Candidatura política de Jobim é um revés para o STF

Neste sábado (4/2) foi a vez do jornal Folha de S. Paulo discutir a candidatura política do presidente do Supremo Tribunal Federal, Nelson Jobim, o que já foi tema e alvo de críticas em quase todos os grandes veículos da imprensa brasileira nas últimas semanas.

O editorial defende que o prazo legal para que os postulantes a cargos políticos se filiem a algum partido — um ano antes das eleições — deveria valer também para os juízes, que hoje podem aderir a uma legenda até seis meses antes da eleição.

“No caso dos ministros do STF, ao menos o princípio da anualidade deveria ser instaurado. A proposta de uma quarentena de quatro anos, que aguarda apreciação dos congressistas, também merece avaliação”.

Leia o editorial

A se confirmar, a saída do presidente do Supremo Tribunal Federal, Nelson Jobim, para candidatar-se às eleições deste ano será um revés para a imagem e as tradições da mais alta corte do país. Também representará uma carga extra de tensão sobre a disputa eleitoral que seria melhor evitar. Estão frescas decisões e atitudes do magistrado que interferem no jogo de forças político-partidárias.

Não se discute o direito de o cidadão Nelson Jobim candidatar-se. Ele preenche as condições do parágrafo 3º do artigo 14 da Constituição e das leis que regulamentam a elegibilidade. Mas a cadeira de ministro do Supremo, pela influência direta no equilíbrio dos Poderes, justifica o acréscimo de outros requisitos — seja ditados pela lei, seja pela consciência — para que seu ocupante possa usufruir do direito de ser candidato.

A admissão de candidatura para um determinado posto apenas é aceita quando o postulante se filiou a um partido político com antecedência mínima de um ano em relação à data do pleito. A regra vale para todos, exceto para juízes, que podem aderir a uma legenda até seis meses antes da eleição. O mecanismo foi pensado como uma compensação pelo fato de a magistratura impedir que seus integrantes sejam filiados a agremiações partidárias.

No caso dos ministros do STF, ao menos o princípio da anualidade deveria ser instaurado. A proposta de uma quarentena de quatro anos, que aguarda apreciação dos congressistas, também merece avaliação.

Mas o principal problema do caso Jobim não diz respeito a lacunas legais. A vaga no Supremo deveria ser o coroamento de uma carreira jurídica, algo a ser almejado como objetivo de vida por muitos jovens que optam pela profissão. A distinção de ter sido nomeado para um dos 11 postos da corte requer do ministro a contrapartida da dedicação integral até a aposentadoria obrigatória, além do empenho em preservar a própria isenção para poder julgar isentamente.

É essa regra, não-escrita, mas preciosa para as instituições, que Nelson Jobim está prestes a quebrar.

*Editorial do jornal Folha de S. Paulo deste sábado (4/2).

Son 33 disse:
05 de fevereiro de 2006 às 16:02

Realmente este país tem a memória curta. No dia primeiro de janeiro de 2007 estarão, de mãos dadas e subindo juntos na rampa do palácio do planalto, os récem eleitos Lula da Silva e Nelson Jobim, respectivamente presidente e vice presidente do Brasil. Neste momento, todos já terão esquecido do mensalão, dos dólares na cueca, dos esquemas de Ribeirão Preto, do assassinato do Prefeito Celso Daniel, dos dólares de Cuba, do compadre do Lula, do Waldomiro Diniz, dos Correios. A desfaçatez não encontra limites neste país. Quando você acha que finalmente chegamos no fundo do poço, aqueles que usaram o cargo público para assaltar os cofres do Estado, dão a volta por cima e retomam suas vidas, como se nada tivesse acontecido. Realmente fundo de poço de político tem mola.

Son 33 disse:
05 de fevereiro de 2006 às 16:02

Realmente este país tem a memória curta. No dia primeiro de janeiro de 2007 estarão, de mãos dadas e subindo juntos na rampa do palácio do planalto, os récem eleitos Lula da Silva e Nelson Jobim, respectivamente presidente e vice presidente do Brasil. Neste momento, todos já terão esquecido do mensalão, dos dólares na cueca, dos esquemas de Ribeirão Preto, do assassinato do Prefeito Celso Daniel, dos dólares de Cuba, do compadre do Lula, do Waldomiro Diniz, dos Correios. A desfaçatez não encontra limites neste país. Quando você acha que finalmente chegamos no fundo do poço, aqueles que usaram o cargo público para assaltar os cofres do Estado, dão a volta por cima e retomam suas vidas, como se nada tivesse acontecido. Realmente fundo de poço de político tem mola.

