1) Uma pesquisa necessária: uma epistemologia da estultice?
Todos já devem ter lido os conselhos que um pai dá ao seu filho Janjão ao completar 21 anos: você que tem inópia mental, será um medalhão. Em síntese, o pai diz ao seu filho que ele será um idiota com chances de se dar bem. Confiram no conto "Teoria do Medalhão", de Machado de Assis.
Preocupados em medir a burrice humana, um pool de universidades (Shimun University, Scheißwald Universität e Universidad de Matocagao III) e institutos (Imperial Instituto Brás Cubas e Navah Institute) está pesquisando o tema.
Na verdade, o disparo foi dado pela foto ao lado. Ficaram assustados. Os pesquisadores acharam que estava na hora de pesquisar o assunto. Com efeito, pouco ou nada se sabe acerca dos limites da burrice e da inópia. Há muita opinião fruto de intituivismo, mas não há dados empíricos concretos.
Miremos bem a foto. Os pesquisadores ficaram horas observando-a. Ainda não se sabe como será realizada a pesquisa. Os cientistas sabem que há dados objetivos, como o da foto, que podem dar o start. Um dos cientistas sugere voluntários e pessoas pesquisadas passivamente. Isto é, os voluntários serão analisados em blind review (uma parte recebe fake news e outra parte a mesma notícia trocando apenas os personagens). Outros serão analisados sem que saibam — o problema será ao final conseguir a autorização dos pesquisados. Ou se saberão entender o que assinarão.
Também será feita uma pesquisa sobre se é possível apreender a ser burro. Isto é: seria burrice uma ciência? Voluntários serão submetidos a aulas com currículo como "negacionismo I, II e III", "formação de grupos de WhatsApp I, II e III" e coisas desse jaez. Ao final, a pesquisa buscará responder à pergunta: o participante saiu mais burro do que entrou? Outra equipe analisará simplesmente alunos de algumas faculdades, como participantes passivos. No Direito isso será muito mais fácil de fazer.
O texto-base para o pool que fará as pesquisas é "Teoria do Medalhão", de Machado. Haverá teste sobre o conto. Aquele participante que não entender já irá para a classificação sênior. Pulará etapas.
2) Da ficção à realidade
Fazendo uma epistemologia sobre a imagem acima e falando, agora, a sério, digo que não concordo com a frase "uma imagem vale mais que mil palavras". Uma palavra é que vale mais que mil imagens.
Sim. Mas, todavia, porém, contudo, entretanto… Palavra já não há. Vejam de novo, por favor, a imagem.
O que dizer? "No hay banda", como em "Mulholland Drive" (D. Lynch). Mas mesmo assim… Ouvimos a banda tocar. E segue esse espetáculo diário da barbárie.
Uma democracia tão jovem que logo já se transformou em um arremedo de pequenos Leviatãs. E se todos são Leviatãs, se todos são auctoritas — rejeitam o Direito, a ciência, a astronomia, só aceitam a própria autoridade num empirismo mequetrefe —, não há legem: só há um estado de natureza piorado.
Pior: uma democracia jovem atacada de dentro por pequenos Leviatãs, a partir de seus próprios fundamentos. Porque é isso. A "liberdade de expressão" usada para atacar o Supremo Tribunal do país, o Parlamento, as instituições. A "liberdade de ir e vir" usada para infectar os outros sem máscara por aí. E se exibir dando tiros. E ameaçando ministros do STF de impeachment(?). E fazendo passeatas buzinando na frente da casa de ministros. E quando um sujeito desses é processado, diz que está doente, usa remédios e que está arrependido. E grita pela liberdade de imprensa. Para poder a extinguir…
Como chegamos a esse ponto? Como é possível que tenha virado normal a cena de um policial tirando foto de um reacionário pedindo "julgamento militar" (sic) para ministros do STF? Julgamento militar? Baseado em quê? Como assim? Do que esse sujeito está falando? E o policial achou bonito? Palavra, que falta me faz. Que nada seja onde fracassa a palavra, dizia meu poeta preferido. E a máscara? O policial errou duas vezes. E outro é conivente. E os de trás, que olham a cena, são cúmplices.
