A multidão que cercou o Fórum de Santana, em São Paulo, fez até com que o áudio da sentença que condenou Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá pelo assassinato da filha e enteada do casal fosse transmitido por um alto-falante. Advogados acreditam que o clamor público impediu que o julgamento de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, condenados pela morte de Isabella, fosse neutro e equilibrado. O advogado de defesa, Roberto Podval, chegou a ser agredido na entrada do Fórum. Ele já declarou que vai recorrer da sentença.
O criminalista Antônio Sérgio de Moraes Pitombo acredita que a pressão popular e a falta de maior isolamento do julgamento acabou prejudicando a defesa. “A vitória foi do clamor público, não da promotoria”, afirma. “Eu me coloquei no lugar do defensor porque ele ficou massacrado, sem ter chance de participar de um julgamento balanceado.” Ainda durante o Júri, os presidentes da OAB de São Paulo e do Rio de Janeiro enviaram notas a imprensa repudiando o comportamento da população em torno do julgamento.
Para o presidente da OAB-SP, Luiz Flavio Borges D’Urso, o advogado não pode ser confundido com seu cliente e agressões contra ele vão contra o livre exercício da advocacia e contra o direito de defesa que protege todo cidadão. “O advogado não é cúmplice dos eventuais delitos que seu cliente tenha cometido e não está lá para acobertá-los”, afirmou. O presidente da OAB do Rio de Janeiro, Wadih Damous, ressaltou a importância da garantia do direito de defesa de qualquer cidadão e lembrou que este é um princípio civilizatório comumente desrespeitado pelas tiranias. “Poucas vezes se viu em nosso país tamanho desrespeito às prerrogativas da defesa, com agressões morais e físicas ao advogado encarregado de cuidar do caso do casal Nardoni”, reforçou Damous.
Para a procuradora-regional da República, Janice Ascari, o clamor da população vem da sensação de impunidade presenciada na maioria dos crimes, principalmente os de “colarinho branco”. “Foi um crime que chocou demais. A festa que fizeram quando saiu a sentença foi uma festa de sentimento, de solidariedade à família, por ter sido um crime brutal”, analisa. Janice afirma que como parte do Ministério Público ela vê diariamente a frustração das pessoas de conviver com a impunidade. Para a procuradora, o trabalho do promotor Francisco Cembranelli foi impecável, baseado em provas técnicas, como as ligações telefônicas e a reconstituição, o que não deixou dúvidas de que a sentença está correta.
Durante a cobertura da ConJur do Júri, o diretor da OAB de Santana, Fábio Mourão, disse que a entidade tomaria alguma medida caso as manifestações ultrapassassem a parte externa do Fórum, e o trabalho na sala do Júri fosse prejudicado.
Tribunal do Júri
A menina de 5 anos Isabella caiu da janela do edifício onde o casal Nardoni morava, na Zona Norte da capital paulista, em 29 de março de 2008. Acusados pela morte da criança, Alexandre Narcdni, pai da menina, e Anna Carolina Jatobá, sua madrasta, foram presos e assim permaneceram até o julgamento feito pela Justiça de São Paulo. O Júri levou cinco dias para chegar a conclusão de que a menina foi asfixiada e jogada do prédio onde moravam. Eles responderão pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e fraude processual. Alexandre foi condenado a 31 anos, um mês e 24 dias multas. Já Anna, a 26 anos, oito meses e 24 dias-multa. O casal não poderá recorrer da decisão em liberdade.

A vitória não foi do clamor público. A vitória não foi da promotoria. A vitória não foi dos delegados. A vítória não foi dos peritos. A vitória foi da Justiça, não enquanto Instituição Poder Judiciário, mas enquanto conceito do Justo!
Fez-se Justiça, ao menos dentro das regras do ordenamento jurídico brasileiro.
Óbvio que mais justo ainda seria se cada um dos co-réus de fato cumprissem integralmente a pena a que foram condenados, mas infelizmente vivemos no país do laxismo penal, onde o sujeito é condenado a 30 anos de reclusão mas é colocado em liberdade, pela brandura da lei, após um curto período de cumprimento de pena e volta ao convívio social, rindo da sociedade ou comentendo novos delitos e fazendo novas vítimas.
Em que pese esse detalhe, pelos menos esses dois criminosos covardes e mentirosos sofrerão alguma espécie de reprimenda, ainda que muito branda perto do mal que causaram.
Causa-me estranheza, que em um País com tamanha carência, notadamente a de educação de qualidade, onde milhares de crianças estão fora das escolas, de saúde, e de segurança, e ainda por uma nefasta concentração de renda em mãos de poucos, a população não esteja presente em movimentos sociais, reivindicando, lutando por melhoria da qualidade de vida.
Não observo manifestações quando as pessoas não são atendidas nos hospitais e morrem na fila, também não escuto a voz das ruas e o clamor quando por falta de iluminação, a população carente é assaltada ao retornar do trabalho.
Fico chocado quando observo doenças que estavam erradicadas retornarem por falta de prevenção, e de saneamento básico, mas não observo uma reclamação da sofrida classe pobre.
Raramente vejo uma movimentação contra o falido transporte público, que é servido por ônibus que mais parecem carroças, transportando gado para o abatedouro sob um leito carroçável inadequado, que acaba por vitimar várias pessoas que apenas desejam trabalhar ou estudar.
Sofro diariamente ao observar as chuvas transformarem a paisagem das cidades, trazendo mortes e destruição, sob o olhar complacente da população, sem que o Poder Público tome ações preventivas.
Para minha tristeza atuando no Terceiro tribunal do Júri da Capital há vários anos, observo constantemente casos iguais ao que vitimou a pequena Isabela, mas não vejo ninguém na porta do Fórum clamando por Justiça, ao efetuar uma leitura dos autos, constato inquéritos imprestáveis, onde não existe nem mesmo uma perícia básica. E solitário pergunto até quando meu Deus?
Cicero José da Silva, você não está sozinho. Junto-me a você nas suas palavras e as endosso.
Achei aquelas cenas, na porta do forum, espetáculos semelhantes aos da antiga Roma, quando os leões comiam os cristãos.
Aquelas pessoas ali, na frente do forum, pareciam hordas de animais selvagens, gritando e urrando contra o que não entendiam, porque só sabiam o que a midia lhes tinha passado.
E quanto a você, Mauricio, não houve vitória da justiça porque esta só acontece quando um julgamento não vem precedido de toda uma movimentação e condenação dessa midia nojenta.
Espero que o Tribunal seja mais sensível e analise a situação como ela realmente é.
Enquanto isso, esse casal permanecerá preso, e os seus filhos longe do pai e da mãe.
Os irmãos Naves confessaram um crime que nunca praticaram, e suas histórias permanecem até hoje como exemplo de injustiça.
Vamos torcer para que agora aquele caso não se repita, e que não tirem da cadeia, depois de provada a não culpabilidade, mais um cadáver.
Aos pais desse casal e aos filhos desse casal desejo que tenham a paciência e a força necessárias para enfrentar a batalha que ainda travarão.
