A Diretoria da Associação dos Juízes Federais e o Colégio de Delegados da entidade estão ameaçando fazer um dia de paralisação dos trabalhos da classe. A data já está escolhida: 27 de abril. A categoria pede simetria constitucional com o Ministério Público e o respeito à irredutibilidade dos subsídios. Em reunião desta terça-feira (1º/3), a Ajufe decidiu enviar a proposta à Assembleia Geral Extraordinária do próximo dia 24 de março.
O vice-presidente da 2ª Região da entidade, Fabrício Fernandes de Castro, explica que o encaminhamento conjunto “reflete em grande parte o que pensa a carreira neste momento de completo desrespeito e abandono do Poder Judiciário em questões que envolvem a sua dignidade, independência, segurança e sistema remuneratório. O STF precisa se empenhar na defesa dos juízes e precisa sensibilizar o Poder Executivo e Legislativo”.
A simetria constitucional entre juízes e membros do Ministério Público foi reconhecida há quase um ano. Mesmo assim, não foi posta em prática. A classe também está insatisfeita por acreditar que o reajuste anual não vem sendo cumprido. De acordo com a Ajufe, os subsídios estão defasados em 32%. O risco que corrrem os juízes criminais também está na pauta de discussões.
Segundo Fernandes de Castro, a entidade pretende trazer ao Brasil juízes que fizeram greve na Espanha e Portugal para palestrar, além do ex-presidente da Tourinho Neto, que comandou a greve dos juízes federais em 2000. “O Poder Judiciário Federal é superavitário, não há que se falar em impacto orçamentário, arrecadamos nas Varas de Execução Fiscal no ano de 2009 R$ 9,8 bilhões e o custo total da Justiça Federal foi de R$ 6, 1 bilhões”, ressalta. As informações são da Assessoria de Comunicação da Ajufe.

Agora, note-se a polpuda contradição entre as tendências práticas da AJUFE e o discurso do Sr. gabriel Wedy. De um lado, intentam os juízes federais paralisar as atividades JUDICIAIS, enquanto, de outro, o DD. Sr. Dr. Juiz Federal Presidente da AJUFE alega não dever a "entidade" ser tratada como se trata um "Sindicato de Motoristas". Ora! Se não se depara na AJUFE uma "associação de classe" equiparável à dos motoristas, por que santa razão o recurso a medidas que são evidentemente dignas de qualquer associação, inclusive de servidores públicos, como o suposto e ilícito direito de greve dos juízes?! Chega a ser histriônica a indisfarçada tentação de "supremacia de classe". Uma verdadeira eutrapelia. Lembro-me da "Nota de Repúdio" da AJUFE em relação a desagravo público de dois advogados condenados a "pena de detenção" por um juiz federal, graças a suposta e falsa desonra à imagem de outra associado, também juiz federal. Da sentença, aliás, constavam tantos absurdos, que só poderia haver tido o fim a que se destinou: TRANCAMENTO DA AÇÂO PENAL PELA TURMA RECURSAL, em um voto acachapante de um dos seus pares. Quanto a isto, um profundo e tumular silêncio da AJUFE, a qual, tão pressurosamente, havia suscitado a "condenação em primeiro grau" como um grande argumento em desfavor dos dois advogados. PURA RETÓRICA VAZIA e AUTODEFENSIVA. Depois, a AJUFE não pretende ser entendida à monta de "sindicato de juízes", a fim de não ser tratado como um "sindicato de motoristas", como se os pleitos mais comuns não fossem identificáveis com os de qualquer associação ou entidade de classe, na defesa de não insopitáveis interesses de categoria. Infelizmente, tais manobras só demonstram o interesse da hipertrofia do poder e não do fortalecimento do Judiciário.
