Eugênio Aragão: Crise prisional não se resolve como quer governo

Com golpe ou sem golpe, um fato é certo: a crise do sistema penitenciário brasileiro vem de longe e não pode ser debitada exclusivamente à conta desse “governo” que se instalou no poder depois do afastamento maroto da presidenta legitimamente eleita, Dilma Vana Rousseff. Mas outro fato também é inegável: o tal “governo” não tem minimamente condições de lidar com esse problema. A razão é simples: a crise não se resolve “no pau”, como querem os brucutus sob o comando de Alexandre Moraes, e nem com fiscalização dos administradores penitenciários por juízes, com poderes pretensamente delegados pelo Conselho Nacional de Justiça, como quer sua presidente, ministra Carmen Lúcia.

Isso é bem Brasil pós-golpe. Quando surge uma crise que causa comoção pública, a solução proposta é simples: mais “pau”, seja na forma de violência bruta ou na forma de mais poder de polícia. Políticas públicas, nem pensar! Desqualificam-nas como “coisa de petista gastador e incompetente”. Também, pudera! Os órgãos que poderiam formular essas políticas ou foram liquidados, ou foram desempoderados, com a alocação dos seus recursos para outras áreas. Menos Estado só pode levar à incapacidade da gestão pública para prevenir tragédias como as que tiveram lugar no Amazonas e, agora, em Roraima.

Nesse contexto, não pode deixar de ser lembrada a brilhante ideia do sr. Alexandre Moraes, de desviar os recursos do fundo penitenciário para o Plano Nacional de Segurança Pública, desafiando decisão do Supremo Tribunal Federal de agosto de 2015, que determinou a aplicação urgente desses recursos, para pôr cobro ao “estado de inconstitucionalidade” vigente nos presídios. Esse propósito foi, por sinal, reforçado em 26 de abril de 2016, por meio de acordo de cooperação técnica entre o CNJ e o Ministério da Justiça, assinado, respectivamente pelo presidente do CNJ de então, ministro Ricardo Lewandowski, e o ministro da Justiça à época, que era este que ora lhes escreve. Nos termos do acordo, ainda vigente, compete ao CNJ avalizar qualquer aplicação dos recursos do fundo penitenciário, por via de nota técnica. Não há notícia de que o colegiado de controle tenha se manifestado sobre o pretendido desvio de finalidade. Mas isso é só um detalhe, como tudo no “governo” que se instalou no poder. E talvez a atual presidente do CNJ nem esteja a par desse detalhe!

Mas, vamos lá. A reação governamental nestes dois episódios trágicos do descalabro administrativo em nosso sistema penitenciário foi vergonhosa. O sr. Alexandre Moraes logo achou um meio de afastar de si o cálice de vinho tinto de sangue. Culpou, primeiro, o governo do Amazonas pelo “acidente” (o sr. Michel Temer insistiu muito no uso dessa palavra) em Manaus e, depois, constatando que, ali, o Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) é administrado pela obscura empresa “Umanizzare”, preferiu colocar a tragédia na conta da iniciativa privada. Claro que a “Umanizzare” reagiu prontamente, advertindo, em nota pública, que a segurança do complexo não era sua atribuição contratual, que se restringiria, grosso modo, ao “catering” diário. A segurança, disse a empresa, era de competência do executivo estadual. O governador do Amazonas, por sua vez, adotou discurso cínico. Como a sacudir os ombros, declarou que “não tinha nenhum santo entre os presos mortos”.

