitinho brasileiro, disse: o casal homoafetivo se equipara ao casal étero na consepção de família. Como??? Onde está o argumento jurídico desta Decisão, na interpretação do Artigo ou no jeitinho. Pessoal, família é muito mais do que uma simples interpretação de um artigo ou uma simples equiparação de conceitos. Vou usar uma palavra dita por vários Ministros na Sessão: "Deus, meu".
Caro Igor:
Por favor, não coloque "eminente" entre aspas, porque o Cardeal Fulton Sheen, egresso do protestantismo, foi uma das inteligências mais brilhantes do Século XX (grafei XIX equivocadamente) ele sustentou durante mais de 60 anos renhida luta contra o mal e em defesa do Bem, ou seja, da Santa Igreja Católica.
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Observe, por exemplo essas palavras e veja quanto de profético nelas existe:
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"Dizem que a América sofre devido à intolerância – não é verdade. O sofrimento dela se origina da tolerância, já que tolera igualmente o certo e o errado, a verdade e a falsidade, a virtude e o vício, o Cristo e o caos. Comparada à invasão dos dogmáticos, é a invasão dos compreensivos em uma ameaça muito maior a nossa pátria".
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Não nos esqueçamos apenas, de que a única coisa certa desta vida é o fim dela e que ao cabo deste fim, TODOS nós iremos dar conta de nossas ações, boas e más, queiramos ou não, creiamos ou não.
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Passar bem.
Os críticos da decisão deveriam perder um pouco mais de tempo tentando refutar especificamente os seus argumentos concretos. Quem se limita a entoar a letra do parágrafo 3 do 226 para bradar o pretenso desrespeito ao texto constitucional realmente não sabe quais foram os fundamentos da decisão.
Quanto às bestialidades propaladas pelos reverendos, batinados ou não, por favor, reservem-nas aos templos da intolerância, pois este deveria ser um debate jurídico. Lá, nos templos, ainda que sob a inexorável eficácia erga omnes do acórdão, encontrarão o sonhado eco para o discurso vociferante, vil, moralista e, sobretudo, ignorante.
Faço coro às suas palavras. Infelizmente, os argumentos dos críticos do STF extrapolam a órbita jurídica para o campo da intolerância religiosa e social... não precisa ser nenhum gênio para saber que a interpretação legal se dá sistematicamente, não apenas pinçando-se recortes de isolados de texto.
Isto sim é que é inconcebível: agora não temos mais o direito de discordar desta palhaçada. Não tô falando que não irá demorar muito para que sejamos encarcerados pelo simples e inofensivo fato de termos conceito formado e não pré-conceito? Façam-me o favor! Daqui a pouco vão querer também nos obrigar a largarmos os nossos cônjuges, filhos, famílias, para nos aventurarmos no homossexualismo... é só isso que falta.
Francamente!!!
Caro Schmuck;
O que está sendo discutido neste fórum não é religião, mas já que o senhor fez questão de tocar no assunto, gostaria de lhe esclarecer que não foram os cristãos que criaram os ditames acerca desta prática(hossexualismo), mas sim Deus, e para quem tiver qualquer dúvida, eu sugiro uma breve leitura de apenas dois livros que fazem parte da bíblia sagrada: Levítico 18:22 "Com homem não te deitarás, como se fosse mulher, abominação é" e no N.T. em Romanos 1:27 "semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro".
E aí? O que o senhor tem a dizer sobre isto?
O caso, caro Schmuck não tem nada a ver com a igreja, existem tantas pessoas que em suas vidas sequer abriram uma bíblia, ou tiveram qualquer formação religiosa, e no entanto, são extremamente contra este ultraje.
Passar bem.
Caro Schmuck;
O que está sendo discutido neste fórum não é religião, mas já que o senhor fez questão de tocar no assunto, gostaria de lhe esclarecer que não foram os cristãos que criaram os ditames acerca desta prática(hossexualismo), mas sim Deus, e para quem tiver qualquer dúvida, eu sugiro uma breve leitura de apenas dois livros que fazem parte da bíblia sagrada: Levítico 18:22 "Com homem não te deitarás, como se fosse mulher, abominação é" e no N.T. em Romanos 1:27 "semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro".
E aí? O que o senhor tem a dizer sobre isto?
O caso, caro Schmuck não tem nada a ver com a igreja, existem tantas pessoas que em suas vidas sequer abriram uma bíblia, ou tiveram qualquer formação religiosa, e no entanto, são extremamente contra este ultraje.
