Grupo deixa o MP Democrático por ver entidade pouco progressista

Uma mudança sem aviso do texto original de um manifesto apresentado ao Congresso, ao Supremo Tribunal Federal e à Presidência da República motivou uma debandada na associação Ministério Público Democrático (MPD). Um grupo de 12 promotores anunciou a saída da entidade e o principal motivo é a nota pública que escreveram criticando o que entendem ser um processo de precarização de direitos fundamentais que está acontecendo no Brasil e especificamente no Judiciário.

Para eles a surpresa foi grande quando o texto apresentado às entidades pouco lembrava o conteúdo original. Além disso, os dissidentes acreditam que o MPD não tem mais se posicionado de modo crítico e progressista, desvirtuando-se do seu significado original. Clique aqui para ler a nota e a lista dos promotores que deixaram o MPD.

Marcelo-ADV disse:
13 de novembro de 2016 às 17:50

Bom saber que ainda existem Promotores e Procuradores de Justiça.

O IDEÓLOGO disse:
13 de novembro de 2016 às 18:38

O Ministério Público (Estadual e Federal) é composto de membros que recebem em penduricalhos mais que um Ministro do STF e de um Defensor Público.

Despreocupados com a sobrevivência, ao contrário da maioria da população, possuem obrigação constitucional de lutarem pelos direitos humanos e, ainda de respeitarem advogados, comerciantes, servidores públicos, afrobrasileiros, ciganos, homossexuais, menores de idade, anciãos, prostitutas, índios, lixeiros, favelados, portadores de necessidades especiais, garotos de programa, aposentados, motoristas de táxi, massagistas, contabilistas, psicólogas, motoristas de caminhões, padeiros, motociclistas, policiais militares, haitianos e neoequivocados.

Shalom!!!

O IDEÓLOGO disse:
13 de novembro de 2016 às 18:38

O Ministério Público (Estadual e Federal) é composto de membros que recebem em penduricalhos mais que um Ministro do STF e de um Defensor Público.

Despreocupados com a sobrevivência, ao contrário da maioria da população, possuem obrigação constitucional de lutarem pelos direitos humanos e, ainda de respeitarem advogados, comerciantes, servidores públicos, afrobrasileiros, ciganos, homossexuais, menores de idade, anciãos, prostitutas, índios, lixeiros, favelados, portadores de necessidades especiais, garotos de programa, aposentados, motoristas de táxi, massagistas, contabilistas, psicólogas, motoristas de caminhões, padeiros, motociclistas, policiais militares, haitianos e neoequivocados.

Shalom!!!

DJU disse:
13 de novembro de 2016 às 19:23

A queixa dos autores do manifesto é de que o MPD não tem sido internamente democrata. Não tenho condições de saber se ela é justa, mas, se o for, não me causa espanto, porque a atuação pública da associação também não aparenta ser em defesa da democracia. Eles parecem apreciar mesmo é uma ditadura de esquerda.

Gabriel da Silva Merlin disse:
14 de novembro de 2016 às 03:55

Esses movimentos ditos "em defesa da democracia" usam apenas essa expressão para fortalecer a retórica e o marketing do movimento.

Porque na verdade, como dito pelo DJU (Advogado Sócio de Escritório - Civil), de defender a democracia eles não tem nada, pois visam única e exclusivamente defender a agenda da esquerda.

L.F.V., LL.M disse:
14 de novembro de 2016 às 15:45

Sabemos bem como funciona. Não se trata de democracia, mas de assembleismo. A segmentação (que, aliás, tardou) é típica do caráter partidário desses movimentos, a que logo se acrescem desinências (Movimento "B", Movimento "do B" etc.) segundo seus matizes de radicalismo e imperiosas vontades de poder. Boa mostra do que gostariam de impor, via judiciosa, à sociedade brasileira como um todo, por trás dos lugares-comuns de impreenchível abertura semântica.

Graça Vieira disse:
15 de novembro de 2016 às 18:39

Janot se fazem mais procuradores como antigamente, infelizmente!

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