No caso de Roraima, o trato mais ou menos burocrático foi o mesmo. Curiosamente não se ouviu um pio da Secretaria Especial de Direitos Humanos, tão cúpida em defender o congelamento de recursos orçamentários para investimentos sociais para os próximos vinte anos diante da Comissão Americana de Direitos Humanos. Houve referências, pelo Ministério da Justiça, a recursos que seriam transferidos para os estados, destinados à construção de novas penitenciárias, como se isso resolvesse a situação de premência experimentada pelo sistema. A governadora declarou que havia solicitado, em novembro passado, o apoio do governo federal e o uso da Força Nacional em Roraima, em caráter de urgência, para fazer face aos sérios riscos que vinha enfrentando na gestão do sistema penitenciário local. O sr. Alexandre Moraes, mais uma vez, tentou tirar o corpo fora e afirmou que nada havia sido solicitado para o sistema penitenciário e, sim, tão-somente, para a segurança pública. Que vexame! A governadora foi obrigada a tornar pública sua missiva ao sr. Alexandre Moraes, bem como sua resposta negativa, dada por escrito (Aviso 1636/2016-MJ). Mentira tem pernas curtas e o nariz de Pinóquio cairia bem ao “ministro da [in]justiça”.

É deplorável a atitude dos que insistem em ser nossos governantes, mesmo sem voto e apoio da sociedade. E não causa menos náuseas o comentário cínico do governador amazonense. Empurrar a responsabilidade para outros e sequer ser capaz de um ato de humanidade para com os entes queridos dos cerca de noventa brasileiros assassinados em Manaus e Roraima às vistas grossas do poder constituído é de uma covardia sem igual. É verdadeira atitude de “hit and run”, coisa de moleque que bate no carro alheio e sai fugindo. A opinião pública espera até agora um gesto de humildade do “governo”, reconhecendo sua falta e propondo a indenização dos familiares. Ou, será que vão deixar por isso mesmo, que nem o moleque que bate no carro alheio? Será que os familiares vão ter de invocar a Corte Interamericana de Direitos Humanos, que nem no caso de Urso Branco, de impacto bem menor? Deve ser lembrado ao “governo” – e a sra. Flávia Piovesan, que aceitou decorar a Secretaria Especial de Direitos Humanos, bem como o embaixador de trinta e um anos de carreira, cheia de méritos próprios, Silvio Albuquerque, sabem muito bem disso – que, já agora, não há sequer necessidade de esgotamento dos recursos domésticos para provocar a Comissão em Washington. A repetição de tais tragédias de mesmo formato e dinâmica configura uma prática administrativa abusiva por parte do Brasil, que indica serem as vias judiciais e administrativas internas ineficazes (artigo 46 da Convenção Americana de Direitos Humanos).

Aliás, convém lembrar ao sr. Alexandre Moraes que, do ponto de vista da responsabilidade internacional do Estado brasileiro, é absolutamente irrelevante se a violação a direitos consagrados consuetudinariamente ou em tratados tenha partido do governo central ou de agentes de governos periféricos, como estados e municípios. Para o efeito de responsabilização, o Estado é um monólito e sua organização interna, unitária ou federativa, não interessa ao direito internacional. Aqui a Convenção Americana contém até uma cláusula expressa: o artigo 28, em seu parágrafo (2), estabelece que “[n]o tocante às disposições relativas às matérias que correspondem à competência das entidades componentes da federação, o governo nacional deve tomar imediatamente as medidas pertinentes, em conformidade com sua constituição e suas leis, a fim de que as autoridades competentes das referidas entidades possam adotar as disposições cabíveis para o cumprimento desta Convenção”. Em outras palavras: vire-se o governo federal para fazer os estados cumprirem com as obrigações internacionais assumidas pela diplomacia nacional! Transferir a culpa ao governo estadual pode até aliviar a consciência do chefe do grupo que se assenhorou do poder em Brasília, mas é tapar o sol com a peneira, pois nada resolve, do ponto de vista jurídico.

Quanto ao cinismo do governador do Amazonas, sequer mereceria comentários. O sr. José Melo adotou a linguagem do esquadrão da morte. Para ele, bandido bom é bandido morto. Um Estado que faz da execução sumária de indefesos sob sua custódia um instrumento de política de contenção de crimes é mais criminoso do que aqueles que pretende punir, pois covardemente usa seu monopólio de violência contra quem não pode ladeá-lo. Não interessa se um cidadão cometeu crimes ou não: sua dignidade não é menor por isso e, se ele estiver em mãos do Estado, este é responsável por sua incolumidade. Ser ou não ser “santo” não é critério para medir a proteção a todas e todos devida. E José Melo, cassado em janeiro de 2016 pelo TRE-AM por denúncia de compra de votos nas eleições de 2014 e mantido temporariamente pelo mesmo tribunal dois meses depois, também não parece ter a santidade exigida para jogar a primeira pedra nos presos assassinados sob a custódia do Estado, por ele representado no Amazonas.

