O ex-ministro da Justiça, Eugênio Aragão, acusou o juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da operação “lava jato”, de ser um criminoso. Em mensagem enviada ao professor alemão Markus Pohlmann, cuja universidade (de Heidelberg) recebeu o juiz para uma palestra, Aragão afirma que “Moro é um criminoso, também sob a perspectiva alemã. Ele se tornou punível quando violou sigilo funcional, para não falar em prevaricação”.

Divulgação/Ajufe
O e-mail do ex-ministro foi enviado junto com uma carta, assinada por 28 professores de Direito, História e Ciência Política, que questiona o fato de a Universidade de Heidelberg convidar Moro para falar sobre combate à corrupção. O evento ocorreu na última sexta-feira (9/12), mas a carta foi enviada no dia 6. O documento elenca acusações contra o juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba.
Além de citarem que Moro determinou a ilegal condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para depor e vazou, “criminosamente”, gravações de conversas entre Lula e a então presidente Dilma Rousseff, os professores dizem que o juiz viola a Constituição, leis e a soberania nacional, entregando informações à Justiça dos Estados Unidos, “com quem dialoga frequentemente, sobre andamento de processos brasileiros, permitindo que réus brasileiros firmem acordo de colaboração com a justiça dos EUA, em detrimento do interesse das empresas nacionais brasileiras”.
O documento, no entanto, não fica só no campo do Direito, atacando também o juiz pelo viés político de sua atuação: “Articulado com poderosos barões da mídia brasileira, Sergio Moro, o Poder Judiciário e o Ministério Público Federal conseguiram derrotar a democracia brasileira; conseguiram instalar no Brasil o clima político de fascismo e intolerância política”. Ainda segundo a carta, a condução da “lava jato” foi decisiva para a queda da presidente Dilma, em um golpe iniciado em maio de 2016.
O professor Pohlmann respondeu, no dia 7 de dezembro, agradecendo pelos comentários, mas afirmou que a conferência da qual Moro participaria tinha o propósito científico de discutir a corrupção e o combate à corrupção, sem quaisquer interesses políticos. “Embora saibamos que o lado político do processo é altamente controverso, queremos ouvir sobre a luta contra a corrupção no campo da economia”, afirmou o alemão.
Foi então que Aragão, em resposta, comparou Moro a um gatuno. “Não consigo imaginar que o senhor convidasse como conferencista um gatuno, para que expusesse a seu honrado público, friamente, sob a perspectiva científica, seu procedimento de gatunagem.” E rogou que a Alemanha não premiasse e honrasse um dos causadores do caos que abala o país, em vez de repudiá-lo.
Leia a carta, traduzida:
Brasília, 6 de dezembro de 2016.
Sr. Prof. Dr. Markus Pohlmann
Instituto de Sociologia Max Weber
Universidade de Heidelberg,
permita-nos uma breve apresentação. Somos professores de História, Ciência Política e Direito de distintas universidades brasileiras, públicas e privadas, com atuação nas áreas de Teoria do Direito, Hermenêutica Constitucional, Direito Constitucional, Direito Econômico, Direito Penal e Processual Penal. Temos muitos anos de atividade científica e acompanhamos com atenção os acontecimentos em nosso país, especialmente durante e depois do golpe sofrido por nossa jovem democracia de abril a agosto de 2016. Com o mesmo interesse científico, e como cidadãos que viveram ainda o final da ditadura militar brasileira de 1964-85, seguimos de perto a assim chamada operação “lava jato”, bem como o papel desempenhado pelo Poder Judiciário e Ministério Público brasileiros. Desta maneira, seguimos com proximidade a atuação do juiz federal Sergio Fernando Moro e dos membros do Ministério Público Federal que o acompanha nos processos penais relativos à mencionada operação “lava jato”.
