CNJ recomenda usuários do PJe a não instalarem nova versão do Java

Os usuários do Processo Judicial Eletrônico não devem instalar a nova versão do Java (versão 8.91) em seus computadores. De acordo com o Conselho Nacional de Justiça, a nova versão pode causar bloqueio de acesso ao PJe.

O problema foi identificado pelo Departamento de Tecnologia da Informação e Comunicação do CNJ nessa segunda-feira (25/4). De acordo com o órgão, a atualização impede o carregamento do applet de assinatura e o login no navegador Firefox, impedindo assim o acesso à tramitação processual desejada.

Ao todo, a Justiça brasileira tem 7,4 milhões de ações judiciais tramitando por meio do Processo Judicial Eletrônico. Atualmente, o sistema é utilizado por 44 tribunais e em 2.561 órgãos julgadores — entre varas, turmas, câmaras e outras unidades judiciárias. Com informações da Assessoria de Imprensa do CNJ.

Marcos Alves Pintar disse:
26 de abril de 2016 às 16:26

Sabe-se que o java tal como usado pelo PJe é totalmente inseguro, e será inclusive banido em definitivo de todos os navegadores dentro em breve. Assim, se saiu uma nova versão significa que a versão anterior possui uma falha de segurança. Dessa forma, além de todas as dificuldades que os advogados já enfrentam para o exercício da profissão agora seremos obrigados a usar softwares desatualizados e com falhas de segurança?

Marcos Alves Pintar disse:
26 de abril de 2016 às 16:37

Curiosamente o PJe funciona perfeitamente com a versão atualizada do java no Linux, inclusive usando uma versão também atualizada do Firefox (que no Windows exige uma versão desatualizada).

Dário Vaz disse:
26 de abril de 2016 às 17:50

Assim como no Projudi, o PJe espalha insegurança aos advogados que são obrigados a desatualizar seus softwares para versões menos seguras para poder trabalhar.
Já não bastam os inúmeros problemas existentes na interface e a complexidade para se fazer atos simples.

O IDEÓLOGO disse:
26 de abril de 2016 às 18:40

PJE - A vergonha da nação jurídica. É um sistema cheio de falhas grotescas.

Daniel Oliveira Neves disse:
27 de abril de 2016 às 10:14

A própria Oracle (empresa proprietária do Java) já afirmou irá descontinuar o suporte a applets nos navegadores, uma vez que os maiores navegadores do mercado já o abandonaram, restando somente versões antigas dos navegadores e do java se quiserem continuar a usar esse modelo de processo eletrônico, foi um grande erro montar um sistema judicial eletrônico com olhos voltados para o passado...
Notícia oficial do site da Oracle a respeito do abandono do java aos navegadores (em inglês): https://blogs.oracle.com/java-platform-group/entry/moving_to_a_plugin_free

Sobral Lima disse:
27 de abril de 2016 às 10:47

Falam sobre uma prejudicialidade do sistema, mas não colocam a fonte (link) do comunicado. Será que é verdade?

Fernando Luiz Bornéo Ribeiro disse:
27 de abril de 2016 às 10:52

O PJe, que é diferente do sistema de muitos TJ's, do STJ e do STF, exige a não atualização do Java. É incrível que se barre o avanço tecnológico. Se não podemos atualizar o Java não podemos peticionar no STJ, que acompanha o avanço tecnológico e não permite o peticionamento sem que tenhamos instalada a nova versão do Java. Será que seremos obrigados a ter u'a maquina para casa tribunal? Fala serio!

Marcio Hickman Domenici disse:
27 de abril de 2016 às 10:54

Esse sistema do PJe já nasceu defasado e assim sempre caminha. No RJ, por exemplo, o sistema usado pelo TJRJ é muito melhor e mais confiável, além de ser anterior ao PJe. Pior é que parece prtenderem a unificação em torno desse sistema, permanentemente desatualizado ! Note-se que tudo já começou errado, os tribunais deveriam ter formados grupos de trabalho no intuito de formular um sistema único, e não essa aberração impositiva que se vê hoje, obrigando o advogado a trabalhar com vários sistemas diferentes, advogado esse que sequer foi consultado a respeito, inobstante seja ele um dos principais operadores. Lamentável.

Renato Adv. disse:
27 de abril de 2016 às 13:43

Bloqueio de acesso
CNJ recomenda usuários do PJe a não instalarem nova versão do Java.
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Até a presente data, só se houve reclamações do PJE.
Posso até estar enganado, e, apesar de muitas vezes também apresentar problemas e falhas, o sistema digital e-SAJ do TJ.SP, além de ser simples e fácil de operar é rápido.
O sistema PJ-e da Justiça do Trabalho, é muito complicado.

BERTOLOTTE disse:
27 de abril de 2016 às 16:35

Fazer o que ????
Cada novo sistema que é implantado no judiciário os únicos que não são 'ouvidos' são os verdadeiros operadores do direito, ou seja, nós advogados !!!!
Fazer o que ?????

BERTOLOTTE disse:
27 de abril de 2016 às 16:35

Fazer o que ????
Cada novo sistema que é implantado no judiciário os únicos que não são 'ouvidos' são os verdadeiros operadores do direito, ou seja, nós advogados !!!!
Fazer o que ?????

AUGUSTO LIMA ADV disse:
28 de abril de 2016 às 23:04

Dentre os vários sistemas disponíveis, o CNJ escolheu o pior.
Ao invés de atualizarem o sistema aos avanços tecnológicos, continuam atrasados.

ANGÉLICA VSV disse:
29 de abril de 2016 às 09:49

Augusto Maia, obrigada pelo arquivo.

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