Incrível é que, em pleno século XXI, depois de treze anos de democracia inclusiva, coisas tão óbvias ainda tenham de ser ditas. Como regredimos! Como nos embrutecemos! Não que motins graves não tenham acontecido antes e mesmo durante os governos democráticos do passado. Mas a resposta foi outra. Ninguém tentou se safar. A responsabilidade foi prontamente assumida. Na Corte Interamericana se produziu um acordo que manteve a Penitenciária de Urso Branco sob observação por alguns anos. O Brasil se tornou parte do Protocolo Opcional à Convenção contra a Tortura, criou seu mecanismo doméstico de implementação e se submeteu à Subcomissão de Prevenção da Tortura. Enfim, os governos democráticos tinham consciência da dimensão do problema e se esforçaram no alinhamento com padrões internacionais de garantia de direitos.

Agora não. É um empurra-empurra de gentinha medrosa, comprovando a incapacidade desse “governo” de lidar com crises. Deveriam reconhecer que destroçaram a máquina administrativa que poderia dar respostas. Falam em construir mais prisões, o que soa como discurso infantil. Prisões não se constroem de um dia para outro e, portanto, não são uma resposta adequada à urgência vivida. Prisões são caras para serem mantidas e o governo federal pode até repassar recursos aos estados para a construção, mas se não os passar, também, para a gestão, é como se não fizesse nada. Há, no país, prisões novinhas, prontas e vazias por falta de dinheiro para colocá-las em funcionamento. O que se verifica é que, muito mais importante que novas unidades, é vital saber gerenciar as existentes. Nesse tocante estamos na Idade da Pedra.

Uma penitenciária não pode ser um depósito de gente pobre, feia e esquecida; não pode ser um tanque de decantação da merda social. O dever do Estado é prevenir novos crimes e isso só é possível com tratamento adequado aos que estão sendo investigados ou que foram condenados por ter sido demonstrada, “além de qualquer dúvida razoável”, a prática de crimes. Por tratamento adequado deve-se entender recuperar chances perdidas de reconhecer nesses indivíduos com dívidas na justiça cidadãos dignos, ensinando-lhes um ofício, dando-lhes educação mínima, oferecendo-lhes condições de curarem suas feridas na alma e, sobretudo, dar-lhes, depois, uma nova chance. Sem políticas públicas de inclusão social esses resultados nunca serão atingidos.

A crise aguda do sistema penitenciário deveria ser uma oportunidade para pensarmos sobre o modelo de sociedade que queremos. Facções, bandos e quadrilhas são instrumentos de um mercado informal paralelo rentável de drogas, manejados por aqueles que não têm chance no mercado formal e, por isso, ou se envolvem no crime, ou mantêm-se na sua miséria de sempre, com parquíssimas e penosas perspectivas de melhora. Claro que em todo grupo social existem, também, os conformados com sua condição de miseráveis e, portanto, sem vontade de resistir; mas existem, igualmente, os inconformados, cheios de justos ressentimentos e dispostos a “chutar o pau da barraca”. Torná-los conformados “na porrada” não resolve o problema de que padecem e sempre exporá a sociedade a rompantes violentos de uns e outros, cada vez mais numerosos, que não aceitam sua condição. Faremos como as avestruzes? Enterraremos nossas cabeças na terra e ignoraremos esse “lixo humano”? Para não sermos incomodados, preferiremos nos enclausurar entre muros altos e fios de alta tensão? O problema é que a maioria dos brasileiros não pode se dar esse luxo, nem sequer imaginar circular com seus cheirosos filhinhos em carros blindados ou helicópteros sobre os centros urbanos. Precisamos que todos vivam em segurança e com qualidade, senão os verdadeiramente encarcerados serão os que moram fora das penitenciárias e estas serão administradas pelos que vivem dentro delas, correndo soltos e organizados em facções, bandos e quadrilhas. Ninguém conseguirá mudar esse quadro se não olhar de frente para ele.

