A efetividade das políticas de segurança pública requer arranjos federativos sólidos e cooperação institucional. Além da união entre os entes governamentais, é imprescindível que as estratégias do setor sejam baseadas em evidências concretas, coleta de dados e inteligência.
Inês Coimbra procuradora-geral do Estado de São Paulo, no XIV Fórum de Lisboa
Essa é a visão de Inês Coimbra, procuradora-geral do Estado de São Paulo, que tratou do tema em entrevista à revista eletrônica Consultor Jurídico durante o XIV Fórum de Lisboa, neste mês.
A procuradora, geral, que falou em um painel sobre arranjos federativos na segurança pública, avalia que asmedida na área não podem ocorrer de forma isolada, já que os dados de inteligência, que são a base incontornável para o combate ao crime, só são efetivos quando devidamente compartilhados.
“A segurança pública só poderá ser efetivamente um tema de importância quando todos os entes trabalharem de maneira cooperativa”, afirmou.
Inês Coimbra elogiou a iniciativa do Fórum de Lisboa de ampliar a participação de estrangeiros nos debates, que, segundo ela ofereceram um horizonte valioso para o Brasil inovar e aprimorar as suas próprias estruturas de segurança pública.
“Esse evento trouxe a oportunidade de aprendermos com experiências de outros países, ouvirmos o que a Europa tem feito, ouvirmos o que outros gestores têm feito, outros operadores do Direito”.
Clique aqui para ver a entrevista ou assista abaixo:
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