Nesta terça-feira (10/10), no mesmo dia em que um delegado da Polícia Federal em São Paulo foi preso por extorsão, outro colega seu foi detido em flagrante por usar a placa institucional em seu carro particular. Ele pagou fiança nesta quarta (11/10) e já foi liberado provisoriamente.

O delegado Carlos Eduardo Pelegrini Magro ganhou fama por ser um dos responsáveis pela operação satiagraha, anulada por causa das ilegalidades em sua condução. A operação deu fama a Protógenes Queiroz, ex-deputado condenado por violar o sigilo funcional no mesmo caso.
Segundo pessoas próximas à investigação, Pelegrini estava de licença da Polícia Federal para cuidar de um parente doente, e a placa oficial usada em seu carro pessoal já registrava mais de R$ 40 mil em autuações. O delegado foi acusado do crime previsto no artigo 311 do Código Penal: "Adulterar ou remarcar número de chassi ou qualquer sinal identificador de veículo automotor, de seu componente ou equipamento".
Procurada pela ConJur, a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) disse aguardar mais informações para se manifestar sobre o caso. A defesa do delegado não foi localizada para comentar o assunto.

Estou surpreso com Delegado da Polícia Federal adotando conduta nada republicana.
São todos podres! Não confio em nenhum!
Aqui em São Luís um agente foi flagrado por um repórter cinematográfico pilotando uma moto, sem capacete, e... a moto não era dele! Era moto apreendida! Que tinha sido apreendida há dias!
Nada como um dia após o outro ...
Não há organismo sem corrupção, porém, depreende-se que o autor dos fatos em questão foi preso pela própria Polícia Federal, portanto, alguns comentários são descabidos e desprovidos de relevância. Ao generalizar, o comentarista indica o seu próprio caráter, pois vê o mundo de acordo com a sua pequena ótica . Esperamos, todos nós, que os autores sejam julgados, e, se for o caso, devidamente apenados, apenas recordando que a PF foi o organismo que mais prendeu e demitiu os seus próprios quadros nos anos recentes.
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