Mas sabem o que é pior? Temos culpa nisso. Uma imprensa sem critério, que fez — e faz — pouco caso do discurso público e, em geral, sempre quis impor suas próprias narrativas de momento sobre quaisquer critérios compartilhados. Antes do julgamento das ADCs, a imprensa dizia: "Vão liberar 190 mil criminosos"… E faculdades, nos mais variados cursos, formando fascistoides. Muitos janjões.
E aí há não há discurso público. Não temos uma linguagem compartilhada. Não falamos as mesmas coisas. Na nossa Babel, é aceitável vermos cenas como essas. Porque perdemos a capacidade de comunicação. E de indignação. Prova disso é a inutilidade desta coluna. O sujeito da foto é que está certo, dirão alguns.
O filósofo Heidegger chamava a isso de Gerede, tagarelice. Falatório. O dito por aí. "Dizem que…". A repetição em jargão daquilo que só faz sentido num contexto que já não existe mais. "Democracia", "AI-5", "julgamento militar". Essa gente nem sabe o que é isso. São slogans para demonstrar apoio a alguma coisa. Não falam nos conceitos de verdade. Só falam sobre o que é dito como tal.
O problema é que só há falatório. E aí quem tenta reconstruir a história institucional do nosso vocabulário é que está errado. Claro: num país de fugitivos, como é visto quem anda na contramão?
O solipsismo venceu. O homem comum, o solus ipse, o viciado em si mesmo, ganhou a parada.
Como em Kafka, a arma mais mortal das sereias hoje só pode ser o silêncio.
E estamos tão perdidos que Kafka hoje, fosse ensinado nas escolas, teria perdido seu caráter de absurdidade.
Alô Atwood, Orwell, Huxley: nossa distopia é verdadeira e é um mundo em que falar sobre distopias já virou quase Gerede. Puro falatório.
É ou não é kafkiano?
Por isso, a tal pesquisa desse pool, de mera ficção aqui desenvolvida, pode se tornar realidade. E pode trazer respostas para tanta perplexidade.

Obrigado, Streck, por dizer aquilo que é necessário quando falta a palavra!
De que forma transformar essa realidade se cada vez mais as informações, que já não são conhecimento, chegam ao sujeito de forma ainda mais simplificada... Normalizamos a estupidez e estamos pagando o preço.
Parabenizando o Professor pelo seu excelente texto, que me fez lembrar aquela velha frase atribuída ao Einstein segundo a qual somente duas coisas seriam infinitas: o Universo e a ESTUPIDEZ humana, sendo que, segundo a frase, ele não teria certeza com relação à infinitude do Universo...
Todavia, acho que o problema não é só a burrice, que tenderia até para o cômico e seria por isso perdoável. mas um MAU-CARATISMO inato (e, quiçá, a SOCIAPATIA) que a acompanha: com efeito, não basta apenas ser burro para apoiar esse DESCALABRO GENOCIDA comandado por um desclassificado ALUCINADO e sua trupe miliciana, mas é preciso também ter absoluta FALTA DE CARÁTER que muito se aproxima, e talvez, se confunda com um TRANSTORNO PSIQUIÁTRICO grave e incurável.
Eu entendo a preocupação do Professor, o texto está correto quanto à estupidez jurídica que nos assola. Agora, não consegui alcançar qual seria a solução proposta para a situação concreta examinada. Prender o indivíduo que segura o cartaz? Por qual crime? Usar aqueles da Lei de Segurança Nacional? Ato "anti-democrático"? Propagação de opinião reacionária/subversiva?
***sociopatia
Irreparável. A estultice, ignorância, o senso comum douto permeia, inclusive, a formação da maioria dos Juízes e Desembargadores, talvez até Ministros dos Tribunais Superiores, pois, ontem, por exemplo, fomos surpreendidos pela decisão do TRF5, retratando que é legal, constitucional, correto, certo, conforme ao Direito e a Constituição , o governo federal comemorar o Golpe Militar sangrento de 1964. Pior, a saída do país terminará sendo a opção, por escolha própria, sem necessidade de desterro, àqueles que se opõem a prevalência da ignorância, da ignomínia, da burrice cristalizadas na maior autoridade pública do país, o genocida.