Passar bem.
Meu caro senhor Igor, me parece que o senhor também se escusou de outro trecho da bíblia, que diz que: todos os pecados, com exceção do pecado de “impureza sexual”, não são contra o corpo, ou seja, atos sexuais impuros são prejudiciais ao corpo, que é templo do espírito santo, logo, ofendem diretamente ao espírito santo de Deus.
Permita-me corrigi-lo também acerca de outra questão, ninguém está impondo “a sua visão religiosa”, como acabou de afirmar, mas sim a visão de Deus, uma vez que vocês mesmos tocaram no assunto.
Quanto à homossexualidade ser “natural” para muitas igrejas (totalmente risível), faça-me o favor, pândega meu caro, pândega. Estas instituições que o senhor mencionou não são, nunca foram e jamais serão igrejas, são heresias, afronta a todos os que professam verdadeiramente o nome do Senhor Jesus Cristo. Inclusive, ao ser questionado sobre algumas passagens bíblicas, o “pastor”, ou melhor, “os pastores” da cristã contemporânea, além de não compartilharem com as demais ovelhas o comentário, sequer deram-se ao trabalho de responder a minha pergunta, que fosse em particular.
Aí eu pergunto: por que será hein?!?
No mais, ouvir e ler pessoas como Hammer Eduardo e Richard Smith, é um privilégio.
Ah, a decisão do STF é um grande ULTRAJE a toda a sociedade, que está lacrada de problemas anos luz de maior relevância, a esta perda de tempo.
Supremo Tribunal Federal desafia a Constituição e garante uniões civis homossexuais ro.blogspot.com/2011/05/supremo-tribunal -federal-desafia.html
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Matthew Cullinan Hoffman
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BRASÍLIA, 6 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — O Supremo Tribunal Federal do Brasil decretou que as uniões homossexuais são equivalentes às “uniões estáveis” dos heterossexuais sob a lei nacional, apesar de que a Constituição brasileira limita com clareza tais uniões aos casais heterossexuais. (continua...)
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http://julioseve
O politicamente correto é o AI-5 da democracia ro.blogspot.com/2011/05/o-politicamente- correto-e-o-ai-5-da.html
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Reinaldo Azevedo
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Caros, um post um tanto longo, mas vamos lá. Se eles não se cansam, eu também não me canso.
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Se o texto constitucional não vale por aquilo que lá vai explicitado, então tudo é permitido. Vivemos sob a égide do AI-5 da democracia: o politicamente correto. Aquele suspendia todos os direitos, ouvidas certas instâncias da República, que a Carta assegurava. Na sua violência estúpida contra a ordem democrática, tinha ao menos a virtude da sinceridade. O politicamente correto também pode fazer da lei letra morta, mas será sempre em nome, diz-se, da democracia e da justiça. (continia...)
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http://julioseve
Bolsonaro: próximo passo será legalização da pedofilia o.com/bolsonaro-pr%C3%B3ximo-passo-ser%C 3%A1-legaliza%C3%A7%C3%A3o-pedofilia-134 100604.html
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Por AE | Agência Estado – sáb, 7 de mai de 2011
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“O próximo passo será a adoção de crianças por casais homossexuais e a legalização da pedofilia”, disse ontem o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) ao comentar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheceu a união estável entre homossexuais. Para ele, o STF fez um “julgamento político”. “O Supremo extrapolou. Quem tem de decidir isso é o Legislativo, com a sanção do Executivo. Agiu por pressão da comunidade homossexual e do governo. Unidade familiar é homem e mulher.”
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Bolsonaro afirmou que proíbe o seu filho de 3 anos de brincar com crianças criadas por gays. “Eu não quero que o meu filho menor vá brincar com o filho adotivo de dois homossexuais. Não deixo. Não quero que ele aprenda com o filho do vizinho que a mamãe usa barba, que isso é normal. Não vou deixá-lo nessas companhias porque o futuro do meu filho também será homossexual”, disse o deputado. “Vão dizer que estou discriminando e estou, sim.”
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Indagado sobre o teor de suas declarações, Bolsonaro atacou o Projeto de Lei 122, que prevê a criminalização da homofobia, e sugeriu que, caso ele seja aprovado, será “mais fácil se livrar de um homicídio do que de uma discriminação homofóbica”. “Se ser homofóbico é defender as crianças nas escolas, defender a família e a palavra de Deus, pode continuar me chamando de homofóbico com muito prazer, pode me dar o diploma de homofóbico”, declarou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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http://br.noticias.yaho
Primeiramente, não há com o que se confundir a respeito de Pris, pois o mesmo se refere a Priscila meu caro, logo, como nasci de sexo feminino e pretendo mantê-lo até o fim de minha vida, sou menina, não precisa utilizar o (a).