Surpreendeu-nos que o Sr. e sua prestigiada Universidade de Heidelberg tenha convidado o juiz federal Sergio Fernando Moro, na condição de “lutador contra a corrupção” para conferência no dia 9 de dezembro de 2016. O juiz federal Sergio Moro incorreu em posturas as quais foram determinantes para o clima político de derrubada de um governo legítimo, servindo, desta forma, aos piores interesses antidemocráticos, a seguir enumerados:
– o juiz Sergio Moro ordenou a ilegal condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em março de 2016;
– o juiz Sergio Moro criminosamente tornou pública escuta telefônica da então presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, enviando gravações de conversas para a Rede Globo de Televisão. A Rede Globo apoiou todos os movimentos autoritários do Brasil, desde 1964;
– o juiz Sergio Moro fundamenta suas decisões de arbitrárias prisões provisórias não na Constituição e nas leis do Estado Democrático de Direito; porém na repercussão midiática de sua atuação, conforme as palavras do próprio juiz em texto de sua autoria publicado em 2004, sobre a “Operação Mani Pulite”, ocorrida na Itália nos anos 1990;
– o juiz Sergio Moro recebe prêmios e honrarias da Rede Globo de Televisão, comunica-se por mensagens eletrônicas com jornalistas desta televisão, em franca oposição aos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff;
– violando Constituição, leis e a soberania nacional, o juiz Sergio Moro entrega informações à Justiça dos Estados Unidos da América, com quem dialoga frequentemente, sobre andamento de processos brasileiros, permitindo que réus brasileiros firmem acordo de colaboração com a justiça dos Estados Unidos da América, em detrimento do interesse das empresas nacionais brasileiras.
Há uma infinidade de abusos, ilegalidades e parcialidades em favor da oposição reacionária no Brasil, e contra os governos populares dos últimos 13 anos, praticadas pelo juiz Sergio Moro nos processos envolvidos no âmbito da operação “lava jato”. Prezado Prof. Dr. Pohlmann, seriam muitas as particularidades que não caberiam nesta carta, mas qualquer um de nós estaria disposto a esclarecer-lhe, com documentos. O mais destacado no papel do juiz Sergio Moro foi sua contribuição decisiva para o golpe que começou em maio, e culminou em agosto de 2016 com a destituição da presidenta Dilma Rousseff. Articulado com poderosos barões da mídia brasileira, Sergio Moro, o Poder Judiciário e o Ministério Público Federal conseguiram derrotar a democracia brasileira; conseguiram instalar no Brasil o clima político de fascismo e intolerância política. O Sr., assim como todos nós que assinamos esta carta, bem conhecemos como pode ser o Direito utilizado para aparência de legalidade e para perseguição de adversários políticos.
Por tais razões, Prof. Dr. Markus Pohlmann, julgamos conveniente adverti-lo de que seu convidado não representa a luta contra a corrupção no Brasil, não representa o fortalecimento da democracia no Brasil. Ao contrário: representa o retorno a tempos que julgávamos superados na democracia constitucional e política de nosso país.
Com nosso profundo respeito.