Bingo, caro professor. Dizem inclusive por aí que há uma edição rara e limitada de "Papéis Avulsos" de Machado a contar com breve passagem em que Janjão interrompe o pai e cita a máxima "uma imagem vale mais que mil palavras". Máxima da nesciedade, retruca o pai.
Qualquer epistemologia da estultice, infelizmente, está fadada ao fracasso. Burrice não tem limites - e como suspiro ao dizer isso torcendo para que esteja errado. Essa foto dos policiais e o reacionário é o retrato perfeito da relação milenar e promíscua entre a complacência, a estupidez e o autoritarismo. Perguntar qual a ordem de destaque ou proeminência de cada um é incrementar o mal-estar e a angústia a ponto de não querer saber a resposta... Sabendo-a.
Sim, perdemos a capacidade de comunicação. O valor está no simples ato de falar, não no conteúdo do que é dito; tudo é performance, frases de efeito, sincerismo (não sinceridade); é a era do emotivismo; estética é decodificada como ética. Linguagem é um instrumento, uma picareta, um pé-de-cabra, e algo que se interpõe entre um sujeito e o Outro, que necessariamente é um objeto, talhado ao bel-prazer de quem fala (muito) e nada diz, o "lacrador".
Cinge-se às mentiras das verdades e às ficções da realidade. "Se a linguagem nos tornou seres políticos, a destruição da linguagem nos tornará o quê?" (Márcia Tiburi).
Não interessa o que dirão alguns ou muitos: verdade não é consenso. Essa coluna pode ser muita coisa, mas inútil não é uma delas.
Falando em David Lynch, professor, recomendo ao senhor e a todos que se importam com as palavras - palavras são atos, fazem acontecer - uma maratona das três temporadas de Twin Peaks. E para quem já assistiu vale a pena revisitar, principalmente nestes tempos sombrios.
Realmente, concordo com o raciocínio de que vivemos sob o bastão de um genocida. No entanto, da análise do articulista, fala-se apenas na ditadura de direita, mas vivemos até pouco mais de sete anos atrás, sob o bastão de uma política de esquerda falsa.
Torno a falar dos trilhões (sim, fala-se em trilhões desviados), mas não só pelo PT, foram por todos os partidos. Mas estou me desviando.
Sito que a nossa esquerda, e o centrão, também deram munição ao sociopata, com seu comportamento leniente, falta de investimento na formação e colocação de pessoas no mercado de trabalho. Dar o peixe, sem ensinar a pescar, não dá certo. No fim, acontece exatamente o que vimos: a conta não fecha. E para compensar, cortam-se direitos básicos (alterações draconianas na pensão por morte, no auxílio-doença e no seguro desemprego, só para citar).
Então, não sejam tolos de achar que esta ou aquela corrente ideológica será melhor, ou que este ou aquele candidato será um santo. Infelizmente, santos só no céu.
Somos homens, e temos pés de barro.
é correto julgar a atitude do policial, ao tirar a foto, apenas pela imagem? O autor advinha o que pode estar passa sua cabeça ao fazê-lo, e retira da imagem todas as outras possibilidades de interpretações. Não poderia ele achar aquilo tão absurdo e por isso querer registrar a cena? Pense nisso Dr. Lênio.
