Um dos grampos tornados públicos com o fim do sigilo do inquérito que investiga o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mostra uma conversa dele com o ex-ministro da Casa Civil Jaques Wagner, na qual o político baiano reclama da Ordem dos Advogados do Brasil. Para o presidente do Conselho Federal da OAB, Claudio Lamachia, Wagner usou uma “terminologia inaceitável”.

Ao comentar a delação de Delcídio do Amaral, o ex-ministro da Casa Civil diz: “Terça-feira o filha da puta da OAB vai botar aqui dizendo que o Conselho da OAB acha que nesse caso”. Ele se refere ao fato de a entidade ter pedido acesso ao acordo de delação noticiado, então, pela revista IstoÉ. À época, Lamachia disse que, se fossem confirmadas as acusações de que a presidente Dilma Rousseff tentou interferir no andamento da operação “lava jato”, os advogados poderão protocolar um novo pedido de impeachment dela na Câmara dos Deputados.
O presidente da entidade se irritou com Jaques Wagner: “Os termos usados nesse áudio não se coadunam com a linguagem que altas autoridades da República deveriam ter ao se referir a uma instituição que, há 85 anos, presta importantes serviços à nação e à sociedade brasileira e, hoje, representa quase um milhão de advogados”.
Ouça o áudio:
Não precisa ser nenhum douto em hermenêutica para ver que a crítica (ou xingamento, excetuando o eufemismo) foi pessoal e não direcionado para a instituição.
Esse linguajar, que o nobre colega julga de baixo nível, é o usual entre essas "autoridades" do PT, que nos governam. É só procurar inteirar-se e verificar com qualquer pessoa que participe de reuniões com a própria presidente Dilma e perguntar como ela se dirige aos demais participantes. O que V. Sa. ouviu, por isso mesmo, é exceção. Só é dito em raras ocasiões (nas cerimônias litúrgicas como missas e atividades religiosas havidas no Planalto) o normal é destinado ao dia a dia.
A OAB não é respeitada nem pelos bandidos nem pelos cidadãos de bem, é o fim.
A OAB não é respeitada nem pelos bandidos nem pelos cidadãos de bem, é o fim.
Uma crise dessa dimensão e o Presidente da OAB (não eleito por voto dos advogados) está preocupado com termos. Bem a cara da OAB, seguindo a linha de que a aparência vale mais do que o fundo. Só falta agora a Ordem começar a implicar com a cor da gravata dos envolvidos...
É de certa forma pueril a ideia de que lideres politicos sejam (ou devam ser) cavalheiros, polidos, com voz macia e de palavras austeras. Ninguem é assim, nem mesmo Lamachia. Na intimidade somos animais da selva, todos nós. Grampeiem o celular pessoal de qualquer lideranca politica ou autoridade publica e verao um show de horrores. Não é disso que se trata. O cerne da questao a merecer intervencao imediata da OAB sao os grampos ilegais autorizádos pelo Moro e sua divulgação mais ilegal ainda! E mais: os grampos de advogados falando com seus clientes. Mas o que é isso? O Conselho Federal da OAB precisa tomar atitude imediatamente sobre essa barbarie do judiciario federal contra as garantias constitucionais, a soberania nacional e o Estado de Direito.
Esse presidente da OAB está fazendo o que entidade mais sabe fazer nos últimos tempos: politicagem barata!
Ao invés de defender a CF, anda na contramão da comunidade jurídica para apoiar o tal Moro. VERGONHA DE PERTENCER À ESSA CLASSE!
Esse presidente da OAB está fazendo o que entidade mais sabe fazer nos últimos tempos: politicagem barata!
Ao invés de defender a CF, anda na contramão da comunidade jurídica para apoiar o tal Moro. VERGONHA DE PERTENCER À ESSA CLASSE!
A falta de respeito com as pessoas sérias de instituição séria como a OAB, é uma ameaça para aqueles que se beneficiam com a corrupção. Como o caso desse ministro Jacques Vagner. Avante Brasil
Como cidadão, vejo que algumas matérias apresentadas no CONJUR são totalmente tendenciosas (respeitadas opiniões contrárias). o-divulgou-grampos-ilegais-autoridades-p rerrogativa-foro a OAB é contra a decisão que determinou o fim do sigilo telefônico, porque estaria ofendendo prerrogativas. Isso é uma clara, claríssima defesa de interesses que nada jurídicos...