Alexandre Melo Franco de Moraes Bahia – UFOP – Bundesuniversität Ouro Preto/Minas Gerais
André Karam Trindade – FG – Fakultät Guanambi/Bahia
Antônio Gomes Moreira Maués – UFPA – Bundesuniversität Pará
Beatriz Vargas Ramos Rezende – Universität Brasília – UnB
Carol Proner – UFRJ – Bundesuniversität Rio de Janeiro
Cynara Monteiro Mariano – UFC – Bundesuniversität Ceará
Emílio Peluso Neder Meyer – UFMG – Bundesuniversität Minas Gerais
Enzo Bello – UFF – Bundesuniversität Fluminense/Rio de Janeiro
Eugênio Guilherme Aragão – UnB – Universität Brasília
Fábio Kerche – FCRB – Haus-Rui-Barbosa-Stifitung/Rio de Janeiro
Felipe Braga Albuquerque – UFC – Bundesuniversität Ceará
Gilberto Bercovici – USP – Universität São Paulo
Gisele Citadino – PUC/Rio – Pontifikale Katholische Universität Rio de Janeiro
Gustavo César Cabral – UFC – Bundesuniversität Ceará
Gustavo Ferreira dos Santos – UFPE – Bundesuniversität Pernambuco/ UNICAP – Katholische Universität Pernambuco
Gustavo Raposo Feitosa – UFC – Bundesuniversität Ceará/UNIFOR – Universität Fortaleza
Jânio Pereira da Cunha – UNIFOR – Universität Fortaleza/UNICHRISTUS – Universität Christus
José Carlos Moreira da Silva Filho – PUC/RS – Pontifikale Katholische Universität Rio Grande do Sul
José Ribas Vieira – UFRJ – Bundesuniversität Rio de Janeiro
José Luiz Bolzan de Moraes – UNISINOS – Universität Vale-Rio-dos-Sinos/Rio Grande do Sul
Juliana Neuenschwander Magalhães – UFRJ – Bundesuniversität Rio de Janeiro
Jurandir Malerba – UFRGS – Bundesuniversität Rio Grande do Sul/ FU – Freie Universität Berlin
Marcelo Cattoni – Bundesuniversität Minas Gerais
Margarida Lacombe Camargo – UFRJ – Bundesuniversität Rio de Janeiro
Martonio Mont'Alverne Barreto Lima – UNIFOR – Universität Fortaleza
Newton de Menezes Albuquerque – UFC – Bundesuniversität Ceará/UNIFOR – Universität Fortaleza
Willis Santiago Guerra Filho – UNIRIO – Bundesuniversität des Landes Rio de Janeiro/ PUC/SP – Pontifikale Katholische Universität São Paulo


Olha o nível do nosso ex-Ministro da Justiça. Até onde me lembro, este senhor afirmou, na época, que se ao menos "cheirasse" vazamentos, não precisava nem de provas, apenas sentir o cheiro, iria trocar toda a equipe da Polícia Federal, entre outras atitudes.
Por certo, a CF/88 tem um capítulo inteiro regulando o processo baseado em "cheiro", não é verdade?!
Nosso país, infelizmente, está fadado ao fracasso. Olha o que uma ideologia sádica nos causa, permitindo que estes "professores" influenciem milhões de estudantes, elevando a "viva alma mais honesta deste país" e a "mulher sapiens" a verdadeiros santos, defensores da democracia.
Estava lendo a carta quando deparei-me com "presidenta". Parei.
Fazia tempo, muito tempo que não lia algo tão nojento assim. Espero sinceramente que o excelentíssimo Juiz Federal Sergio Moro não entre na provocação para que a sua imparcialidade não venha a ser questionada. E que o Ministério Público Federal tome as medidas cabiveis.
Essa carta é um terrorismo pró impunidade, orquestrado por um integrante do governo mais corrupto do planeta terra, o povo Germânico com toda sua inteligência e imparcialidade jamais daria ouvidos a essa panela lulista.
É sério essa carta? Sorte desse pessoal que os alemães são educados.
Em pleno combate à corrupçao estes vem com o bla bla bla de sempre e ficam ridiculos.... O cnmp deveria apurar a conduta dos membros do mp que assinaram este documento ridiculo
Em pleno combate à corrupçao estes vem com o bla bla bla de sempre e ficam ridiculos.... O cnmp deveria apurar a conduta dos membros do mp que assinaram este documento ridiculo
Prestem atenção. Fiquem de olhos arregalados no escuro. Tapem as narinas. A coisa vai feder. Não que já não esteja fedida pela pirâmide de fezes que o Rogério Cheker com sua multidão de mortos-vivos, walking dead, deixam nas avenidas Paulistas, enquanto urram o nome de seu fuhrer Sergio Moro.
Os enforcados relaxam os esfíncteres e borrifam merda por todos os lados. Está chegando a hora e a vez, não do Augusto Matraga, mas a hora e a vez de vermos os esgares amedrontados dos covardes que tentaram sepultar este Brasil no lodo do fascismo.