Dr. Max, concordo com o seu comentário exceto quando qualifica que vivemos sob o bastão de um genocida. Bolsonaro não é genocida, se é que o senhor está-se referindo à Covid. Neste aspecto, Bolsonaro é um dos poucos governantes no mundo que tem "remado contra a maré" com o risco permanente da própria vida para impedir, isto sim, um genocídio da população brasileira. No mundo inteiro, brasileiros residentes em vários países trocam informações diariamente sobre a Covid, lockdown, etc. A doença Covid não é uma farsa, mas a pandemia é. As "medidas sanitárias" como uso de máscaras por pessoas assintomáticas, isolamento social e outras são nocivas à saúde, conforme milhares de médicos no mundo inteiro vêm denunciando desde o início de 2020, dentre eles Didier Raoult e o Prêmio Nobel Luc Montagnier. Eu suplico que o senhor aprofunde suas pesquisas nesse assunto antes de emitir opinião tão séria num momento de tanta gravidade. Nós, da área jurídica, somos a última fronteira e para quem vê no horizonte uma reedição de 1964, na verdade, deveria estar atento ao totalitarismo de 1917. Hoje, acordamos com a notícia do falecimento do presidente da Tanzânia, um dos poucos governantes a questionar o lockdown e as medidas sanitárias. Em janeiro, faleceu o Dr. Anthony Wong. As estatísticas de falecimentos de pessoas que questionam, com base em fundamentos científicos, a "Ciência da OMS" é muito alta. Isso sem contar as "internações psiquiátricas" compulsórias desses cientistas e algumas prisões ilegais.
A Revista Superinteressante apresentou artigo sobre a "A Era da Burrice", edição n. 394. /a-era-da-burrice).
A Revista Eletrônica "Empório do Direito", fez um resumo do artigo: "Testes de inteligência (QI) feitos na Dinamarca, na Holanda, na Inglaterra e na França indicaram que houve queda do quociente de inteligência geral a partir do final do século XX, conforme estudo feito pelo antropólogo inglês Edward Dutton, sustentando que existe um declínio reiterado nos resultados do teste de QI nos últimos tempos, com possibilidade de, em uma geração, o QI médio regredir para 80 pontos, nível compatível com pessoas com inteligência baixa. Anteriormente, o estudo feito por James Flynn havia constatado relevante aumento de QI durante o século XX, fenômeno que ficou conhecido como Efeito Flynn.
O artigo indica as possíveis causas para o Efeito Flynn Negativo, referente à redução dos níveis de inteligência medidos, iniciando por uma possível involução natural, porque as pessoas mais inteligentes teriam menos filhos, o que levaria à diminuição da média das pessoas inteligentes ao longo do tempo. Outra hipótese seria a redução natural da capacidade cognitiva, que já teria atingido o seu patamar máximo no passado. Levanta, ainda, a possibilidade de a evolução tecnológica dos últimos vinte anos ter mudado nossas condições de vida influindo negativamente na inteligência das pessoas, pois passamos a prestar menos atenção às coisas complexas, e por estarmos imersos em um mundo de frases curtas e simplistas das redes sociais. A última explicação parece plausível, mas pode ser acrescida de argumentos" (https://emporiododireito.com.br/leitura
Aqueles que consideram que a "A Terra é Plana", "Os Marcianos são de de Marte", O Desmatamento da Amazônia é ocasionado (continua)
pelos indígenas, a COVID-19 é uma "gripinha", "O erro da Ditadura foi torturar e não matar", e a pérola dita pelo Messias, que não veio do céu, mas do Exército, ao censurar a cantora Preta Gil:
"7. “Preta, eu não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco. Meus filhos foram muito bem educados e não viveram em ambiente como lamentavelmente é o teu”, responde, em 2011, a Preta Gil, quando esta o questiona à cerca da possibilidade de os seus filhos se relacionarem com homossexuais ou com uma mulher preta".
Espero que pessoas que pensam como a Senhora sejam suficientemente COERENTES em suas crenças/dogmas e, caso FIQUEM DOENTES, fiquem em seus LARES usando bastante o BÁLSAMO MILAGROSO (CLOROQUINA +IVERMECTINA), DEIXANDO OS LEITOS DE UTI para os INOCENTES que nada têm a ver com o GENOCIDA!
Os esquerdistas se julgam muito inteligentes. Mas, não digo, inteligentes, mas i n g ê n u o s.
Seria aquela "ingenuidade épica", de T. Adorno?
Não sei, mas a escolha de determinados candidatos para ministro do STF me faz parecer que não.
Primeiro Deus deu inteligência à sua criação. Depois, vendo que era preciso algo que lhe desse sentido, Deus criou o livre árbitro. Os inteligentes optaram em ser inteligentes...