Sim, o sr Igor já deu uma resposta à minha citação bíblica, falha, diga-se de passagem, e que pelo que percebi, o senhor não a leu antes de me responder, mas ainda há tempo.
Meu caro, Jesus realmente impediu que a adúltera fosse apedrejada, entretanto, o que foi mesmo que Ele disse antes que ela fosse embora???
_Vá e “não peques mais”. Acho que não é preciso nem comentar, não é mesmo? Afinal, o senhor tem demonstrado que tem raciocínio.
Quando me refiro a Deus, estou falando do único Deus verdadeiro, ou seja, os “deuses” citados, se tratam de ratos, vacas, rio com nível máximo de poluição e toda a sorte de imundícia, entre tantas outras coisas, que fazem jus a crença de um 3º sexo, algo que juntamente com a religião, é cientificamente comprovado que não existe. Cromossomos, lembra-se?
Os seres humanos hindus merecem sim respeito, as suas práticas é que não, meu caro.
Pois é, infelizmente o STF não valoriza a verdade. Como eu já disse anteriormente: ultrajante!
Desde que não me peçam para casá-los... rsrsrsrs.
Ops, me esqueci que corro o risco de pegar de 2 a 5 anos de prisão, hum...
Fique tranqüilo meu caro, primeiramente não pretendo advogar, tenho outros vôos a alçar, mas se fosse caso, o “casal” encontraria um profissional com conceito formado e não pré-conceito.
Capiche?
Faça um favor à comunidade jurídica recolhendo seus comentários religiosos e, enquanto há tempo, filiando-se ao convento mais próximo.
Muitos gostariam mesmo de ver a Religião confinada às sacristias, aonde não afetassem minimamente a sua "visão" de mundo. Percebe-se neste momento, toda a sua "tolerância"; a "mansitude" com que enquadram todos aqueles que não pensam como eles. Isso é típico.
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Mas não para cima de mim! Se delúbios e martaxas podem dar a sua opinião e exercer o seu "saudável" influxo, por quê não eu ou outros que divergem da caterva?
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E ainda no dia de hoje, o "Estadão" traz matéria aonde comentam os façanhudos que é urgente agora a aprovação da lei contra a "HOMOFOBIA", que puna, principalmente (notem bem!) a "repressão" às "manifestações de afeto".
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Então, caro leitor, se você estiver com seus filhos pequenos na presença de um casal que esteja gerando, hum, digamos, constrangimentos com o seu proceder, digamos, num vagão de metrô ou numa fila de cinema e os repreender, tudo bem! Agora, se o "casal" for de "homoafetivos" (vulgo, boiolas mesmo), cuidado! de 2 a 5 anos de RECLUSÃO, hein?!
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E é claro que num país aonde foram resolvidas todas as demais questões sociais, principalmente as de segurança pública, é claro que essas medidas são mesmo URGENTES!
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Por derradeiro: "vociferante, vil, moralista e, sobretudo, ignorante" me levam a querer indagar acerca da cara e digna senhora progenitora, coisa a qual não farei para não parecer ofensivo e "homófilo"
Seu comentário é a prova empírica do que tenho exposto. I rest my case. E admiro o seu espírito mui cristão ao fazer tão elegante referência ao final da sua mensagem. Parabéns!
O argumento expedido é risível: Nosso Senhor Jesus Cristo justamente manda JULGAR quando diz: "A tudo julgai e ficai com o que é bom!".
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Ora, simples análise do trecho acima demonstra que existem efetivamente coisas boas e coisas más, assim como ATITUDES (exterioridades, porque o julgamento do interior das pessoas é reservado somente a Deus) boas e ruins.
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É nosso DEVER portanto, escolher as primeiras e repudiar as segundas. Simples assim.
E se fossemos "radicalizar", poderíamos citar diversas outras passagens da Escritura na qual o Nosso doce Senhor manifestou toda a sua ira contra os pecadores RENITENTES, não-arrependidos:
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"Raça de víboras!";
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"Sepulcros caiados! Por fora brancos e puros, por dentro cheios de imundicies!";
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"Afastai-vos de mim, malditos, para o fogo do inferno",
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"Pensai que eu vim trazer a paz? Eu vim trazer a espada! Vim para colocar pais contra filhos e sogro contra nora!"
