O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, classificou a atuação da Receita Federal como prática de uma "autêntica Gestapo". Trata-se da polícia política do regime nazista na Alemanha na década de 1930. A entidade agia sem controle ou supervisão e escolhia quem investigar, perseguir, julgar e condenar.

Nesta sexta-feira (8/2) o site da revista Veja divulgou documento que mostra que a Receita Federal quebrou o sigilo do ministro Gilmar Mendes e de sua mulher para, "sem qualquer elemento fático" — como destacou Gilmar — investigar “focos de corrupção, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio ou tráfico de influência” do casal.
O presidente do STF, ministro Dias Toffoli, já pediu que a Procuradoria-Geral da República, o Ministério da Fazenda e a Receita Federal apurem o caso. Além disso, diversos juristas e advogados classificaram o caso como perseguição por conta da atuação do ministro em casos envolvendo garantias fundamentais.
"Tropa de elite"
Em novembro de 2018, a Receita Federal anunciou a criação de um grupo especial de auditores com foco em investigarem cerca de 800 agentes públicos do Judiciário, Legislativo e Executivo. O grupo passou a ser chamado internamente de "tropa de elite".

Eu penso que a Receita federal não irá parar por ai, a ordem vem de cima. Junte a intenção do governo Bolsonaro querer ter o domínio do STF e impichar ministros para colocar MINISTROS DÓCEIS, mais A VONTADE DE CALAR ALGUNS MINISTROS DENTRE ELES O GILMAR. Lembre que Gilmar foi o ÚNICO MINISTRO QUE SOLTOU OS CACHORROS PARA CIMA DA LAVA JATO, E COM RAZÃO. Bolsonaro, Moro e Cia limitada querem ter o controle dos ministros do STF. O primeiro a ser atacado é o Gilmar, mas o próprio presidente do STF também está na mira. Eles querem intimidar Os ministros do STF e se eles (os ministros) não tomarem uma atitude séria contra essa trempa, eles irão conseguir.
Será necessário aplicar aos servidores públicos.
Em tempos de ventos uivantes quem voa mais alto escapa. A dicotomia entre situação eleita/oposição derrotada infla e fertiliza a imaginação das "vítimas" apanhadas pela RFB, que, de oficio, deve seguir a igualdade entre os contribuintes priorizando as variações mais significativas. Uma questão simples de critérios pré-definidos (paradigmas). No caso do Senador eleito (RJ) com dados vazados pelo COAF, ninguém nem mesmo o STF achou nada demais. O "modus operandi" estilo Gestapo só é lícito para os inimigos políticos.
Quer dizer que advogados e juristas acham que Gilmar Mendes está sendo perseguido pela sua atuação na área dos direitos fundamentais? Direitos fundamentais de quem? Do Barata?
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