Aos primeiros sintomas que possam ser de Covid, buscamos o tratamento precoce com hidroxicloroquina/ivermectina/outros para evitar internação em UTI e, principalmente, entubação. Somos coerentes também em não aceitar vacinas de mRNA, inseguras e potencialmente muito perigosas à saúde. Somos coerentes em respeitar as opiniões e, principalmente, os direitos dos outros de recusarem o tratamento precoce e buscarem vacinas inseguras, inclusive compradas com o nosso dinheiro. A incoerência é de quem respeita os direitos dos outros nem admite outras provas científicas contrárias às suas "crenças".
Faltou a palavra NÃO.
A incoerência é de quem não respeita os direitos dos outros.
Se adoecerem, fiquem em seus LARES esperando a eficácia do ELIXIR DA VIDA.
Cara doutora Rejane, sempre que escrevi minhas opiniões neste site, fui taxado de defensor do lavajatismo e bolsominion. O que em relação ao último, não é verdade.
Não, as medidas de lockdowm, uso de máscaras, álcool em gel, segundo nossos sanitaristas, é necessária. Minha esposa é farmacêutica e trabalha na linha de frente de um hospital público, e ela contraiu a Covid19. Sorte que ela tinha a vacina, senão o ataque ao seu organismo teria sido muito mais grave.
Eu não contraí porque sempre que saio à rua é de máscara, e tenho álcool em todos os cantos da minha casa. Então, as medidas são necessárias, não por alegre, mas por necessidade.
Bolsonaro, ao negar os efeitos devastadores desta doença, é um genocida sim.
Apenas gostaria de fazer uma observação ao doutor Lenio, em relação às críticas em relação ao resto da imprensa. Hoje, os que eram inimigos de Lula, também lutam, e muito, contra Bolsonaro. O que ninguém quer é um estado totalitário, ou governado por ladrões. Infelizmente, entre o desejo e a realidade, o caminho é tão longo e árduo...
Palavras de Paulo ChapChap, CEO do Hospital Sírio-Libanês: "Tenho paciente que precisa de transplante de fígado por ter usado de ivermectina. Está comprovado que cloroquina não tem efeito. Fujam dos médicos que preconizam isso. Remédios que ajudam não são antivirais, mas anticoagulantes e corticóides, mas no momento certo". Fonte: https://blogs.oglobo.globo.com/vera-maga lhaes/post/ceo-do-sirio-descreve-cenario -de-guerra-e-defende-restricoes-rigidas. html
Cara Lara, é pena, mas com esse pessoal não existe possibilidade de diálogo racional e, por isso, faz tempo que deixar de tentar. Infelizmente, o que se tem a fazer é deixar a lei da seleção natural seguir o seu curso.
1) É sempre necessário pesquisar os conflitos de interesse de médicos ao considerar suas afirmações lth Ministry Okays Use of Ivermectin in Fight Against Coronavirus featured/health-ministry-okays-use-of-iv ermectin-in-fight-against-coronavirus<br />https://www.worldometers.info/coronavi rus/country/slovakia estudo-no-peru-ivermectina-reduz-14-em-v ezes-o-excesso-de mortes-em-todo-o-pais
2) IVERMECTINA - estudos
Ivermectin is effective for Covid-19 : real-time meta analysis of 46 studies
https://ivmmeta.com/
Hea
https://newsnow.tasr.sk/
Estudo no Peru : ivermectina reduz em 14 vezes as mortes em todo o país
https://www.contrafatos.com.br/
Carta enviada ao Presidente Jair Bolsonaro sobre a farsa Covid /carta-enviada-ao-presidente-jair-bolson aro-sobre-covid
assinada por médicos e cientistas do coletivo "United Health Professionals", dentre eles : Prêmio Nobel Luc Montagnier, Didier Raoult, Anders Tegnell, Peter Gotzsche, Philippe Parola, Sucharit Bhakdi, Christian Perronne, John Ioannidis
https://rothbardbrasil.com
Estudo publicado em NOV/2020, realizado por 19 cientistas na cidade de Wuhan, analisadas 10 milhões de pessoas e rastreadas as pessoas com sintomas e assintomáticas e seus contatos. Constatado que pessoas assintomáticas não transmitem a Covid-19 m/news/asymptomatic-transmission-of-covi d-19-didnt-occur-at-all-study-of-10-mill ion-finds
https://www.lifesitenews.co
Decisão do Tribunal de Apelação de Portugal Contra os Bloqueios Porque Foram Baseados em Testes de PCR Não Confiáveis om.br/decisao-do-tribunal-de-apelacao-de -portugal-contra-os-bloqueios-porque-ele s-foram-baseados-em-testes-de-pcr-nao-co nfiaveis/
https://www.contrafatos.c
Por muitos comentários dos pitaqueiros e dos "operadores" do direito que aqui escrevem, a resposta é negativa; ao contrário: ela é ilimitada e ad infinitum! Simples assim!
