Juíza substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba, Gabriela Hardt assumiu os casos que estavam com Eduardo Appio, juiz titular. Ele foi afastado do cargo por decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, na segunda-feira (22/5).

Enéas Gomez/Divulgação
Hardt despachou na manhã desta terça-feira no processo em que Appio mandou notificar a superintendência da Polícia Federal do Paraná pela abertura de um inquérito para investigar a instalação de um grampo ilegal na cela do doleiro Alberto Youssef.
No despacho, ela inclui o Ministério Público Federal no feito e pede manifestação sobre uma petição enviada na noite de segunda-feira. O grampo foi encontrado pelo doleiro na sua cela em 2014, quando ele ainda se recusava a colaborar com as investigações da "lava jato".
Gabriela Hard recentemente pediu remoção para Santa Catarina. Ela manifestou interesse em quatro varas de Itajaí e nove de Florianópolis, embora o edital do concurso ofereça apenas vagas para a 2ª Vara Federal da capital catarinense.
Appio, por sua vez, foi afastado após representação do desembargador do TRF-4 Marcelo Malucelli, que disse que seu filho teria recebido uma ligação telefônica da qual há suspeita de que o juiz tenha participado. Os fatos podem configurar infrações disciplinares. Appio tem agora 15 dias para apresentar sua defesa prévia ao tribunal.
Pet 5025690-40.2023.4.04.7000
Ou o CNJ enquadra o TRT 04, ou o TRT04 desacredita o CNJ. Não há alternativa.
Não há constrangimento. Eles são a lei.
O CNJ está amolando a caneta.
Sem dúvida, tudo isso esconde talvez o maior escândalo de corrupção no judiciário mundial. Que venha a lume.
Concordo em gênero, número e grau.
Tem algum problema trabalhista que não estou sabendo?
Estes são os advogados vindouros! Sequer conhecem a organização judiciária pátria.
Mas se o Ecomerce (Comerciante) é conhecedor da jurisdição trabalhista, é porque o "empreendedor" anda(ou) pisando naqueles fóruns...
E voltando por um bom motivo. As evidências indicam que não havia a menor condição de o LUL22 continuar na vara.
Curiosamente, a matéria não menciona os fatos gravissimos que levaram ao afastamento cautelar do "imparcial" LUL22.
O TRF4 não tem nenhum interesse que essa investigação e o juiz removido permaneçam atuando contra o maior escândalo de violação ao contraditório e a ampla defesa já visto nesta país. Evidentemente, o assunto será levado ao CNJ pelo juiz titular afastado. O caso está parecendo mais uma fase da extinta lava jato, só que agora entre os julgadores. Que fase estamos presenciando no sistema judiciário. Lamentável!
O que é imparcialidade nesse caso? É o pai usar do cargo para defender o filho que é sócio do ex-juiz declarado parcial, que está tendo suas decisões analisadas por um juiz que apenas quer a verdade.
E o Tacla Duran é parte essencial da revelação de toda a verdade sobre a Farsa Jato!
E é isso o que os súditos da República de Curitiba desejam!!!
Há fortíssimas evidências contra o LUL22. E ele foi afastado cauterlamente, por 15 dias, pois poderia, inclusive, apagar provas contra si.
Ora, rapaz, o caso Tacla Duran (ele um mentiroso de carteirinha, foragido que lavava dinheiro da Odebrecht) não tem relação com o afastamento cautelar do (agora comprovadamente parcial) LUL22.
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