Sem dúvida a vitória foi do clamor público. O povo sempre acha para fazer justiça sempre o acusado deve ser condenado. No julgamento dos Nardoni só faltou um carrasco para aplicar a pena corporal nos dois. O circo foi armado pela mídia, que por sua vez, foi provocada pela polícia e pelo ministério público. Queria ver ontem se aquele povo todo ia considerar justiça a absolvição do casal por falta de provas. Ai, é claro, não se falaria em justiça, mas sim em juri manipulado, em Brasil país da impunidade, etc.
justiça virou sinonimo de condenaçao. Midia se transformou em promotor de acusaçao ( acusação mesmo, não de justiça)e advogado é aquele ser repulsivo que atrapalha. E poucos sao os magistrados que ousam descontentar a tal "voz das ruas" em nome dos principios do direito. Meu Deus, estamos regredindo 2 mil anos.
Ver aquelas cenas em frente ao fórum é ter uma ideia da evolução humana. Na antiguidade, oferenda aos deuses. Na idade média, bruxas e hereges na fogueira. Atualmente, inquisidores e inquisidoras (pretensos defensores do bem contra o mal) atiçando a turba para o linchamento e condenação antecipada. Essa é a evolução humana.
E foi isso o que ocorreu no julgamento do casal Nardoni.
É de doer alguns comentários que leio neste site, no sentido de que quando há clamor popular só a absolvição dos réus entra no conceito de Justiça.
Ora, isso não é Justiça mas impunidade, pois crimes que geram o clamor popular também possuem culpados que devem receber a respectiva reprimenda. Ou será que tudo que aconteceu dentro do apartamento dos Nardoni foi obra de alguma entidade sobrenatural?
Façam-me o favor... Vamos parar de falácias para defender o indefensável, para obrigar as pessoas a acreditar que uma terceira pessoa, que ninguém sabe quem poderia ser, subiu ao apartamento dos Nardoni, esganou uma menina que sequer conhecia, encontrou facilmente tesouras para cortar a tela da janela, atirou-a por essa janela, resolveu limpar o apartamento, fugiu e ainda se preocupou em trancar a porta, tudo isso no curto espaço de tempo em que Alexandre Nardoni diz ter descido para buscar seus outros filhos.
Ninguém é idiota suficiente para acreditar em tantas bobagens...
O assassinato da menina Isabella gerou sim o clamor público, pelas circunstâncias trágicas do evento, mas os réus não foram a julgamento conduzidos pela turba ou por tiranos, mas presidido por um juiz togado, tendo direito à ampla defesa, ao contraditório, dentro das regras do devido processo legal.
Foram condenados pela decisão soberana do Tribunal do Júri, que se convenceu da culpa dos réus.
Os jurados não decidiram acuados pelo povo, mas observando a prova dos autos, que imputava o crime aos acusados, ao contrário de suas versões mentirosas e fantasiosas de negação de autoria.
Fez-se Justiça, embora com uma reprimenda muito branda, em face do laxismo penal brasileiro.
A impunidade nos crimes do colarinho branco se devem às denúncias ineptas.
Ao invés de "se devem", leia-se "se deve".
O tal " clamor popular " existe porque a população que desconhece a parte doutrinaria/Procesual/Legal do Direito não consegue entender porque devemos conviver na mesma sociedade com criminosos que matam nossos familiares.
Na teoria, muito lindo...Vamos ressocializar aquele que mata 30 pessoas...que sai em condicional...mata mais 5...que saí no indulto...mata mais 10...e assim...legalmente...ele vai para a casa rever seus filhos e continuam a realizar seu " trabalho ".
Antes de refletir sobre o povo agindo como " carrascos ", vamos lembrar que este povo sofre...morre...na mão de criminosos...
Ninguem aqui pede pena de morte...ma sim o direito de viver numa sociedade onde possamos usar o carro, relogio....um tênis (parece ridículo...morrer por calçar um tênis...).
Antes de criticar o povo, favor lembrar que todos nós também fazemos parte do povo.
Casos como o da menina Isabela, onde provas periciais claras apontam os culpados e os depoimentos de uma historia de 15 minutos não conseguem ter coerência depois de 2 anos...
O Dr. Podval foi perfeito por ter aceito o caso. Fez de tudo o que pode por acreditar no seu cliente. Mas o proprio cliente se auto-incriminou ao nunca conseguir contar a mesma historia em 2 anos...
Desejo a todos aqui que nunca precisem ver nas grades alguem que, com todas as provas, tirou a vida de um familiar de vocês...Pois caso contrario, vai ser dificil enfrentar o dia a dia com ele nas ruas e vocês dentro de casa, com medo.
Casos classicos, onde há videos, gravações, etc. temos crimes que deixam o criminoso 3, 4 anos preso (graças ao nosso " atualizado " Codigo). Cuidado ! Pois o proximo a encontrar este criminoso poderá ser você...e você não terá tempo de entender a Legislação para explicar a sua familia.
Podem me chamar de Datena, Ratinho, etc. O dia que chegar a vez de vocês, como já aconteceu com muitos Advogados, a reflexão muda...mas aí é tarde...
Tive um grande amigo que morreu...na mãos de um criminoso...que estava em condicional...sua ficha era extensa...reincidente de tudo o que possa imaginar...e matou meu amigo...Por causa de um celular...uma vida trocada por R$ 250,00...
Essa Justiça que o povo exige...Vamos dar oportunidade para aqueles que provocam pequenos delitos por deslizes que a vida pode trazer...e cadeia rigida para aqueles que destroem nossas familias...
Novamente...me chamem de Ratinho, de Datena...fiquem a vontade...amanhã, serão vocês aparecendo nesses programas chorando pelos seus filhos e parentes...e tendo que dividir a sua calçada com quem foi o culpado...Porque ? Porque 30 anos, dividido por um Terço, HC, bla, bla, bla...Pronto ! Na rua de novo...
Alguém pode agredir uma criança, esganá-la, arremessá-la do sexto andar de um edifício, pode também limpar a cena do crime, para ludibriar a Justiça, mas o povo não pode se manifestar, deve permanecer calado, impassível, como se o assassinato de uma criança, em circunstâncias tão trágicas, praticado por aquele que possuía a condição de garantidor de seu bem estar e de sua segurança, fosse algo indeferente.
Já os réus podem mentir, se recusar misteriosamente a participar de uma reconstituição, podem mudar alterar suas mentiras várias vezes, contradizê-las, já que nem nas mentiras conseguiam construir uma única versão, podem até tentar desmentir o relógio e dizer que não estavam no local que a tecnologia e a linha do tempo demonstrou que eles estavam e, mesmo assim, devem ser absolvidos, pois se forem condenados a culpa não será deles nem do ato insano que praticaram, mas do povo que não tem o direito de se indignar com todas as maldades que os réus perpetraram.
Esse é o triste retrato do Brasil, onde o rabo abana o cachorro, a isca come o peixe e chove de baixo pra cima.
Ah...detalhe : Esse amigo era Advogado Criminalista...Infelizmente nunca mais poderá dizer se mudou de idéia após nossas longas discussões sobre o assunto...Acho que...se hoje estivesse vivo...não acharia correto a tal " ressocialização " dos criminosos que matam em serie...Confesso que me emociona lembrar disso...mas essa é a vida que nossa sociedade escolheu com o tal " Codigo " tão criticado pelo povo e tão aclamado por algumas pessoas (que também fazem parte do mesmo povo).