O fundo penitenciário tem recursos para iniciar a virada. Mas não confundamos política penitenciária com política de segurança pública, porque aquela é muito mais ampla do que esta. Precisamos de gestores penitenciários, de arquitetura penitenciária que tornem realidade o que se impõe na Lei de Execuções Penais, uma das mais progressistas no direito comparado, mas relegada à condição de ser “só lei”. Isso não se faz com juízes do CNJ criando mais uma instância de controle dos administradores, até porque inexiste norma que permita ao colegiado intromissão na atividade do Poder Executivo ou intervenção da jurisdição dos juízes das Varas de Execuções Penais. Não podemos usar a crise para dela “tirar uma casquinha” com palpites soltos e improvisados, a empoderarem mais ainda esse ou aquele ator do serviço público.

A casta judicial e a do Ministério Público são os maiores responsáveis, com seu cego punitivismo, pela tragédia que já há muito se anunciava: como as prisões não lhes dizem respeito, seguem entupindo-as com o “lixo humano” até o sistema enfartar. A saída da crise pressupõe, pois, mudança de atitude dos órgãos empenhados na persecução e jurisdição penais, carentes de uma política criminal que os faça priorizar alguns ilícitos sobre outros e não fingir que obedecem cegamente ao princípio da obrigatoriedade da ação penal, sem distinção. Precisam ter consciência de que não é mais possível tolerar seu descaso diante da proporção de 80% dos presos sem condenação, no aguardo da justiça andar. Para dar conta de sua carga, não devem se refugiar na desculpa de que estão sobrecarregados. Juízes e membros do Ministério Público, no Brasil, mui bem remunerados, não têm horário de expediente controlado e nem sempre se ocupam oito horas diárias com seus processos. Que se mude seu método de remuneração e se pague por metas de produtividade, para vermos se os processos não andariam mais rápidos! Não se duvide de que isso seria capaz de mudar a cultura de trabalho e adequaria os agentes a orientações de instâncias superiores, até como meio de cultivar a economia processual. Deixariam de ser luminares, para efetivamente serem parte de uma engrenagem articulada que oferecesse aos cidadãos segurança jurídica.

Salta, porém, aos olhos que isso tudo só um governo legitimado pelo voto pode fazer, pois o grupo que se assenhorou do poder não tem tutano nem estofo para desafiar, com autoridade, o ambiente de sinecura no Judiciário. Até porque muitos deles não são melhores do que os assassinados, esperando, contudo, à diferença deles, em liberdade e aboletados em cargos públicos de alto escalão, que a Justiça, em seu passo de cágado, os chame para pagar por seus pecados. Ficarão, até serem removidos de sua situação de ilegitimidade, a arrumar desculpas para seu fracasso, usando a pura negação da responsabilidade, a sugestão aleatória de medidas decorativas, o preconceito social contra os encarcerados ou o cinismo bandido de quem acha que os mortos não são santos.

Eugênio José Guilherme de Aragão

é ex-ministro da Justiça e sócio fundador do escritório Aragão e Ferraro Advogados.

Professor Edson disse:
09 de janeiro de 2017 às 11:46

No governo petista no qual esse senhor fez parte, lembro que diziam que iriam investir um bilhão para melhorar o sistema carcerário, simplesmente não investiram nada, um total fracasso, agora me parece que a única maneira seria abrir as portas dos presídios como muitos querem, mesmos os presídios dos corruptos ( amigos desse senhor) que não sofrem com super lotação deveriam também abrir as portas.

