O aluguel da sede da Advocacia-Geral da União, no Setor de Autarquias Sul, em Brasília, está três meses atrasado. O motivo para o não pagamento em dia seria a restrição orçamentária imposta pelo governo da presidente Dilma Rousseff. O órgão, que faz a defesa da presidente no processo de impeachment em tramitação no Congresso, não escapou do corte de gastos da administração pública federal.
“Em função dos limites financeiros estabelecidos para a AGU, o órgão tem buscado manter o pagamento das despesas de custeio na medida em que os recursos são liberados. No caso da locação do edifício sede I, em Brasília (SAS), três parcelas estão em atraso. A AGU vem esclarecendo a situação ao proprietário do imóvel durante todo esse período”, diz a AGU, em nota enviada à ConJur nesta segunda-feira (2/5).

A falta de pagamento de aluguel decorre da crise econômica acompanhada de crise política, moral, social, penitenciária, ética, industrial e espiritual.
Quando se usa quase todo o dinheiro da repartição pública para pagar vencimentos astronômico a quem exerce as funções, e coloca-se todos os recursos humanos para aventuras como defender Dilma no processo de impeachment, o resultado não poderia ser outro. Até que alguém invente uma árvore que dá dinheiro, a ser plantada no quinta da AGU, faltará eternamente recursos até que alguém ponha ordem na casa.
Será que como gestor da AGU o JEC sabia disso? Ah, lembrei: estava ocupado fazendo a defesa da presidente...
Até bem pouco tempo atrás, o CONJUR publicava matérias sobre a unificação das carreiras da AGU. Não faz sentido realmente manter cargos diferentes para fazer a mesma coisa. Com isso, viria a econômica em gastos como aluguel de prédio, material de concurso, realização de concursos, contratação de mais gente etc.
A solução existe. Os membros já escolheram até um nome pra a carreira nova numa votação. O que é paradoxal é por que nunca foi implementada?!
Até bem pouco tempo atrás, o CONJUR publicava matérias sobre a unificação das carreiras da AGU. Não faz sentido realmente manter cargos diferentes para fazer a mesma coisa. Com isso, viria a econômica em gastos como aluguel de prédio, material de concurso, realização de concursos, contratação de mais gente etc.
A solução existe. Os membros já escolheram até um nome pra a carreira nova numa votação. O que é paradoxal é por que nunca foi implementada?!
Você precisa estar logado para enviar um comentário.
Fazer login