Son 33 disse:
05 de fevereiro de 2006 às 16:02

Realmente este país tem a memória curta. No dia primeiro de janeiro de 2007 estarão, de mãos dadas e subindo juntos na rampa do palácio do planalto, os récem eleitos Lula da Silva e Nelson Jobim, respectivamente presidente e vice presidente do Brasil. Neste momento, todos já terão esquecido do mensalão, dos dólares na cueca, dos esquemas de Ribeirão Preto, do assassinato do Prefeito Celso Daniel, dos dólares de Cuba, do compadre do Lula, do Waldomiro Diniz, dos Correios. A desfaçatez não encontra limites neste país. Quando você acha que finalmente chegamos no fundo do poço, aqueles que usaram o cargo público para assaltar os cofres do Estado, dão a volta por cima e retomam suas vidas, como se nada tivesse acontecido. Realmente fundo de poço de político tem mola.

Son 33 disse:
05 de fevereiro de 2006 às 16:02

Realmente este país tem a memória curta. No dia primeiro de janeiro de 2007 estarão, de mãos dadas e subindo juntos na rampa do palácio do planalto, os récem eleitos Lula da Silva e Nelson Jobim, respectivamente presidente e vice presidente do Brasil. Neste momento, todos já terão esquecido do mensalão, dos dólares na cueca, dos esquemas de Ribeirão Preto, do assassinato do Prefeito Celso Daniel, dos dólares de Cuba, do compadre do Lula, do Waldomiro Diniz, dos Correios. A desfaçatez não encontra limites neste país. Quando você acha que finalmente chegamos no fundo do poço, aqueles que usaram o cargo público para assaltar os cofres do Estado, dão a volta por cima e retomam suas vidas, como se nada tivesse acontecido. Realmente fundo de poço de político tem mola.

Son 33 disse:
05 de fevereiro de 2006 às 16:02

Realmente este país tem a memória curta. No dia primeiro de janeiro de 2007 estarão, de mãos dadas e subindo juntos na rampa do palácio do planalto, os récem eleitos Lula da Silva e Nelson Jobim, respectivamente presidente e vice presidente do Brasil. Neste momento, todos já terão esquecido do mensalão, dos dólares na cueca, dos esquemas de Ribeirão Preto, do assassinato do Prefeito Celso Daniel, dos dólares de Cuba, do compadre do Lula, do Waldomiro Diniz, dos Correios. A desfaçatez não encontra limites neste país. Quando você acha que finalmente chegamos no fundo do poço, aqueles que usaram o cargo público para assaltar os cofres do Estado, dão a volta por cima e retomam suas vidas, como se nada tivesse acontecido. Realmente fundo de poço de político tem mola.

Son 33 disse:
05 de fevereiro de 2006 às 16:02

Realmente este país tem a memória curta. No dia primeiro de janeiro de 2007 estarão, de mãos dadas e subindo juntos na rampa do palácio do planalto, os récem eleitos Lula da Silva e Nelson Jobim, respectivamente presidente e vice presidente do Brasil. Neste momento, todos já terão esquecido do mensalão, dos dólares na cueca, dos esquemas de Ribeirão Preto, do assassinato do Prefeito Celso Daniel, dos dólares de Cuba, do compadre do Lula, do Waldomiro Diniz, dos Correios. A desfaçatez não encontra limites neste país. Quando você acha que finalmente chegamos no fundo do poço, aqueles que usaram o cargo público para assaltar os cofres do Estado, dão a volta por cima e retomam suas vidas, como se nada tivesse acontecido. Realmente fundo de poço de político tem mola.

Son 33 disse:
05 de fevereiro de 2006 às 16:02

Realmente este país tem a memória curta. No dia primeiro de janeiro de 2007 estarão, de mãos dadas e subindo juntos na rampa do palácio do planalto, os récem eleitos Lula da Silva e Nelson Jobim, respectivamente presidente e vice presidente do Brasil. Neste momento, todos já terão esquecido do mensalão, dos dólares na cueca, dos esquemas de Ribeirão Preto, do assassinato do Prefeito Celso Daniel, dos dólares de Cuba, do compadre do Lula, do Waldomiro Diniz, dos Correios. A desfaçatez não encontra limites neste país. Quando você acha que finalmente chegamos no fundo do poço, aqueles que usaram o cargo público para assaltar os cofres do Estado, dão a volta por cima e retomam suas vidas, como se nada tivesse acontecido. Realmente fundo de poço de político tem mola.