Professor Edson disse:
09 de janeiro de 2017 às 11:51

Em relação ao golpe dito pelo petista fica registrado que ninguém na última eleição votou no PT, se realmente tivesse sido um golpe acredito que a população votaria em massa no PT, o chefe desse senhor por exemplo, réu em cinco processos não elegeu nem seu próprio filho, o que resta para o partido são militantes destilando ódio como esse senhor, só, triste fim.

Gabriel da Silva Merlin disse:
09 de janeiro de 2017 às 12:13

Será que alguém realmente lê ou da bola no que esse fanático fundamentalista fala (fora os petistas)?

daniel disse:
09 de janeiro de 2017 às 12:23

número de presos mais que dobrou a partir de 2003...., a visão correcionalista de esquerda contribui para isto, e também a estatização da defesa...., o que precisamos é discutir a quantidade de ações penais, formas de triagem, seletividade e não apenas o número de prisões....

daniel disse:
09 de janeiro de 2017 às 12:23

número de presos mais que dobrou a partir de 2003...., a visão correcionalista de esquerda contribui para isto, e também a estatização da defesa...., o que precisamos é discutir a quantidade de ações penais, formas de triagem, seletividade e não apenas o número de prisões....

paulo alberto disse:
09 de janeiro de 2017 às 15:32

Como ocorre na seleção brasileira, todo brasileiro e tecnico, o que ocorreu apos ditadura militar, todos nos somos entendidos em todos os assuntos, sendo que algumas instituições são mais.
O que ocorreu foi tentar alterar a realidade fazendo leis e passando a mão na cabeça dos criminosos.
Para bom entendedor, o que ocorreu no amazonas, foi que os bandidos, derrubaram os poderes constituidos, simplesmente porque nem preocupou-se em matar outros presos em ser filmado, mostrando que a lei e inocua.
Agora devemos aguardar novas eleições, que tudo indica será o advento da hyper direita.

Bellbird disse:
09 de janeiro de 2017 às 23:00

Já acabou meu caro, também concordo que passaram a perna no PT, mas, bola para frente.

Bellbird disse:
09 de janeiro de 2017 às 23:00

Já acabou meu caro, também concordo que passaram a perna no PT, mas, bola para frente.

Durvalino Justiça disse:
10 de janeiro de 2017 às 00:34

A faixa vermelha cegou Eugênio ou talvez seja o orgulho ferido de entrar na canoa furada petista e queimar-se como MJ a justificar tanto ódio em seu coração. Pedir a aposentadoria e ficar em silêncio seria o melhor.

Ismael Castro disse:
10 de janeiro de 2017 às 09:20

Ótimo artigo. Com o destemor de sempre do nobre professor. Espero um dia revê-lo novamente assumindo o mesmo cargo de ministro do qual lhe surrupiaram os golpistas. Pois, poucos, bem poucos, poderiam assumir tal cargo com a lucidez e coragem do articulista.

Rilke Branco disse:
10 de janeiro de 2017 às 09:37

Isso são comentários de cão raivoso colérico que perdeu a conexão com a realidade.
Caso patológico e sem cura de rancor e ódio de nascença.
Tem que ser interditado ou afastado do MP por ser clara sua atuação político-partidária a favor do nazifascismo cleptocrata vermelho.
De brasileiro assim se espera que morra o quanto antes.

Rilke Branco disse:
10 de janeiro de 2017 às 09:37

Isso são comentários de cão raivoso colérico que perdeu a conexão com a realidade.
Caso patológico e sem cura de rancor e ódio de nascença.
Tem que ser interditado ou afastado do MP por ser clara sua atuação político-partidária a favor do nazifascismo cleptocrata vermelho.
De brasileiro assim se espera que morra o quanto antes.

Valter disse:
10 de janeiro de 2017 às 09:45

São assassinadas no Brasil, todos os dias, 160 pessoas, vítimas de violência praticadas por delinquentes.
São 160 famílias que não têm nenhum apoio do Estado em razão da tragédia!
Motivados por disputas de territórios de crimes e brigas de quadrilhas mataram-se, entre si, 90 sicários, pergunto: Porque o Estado tem que indenizar as famílias destes e não aos órfãos e viúvas produzidas por estes mesmos "cidadãos", como querem os seus defensores.
Auxílio reclusão e indenizações deveriam ser benefícios para as vítimas não para os seus algozes.
Está tudo errado!