Eugênio Aragão, você não está sozinho. Nunca esteve nem estará.
Cale-se do Sergio Moro e do Deltan
A fama das vitórias que tiveram
Cesse tudo o que o abuso canta
Que outro valor mais alto se alevanta
Não creio, e creio que ninguém crê, que o Eugênio Aragão montou no Rocinante e, sem a companhia do Sancho Pança, tenha decidido atacar os moinhos de vento, pois aqui não há vento; há furacão.
O séquito dos 26 que o acompanham não é pouca coisa e não vieram para brincar de “vem cá vitu” e nem de “ciranda cirandinha”.
Vislumbro, pois na penumbra é só o que se pode fazer, mas vislumbro que o mundo vai tremer.
O Brasil tem 50 suicídios por dia, mas essas mortes no corpo não podem dar a ideia de 100 milhões de brasileiros que estão com a morte na alma desde que o Sergio Moro montou a sua guilhotina na praça curitibana, e vem ceifando cabeças diante de multidões uivantes. Cachorros de rua, vira-latas, que uivam sem saber por que uivam.
Robespierre caiu, foi guilhotinado. A multidão de seguidores dele avançou as dezenas de milhares e foram varridos pelos canhões de Napoleão. Esse Robespierre brasileiro, acompanhado de seu Deltan, que não é Danton, está com os dias contados, pois desmoralizado já está, por seus beijinhos testa-com-testa com Aécio Neves.
Eugênio Aragão. Não sei se é Napoleão, mas sei que tem raça, e que raça! Chamar o Moro de gatuno é prá lá do prá lá.
Essa era aquele maluco que quando o Governo já havia naufragado foi colocado como Ministro da "Justiça" para chutar o pau da barraca e tentar arrebentar a lava-jato na cara de pau.
Mas no Brasil é assim mesmo, aqui nós temos a vitimização do bandido e a criminalização da vitima e do aplicador da lei.
Quanto destempero.
E o pior é que ainda se identifica publicamente como Procurador da República e professor.
Opção política deveria passar ao largo de quem ocupa cargo público.
Mas o que esperar de quem não se dá ao próprio respeito?
Essa conversa de "carta, assinada por 28 professores de Direito, História e Ciência Política" tem o único objetivo de conferir uma aparência de cientificidade nessa conversinha mole da militância que quebra viaturas da polícia e ocupa escolas para fazer valer suas razões.
Os americanos tem uma ótima expressão para se referir a esse tipo de coisa: junk science.
Os abusos alegados precisam ser especificados e demonstrados.
A divulgação das conversas entre o Brahma e sua criatura envolvendo a entrega do termo de posse pelo "Bessias" foi sim ilegal mas muito pior que a divulgação da conversa é o próprio conteúdo dela.
Fico muito decepcionado com o fato de certas pessoas que não vou mencionar terem se prestado ao papel ridículo de assinarem esse verdadeiro panfleto da CUT, contudo, surpreso com a ausência de nomes como Celso Antônio Bandeira de Mello e Marilena Chauí.
Álvaro Paulino César Júnior
OAB/MG 123.168
Já estão saindo os vídeos da Alemanha nal/moro-recebe-vaias-e-protestos-em-pal estra-na-alemanha/
http://www.sul21.com.br/jor
A sociedade é como o corpo humano, visto que o corpo humano produz poesia, mas também produz bosta.
Sem a produção de bosta o corpo humano morre.
Sem a produção de corrupção a sociedade desaparece.
A questão não é de qualidade, é de quantidade.
Com disenteria incontida a morte é certa, mas sem cagar diariamente a mais linda mulher vira defunto.
A corrupção é o erro que indica o acerto. Sem ela não se sabe o que é certo.
Controlá-la é possível, extingui-la é extinguir a sociedade, e essa tentativa do Sergio Moro, e sua horda de fanáticos, está caminhando para esse impasse.