Amigo Maurício...o dia de todo refletirem sobre a Legislação vigente chegará...Nessa hora, onde a Lei da Decada de 40 impera e precisaremos da força da imprensa e do público...
Algumas pessoas esquecem TODOS nós somos o povo...E que o perigo está na esquina de nossas casa...está na porta da escola de nossos flhos...e pode estar até mesmo no pai biológico das mães separadas....Ter que conviver com isso achando que é normal ? Desculpe...não quero continuar pensando que em nossa sociedade o único lugar que consegue deixar alguem preso é o Big Brother...
O presidente da OAB "repudia", VEEMENTEMENTE, as manifestações populares ! ! !
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Graças a Deus, que este senhor , não tem "qualquer poder" neste país ! ! !
Porque "TODOS OS PODERES" da República se "SUBMETEM" , constitucionalmente, ao POVO ! ! !
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Por aqui (nesta tribuna) , temos "ADEPTOS" do sr. ophir , (DEMOCRATICAMENTE), "repudiando" o sentimento de indignação e revolta , manifestado por cidadãos !!!
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Sinceramente, não sei como estes "doutos" permitem que haja "juri popular" e que a Constituição Federal
"determine" que "TODO O PODER EMANA DO POVO" ! ! !
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A culpa pelo assassinato da menina foi da "terceira pessoa"...
A culpa pelas manchas de sangue encontradas dentro do carro e na entrada do apartamento dos réus foi da perícia...
A culpa pela faxina na cena do crime foi do "ladrão com mania de limpeza"...
A culpa pelo horário dos telefonemas dos réus aos seus pais ainda antes da queda da menina foi do relógio da PM e do GPS do carro do casal Nardoni que estavam ambos "errados"...
A culpa pelo resgate não ter sido acionado pelos réus foi do esquecimento...
A culpa pela não comunicação à Polícia da "perda" da chave do apartamento foi do duplo esquecimento dos réus...
A culpa pela trancamento da porta do apartamento após o crime foi do "ladrão cuidadoso"...
A culpa por nada ter sido levado daquele apartamento foi do "ladrão que não queria roubar"...
A culpa pelas marcas da rede na camisa do réu foi da própria rede...
A culpa pelas marcas de unha no pescoço da menina foi de alguma unha desconhecida...
A culpa pela esganadura sofrida foi da vítima, que tinha o pescoço frágil...
A culpa pelas lesões decorrentes da queda foi da grama do jardim...
A culpa da imputação da autoria dos fatos ao casal Nardoni foi da delegada...
A culpa pelo "filminho mentiroso" exibido no plenário foi da perita...
A culpa da acusação foi do promotor...
A culpa pelo clamor público foi da imprensa...
E a culpa da condenação foi do povo...
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Onde compro um nariz de palhaço para ler isso tudo novamente mas devidamente caracterizado?
Individuos cometem crimes e os culpados são o povo e a imprensa...Provas são apresentadas e os próprios culpados não sabem sequer decorar uma historinha de 15 minutos...e os culpados são o povo e a imprensa...Bom...continuo achando que a única prisão que funciona nesse país ainda é o Big Brother
Vingança, nada mais. Desocupados na porta do fórum inflamados pela mídia do sangue. Pseudos-juristas ditando interpretações favoráveis à vingança. E todo o espetáculo regido por um juiz fraco que permitiu, que tolerou o massacre da defesa.
Culpados ou inocentes, o julgamente foi maculado pela mídia em conluio com vadios que comemoraram como se jogo de futebol fosse. Veremos o dia que um desses estiverem enfrentando o tal do Juiz-Estado.
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Quanto aos "VADIOS e DESOCUPADOS" , é bom lembrar ao "professor" de "PETISMO" , que estes adjetivos não são adequados para o cidadão simples , que manifesta a sua indignação ao se deparar com "pais" que assassinam sua, própria, filha (criança inocente e indefesa), sem manifestar, qualquer "sentimento de perda" nem arrependimento ! ! !
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"DESOCUPADOS, VADIOS E BANDIDOS" são aqueles "VAGABUNDOS" que INVADEM as Propriedades e Casas de quem "ganha a vida trabalhando" , com o APOIO "moral", logístico" e "financeiro" do PARTIDO REINANTE, ao qual o "professor" pertence , apoia e "IDOLATRA" ! ! !
Prezada Carolaine,
Infelizmente poderiamos apresentar todas as provas do mundo para certos casos que, mesmo assim, apareceria alguem dizendo que um crime poderia ser realizado por um espírito ou até mesmo por um irmão gêmeo não declarado.
Ainda acredito que um dia poderemos ter o direito de usarmos o tênis que optarmos, o carro que pudermos comprar e deixar nossas crianças brincando nas ruas.
Já viajei por alguns países e pude notar a diferença...Não vou citar aqui os mesmos, pois caso contrario as pessoas me criticarão por exceções e não pela regra. Mas uma coisa eu digo...é uma sensação muito esquisita você andar na rua e ver pessoas com cameras fotográficas de U$ 15.000,00 pegando ônibus de noite sem medo...e você, só porque é de noite, fica segurando sua carteira com medo onde carrega pouco Euros...A diferença é que em alguns países as pessoas tem VERGONHA de serem presos, de praticarem delitos...aqui, para alguns bandidos, é uma promoção no seu habitat...Matar alguem por motivos banais ? Vai mofar na cadeia...Sem essa de ficar indo e vindo...Todos tem direito de errar...mas sem errar varias vezes MATANDO o proximo...E quem consegue fugir da Policia ? Ahhh...procura asilo em países humanitarios na America do Sul...Legal né ? Acredito que este país está mudando...para a critica de uns e o bem de toda uma nação.
Aqui já foi diferente...Antigamente os país reprendiam seus filhos que praticavam crimes...hoje brigam com quem descobre o que seu filho fez...
Tudo começa na escola...antigamente, um professor chamava o pai porque o filho era um mal aluno e o pai repreendia o filho...hoje, se o aluno recebe uma nota baixa, o pai pede para a direção da escola mudar de professor.Professor fica desempregado.Os valores estão se invertendo...
As vezes me pergunto sobre esse desejo " morbido " de ver criminosos andando nas mesmas ruas que andam nossos filhos após cumprirem poucas horas de cadeia...Vou citar um exemplo : O menor " infrator " de idade no caso João Helio...muito foi dito " juridicamente "...mas...dá para engolir um caso desse ? Quem era o coitado da historia ? O menino João Helio ou o menor " a ser socializado " ? Quem disser que é o " menor a ser socializado ", que faça o seguinte : Leve seu filho para brincar com ele...coitado...ele deve estar carente de amigos para brincar...Você estará fazendo um bem para sociedade, ajudando esta pobre criança e reintegrar na sociedade...
Amigo Vinicius,
Richtofen é um caso claro...Mesmo após confessar o " prá-lá de barbaro crime " (o que é raro...só aconteceu depois de provas muito mais do claras), ainda há um desejo incansável de vê-la livre antes do final da pena...nem que seja um dia antes do final...
