É comum a crítica — importada, em gramática e sensibilidade, dos Estados Unidos — ao estado-babá. O estado brasileiro haver-se-ia tornado, graças a um poder público agigantado, e a uma sociedade dócil, numa espécie de deus Jano, que tudo pretende prover, e a quem tudo se pede. A crítica, afora certo exagero, possui elementos certeiros. […]