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"Se a sua mão o faz pecar, arranca-a! pois é mais preferível entrar no reino dos céus sem a mão do que ir para o inferno com ela"
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Radical?! Puxa, reclamações para a Praça de S. Pedro s/nº. ou diretamente para Jerusalém mesmo!
Sempre à sua disposição meu caro.
EFEITO VINCULANTE E EFICÁCIA ERGA OMNES.
TUDO O MAIS É ESPERNEIRO.
A decisão fabricada é INCONSTITUCIONAL, pois viola expresso preceito insculpido na Constituição.
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O resto é comemoração irrefletida e subordinada ao "politicamente correto", como no flerte do pescoço com a corda, anteriormente mencionado.
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"Só" isso.
Nossa! Senhor Lucas, calma, sabemos que está entregue de corpo e alma a causa, não precisa apelar...
E fique ciente que não irei retirar comentário algum daqui, pois se tem alguém que precisa retirar alguma coisa, é o senhor! Principalmente porque a grosseria está partindo da sua parte!
Ah, me faça o favor de não se dirigir mais a minha pessoa. Me recuso a manter qualquer tipo de diálogo com pessoas do seu nível!
Caro senhor Igor
Nada do que o senhor expuser aqui, mudará um centímetro sequer do meu conceito, por isso sugiro que não perca o seu tempo.
Sim, a homossexualidade sempre existiu, isto não é segredo para ninguém. Mas por que será que sempre veio e ainda vem à ira de Deus sobre tais coisas? Um exemplo muito conhecido disto é a destruição de Sodoma e Gomorra, conhece a história senhor Igor?
Este é o mesmo Deus de amor que o senhor mencionou anteriormente. Não confunda as coisas meu caro, pois quem ama diz a verdade e pune se preciso for.
Do jeito que vocês utilizam este bordão de amor, tolerância , bla, bla, bla, a impressão que dá é que Deus é inanimado ou pura balbúrdia, parem com isso.
Quem você pensa que é para dizer se eu estou ou não pecando? Cuide da sua vida e da “sua” consciência, pois da minha quem cuida é Deus. Saiba também que em momento algum me esqueço da minha condição de pecadora e de igual forma, que Deus é perdão e justiça.
O amor não faz mal ao próximo, e quem ama fala sempre a verdade, mesmo que doa.
Por derradeiro, mas não menos importante, saiba que não conseguirá tirar a minha paz utilizando determinados adjetivos quanto a minha pessoa. Tudo o que sair da sua mente em nada me afetará e menos ainda terá alguma importância para mim.
Como eu já disse anteriormente, o assunto aqui não é religião, vocês é que fazem questão de lançar os seus venenos levando sempre qualquer debate para o lado da igreja, consequentemente, aos que estão dentro delas.
Portanto, como vocês não respeitam o conceito de cada um que não concorda com tais práticas abomináveis, se prestam apenas a ofender e, não têm qualquer apreço pela palavra de Deus, não há mais nada que tenhamos a compartilhar aqui.
Que Deus abençoe a todos sem exceção. E aos que se encontram na cegueira espiritual, que o Senhor Jesus Cristo, que pode todas as coisas, estenda também a sua misericórdia e dê discernimento para que a sua palavra seja compreendida e, desta forma, traga libertação.
Ótimo domingo a todos.
"Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo tu e tua casa".
Me atenho apenas aos usos e costumes de um povo, que é a maior razão para a criação de leis, antes mesmo do poder legislativo.(não fazendo comparações religiosas).Vendo por este prisma, tenho a opinião de que deveriam consultar o povo antes da aprovação. Contudo, tenho também certo receio de que a mídia, passe a apresentar em seus programas livres as alterações que vá afrontar esses usos e costumes, em nome da ''modernidade'' legal de seres do mesmo sexo em beijos lascivos, etc. Isto é apenas uma opinião e ninguém é obrigado a concordar.
Deixo claro que acredito em Deus Criador de Tudo Que Existe, mesmo analisando essa situação focalizando apenas os usos e costumes de um povo. Acho que a mídia já apresenta cenas que afeta a família, célula mater de uma sociedade, antes mesmo da legalização dessa união, o que deveria ser objéto anterior de análise pelas autoridades. Me desculpem pelo ''quadradismo'' ou radicalismo no raciocínio.
Se ridículo e ignorância pagassem imposto...Iria haver gente falida por aí.
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