Servidores da Justiça Federal e da Justiça do Trabalho em São Paulo planejam paralisar as atividades na próxima sexta-feira (3/10), como parte de um movimento que cobra reajuste de 41,12% para recompor a inflação desde 2006. Segundo o sindicato da categoria em São Paulo, haverá assembleias e protestos em frente às sedes do Tribunal Regional Federal da 3ª Região e do Tribunal Regional Eleitoral.
No TRE-SP, porém, qualquer paralisação está proibida desde domingo por liminar do desembargador federal Cotrim Guimarães. Depois de servidores ensaiarem iniciar uma greve na semana das eleições, a União conseguiu decisão estipulando multa diária de R$ 300 mil ao Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal de São Paulo (Sintrajud), em caso de descumprimento.
O coordenador da Federação Nacional dos Servidores do Judiciário Federal (Fenajufe), Adilson Rodrigues, definiu a proibição à greve como “abusiva”. Pelo país, está marcada uma mobilização nacional para a próxima quarta-feira (8/10). A categoria já organizou uma série de “apagões” ao longo do ano, o que levou ao fechamento de varas e à suspensão de prazos em alguns tribunais.
Em setembro, a Fenajufe foi uma das entidades que ingressou no Supremo Tribunal Federal contra cortes feitos pela Presidência da República nas propostas orçamentárias do Judiciário para 2015. Na prática, o valor menor impede desembolsos maiores com pessoal.

Pra quem não é do meio jurídico, trata-se da histórica "semana do saco cheio", uma época no início no mês de outubro na qual ninguém da área jurídica quer trabalhar, inclusive nas faculdades. Lá pelo dia 15 todos estarão de volta.
O comentarista Marcos Alves Pintar faz mais um comentário para ser esquecido. Identifica-se como advogado e, de forma a desprestigiar os trabalhadores do judiciário, afaga de forma vergonhosa a decisão que joga pá de cal no direito de greve constitucionalmente garantido. A gloriosa classe dos advogados, que sempre busca prestigiar seus associados, de forma a garantir-lhes tratamento digno, do qual sem qualquer margem de dúvidas, se espera daqueles que lutam por um judiciário forte e independente, pois aí estão incluídos, não merece que um de seus membros trate com desonra os cartorários do judiciário. Vergonha.
Depois da irresponsabilidade do STF mandar pagar o auxílio-moradia a quem tem "salário" para comprar ou alugar mansão, atropelando a lei, a moral, a probidade, qualquer comentário torna-se desnecessário. E aí falam mal do parlamento, mais parecendo aquele em que o sujo fala do mal lavado.
Esse é um direito assegurado pela Constituição Federal, com algumas exceções, vejamos o caso do Judiciário Federal, e a questão não é diferente para o judiciário estadual.
Pois bem, como é que um governo que se diz sério, tira de um trabalhador mais de 41%, é isso? se a conta é essa o Governo tirou dos servidores públicos mais de 41% da sua remuneração.
Por isso, entendo que a grave atrapalha a todos, mas se esse é o único caminho, nada podemos fazer, mas faço um lembrete, dia 5 temos uma ferramente importante nas mãos, que se chama voto. Portanto, vamos usar essa ferramenta em favor do judiciário e da sociedade.
Lembro apenas que desde o ano de 2006 os serviços recebem suas contas de luz, água, telefone entre outras com reajuste e em alguns casos acima da inflação, mas o salário continua sendo a cada dia mais achatado.
Sou advogado e dependo do poder judiciário, mas nada tenho contra a greve. mas dou uma sugestão, se organizem para fazer greve contra o poder constituído, sem prejudicar o jurisdicionado que tanto necessita dos senhores parte do judiciário.
Marcos Alves é notório nestas paragens por seus comentários sempre jocosos, críticos ou depreciativos de tudo e todos. Se aqui espaço de culinária fosse, seríamos agraciados com comentários ácidos sobre o gosto ruim de um pavê ou sobre a azia que o bacalhau ingrato lhe causou.
Ao que parece, toda a honestidade, sinceridade, beleza e charme foram concentrados pelo ente divido (Deus, Buda, Alá, ou outro da preferência do freguês) todos, num ser humano apenas que, eu acredito, nem precisa ser nominado.
"A semana do saco cheio, também conhecida como semana de primavera, é uma semana de recesso escolar adotada por vários colégios e universidades no Brasil normalmente em outubro na semana entre o feriado nacional de Nossa Senhora Aparecida (12 de outubro) e o dia dos professores (15 de outubro). aco_cheio
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No Brasil, este costume começou por volta de 1982 e foi uma invenção de estudantes universitários que já estavam cansados nessa época do semestre. O dia 12 de outubro é feriado de Nossa Senhora Aparecida e dia das crianças e logo em seguida vem o dia dos professores, em 15 de outubro. Os estudantes decidiram emendar essas datas e daí surgiu a semana do saco cheio.
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Em que pese o senso comum de tratar-se de uma invenção de estudantes universitários, esta semana não é aplicada regularmente em nenhuma faculdade no âmbito nacional brasileiro, razão pela qual a afirmação de sua criação é provavelmente uma falácia histórica.
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O início do costume no Brasil descende da semana da batata na Alemanha. Este costume era aplicado em diversos colégios com origem alemã e posteriormente outros colégios no Brasil adotaram a prática.
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A maioria das escolas e colégios promove uma viagem para os alunos nessa época de outubro (geralmente a viagem de formatura para estudantes do 9º ano do E.F. e do 3º ano do E.M.). Outros alunos a usam para pôr a matéria em dia, ou simplesmente só para o lazer."
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Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Semana_do_s
"A Semana do Saco Cheio foi importada de um modelo norte-americano, o Spring Breack, pausa semanal que as escolas dos Estados Unidos concedem no meio da primavera, em abril. =com_content&view=article&id=90414:c-a-m -p-a-n-h-a-d-o-c-e-r-c-o-a-o-a-l-v-o-p-r -o-s-s-e-g-u-e-e-m-p-o-r-t-o-s-e-g-u-r-o &catid=55&Itemid=202
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No Brasil, as escolas de regiões como São Paulo, Espírito Santo e Minas Gerais param suas atividades em comemoração ao dia da Padroeira do Brasil e ao dia dos professores, que acontecem respectivamente nos dias 12 e 15 de outubro.
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Com a semana de folga e a idéia de estar “de saco cheio” de ficar em casa devido aos feriados, as agências promovem campanhas nos ambientes escolares com pacotes de viagens para Porto Seguro e outros destinos turísticos."
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Fonte: http://www5.tjba.jus.br/index.php?option
Copiei e colei o texto sobre a semana de saco cheio para colar nas postagens do advogado Marcos Alves e suas incessantes lamúrias sobre a profissão, com certeza a pior, mais sofrida e insalubre que o ser humano já conheceu.
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