Afonso de Souza disse:
10 de janeiro de 2017 às 10:17

Primeiro: se houve golpe, quem o deu foi Dilma, que mentiu sobre números vitais para o País, enganando os eleitores - portanto, sua eleição foi ilegítima. Depois: Os brucutus de agora são os mesmos de antes. Por fim: gente perigosa - e corrupta - é para estar encarcerada sim. Se não gosta da penitenciárias, pode albergá-los na sua casa, com a sua família.

Thiago Bandeira disse:
10 de janeiro de 2017 às 10:24

"Claro que em todo grupo social existem, também, os conformados com sua condição de miseráveis e, portanto, sem vontade de resistir; mas existem, igualmente, os inconformados, cheios de justos ressentimentos e dispostos a “chutar o pau da barraca”. "

Para ela, os que estão "sem vontade de resistir" são alienados.

E a conduta do marginal se justifica porque estão "cheios de justos ressentimentos" contra os capitalistas malvadões.

Afonso de Souza disse:
10 de janeiro de 2017 às 11:08

Pois quem paga o alto salário do articulista são os capitalistas que ele odeia. Num sistema socialista, estaria na fila para comprar alimento com cartão de racionamento. Isso se não fosse "amigo do Rei" - O Partido.

getulio cabelino disse:
10 de janeiro de 2017 às 11:11

Sr Aragão.
O senhor descarregou todo o seu ranço petista no seu artigo. Você já esqueceu que vocês ficaram 13 anos no poder? Você somente acertou numa coisa: O judiciário é o responsável pela superlotação dos presídios, e que, controle interno dos presídios, é responsabilidade do governo estadual.

Armando do Prado disse:
10 de janeiro de 2017 às 20:04

Os fascistóides definitivamente saíram do armário e passaram a agredir quem ousa pensar diferente dos delinquentes que assaltaram o 'Planalto'. Ao vivo agridem, gritam, empurram, tudo na linha das tropas de assalto ensinadas em S Paulo de Alexandre de Moraes. No caso presente, como não podem agredir fisicamente Aragão, partem para a desqualificação do ódio sem argumentos. São os 'temerosos', a turma do citadíssimo e sempre poupado Aécio, os fundamentalistas do Dallagnol e os 'idiotas sábios' que seguem o inquisidor de Curitiba.

Aragão mais uma vez coloca o dedo na ferida que os golpistas e marionetes do 'pato' da FIESP e das camisas da CBF não suportam: o país foi entregue para 'gangsters' para que terminem o trabalho que nem FHC ousou tanto. Trabalho que já se viu de lesa-pátria, de rompimento de independência, de destruição de direitos e entreguismo puro. A luta continua, e Aragão é um dos principais combatentes. Mais uma vez o fascismo não passará, pois não há noite que dure para sempre.