Cara, realmente não se tem mais clima para um bom debate como nos tempos antigos. As mídias sociais deram voz a uma legião de estultos.
É impossível um debate com esse tipo de pessoa, pois elas utilizam o paralogismo como "modo" de raciocínio. Partem de premissas falsas para chegar em conclusões absurdas. Eis aí a dificuldade de um debate racional.
Cheguei aqui - nos comentários - buscando alguém que trouxe-se ideias de debate inerente ao tema. Mas o que achei? Pessoas falando em Ivermectina e Cloroquina para tratamento contra a Covid. Não há perspectiva de mudança. Iremos aguentar essa imbecilidade por os próximos anos.
É a era da burrice. Da simplificação de tudo. Da negação da realidade. Da falta de profundidade. De tudo que possa fazer mal a uma nação.
Como disse Eduardo Cunha, Deus tenha piedade desse país.
Inteligente eh falar ou escrever sem nada de concreto edificar ou contribuir para o seu semelhante, ganhando, para isso, ganhar 33 mil reais de aposentadoria ou de mesada, nas tetas do Estado, enquanto que a maioria, sem emprego, pede esmolas ou vai receber 250 real dessa utopia chamada democracia lixo.
Conta outra, porque transferir esse discurso de culpa para a classe poliitica ou imprensa soa vazio se não se subtrai valor da elite que aparelha esse pornopoder, esses juristocratas.
Chega de demagogia e depositem algum dinheiro na conta da nação mais pobre que sofre com esses "criminosos" de gravata, colonizadores hodiernos, institucionalizados pela caneta, enquanto divulgam seus saberes enciclopedistas para acumularem sozinhos suas benesses e riquezas.
De fato, as castas da qual o articulista e essa legião de vândalos da verborragia fazem parte são muito inteligentes.
A maioria dos brasileiros não passam de covardes bem dotados de hipocrisias, cinismos e narcisismos doentios encobertos pelo aparente dom de um intelecto espiritualmente capeado pela mediocridade de pensar e agir por si mesmo.
Hoje, na área da saúde o país está dividido em duas correntes: os que pedem e clamam por vacina e os que não querem vacina, preferem cloroquina.
Mas na gestão federal global, tem os que defendem a péssima gestão atual e os mais racionais que exigem uma gestão mínimamente civilizada.
A imagem da matéria traduz a fartura da burrice, eis que as críticas dessa massa ignara sobre a gestão do Brasil, são direcionadas não a quem comanda o país, o que deveria ser o óbvio ululante, mas à Suprema Côrte.
Como diria Nelson Rodrigues: "burrice mata!"
Olá, Dra. Rejane.
Talvez se interesse pelo artigo da (corajosa) jornalista Paula Schmitt:
https://www.poder360.c om.br/opiniao/midia/as-maos-sujas-de-que m-lava-as-maos-por-paula-schmitt/ r/>(Há outros dela no mesmo site sobre assuntos variados, quase todos muito bons)
<b
Um abraço.
