A sede da Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo recebeu nesta sexta-feira (21/8) representantes de seccionais de ao menos dez estados brasileiros, além do presidente do Conselho Federal, Marcus Vinicius Furtado Coêlho. Entre um almoço e cafezinhos, a pauta incluiu uma homenagem ao presidente da OAB-SP, Marcos da Costa, e declarações contra a corrupção no país.
Participantes apontaram que o encontro havia sido prometido por Furtado Coêlho depois que Costa sofreu um acidente de carro, em abril. O presidente do Conselho Federal disse que o colega é “um presidente do diálogo, que contribui de forma decisiva para as grandes vitórias da classe, obtidas nesses últimos três anos, quando passou a integrar o Colégio de Presidentes”. “Mesmo sendo presidente da maior seccional em número de inscritos”, declarou Coêlho, “participa do colegiado em um plano horizontal, sem qualquer olhar de verticalidade”.

OAB-SP/Divulgação
Além das manifestações de solidariedade, Marcos da Costa disse à revista Consultor Jurídico que o evento demonstrou união da advocacia e preocupação com o cenário atual do país.
Os participantes reforçaram que o Brasil passa por “crise ética, política e econômica”, conforme a Ordem e outras entidades declararam em carta aberta divulgada na última quarta-feira (19/8).
Carlos José Santos da Silva, membro do Conselho Seccional em São Paulo e presidente do Centro de Estudos das Sociedades dos Advogados (Cesa), aponta que esse combate deve ser feito sem atropelos ao devido processo legal, para evitar violações a direitos fundamentais e futuras nulidades que prejudiquem a imagem do Poder Judiciário.
Chamou a atenção entre os participantes o discurso do advogado Rubens Approbato Machado. Ex-presidente da OAB-SP e do Conselho Federal, ele falou sobre o papel histórico da Ordem e defendeu a importância dos advogados para o Estado Democrático de Direito. Conversas mais discretas incluíram ainda apostas sobre a corrida eleitoral em cada estado para a presidência nacional e das seccionais — as votações ocorrem no fim do ano.
Entre os presentes estavam o vice-presidente do Conselho Federal, Claudio Lamachia; o presidente emérito da seccional paulista, Rubens Aprobatto; os presidentes seccionais Alberto Simonetti Cabral Neto (AM), Valdetário Andrade Monteiro (CE), Ibaneis Rocha Barros (DF), Mário de Andrade Macieira (MA), Luis Claudio da Silva Chaves (MG), Júlio Cesar Souza Rodrigues (MS), Pedro Henrique Braga Reynaldo Alves (PE), Sérgio Eduardo da Costa Freire (RN), Andrey Cavalcante de Carvalho (RO) e Carlos Augusto Monteiro Nascimento (SE).
A lista incluiu também os conselheiros federais Aloísio Lacerda Medeiros e Márcio Kayatt, conselheiros seccionais de São Paulo e presidentes de subseções da capital paulista. Com informações da Assessoria de Imprensa da OAB.

Como não poderia deixar de ser, esse grupo que tanto vem prejudicando a advocacia nacional com sua sede pelo poder apenas pelo poder (um deles ocupa o cargo sem ter recebido voto dos advogados brasileiros) se utiliza de estratégias de marketing para buscar reconhecimento social, paralelamente ao vazio em suas atuações na Ordem. Ora, a decadência moral e ética que acomete o Estado brasileiro no atual momento está presente, talvez ainda com maior intensidade, na própria Ordem dos Advogados do Brasil. Essa pose de "bons moços" não combina com a realidade, com o dia a dia da OAB em sua função. A Instituição se encontra em total decadência, incapaz de defender ainda que minimamente seus inscritos, ou zelar pela imagem dos advogados, que é hoje seguramente a classe mais desvalorizada entre nós.
Marcos da Costa é um exemplo para o país.
Um homem probo, que conduz a OAB/SP como os governantes deveriam dirigir o país: trabalho e honestidade.
Só que quem perde são os advogados, os verdadeiros advogados, que respiram e labutam nas lides forenses. Oab não serve para nada !
A força da Advocacia depende de seus líderes. Acima de disputas politicas e questões simplórias, a OAB tem se caracterizado por pautar a construção da Democracia e da Justiça, principalmente por saber que sem Advogado não se faz justiça. Isto é especialmente mais válido ainda quando consideramos que o Brasil é useiro e vezeiro em desrespeitar o direito do cidadão
A força da Advocacia depende de seus líderes. Acima de disputas politicas e questões simplórias, a OAB tem se caracterizado por pautar a construção da Democracia e da Justiça, principalmente por saber que sem Advogado não se faz justiça. Isto é especialmente mais válido ainda quando consideramos que o Brasil é useiro e vezeiro em desrespeitar o direito do cidadão
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