Porém, não entendi uma coisa:
Na notícia http://www.conjur.com.br/2016-mar-16/mor
Agora, na matéria veiculada, a OAB se mostra “indignada” com a postura do Ministro J. W., que tanto defende.
NÃO podemos adorar dois deuses ao mesmo tempo. Ou se determina extinção do sigilo como um todo ou não se determina apenas porque o Ministro falou o que não agradou a OAB. Isso sim, seria cerceamento.
Acho melhor adotar uma das alternativas, para que não trabalharmos com de maneira casuísticas ou incongruentes. Att.
Uma entidade que vergonhosamente participa da indicação da filha do Fux para desembargadora do TJMG, verdadeira farsa que envergonha os quase um milhão de advogados que "representa", não pode vir agora posar de instituição séria e inatacável!
A OAB perdeu a oportunidade de ser protagonista do momento político. Tergiversou e está demorando. DEveria estar liderando o movimento político.
Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. Desconfio que o silêncio da OAB diante da roubalheira que assola o país seja em troca da permanência de sua escravidão contemporânea ou seja do seu pernicioso famigerado caça-níqueis exame da OAB. Vendem-se dificuldades para colher facilidades. Uma verdade omitida pela mídia que censura artigos contrários a esse caça-níqueis. OAB não tem interesse em melhorar o ensino jurídico. Se tivesse bastaria qualificar os professores inscritos em seus quadros. Recursos financeiros não faltam. São quase R$ 1,0 Bilhão de reais tosquiados, nos últimos vinte anos, sem retorno social, sem nenhum transparência e sem prestar contas ao TCU, gerando fome, desemprego e doenças psicossociais, causando prejuízos incomensuráveis ao país com esse contingente de escravos jogados ao banimento. Enquanto taxas do ENEM são apenas R$ 65, taxas do caça-níqueis da OAB, aumentaram na calada da noite para R$ 240, (um assalto ao bolso), haja visto que as taxas médias dos concursos de nível superior (NS), giram em torno de R$ 80, taxas do último concurso da OAB/DF, apenas R$ 75,00 .Antes da promulgação da Lei Áurea, era legal escravizar e tratar as pessoas como coisa, para delas tirar proveito econômico. A história se repete: o caça-níqueis da OAB, cuja única preocupação é bolso de advogados qualificados pelo Estado (MEC), jogados ao banimento, renegando pessoas a coisas. Destarte, creio o próximo ganhador do Prêmio Nobel da Paz sairá pela 1ª vez na história, para o Brasil, entre dezenas de abolicionistas contemporâneos que estão lutando com pertinácia e denodo pelo direito ao trabalho, pelo fim da última ditadura, o fim da escravidão contemporânea da OAB, ou seja pela libertação de cerca de 130.000 advs. qualificados pelo Estado (MEC).
Interessante a sisuda OAB ficar incomodada com comentários negativos e desrespeitosos por parte da marginalidade que se esconde atualmente no planalto central.
O tal comentário que incomodou é a verdadeira face , ou deveríamos dizer FUÇA do atual governo de ladrões e golpistas que nos empurram rapidamente para uma inexorável venezuelização a qual todos assistem revoltadinhos porem poucos realmente botam a mão dentro da privada para desentupir.
Já passou e muito da hora da OAB sair dos escritórios com ar condicionado e se misturar com os Brasileiros de verdade clamando pela saída destes vagabundos e o retorno de uma moralidade MINIMA que seja para o que resta dos atuais escombros do Brasil.
segunda divisão. Vai estudar!
Tal como em '64, a OAB nacional se posta ao lado dos golpistas, fingindo não ver as ilegalidades que qualquer estudante de Direito observa de plano. Um ministro de Estado tem prerrogativa de foro (ver neste mesmo Conjur o artigo principal). Buscar os holofotes e incitar o golpe, como o fez o juiz Moro, é imoral e ilegal, visando apenas atender suas inconfessáveis motivações.
Não se concebe uma OAB carioca nas mãos de políticos comprometidos com ideologias e partidos politicos, em detrimento dos advogados.
Um ex-presidente da república que fala abertamente que "o que que tem um presidente ganhar presentes", estimulando o parasitismo social, a mentira como instrumento de poder, a deseducação, a violência, a ignorância e a exploração da miséria.
Conseguiram transformar o governo numa espécie de cleptocracia, onde a mentira, a extorsão, a corrupção e a hipocrisia reina as escâncaras, é uma omissão que poderá custar muito caro para a imagem institucional da Ordem dos Advogados do Brasil.
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