Tempos pra lá de obscuros, em que se vê mais do que nunca como triste e patética é a condição humana: ver "gente" acreditar em "bálsamo milagroso" e transformar isso em dogma religioso
Fatos: os hospitais estão lotados; não há vagas de UTI; os profissionais de saúde estão esgotados. Precisam de nossa compreensão. Lá, nos corredores e camas de UTI estão homens e mulheres, negacionistas ou não. Tem 60% de chance de morrer. Se não morrer, ficam com sequelas. Resumo. Independentemente de sua posição (burro ou não), respeite os profissionais de saúde e a família de burros( ou não), que agora choram os seus mortos (burros ou não).
A "massa burra" sempre foi muito bem aceita como tal enquanto ainda não se manifestava contra os desmandos do - sim senhor - STF corrupto e todo o aparato judicial que se alimentava e/ou ainda se alimenta da corrupção reinante por aqui. Quem se atreve a gritar contra É BURRO! Mas o molusco cachaceiro é ladrão e advogado que recebe honorários oriundos do tráfico também é corrupto. Será que também sou burro?!?
Tenho repetido essa pergunta ao Conjur e ninguém responde. Pode a vítima julgar o seu suposto algoz? Tenho visto encômios ao Min. Gilmar Mendes pela sua afirmada defesa da democracia em processo envolvendo pessoas que, segundo ele mesmo afirma, conspiraram contra ele. Ora neste caso a epistemologia não determinaria a sua suspeição nos processos?
"Hoje, na área da saúde o país está dividido em duas correntes: os que pedem e clamam por vacina e os que não querem vacina, preferem cloroquina."
Há gente que quer vacina e não - certo ou errados, aqui não importa - descarta a cloroquina (como parte de um tratamento na fase inicial da doença).
Veja lá antes de chamar os outros de burro, hein!
Eu falo isso há anos aqui na Conjur, notadamente em casos do Min. Gilmar Mendes. E seria muito simples de resolver se o ministro tivesse decoro.
É sempre uma satisfação ler as peças do Lênio. É dono de uma intertextualidade invejável.
Importante ver o vídeo abaixo até o final. Começa mostrando algumas cenas de uma entrevista com a Dra. Judy Milkovits e prossegue com uma entrevista com um investigador dos EUA sobre a "Plandemia". a pandemia planejada da Covid-19
https://rumble.com/vbp a59-pl4nd3mic-2-indoctornation-legendado -pt-br-pandemia-planejada-do-covid-19.ht ml
Importante ver o vídeo abaixo até o final. Começa mostrando cenas de uma entrevista com a Dra. Judy Milkovits e prossegue com uma entrevista com um investigador dos EUA, mostrando provas da "plandemia", a pandemia planejada da Covid-19.
https://rumble.com/vb pa59-pl4nd3mic-2-indoctornation-legendad o-pt-br-pandemia-planejada-do-covid-19.h tml
Doutor Lenio, rogo que faça a epistemologia da pandemia, dos estudos sobre o uso constante de máscaras, os estudos sobre a taxa de letalidade da Covid-19, os estudos sobre o tratamento precoce e o contexto de restrições de direitos civis em relação aos estudos científicos mencionados. Sem uma reflexão sobre os estudos, o senhor nunca vai entender o contexto político atual.
Ivermectina e cloroquina/hidroxicloroquina são MEDICAMENTOS aprovados por órgão reguladores em diversos países há muitos anos. E, também, há muitos anos são prescritos por médicos em vários países. O uso OFF LABEL de medicamentos é prática comum na Medicina.
Dr. Tucker, o senhor está desconsiderando provas científicas de estudos clínicos que demonstram a eficácia dos mencionados medicamentos em casos de Covid-19.
A população brasileira emburreceu (mais ainda) de uma forma assustadora com a eleição do Bolsonaro.
Agora, além dos 30% de fanáticos petistas (burros), temos outros 30% de fanáticos bolsonaristas (igualmente burros).
Enquanto isso, o Brasil segue sem uma terceira via minimamente aceitável.
No entanto, acho curioso o fato do Lenio sempre defender vivamente o establishment em sua coluna. Será se ele não se revolta com esse quadro terrível que vivemos? Ou será que ele faz parte de um dos grupos de fanáticos que nos levaram até essa situação grotesca?
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