GRANDES TEMAS, GRANDES NOMES

Sustentabilidade requer mudança de pensamento, afirma Ketlin Feitosa

Os tomadores de decisões devem deixar de ver os serviços e produtos voltados à gestão ambiental como algo apenas desejável e passar a associá-los à eficiência. A percepção é da diretora de Relações Corporativas do grupo Ambipar, Ketlin Feitosa, que afirma ser necessária uma “mudança de mindset” para que a sustentabilidade seja vista como um bom negócio.

TV ConJur

Sustentabilidade requer mudança de pensamento, afirma Ketlin Feitosa

Diretora de Relações Corporativas do grupo Ambipar defende ‘olhar de futuro’ nas instituições

Ela tratou do assunto em entrevista à série Grandes Temas, Grandes Nomes do Direito, em que a revista eletrônica Consultor Jurídico ouve alguns dos nomes mais importantes do Direito e do empresariado sobre as questões mais relevantes da atualidade.

Para Feitosa, em termos ecológicos, a preservação do meio ambiente, por si só, não será suficiente para a manutenção da vida como a conhecemos. Também é preciso trabalhar para recuperar o que foi perdido, segundo Feitosa.

“Nós estamos em um tempo de regenerar, de buscar trazer de volta aquilo que nós já perdemos. E se a gente não fizer essa mudança, uma mudança de pensamento que requer uma eficiência sustentável, nós vamos continuar tendo como paradigma a ‘querência’”, disse ela em entrevista durante o XIII Fórum de Lisboa, promovido neste mês na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL).

A executiva enxerga a falta de planejamento como uma das principais dificuldades para a execução de políticas públicas relacionadas ao tema. No seu entendimento, isso também tem impactos nas instituições privadas.

“Governança talvez seja a palavra principal que a gente precisa abraçar junto com a sustentabilidade. Governança sustentável: um olhar para a estratégia, para a missão, para os objetivos da instituição, com olhar de futuro”, afirmou.

É possível, diz Feitosa, perseguir um desenvolvimento sustentável que respeite os vieses social, ambiental, econômico, tributário e previdenciário.

Clique aqui para ver a entrevista ou assista abaixo:

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