O crime cometido foi tão barbaro que poderia servir para enredo de filme de terror...
Mas esse sangue alguns esquecem...esse sangue derramado agora deverá ser " ressocializado ". Bonita palavra...
A questão não é vingança da sociedade e sim proteção para nós e nossos entes queridos. Vingança é matar, machucar, etc. Isto realmente é se igualar aos criminosos...
Não conviver com quem pratica crimes barbaros é um direito que deveríamos ter, mas infelizmente muitas vezes o Estado deixa o " povo de bem " dentro das grades das suas casas e os criminosos nas ruas...
Gozado como certos tecnicos no assunto adoram esta postura sapato alto em que o Povão que paga impostos tem que ser colocado de lado e impedido de se manifestar pois a pretensa "raça superior do saber" esta acima do bem e do mal , quiçá da Lei da gravidade tambem. Não me parece pelo que a TV mostrou que a "turba enfurecida" tenha prejudicado de alguma forma o impecavel julgamento , o que se passava do lado de fora do tribunal sim , ja é outro papo. De forma alguma concordarei com o nobre Doutor Podval que foi tratado de maneira grosseira quando "tentou" dar entrevistas e envolver a "plebe ignara" , Ele sabia muito bem os riscos envolvidos e resolveu assumi-los numa tarefa herculea que certamente o proprio tinha altas duvidas sobre o sucesso. Ousaria dizer que defendendo estes BICHOS , o Dr.Podval literalmente entrou na jaula do Leão "sem a cadeira e sem o chicote". Agora convenhamos , ignorar por conveniencias duvidosas o trabalho fantastico dos Peritos da Policia de Sampa, o da Delegada Pontes e aquele SHOW de competencia que o Dr.Cembranelli ja tinha começado a dar desde o inicio deste caso bizarro a mais de 2 anos ja é um pouquinho demais não acham? Daqui a pouco vai aparecer um doido dizendo que compraram o Juiz secundado por outro que alegará que a pequena Isabella foi que bolou e praticou todo o crime apenas para prejudicar aqueles 2 medonhos que deveriam ir para a VALA ou no minimo para uma perpetua MESMO! Se quiserem colocar as sapatilhas de balé dizendo que sou do "mata-esfola" , vão em frente , tenho orgulho disso pois o cheiro de podre das demais opções é meio forte para meu estomago.Fecho sem medo com a Carolaine e o sempre impecavel Dr.RBS. Paredão para os nardoni e para a hipocrisia tambem. Que nojo!
Causa-me estranheza, que em um País com tamanha carência, notadamente a de educação de qualidade, onde milhares de crianças estão fora das escolas, de saúde, e de segurança, e ainda por uma nefasta concentração de renda em mãos de poucos, a população não esteja presente em movimentos sociais, reivindicando, lutando por melhoria da qualidade de vida.
Não observo manifestações quando as pessoas não são atendidas nos hospitais e morrem na fila, também não escuto a voz das ruas e o clamor quando por falta de iluminação, a população carente é assaltada ao retornar do trabalho.
Fico chocado quando observo doenças que estavam erradicadas retornarem por falta de prevenção, e de saneamento básico, mas não observo uma reclamação da sofrida classe pobre.
Raramente vejo uma movimentação contra o falido transporte público, que é servido por ônibus que mais parecem carroças, transportando gado para o abatedouro sob um leito carroçável inadequado, que acaba por vitimar várias pessoas que apenas desejam trabalhar ou estudar.
Sofro diariamente ao observar as chuvas transformarem a paisagem das cidades, trazendo mortes e destruição, sob o olhar complacente da população, sem que o Poder Público tome ações preventivas.
Para minha tristeza atuando no Terceiro Tribunal do Júri da Capital há vários anos, observo constantemente casos iguais ao que vitimou a pequena Isabela, mas não vejo ninguém na porta do Fórum clamando por Justiça, ao efetuar uma leitura dos autos, constato inquéritos imprestáveis, onde não existe nem mesmo uma perícia básica. E solitário pergunto até quando meu Deus?
VANITAS VANITATIS. - OMNIA VANITAS EST ! ! !
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O presidente da OAB "repudia", VEEMENTEMENTE, as manifestações populares ! ! !
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Graças a Deus, que este senhor , não tem "qualquer poder" neste país ! ! !
Porque "TODOS OS PODERES" da República se "SUBMETEM" , constitucionalmente, ao POVO ! ! !
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Por aqui (nesta tribuna) , temos "ADEPTOS" do sr. ophir , (DEMOCRATICAMENTE), "repudiando" o sentimento de indignação e revolta , manifestado por cidadãos !!!
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Sinceramente, não sei como estes "doutos" permitem que haja "juri popular" e que a Constituição Federal
"determine" que "TODO O PODER EMANA DO POVO" ! ! !
Prezado Cicero,
Tenha certeza de uma coisa : independente de os inqueritos melhorarem ou não a repercussão deste caso serviu de alerta para todos os país que pensam em matar seus filhos.
Este crime nunca deixará de acontecer, mas certamente diminuirá por um tempo para aqueles que tem o mínimo de inteligência.
Todos os dias vemos dezena de crianças sendo mortas no país e parte destes país achavam que bater em crianças " faz parte da sua educação ". Infelizmente, a educação desses país não estão sendo realizadas em nossas Universidades e sim no dia a dia, na pratica.
A criança que apanhou vai bater quando ser pai. E vai chegar em alguma geração que um filho morre.
Sabendo que o povo é intolerante com esta pratica e que ele pode ser preso, pelo menos nos casos de agressões constantes, parte dos país diminuirão sua carga de ódio nas crianças sabendo do que pode enfrentar no futuro.
Pode ser somente uma criança salva em milhões que estão apanhando ? Sim...somente uma uma...mas prefiro uma criança sendo salva pela informação da mídia do que dois criminosos soltos andando na rua ao lado de nossos filhos.
Num processo sem júri, a madrasta seria inocentada. Não existiu uma prova que a incriminasse.
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Não foi feita justiça, mas vingança para o gáudio de fascistas e reacionários que vibraram com a Roma montada em Santana, aliás, a mesma Santana das "senhoras de Santana" dos anos 70, reacionárias e enrustidas que apoiavam os nazistas verde-olivas.
Aliás, tem um fundamentalista religioso que escreve por aqui, vibrando, quase que tendo ejaculação com a condenação do casal. Esse tipo deveria explicar a pedofilia da sua igreja, e o pedido de alemães sérios para que o papa seja "demitido".
Dis o "professor ingorante e comunista" :
... o pedido de "ALEMÃES SÉRIOS" para que o papa seja "demitido".
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Todo o "ATIVISTA" DO "PT" é IGNORANTE e FUNDAMENTALISTA !!!!
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"O professor de ignorância", deveria saber, se tivésse cultura e conhecimento , que :
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1 - Quem acusa o Papa, na Alemanha, são "PROTESTANTES", descendentes de LUTERO, (que, pela sua TRAIÇÃO e tentativa de criar um "Cristianismo permissivista ", se encontra nos "quintos dos infernos") ! ! !
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2 - Protestantes e todos os que os seguiram, não têm poder de eleger ou destituir um Papa Católico! ! !