Rilke Branco disse:
10 de janeiro de 2017 às 21:12

Há uns comentaristas aqui que passaram do delírio para a completa loucura, que possuem a cara de pau de isentar os megadelinquentes do PT.
Agora, esses beócios atacam e culpam APENAS o ´companheiro de chapa´ de 13 anos, o milorde Temer, que também parece ser farinha do mesmo saco de gravatas sujas.
Incrível que ainda subsiste quem defende transpor o ápice da inversão de valores; são esses os mesmos esquerdofrenicos que deveriam ser decapitados, mas sem o direito de defesa do golpe fictício.
Esses tragadores de caviar, da turma de José Dirceu e companhia, sob o comando do apedeuta Lulatrina e Dilma do Chefe, são sim marionetes e 'gangsters' de charuto do 2o. escalão, caboclos mamadores coloniais que ferraram a nação e que conseguiram quebrar a PETROBRÁS, cujas amizades se assentam no achaque e saque das propinas dadas por banqueiros e empreiteiros desonestos.
Como o diabo, são vermelhos e desprovidos de alma. Pedir qualquer tirocínio racional é muito para animais de altíssimo grau de escrotice e hemorroida cerebral.
De puro, só mesmo o mau caráter indomável.
E, como drogados, repetem que ´a luta continua´.
Os babas-ovo do trapalhão Aragão são a elite da elevada cretinice petralha alucinógena ..sim, eles fazem parte da trupe que votou contra Constituição, que participou da quadrilha do governo mais corrupto do mundo ... e ainda falam em golpe, pornojuristas cínicos.
São mesmo analfabetos imorais descarados, jagunços do butim e da pilhagem.
Mas como algum lúcido escreveu aí... o que esperar do lunáticos e de bandidos, a não ser suas psicoses e a alta bandidagem...
Democracia tem isso... os proxenetas imbecis e desbocados também podem latir, escreverem como brucutus, e, assim, desfilam suas próprias excrescencias.
Cambada podre e nojenta.

Rilke Branco disse:
10 de janeiro de 2017 às 21:12

Há uns comentaristas aqui que passaram do delírio para a completa loucura, que possuem a cara de pau de isentar os megadelinquentes do PT.
Agora, esses beócios atacam e culpam APENAS o ´companheiro de chapa´ de 13 anos, o milorde Temer, que também parece ser farinha do mesmo saco de gravatas sujas.
Incrível que ainda subsiste quem defende transpor o ápice da inversão de valores; são esses os mesmos esquerdofrenicos que deveriam ser decapitados, mas sem o direito de defesa do golpe fictício.
Esses tragadores de caviar, da turma de José Dirceu e companhia, sob o comando do apedeuta Lulatrina e Dilma do Chefe, são sim marionetes e 'gangsters' de charuto do 2o. escalão, caboclos mamadores coloniais que ferraram a nação e que conseguiram quebrar a PETROBRÁS, cujas amizades se assentam no achaque e saque das propinas dadas por banqueiros e empreiteiros desonestos.
Como o diabo, são vermelhos e desprovidos de alma. Pedir qualquer tirocínio racional é muito para animais de altíssimo grau de escrotice e hemorroida cerebral.
De puro, só mesmo o mau caráter indomável.
E, como drogados, repetem que ´a luta continua´.
Os babas-ovo do trapalhão Aragão são a elite da elevada cretinice petralha alucinógena ..sim, eles fazem parte da trupe que votou contra Constituição, que participou da quadrilha do governo mais corrupto do mundo ... e ainda falam em golpe, pornojuristas cínicos.
São mesmo analfabetos imorais descarados, jagunços do butim e da pilhagem.
Mas como algum lúcido escreveu aí... o que esperar do lunáticos e de bandidos, a não ser suas psicoses e a alta bandidagem...
Democracia tem isso... os proxenetas imbecis e desbocados também podem latir, escreverem como brucutus, e, assim, desfilam suas próprias excrescencias.
Cambada podre e nojenta.

Afonso de Souza disse:
10 de janeiro de 2017 às 23:02

O comentário do Professor Armando (20h04) é bem típico de uma certa esquerda, que usa e abusa da recomendação leninista: "acuse-os do que você faz; xingue-os do que você é!" Para ideologias revolucionárias, mentir é uma arma legítima de luta política. E essa gente vê fascismo nos outros...

Afonso de Souza disse:
11 de janeiro de 2017 às 10:35

Ué, mas é "fascistoide" quem aponta as óbvias mentiras e falácias do ideológico articulista, Professor??

Bellbird disse:
11 de janeiro de 2017 às 12:23

não caiu bem. Lembra mais um chororô. Lamurias de quem não conseguiu se manter no poder. Como disse: Bola para frente, pois não tem mais volta.

Bellbird disse:
11 de janeiro de 2017 às 12:23

não caiu bem. Lembra mais um chororô. Lamurias de quem não conseguiu se manter no poder. Como disse: Bola para frente, pois não tem mais volta.

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