Agora, note-se a polpuda contradição entre as tendências práticas da AJUFE e o discurso do Sr. Gabriel Wedy. De um lado, intentam os juízes federais paralisar as atividades JUDICIAIS, enquanto, de outro, o DD. Sr. Dr. Juiz Federal Presidente da AJUFE alega não dever a "entidade" ser tratada como se trata um "Sindicato de Motoristas". Ora! Se não se depara na AJUFE uma "associação de classe" equiparável à dos motoristas, por que santa razão o recurso a medidas que são evidentemente dignas de qualquer associação, inclusive de servidores públicos, como o suposto e ilícito direito de greve dos juízes?! Chega a ser histriônica a indisfarçada tentação de "supremacia de classe". Uma verdadeira eutrapelia. Lembro-me da "Nota de Repúdio" da AJUFE em relação a desagravo público de dois advogados condenados a "pena de detenção" por um juiz federal, graças à suposta e falsa desonra à imagem de outro associado, também juiz federal. Da sentença, aliás, constavam tantos absurdos, que só poderia haver tido o fim a que se destinou: TRANCAMENTO DA AÇÃO PENAL PELA TURMA RECURSAL, em um voto acachapante de um dos seus pares. Quanto a isto, um profundo e tumular silêncio da AJUFE, a qual, tão pressurosamente, havia suscitado a "condenação em primeiro grau" como um grande argumento em desfavor dos dois advogados. PURA RETÓRICA VAZIA e AUTODEFENSIVA. Depois, a AJUFE não pretende ser entendida à monta de "sindicato de juízes", a fim de não ser tratada como um "sindicato de motoristas", como se os pleitos mais comuns não fossem identificáveis com os de qualquer associação ou entidade de classe, na defesa de insopitáveis interesses de categoria. Infelizmente, tais manobras só demonstram o interesse da hipertrofia do poder e não do fortalecimento do Judiciário.
O Judiciário Federal arrecadando recursos para a União??? Acredito que quem fez essa declaração ou acha que é membro da AGU ou pensa que a opinião pública é ignorante.
Partindo dessa concepção distorcida adotada pelo declarante, quantos bilhões a Justiça Federal condena a União por ano???
Quanto a irredutibilidade do subsídio, o STF, por diversas vezes, já manifestou que é impossível a redução nominal do salário e não a real(desvalorização).
Tais declarações, sem substrato legal, somente prejudicam a imagem do Judiciário Federal e denota que na verdade a Ajufe busca obter vantagens puramente corporativas, em menoscabo ao interesse público.
Olha a declaração do sujeito:
“O Poder Judiciário Federal é superavitário, não há que se falar em impacto orçamentário, arrecadamos nas Varas de Execução Fiscal no ano de 2009 R$ 9,8 bilhões e o custo total da Justiça Federal foi de R$ 6, 1 bilhões”.
Alguém avise esse cidadão aí que o tal "superávit" de que ele fala é referente a créditos tributários do Poder Público, perseguido judicialmente pelos membros da Advocacia Pública, que ele tanto odeia.
OUtra falácia é a tal "ausência de simetria com o MPF". Os juízes federais percebem subsídios rigorosamente iguais aos do MPF. Na verdade. a "diferença" diz respeito a verbas nada transparentes como "ajuda de custo", diárias, indenizações e outras. Isso ele não fala.
Lamentável a AJUFE ser presidida por um sujeito como esse.
Ao invés de simetria, está na hora de expungir os privilégios do MPF, como a licença-prêmio, anuênios, auxílio-alimentação, na medida em que furam o teto constitucional. E, além disso, nenhuma outra categoria as possui. Esses regalos ferem, portanto, não só a regra do teto, mas também os princípios da igualdade e da moralidade.
O colega VITAE-SPECTRUM já esgotou o assunto. Subscrevo "in totum".
Ao ler esse ABSURDO sinto NOJO, ASCO, REPÚDIO... tudo o quanto enoja um ser humano com um mínimo de vergonha na cara! ====== ---------------------------- que não tem direito: a maioria trabalha (se é que assim pode ser chamado), poucas vezes na semana e por poucas horas, muitas vezes apenas assinando o que foi escrito por algum cartorário. ============= -------------- =============== ====================== ====
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Juíz fazer greve já devia constar como causa de demissão imediata! Se acham que tem direito, que busquem e esperem como todos os demais: precatório!!!!!!!!!!!!!!!!
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Sabemos
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O que ganham é vergonhoso frente ao resto da corte e dos demais infelizes brasileiros;
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Agora, afirmar, como esse cidadão: “O Poder Judiciário Federal é superavitário, não há que se falar em impacto orçamentário, arrecadamos nas Varas de Execução Fiscal no ano de 2009 R$ 9,8 bilhões e o custo total da Justiça Federal foi de R$ 6, 1 bilhões”
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Esse se superou: então a cobrança (muito difícil) de créditos inscritos é mérito, e não obrigação.
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Faça uma favor e vá TRABALHAR!!!!!!!!!!!!!!!!
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NÃO ESTÁ CONTENTE?! Deixa capa preta e venha advogar, encontrando frustrados que arbitrarão seus honorários em causas milhonárias em R$500,00. Assim será mais superavitário.
TENHO NOJO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Ora, o que esses servidores querem? Ganham quase R$ 20.000,00 mensais (início de carreira), vivem em uma bolha blindada, onde as intempéries sociais e econômicas não os atingem, e, por isso, têm uma visão míope da realidade. Como diria o Ministro JB do STF: Saiam às ruas senhores e experimentem a dura realidade do povo brasileiro.