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Quanto aos "pecados" de que os consagrados "Católicos" são acusados, é importante esclarecer, que a Igreja Católica não é responsável pela "degradação humana" e que todos os que cometerem crimes ou pecados serão, finalmente, julgados por QUEM DE DIREITO, mas, JAMAIS , por "ATEUS, professores de "PETISMO" ou por uma "caterva" de "protestantes" , que pregam que Deus existe para servi-los ! ! !
A Defensora Pública Cembranelli e esposa do Promotor em vez de estar trabalhando e atendendo os carentes, estava passeando a semana inteira no júri.
E o povo pagando para ela e os pobres na fila para serem filmados pela imprensa e a Defensoria mentir que tem excesso de serviço.
Concordo contigo caro Prof Armando do Prado, esse mesmo povinho que permaneceu nas portas do fórum vão à igreja no domingo e lá choram porque Jesus Cristo foi condenado pelas ruas, achando que foi uma injustiça o povo preferir crucificar Jesus e libertar Barrabás. E se os nardoni forem inocentes? As provas apresentadas não dão certeza.
E para completar, a Globo já chama o casal Nardoni de assassino antes do trânsito em julgado da sentença, ferindo assim, o inciso LVII do artigo 5º da Constituição Federal que preceitua: "Ninguém será considerado culpado sem o trênsito em julgado de sentença penal condenatória."
Houve um caráter pedagógico na decisão. Foram reunidas provas suficientes para a condenação. Provas científicas que a defesa não soube ou não pode rebater por total falta de argumentos contrários. No fim, quem contou a versão mais simples e plausível foi vitorioso (Navalha de Occam, meus caros).
Assim, o juri cumpriu uma função social importantíssima: não só foi feita a justiça como também pareceu que a justiça foi feita. E essa sensação de que a lei cumpriu o seu papel fez com que a população passasse acreditar um pouco mais no Poder Judiciário, nas instituições tão desacreditadas pelos Daniéis Dantas, Malufes, Pimentas Neves e afins.
E, na remota hipótese de serem os réus realmente "inocentes", não mereciam destino diverso pois, ainda que um alienígena houvesse deixado a menina cair pela janela durante uma abdução (ué, só a defesa pode inventar teses ridículas para implantar dúvidas?), vão ter azar assim lá na casa do chapéu! Com tantos argumentos e provas favoráveis à condenação, não conseguem dar a sorte de apresentar unzinho que lhes seja favorável? Precisam ficar tentando inculcar uma dúvida infundada e inexistente para então se agarrar a ela?
Se "Lex Parsimoniae" está contra eles, então mereciam ser condenados. Azar, fazer o que?
E para os "juristas" revoltadinhos que acreditam na inocência dos assassinos, seja por ingenuidade, ideologia ou interesse (já que a vida de criminalista pode estar ficando cada vêz mais difícil com esta nova configuração), BEM FEITO.
Tentem digerir e conviver com esse resultado "negativo". Garanto que essa revolta, esse pretenso mal estar não é 1/10 do que eu e tantos outros somos obrigados a sentir nas milhares de vezes em que culpados são soltos por causa da visão torta de justiça imposta por vocês.
Houve um caráter pedagógico na decisão. Foram reunidas provas suficientes para a condenação. Provas científicas que a defesa não soube ou não pode rebater por total falta de argumentos contrários. No fim, quem contou a versão mais simples e plausível foi vitorioso (Navalha de Occam, meus caros).
Assim, o juri cumpriu uma função social importantíssima: não só foi feita a justiça como também pareceu que a justiça foi feita. E essa sensação de que a lei cumpriu o seu papel fez com que a população passasse acreditar um pouco mais no Poder Judiciário, nas instituições tão desacreditadas pelos Daniéis Dantas, Malufes, Pimentas Neves e afins.
E, na remota hipótese de serem os réus realmente "inocentes", não mereciam destino diverso pois, ainda que um alienígena houvesse deixado a menina cair pela janela durante uma abdução (ué, só a defesa pode inventar teses ridículas para implantar dúvidas?), vão ter azar assim lá na casa do chapéu! Com tantos argumentos e provas favoráveis à condenação, não conseguem dar a sorte de apresentar unzinho que lhes seja favorável? Precisam ficar tentando inculcar uma dúvida infundada e inexistente para então se agarrar a ela?
Se "Lex Parsimoniae" está contra eles, então mereciam ser condenados. Azar, fazer o que?
E para os "juristas" revoltadinhos que acreditam na inocência dos assassinos, seja por ingenuidade, ideologia ou interesse (já que a vida de criminalista pode estar ficando cada vêz mais difícil com esta nova configuração), BEM FEITO.
Tentem digerir e conviver com esse resultado "negativo". Garanto que essa revolta, esse pretenso mal estar não é 1/10 do que eu e tantos outros somos obrigados a sentir nas milhares de vezes em que culpados são soltos por causa da visão torta de justiça imposta por vocês.
Vômito
Disseram que havia vômito na camisa de Alexandre Nardoni . Depois, a mancha não era mais de vômito
Sangue
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Perícia afirma que havia um rastro de sangue dentro do apartamento do casal até a rede de proteção da janela. O laudo não revela isso Marcas no pescoço Acusação diz que Anna Carolina Jatobá asfixiou a menina e que marcas das mãos dela ficaram no pescoço. Nada prova isso no laudo
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Reconstituição
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Foi realizada de dia e não reproduz a realidade do que ocorreu à noite, principalmente em relação a sons
Preservação do local
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Não houve preservação do local do crime e várias pessoas entraram lá
“O legista tem que reproduzir fielmente no laudo o que vê no cadáver. Então, como pode não ter conseguido determinar a causa da morte na primeira vez e, alguns meses depois, sem exumar o corpo, ter encontrado duas? Aliás, ninguém morre por dois motivos”, rebate Roselle.
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Os argumentos dos advogados
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O que houve
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Uma terceira pessoa entrou no apartamento e matou Isabella. Ou houve acidente doméstico
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Provas técnico-cientifícas
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Foram interpretadas de forma errada pelos peritos e não há vestígio de presença do casal no local do crime
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Investigação
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A polícia só investigou o casal e ignorou outros suspeitos que foram apontados
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Carro
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O Instituto de Criminalística afirmou que havia sangue na porta do carro do casal e na cadeirinha. Mas o laudo mostra que não é sangue e sim uma substância hematóide (semelhante a sangue) provavelmente do sexo masculino
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Fralda
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No primeiro teste, o reagente atestou que a mancha na fralda não é sangue humano. Depois deu positivo para sangue, mas não foi examinado de quem era
Laudo necroscópico
No atestado de óbito, o médico Laércio de Oliveira César afirma que a causa da morte é indeterminada e depende de exame complementar. Porém, no laudo definitivo do IML, há duas causas: asfixia mecânica e politraumatismo. E o médico que não sabia a causa é um dos que assinam o documento sem ter exumado o corpo
(continua abaixo)
3) A acusação só esqueceu de um detalhe: o motivo do crime. Por que o casal, que sempre tratou bem da criança, passeando inclusive com ela no dia do crime num supermercado conforme imagem onde se a vê muito bem, teria transformado-se numa dupla de psicopatas? dia/2338/Defesa+do+casal+Nardoni+vai+lev ar+ate+sangue+no+tribunal
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4) Caso o casal houvesse cometido o crime, por que escolheria um modo tão estúpido (cortar uma tela) para parecer acidente? Bastaria forjar um acidente muito mais convincente numa estrada, etc., dado que o condomínio, sem câmeras, permitira facilmente sair com a garota ou mesmo colocá-la dentro de uma mala e levá-la ao carro, escolhendo um lugar ermo próprio a todo tipo de simulação.