Son 33 disse:
05 de fevereiro de 2006 às 16:02

Realmente este país tem a memória curta. No dia primeiro de janeiro de 2007 estarão, de mãos dadas e subindo juntos na rampa do palácio do planalto, os récem eleitos Lula da Silva e Nelson Jobim, respectivamente presidente e vice presidente do Brasil. Neste momento, todos já terão esquecido do mensalão, dos dólares na cueca, dos esquemas de Ribeirão Preto, do assassinato do Prefeito Celso Daniel, dos dólares de Cuba, do compadre do Lula, do Waldomiro Diniz, dos Correios. A desfaçatez não encontra limites neste país. Quando você acha que finalmente chegamos no fundo do poço, aqueles que usaram o cargo público para assaltar os cofres do Estado, dão a volta por cima e retomam suas vidas, como se nada tivesse acontecido. Realmente fundo de poço de político tem mola.

Comentarista disse:
05 de fevereiro de 2006 às 16:07

O que o ilustre presidente do STF faz não difere em nada - absolutamente - do que ocorre em países de primeiro mundo, os quais estão centenas de anos à frente do Brasil no que diz respeito ao desenvolvimento social e à democracia.

Mas talvez aqui, por sermos considerados pelo resto do mundo civilizado como uma republiqueta das bananas onde só há corrupção e nada funciona decentemente, o eminente ministro seja tão "patrulhado".

Ou então, numa constatação mais óbvia, talvez seja apenas o desespero insano da oposição, que vê todo seu "esforço" destrutivo de meses a fio indo por água abaixo com as recentes pesquisas de opinião pública dando conta de que a popularidade e a aprovação do presidente Lula são as mesmas que antes da já tão desacreditada "crise política".

Que se instaure então, logo de uma vez, o processo de impeachment do presidente Lula, democraticamente eleito e ainda aprovado pela maioria do povo (segundo as últimas pesquisas de opinião).

O que falta pra isso? CORAGEM dos políticos que hoje, mais do que ontem, vêem cada vez mais distante o "sonho" de retornarem ao poder caso Lula realmente se candidate à reeleição, o que, hoje, ninguém mais duvida.

Falar e concorrer é fácil, mas a eleição - para o desespero e a tristeza de muitos - ainda se ganha no voto e não na quarentena de hipotéticos adversários...

Para finalizar, vamos aguardar o desfecho do caso da "lista" de Furnas, já parcialmente confirmada pelo depoimento de Roberto Jefferson; pois, afinal de contas, são 40 milhões destinados aos "puritanos" e "injustiçados" políticos do PSDB, PFL, etc.

Com a palavra, os defensores da "moral" e da "ética"!

Son 33 disse:
05 de fevereiro de 2006 às 16:23

As viúvas do Lula já começaram a se manifestar

Son 33 disse:
05 de fevereiro de 2006 às 16:23

As viúvas do Lula já começaram a se manifestar

Son 33 disse:
05 de fevereiro de 2006 às 16:23

As viúvas do Lula já começaram a se manifestar

Son 33 disse:
05 de fevereiro de 2006 às 16:23

As viúvas do Lula já começaram a se manifestar

Son 33 disse:
05 de fevereiro de 2006 às 16:23

As viúvas do Lula já começaram a se manifestar

Son 33 disse:
05 de fevereiro de 2006 às 16:23

As viúvas do Lula já começaram a se manifestar

Son 33 disse:
05 de fevereiro de 2006 às 16:23

As viúvas do Lula já começaram a se manifestar

Son 33 disse:
05 de fevereiro de 2006 às 16:23

As viúvas do Lula já começaram a se manifestar

José Brenand disse:
05 de fevereiro de 2006 às 19:38

O porque os sapientes que hoje torcem o nariz para a candidatura do Ministro Nelson Jobim, já há algum tempo, em observando "falhas" no sistema de filiação, não denunciaram a tempo, e só agora efetuam essa campanha, que acredito nada construtiva e inoportuno. Não há crime, até que uma lei não a defina, portanto o Ministro, não comete crime, ou desonra alguma, ao pretender se candidatar a vice de Lula. Certamente fosse outro o candidato a Presidente, e não o Lula; o qual viesse de uma certa " elite " , que levou o Brasil a entregar parte de suas riquezas, a potentados internacionais, principalmente aos Norte Americanos, estaria tudo dentro dos conformes, mas como é um trabalhador, não pode......

Lu2007 disse:
24 de novembro de 2006 às 12:06

Ele pode até não ser proibido pela legislação de fazer isso. Mas esta postura está cheia de imoralidade. Principalmente pq o Nelson Jobim não foi um ministro muito imparcial no governo Lula, pelo menos é que apareceu na imprensa!!!
Deveria, sim, haver uma quarentena para estes ministros que deixam o tribunal.

Você precisa estar logado para enviar um comentário.