Só um dos lados vai vencer, e esse lado é a sociedade, que continuará a produzir muita poesia e uma quantidade controlada e necessária de mijo e bosta.
Com 7 bilhões de seres humanos na Terra, temos 7 bilhões de litros de mijo e 7 bilhões de quilos de bosta fedida por dia.
Porém, temos toneladas de música, de poemas, de amor, com gente morrendo e crianças nascendo, num fluxo contínuo e interminável, até que o Planeta se choque com outro Planeta.
Ai a corrupção termina e as montanhas de bosta deixam de existir.
Muito estranha a afirmação de que funcionário público precisa sem neutro. Nem a ciência é neutra. Há muito tempo que a ciência linguística provou que todas as nossas ações, condutas, pensamentos e o discurso são guiados por um viés político, pois nenhuma ação, conduta ou pensamento deixam de ser carregados de valores. Eu achava que todos já sabiam até no senso comum. A esse respeito há o livro "O mito da neutralidade científica", para os iniciantes pensarem a questão. http://docs12.minhateca.com.br/820791079 ,BR,0,0,Hilton-Japiassu---O-mito-da-neut ralidade-cient%C3%ADfica.pdf Há também a dissertação O MITO DA NEUTRALIDADE E O PAPEL DA IDEOLOGIA NA CIÊNCIA DO DIREITO. Enfim deve haver livros e livros, teses e teses, para mostrar que até em pensamento tomamos partido. Eu fazia parte do Júri popular, podia ver os juízes e promotores tomando partido, pela escolha lexical, semântica e estilística das frases ou tom usado na fala ou na escrita. Até nos gestos e no "gestus" há valores e uma tomada de partido.
Senhores querem mais corruptos do que aqueles que recebem salários acima do teto máximo determinado pelo Constituição. Como pode um juiz falar de corrupção e receber 80.000,00 por mês??? Eu sei que "brasileiro burla ao obedecer, cede no atacado e radicaliza no varejo", como estamos fartos de ver na atual república das bananas. Ainda assim, todo aquele que recebe ou recebeu salário acima do teto máximo determinado pela Constituição deveria responder por crime de corrupção.
O Juiz Sérgio Moro, "ex-gênio da raça", exerce jurisdição sem a devida imparcialidade.
Adia audiências para atendimento de seus interesses em prejuízo da Nação e do Estado Brasileiro.
O Juiz Sérgio Moro, "ex-gênio da raça", exerce jurisdição sem a devida imparcialidade.
Adia audiências para atendimento de seus interesses em prejuízo da Nação e do Estado Brasileiro.
Sério?
Desafio quem quer que seja a apontar um comentário meu em que haja qualquer tipo de referência a Sergio Moro ou Joaquim Barbosa como salvadores da pátria ou coisa parecida. Se entendem que meus comentários revelam "fanatismo" por qualquer um desses magistrados que se tornaram celebridades nos últimos anos, deveriam pensar melhor.
Como advogado, discordo veementemente de propostas como o tal teste de integridade e a proibição de concessão de habeas corpus de ofício. Porém, como advogado e cidadão, entendo que as decisões de Sergio Moro que possam realmente ser entendidas como atentatórias aos direitos fundamentais (e não apenas as que sejam descritas dessa forma pelos petistas com evidente abuso de retórica) devem ser levadas às instâncias superiores e possivelmente também ao CNJ.
As tais vaias a Sergio Moro são tão relevantes quanto os aplausos da militância do PT e da CUT a Luis Inácio Lula da Silva. Algo perfeitamente esperado de depredadores de viaturas policiais e ocupadores de escola muitíssimo interessados nos estudos.
Álvaro Paulino César Júnior
OAB/MG 123.168
Decisões judiciais são corrigidas nos Tribunais, não através de comentários sobre bostas, como os estrumes produzidos pelo tal rodolpho, que, aliás, perfila bem o ´modus cagandi´de seus comparsas de ´junk science´, embora não se acredite que sua especialidade seja a advocacia após tanta escatologia intelectual e psicológica.