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5) E o vizinho que ouviu a menina clamar pelo pai merece menos crédito do que aquela que ouviu barulho de briga?
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6) E um pedreiro, segundo conta-se que teve desavenças com Alexandre Nardoni?
Veja-se ainda em em http://www.diariosp.com.br/Noticias/Diaa
Exame necroscópico
Segundo a advogada, uma das maiores contradições é sobre a causa da morte de Isabella. No atestado de óbito, o médico que examinou o cadáver diz que a causa é indeterminada e depende de exame complementar.
Porém, no laudo feito pelo Instituto Médico Legal, divulgado alguns meses depois, o mesmo legista é um dos que assinam o documento final, atestando dois motivos para a morte: asfixia mecânica e politraumatismo.
(continua abaixo)
O caso do casal Nardoni é praticamente idêntico ao de "Daniela Perez" e, pelo que me recordo, não vimos tamanha indignação dos meios jurídicos com a influência do clamor popular no referido julgamento, onde os à época réus foram "masacrados" pela imprensa e outros.
Condenação de inocentes
As provas todas são da ocorrência dos fatos, mas não de autoria das ações.
Em determinado momento do julgamento o promotor afirmou que não faria conjetura sobre terceira pessoa. Ora, é princípio basal que só pode-se concluir algo eliminando todas as outras hipóteses, tornando necessária aquela conclusão (princípio do terceiro excluído em lógica). Logo, não é conjetura, mas uma possibilidade que, não eliminada,enseja a dúvida que beneficia os réus.
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Argumento "ad ignorantian": "se vc. não sabe me explicar o que foi, então está certa a minha explicação" - "se vc. não sabe me explicar quem é a terceira pessoa que poderia estar no apto. então só podem ser os Nardoni os assassinos". Esta burrice é dita e repetida entre jornalistas e juristas como se o fato de não se identificar uma pessoa fosse prova da inexistência da possibilidade dela existir.
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1) A perita afirma que a única forma de haver marcas na camisa é segurando um peso de 25 kg com os braços para fora do buraco. Ora, o peso somente faria exercer pressão e bastaria para isso, que Alexandre houvesse forçado a malha na tentativa de enxergar mais, como aliás, qualquer um faria neste caso, forçando o ângulo para ver mais.
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2) A perita afirma que há sangue na entrada. Ora, de onde se conclui que o sangue não pode ter pingado das mãos de terceira pessoa após ter realizado o assassinato ao sair ou então de tocaia quando entrou lá a vítima ou ainda quando esta tentou dele desvencilhar-se correndo para a porta quando constatou que a pessoa estava lá?
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(continua abaixo)
A Esposa do Promotor Cembranelli é Defensora Pública e em vez de estar trabalhando e atendendo os carentes, ficou passeando no Júri.
O professor Pitombo em poucas palavras retratou o que ocorreu naquele júri,aliás,o corrijo:não foi o Clamor Popular que condenou o casal,foi a MÍDIA,a imprensa.
A loucura da mídia em falar,o escândalo que fez,levou a população à porta do tribunal.
Sinceramente,ainda acho que cometeram(um dos dois),crime preterdoloso:agrediu-se a menina,ela desmaiou,e pensando que ela estivesse morta,para encobrir o pseudo-homicídio,a atirou,VIVA,pela janela. Dolo no primeiro,fraude processual e culpa no homicídio.
Não creio que os dois tenham feito as mesmas ações;se a menina foi atirada viva pela janela,e se falam em esganadura etc,foi para encobrir o primeiro crime(lesões corporais). Mas, não foram os dois que fizeram as mesmas ações...Tudo isso depreendi pelas notícias no verdadeiro JUIZ no Brasil:a mídia.
Por outro lado,acho que quem agride criança deveria ser apenado com prisão perpétua,e quem mata,mais ainda,mas,no Brasil isso não existe.
O promotor,com a devida vênia,teve o trabalho facilitado pela MÍDIA.
Aliás,a mídia não é boa julgadora:vide os casos da Escola de base;a mãe que teria dado cocaína para a criança;e principalmente,o silêncio cúmplice quando aquele jornalista dono(ou quase),de um dos jornalões de SP,fuzilou a namorada e a dona mídia quedou-se inerte.
E,o ue é pior: os tribunais,talvez com medo de peitarem a Mídia,entram na dela...soltando jornalista,mas,mantendo na prisão quem não deveria.
Por aí se vê que o grande mal do casal é não ser jornalista,se fossem,estariam cumprindo a pena em casa...
Após ler os comentários dos srs advogados,competentes por sinal, embora com opiniões diferentes, mostram a um leigo em direito como eu, o cuidado que é necessário nos julgamentos.Clamorosos ou não.
Acho que o casal deveria mesmo ser condenado por não terem protegido a pequena Isabella.É obrigação dos pais proteger seus filhos.A desavença na separação nunca leva a coisas boas.O "jogo de cintura, a compreensão, a permanente busca do foco do que é importante realmente (criação dos filhos)" na convivência entre pais separados deveria ser prática comum.Mas não é!!!A justiça já condenou o casal...Agora sobrou o travesseiro...Talvez mais que 2 travesseiros...
Os anos passam, a tecnologia avança, mas a natureza humana continua exatamente a mesma.
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O que vimos foi algo deveras antigo, que entretem quase que hipnoticamente a massa, deixando-os cegos em relação aos verdadeiros problemas sociais. É o famigerado "PÃO E CIRCO".
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Hodiernamente, entretanto, tal absurdo deveria obrigatoriamente ser evitado. Na idade média esta prática era contumaz, mas hoje?! Não podemos esquecer que vivemos numa era constitucionalista, num Estado de Direito, em que os Direitos Humanos são a base de toda a civilização.
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O que a mídia fez sem qualquer sombra de dúvidas foi um crime muito maior do que aquele que foi julgado, e o povo cego - EM DECORRÊNCIA DO FENÔMENO DO PÃO E CIRCO -, sequer se dá conta disso.
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A ordem das coisas está se invertendo, a mídia não possui a atribuição para exercer a jurisdição e, mesmo que de forma extra-oficial, foi exatamente isso o que ocorreu. A mídia não apenas informou, mas JULGOU dois cidadãos que até então, mesmo após esta condenação em primeira instância, ainda gozam da presunção de inocência! E gozam mais ainda de um sem número de direitos e garantias constitucionais, como o direito a honra, a imagem etc.
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O funesto "DIREITO PENAL DO INIMIGO" foi efetivado no Brasil neste fatídico episódio jurídico! Viva Cembranelli Jackobs!!! (que tristeza)
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O que choca é que uns e outros apóiam o ocorrido. Não estou falando aqui do crime em si, pois este, se de fato ocorreu da forma que foi vendida, realmente é por demais reprovável.