Na verdade, já passou da hora de alterar a Constituição por meio da revolução, para prever a morte por fuzilamento em massa dos juízes, que nada fazem além de assinar o trabalho dos servidores públicos. Aproveitando o ensejo da revolução, deveria também ser estabelecido um teto para os salários, não apenas no serviço público, como também na iniciativa privada. Acho que o valor deve ser quatorze mil reais. Quem for pego recebendo mais que isso ou sonegando, paredão. Paredão também para todo tipo de sonegação: recebeu dinheiro, honorários contratuais, por exemplo, e não declarou, paredão. Paredão, ainda, para todos os que, na ordem pré-revolucionária, tenham recebido auxílio-alimentação, sob a forma de dinheiro, tíquete ou cartão, e bem assim quanto ao auxílio-transporte. Estou disposto a pegar em armas para construir uma sociedade justa, fraterna e solidária. Tenho certeza de que aqui encontrarei quem me acompanhe. Hasta la victoria, siempre!
Desde a infância na toga (época da faculdade) os magistrados aprendem a desenvolver raciocínios e argumentações que, embora desprovidas de qualquer valor científico, acabam iludindo a massa da população (método que Lula domina com desempenho impar). A técnica mais utilizada é a do "oito ou oitenta", tão em voga junto aos mais simples (ainda essa semana um cliente me disse: ou esse dedo sara em dois meses ou o arranco fora). É nesse sentido o comentário feito Joseph K. (Juiz Federal de 1ª. Instância), falando em fuzilamento e outros absurdos, com o fito de desviar o foco principal da discussão. Ninguém vai fuzilar juízes ou ainda apoiar os outros absurdos que o Magistrado menciona. É legítima a reivindicação dos Juízes Federais, assim também como é a dos advogados quanto a melhores condições de trabalho e remuneração, e das partes em relação à brevidade do processo. Porém, sabemos que há muitos problemas na atuação dos juízes, federais e estaduais, que precisam ser corrigidos. A magistratura, na verdade, não quer discutir, mais impor. Foge à problemática, seguindo as lições que aprendeu desde a infância, seguindo uma postura que parece não mais surtir resultado: o reajuste de vencimentos não vem, e na prática ninguém está nem aí para a situação, com exceção dos próprios magistrados.
Consoante bem assinalou o Dr. Marcos Alves Pintar, o nobre juiz federal "Joseph K" praticou uma espécie de diversionismo. Aliás, pelo pseudônimo adotado, personagem central da obra O PROCESSO de Franz Kafka, ele deve autorreputar-se ("diabo" de acordo ortográfico espúrio) um mártir a ser processado e julgado inocentemente.
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Isto me lembra a referência à obra "kafkiana" pelo juiz federal ANTONIO CLÁUDIO MACEDO DA SILVA, da 8a, Vara da Seção Judiciária do DF, feita na decisão liminar em favor de Eduardo Jorge, em face da restrição de acesso àquele PAD sobre o vazamento de informações.
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Em termos de figura de linguaguem, a maneira com que se intentou desfocalizar o problema central parte de um disfemismo e de uma hipérbole, na perspectiva de - supostamente - manter uma distância emocional do problema e de - pelo diversionismo - desqualificar a ideia de autêntico movimento sindical dos juízes federais. Aí, evidentemente, empunha-se à destra o vexilário da defesa da ordem jurídico-legal. Ledo engano cor-de-rosa.
Francamente, a categoria pública mais bem remunerada do mundo fazer greve por salários é, no mínimo, uma situação absurda.
Façam uma pesquisa na internet e vejam quanto ganha uma magistrado nos EUA e na EUROPA. Depois comparem com seus pares na América Latina. Aí, comparem,ainda, os resultados e a produção de cada país.
Depois, vejam se, pelo que produzem, pela qualidade da tutela jurisdicional brasileira, a magistratura merece aumento ou imposição de metas, para se alcançar resultados socialmente desejáveis que satisfaçam a população brasileira.
Engraçado que, quando vão pedir aumento, mostram resultados de arrecadação na Execução Fiscal. TODAVIA, ESQUECEM DE ESCLARECER A POPULAÇÃO BRASILEIRA QUE A ARRECADAÇÃO NA EXECUÇÃO FISCAL É FRUTO DO TRABALHO DA ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO, DAS PROCURADORIAS DOS ESTADOS E MUNICÍPIOS.
O pior é, quando no auge do desespero oligárquico, afirmam que merecem aumentos pois decidem a favor do governo. LEIA-SE: ESTAMOS VENDENDO SENTENÇAS PARA O GOVERNO EM TROCA DE AUMENTO...
Lamentável...
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