Que os excessos sejam objeto de processos judiciais, inclusive as ações movidas contra e pelo juiz Sérgio Moro contra essa trupe...e que a bosta continue sendo varrida da nação, sobretudo após o imaginário ´Golpe de 16/08/2016´.
Enquanto isso, sem Dedé, Muçum ou Zacarias, tem-se esse Aragão que se fosse só um trapalhão era bom; mas, visivelmente, suas ações fedem e deixam um rastro para os seus seguidores quadrúpedes.
Decisões judiciais são corrigidas nos Tribunais, não através de comentários sobre bostas, como os estrumes produzidos pelo tal rodolpho, que, aliás, perfila bem o ´modus cagandi´de seus comparsas de ´junk science´, embora não se acredite que sua especialidade seja a advocacia após tanta escatologia intelectual e psicológica.
Que os excessos sejam objeto de processos judiciais, inclusive as ações movidas contra e pelo juiz Sérgio Moro contra essa trupe...e que a bosta continue sendo varrida da nação, sobretudo após o imaginário ´Golpe de 16/08/2016´.
Enquanto isso, sem Dedé, Muçum ou Zacarias, tem-se esse Aragão que se fosse só um trapalhão era bom; mas, visivelmente, suas ações fedem e deixam um rastro para os seus seguidores quadrúpedes.
Consequenciais da partidarização do poder judiciário por magistrados incautos nas respectivas instâncias.
Consequenciais da partidarização do poder judiciário por magistrados incautos nas respectivas instâncias.
Esse senhor não estatura moral para atacar o juiz Sérgio Moro. queiram ou não queiram a roubalheira acabou. A cadeia se avizinha para muitos. O doutor aragão que queria punir os policiais federais, mas que não levantou uma única palavra contra os procuradores federais ou contra o dr. Janot por vazamento prova que é muito do que já se tem.
Na condição honrosa de "censurado contumaz" , Me dedico então a pegar uma "carona intelectual" no comentário curto e direto do Debatedor Macaco e papagaio.
Depois do conveniente "desaparecimento" a muitas luas atrás , agora temos o "companheiro do ET" e mais o divogadio de Rio Preto como nova dupla dinâmica do besteirol eletrônico.
Boa semana a todos !
Os posicionamentos são bastante dispares e pelos comentários, dá se bem para avaliar lados. A que espere alguma forma de equilíbrio a tarefa é grande e penosa.
Falou presidenta eu paro de ler...
Por que?
Porque quero! Dou-me ao direito de ler e não ler o que eu quiser.
Claro, nas "repúblicas" bolivarianas, é heresia não ler a palavra doutrinadora dos mestres vermelhos.
Por enquanto, em que pese a recente e vetusta demonstração de força e autonomia do STF, ainda considero que tenho o direito (ou a possibilidade) de ignorar manifestações progressistas.
Incrível constatar que duas dezenas de professores universitários assinem um documento absurdo desses!
O nível de roubalheira na gestão do PT atingiu níveis nunca antes verificados neste País e os senhores signatários desta malfada carta chamam de golpe a interrupção da catástrofe econômica em curso?
Inacreditável mesmo é que alguém possa dar crédito a pessoas que se propõe a defender um organismo podre que levou o Brasil e e a sua maior empresa à falência.
Na horda de delinquentes sempre sobram aqueles impunes ou beneficiários diretos ou indiretos do crime.
Que a população - que vai arcar com mais este rombo nas contas públicas - saiba separar o joio do trigo.
O Senhor Moro não é o culpado desta tragédia!
Caso tivesse sido Lula o convidado, todos esses indivíduos que assinaram essa carta estariam se esbaldando de alegria, além de usarem o fato como meio de defesa dele.
Bom ver o Renato Aragao de volta. É um comediante e tanto , e dessa vez trouxe um monte e trapalhoes junto. Brasillllllllll!
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