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O melhor está por vir, pois o judiciário, sobretudo a suprema corte, deverá se manifestar sobre a absurda condenação social de dois cidadãos promovida pela mídia. Seria isso aceitável no atual estágio da democracia?!
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Enquanto isso, na Sala da Justiça...
Beh, todos só sabem dizer quer "acho" que foram ou não foram eles, mas ninguém enfrenta os argumentos que expus que tornam difícil concluir pela autoria do casal. É ocmoprocede-se no Brasil a começar por juízes que não sabem nem argumentar e decidem de sua cabeça..imagine então um júri, cercado de emotividade.
Vou dar a minha opinião pelo que vi na TV, pois, por passar por cirurgia, não pude acompanhar mais a fundo.
Ví uma simulação onde usaram um boneco com peso igual o da vítima, sendo passado pela abertura de uma rede na janela e não entendi o porque de ser lançado passando primeiro as pernas e numa manobra rápida, segurado pelas mãos. (as pernas poderiam se abrir e os braços também enroscando na tela, o que dificultaria a passagem do corpo). O porque da não preservação do local (apartamento) por mais tempo, mesmo após feita a perícia técnica (para o caso de melhores detalhes, se fosse notado algum lápso ou esquecimento), pois, foi informado que pessoas adentraram no outro dia, para apanhar pertences. Estou apenas emitindo opinião, sobre o trabalho policial, jamais censuraria a decisão ou o julgamento, pois, creio como todos, que a justiça foi plenamente feita. Aliás, espero que todos os julgamentos de delinquentes que cometeram crimes tão cruéis como esse, tenham o mesmo empenho, porque só assim, poderemos diminuir tanta violência neste estado e no país. Parabéns a justiça paulista.
Vou dar a minha opinião pelo que vi na TV, pois, por passar por cirurgia, não pude acompanhar mais a fundo.
Ví uma simulação onde usaram um boneco com peso igual o da vítima, sendo passado pela abertura de uma rede na janela e não entendi o porque de ser lançado passando primeiro as pernas e numa manobra rápida, segurado pelas mãos. (as pernas poderiam se abrir e os braços também enroscando na tela, o que dificultaria a passagem do corpo). O porque da não preservação do local (apartamento) por mais tempo, mesmo após feita a perícia técnica (para o caso de melhores detalhes, se fosse notado algum lápso ou esquecimento), pois, foi informado que pessoas adentraram no outro dia, para apanhar pertences. Estou apenas emitindo opinião, sobre o trabalho policial, jamais censuraria a decisão ou o julgamento, pois, creio como todos, que a justiça foi plenamente feita. Aliás, espero que todos os julgamentos de delinquentes que cometeram crimes tão cruéis como esse, tenham o mesmo empenho, porque só assim, poderemos diminuir tanta violência neste estado e no país. Parabéns a justiça paulista.
A todos os que aqui se esmeram em provar por a + b que o casal é culpado; que o casal é inocente; que a mídia foi a responsável pela condenação; que o promotor de justiça não teve uma excelente participação e mais, e mais, e mais, quero fazer apenas uma pergunta:
Como foi que aquela malfadada terceira pessoa conseguiu localizar aonde se encontrava guardada a tezoura que permitir abertura de uma brecha na rede de proteção da casa dos Nardoni
E mais, não será que a brecha já estava aberta, seja por que motivo for?
Com a palavra a excelência criminalista deste país.
Icléa Queiroz
Julgamento com base em clamor popular dá nisso que deu o caso dos Nardoni...
Não é demais lembrar que o primeiro julgamento que se tem notícia com base no clamor popular foi o de Barrabás, onde os judeus preferiram a sua libertação e a cruxificação de Jesus Cristo...
A.G.Moreira - Está certo.O povo pode, embora neste país, AS PESSOAS QUE DEVERIAM NOS REPRESENTAR, se esqueçam disso. Aliás, eles povo, também acabam por esquecer.
Creio que a proposta da matéria, é nos fazer crer que o clamor popular, ou da mídia, influiu no julgamento.
Um só fator fez com que o povo pedisse a condenação:
- Minha filha é jogada por alguém, e eu ligo para o meu pai? sogro? Não, imediatamente ligo para o resgate.
Outro detalhe que não se pode ignorar, ao menos se houver algum TIPO de interesse: o TEMPO. Foi exaustivamente explicado.Não seria POSSÍVEL A PRESENÇA DE UMA TERCEIRA PESSOA NO LOCAL, NÃO DARIA T E M P O.
No mais, entendo que a população apenas "usou" o caso Isabela, como válvula de escape para tantas impunidades que temos vivenciado. A prova está lá, filmada, fotografada, divulgada e, o que acontece? NADA. OS CULPADOS SAEM IMPUNES.O povo está cansado, esta é a verdadeira razão.
O defensor dos Nardoni é um profissional altamente capacitado, ninguém pode alegar absolutamente nada em relação a sua conduta neste caso. Porém, acho que não avaliou bem as consequências quando aceitou o caso. É evidente haveriam manifestações (não se pode avaliar o tipo)e que, com certeza, iriam resvalar no profissional: ele assumiu os riscos.Eu particularmente, NUNCA ACEITARIA ESSE TIPO DE CASO.Aliás, vários profissionais de peso foram consultados e não aceitaram. Ele apenas está colhendo o ônus e, infelizmente, ficará estigmatizado.É uma pena.
Não existe julgamento BALANCEADO se, apenas uma das partes, apresente elementos probatórios consistentes. O clamor público foi apenas um detalhe, considerando que não seria de se esperar outro tipo de manifestação.
Não só a tesoura que a "terceira pessoa" localizou, mas a limpeza que efetuou no apartamento, removendo manchas de sagnue que depois foram reveladas pela polícia. Também o fato de um suposto"ladrão" sair do local do "roubo", sem nada roubar, e ainda trancar a porta da casa das suas vítimas. Onde já se viu isso? Tem também a suposta perda da chave do apartamento, alegada pela ré Ana Jatobá, que só apresentou essa versão tempos depois dos fatos. De outro lado, ainda que essa perda das chaves tenha acontecido, como alega a ré, como essa chave perdida iria cair nas mãos de uma pessoa que conseguiria localizar exatamente a qual apartamento pertencia, entre dezenas de outros apartamento do mesmo edifício? Ademais, se as chaves foram perdida na rua, por exemplo, como esse "ladrão", além de saber a qual apartamento pertencia, conseguiu ainda identificar o edifício? Ora, ninguém carrega um molho de chaves com a identificação de onde pertence cada chave.
É uma versão por si só incoerente e fantiosa ao extremo.
São tantas inconsistências na versão dos réus, que chega a ser absurda a história que eles defendem. Sem contar que o promotor, através de dados de GPS e de ligações telefônicas, conseguiu reconstruir a cronologia dos acontecimentos e provar que o casal Nardoni estava no interior do apartamento no exato momento da queda da menina.
A comprovação da presença dos réus no local do crime, no exato momento dos fatos, é prova cabal de autoria, entre tantas outras que a acusação trouxe à lume (marcas na camisa de Alexandre Narconi compatíveis com a posição em que a menina foi atirada e com seu peso, marcas de sangue na entrada do apartamento etc).
julgamento de jesus não teve perícia...
Lado outro, as provas são claras neste caso dos Nardoni.
O pior de tudo é que a Defensora Pública, esposa do promotor, em vez de estar atendendo os pobres no trabalho, estava passeando no júri durante uma semana.
Como disse o advogado de defesa neste domingo, o que aconteceu naquele apartamento na hora do crime talvez nunca se saiba. Se a condenação foi justa ou injusta, por hora somente eles condenados sabem dizer. O fato é que negam a autoria e a Promotoria, por mais que tenha se empenhado juntamente com as provas técnicas, não conseguiu a prova cabal. Não foi por outra razão que sempre apelou para o clamor público, transformando, com o braço estendido da imprensa, milhares de cidadãos em Juízo da verdade. Os jurados, como cidadãos comuns, podem ter votado com consciência, mas difícil acreditar que não tenham sido igualmente contaminados pela mídia e principalmente pela exaltação da prova técnica por diversos profissionais e especialistas na área criminal, sem que nenhum deles tenham examinado o processo. Se a justiça foi feita somente os condenados podem dizer, mas que tiveram um julgado justo, honesto e imparcial com certeza não. A grande maioria já havia condenado o casal e não admitia a hipótese de absolvição. Para estes, portanto, só interessava a condenação. Imagine se fossem absolvidos? É preciso que o povo, a imprensa e muitos homens de bem entendam que a Justiça não é isto e que amanhã - Deus queira que não - podem precisar de um advogado para se defender da fúria do Estado. Espero que as instituições jurídicas deste País, em especial a OAB, se mobilizem para garantir a todos os cidadãos o legítimo e amplo direito constitucional de defesa, como exige o Estado Democrático de Direito, para que não fiquemos com a sensação de que o casal Nardoni foi condenado mais pelo clamor público.
1) "Não só a tesoura que a "terceira pessoa" localizou
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Qual o problema? Tentou a faca, não conseguiu e buscou rapidament euam tesoura
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2) "mas a limpeza que efetuou no apartamento" "removendo manchas de sangue que depois foram reveladas pela polícia."
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Essa limpeza é uma suposição, ou seja, a de que havia mais sangue e fizeram essa limpeza justamentre sem passar por sua cabeça que seriam acusados de assassinato.
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"Também o fato de um suposto"ladrão" sair do local do "roubo", sem nada roubar"
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Foi flagrado pela criança e com medo de ser denunciado matou-a e saiu correndo.
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"a suposta perda da chave do apartamento"..."como essa chave perdida iria cair nas mãos de uma pessoa que conseguiria localizar o apartamento"
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Simples, elas não foram perdidas, foram furtadas por quem estava à espreia para fazer isso.
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"o promotor, através de dados de GPS e de ligações telefônicas, conseguiu reconstruir a cronologia dos acontecimentos e provar que o casal Nardoni estava no interior do apartamento no exato momento da queda da menina"
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Mentira, a queda aparece um minuto antes da primeira ligação telefônica, tempo suficiente para alguém sair e chegarem os pais.
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E agora a pergunta que não quer calar: admitindo-se a frieza que a própria promotoria quer atribuir aos réus, está obrigada também a admitir a frieza de simplesmente, depois de matar, ter a calma de recolher o cadáver e sair ocultamente para simular um acidente num lugar ermo em vez de fazer um buraco na tela, o que seria coisa típica de quem foi obrigado a matar a menina para não ser denunciado mas não podia sair com o cadáver dali. E ainda encontrou gente que não pensa direito como vocês para ajudar a colocar a culpa em outro! (ahahah)
Nossa, quantas "justificativas"... Vai ver que o mundo inteiro aderiu a uma "conspiração" para incriminar esse casal: a população, a delegada, a perita, o médico legista, o promotor, o juiz, os jurados...
Todos, "sem motivo nenhum", resolveram condenar o casal "inocente" a passar o resto da vida na cadeira...
Ora, como são maus, né? Quanta "injustiça"!!!!
Só falta você dizer que a terceira pessoa é "bruxa malvada" que saiu do apartamento do casal Nardoni voando em sua vassoura encantada...
Rapaz, pare de querer justificar o injustificável. Aceite a decisão soberana da Justiça, que condenou os réus à luz da prova dos autos e do devido processo legal.
Algumas das manifestações que li nestes “comentários” chegam a causar ânsia de vômito, porquanto reveladoras de espíritos insanos e sanguinários, os quais se comprazem com a dor alheia e gozam com o sofrimento infligido aos outros.
Não se poderá, jamais, chamar de justo um julgamento cujo resultado já se sabia muito antes de começar.
A horda malfazeja que aportou diante do Fórum de Santana nada tem a ver com “povo”. Era, apenas, um grupelho composto por uns exibicionistas ensandecidos, ávidos por uns segundos de pretensa glória de aparecerem na mídia que os levou até ali.
Ainda que o casal Nardoni/Jatobá seja culpado, não há motivo para comemorar sua condenação como se fosse uma final de campeonato esportivo. Houve um crime bárbaro, há o cadáver de uma inocente, há duas crianças órfãs de pais vivos e estigmatizadas por erro que não cometeram, há o encarceramento prolongado de dois jovens, enfim, uma tragédia sob todos os aspectos que só nos deveria entristecer, nunca alegrar.
Como na porta do fórum, também aqui, nestes comentários há os que ainda vivem na Idade Média ou, quiçá, na Roma dos césares. Há os que gritariam “Barrabás” e os que são incapazes de conviver com a diversidade, com os pensamentos contrários, com crenças diferentes.
Que Deus se apiede dessas almas e lhes conceda a justiça daquele que tem a honra, o poder e a glória para sempre e não se encontra nem no Vaticano e nem em nenhuma igreja protestante, mas dentro do coração dos homens de bem e dos homens bons.
E se a vítima estivesse sendo abdusida por um alienígena quando a bateria acabou e ela caiu da janela? E se a menina se suicidou? E se a cabeça do Nardoni estivesse tão inchada que não passou pelo buraco de 50 cm da tela, de modo que ele teve que encostar o peito para ver do lado de fora, sujando a frente da camisa e não os ombros? E se a menina estivesse possuída flutuando da cama para a janela, explicando o motivo dos lençóis estarem arrumadinhos?
E se os advogados parassem de imaginar histórias fantásticas e teorias mirabolantes que nada explicam, unicamente no intuito de afastar a explicação mais simples e palusível, na vã tentativa de absolver os culpados a qualquer custo?
E se a vítima estivesse sendo abdusida por um alienígena quando a bateria acabou e ela caiu da janela? E se a menina se suicidou? E se a cabeça do Nardoni estivesse tão inchada que não passou pelo buraco de 50 cm da tela, de modo que ele teve que encostar o peito para ver do lado de fora, sujando a frente da camisa e não os ombros? E se a menina estivesse possuída flutuando da cama para a janela, explicando o motivo dos lençóis estarem arrumadinhos?
E se os advogados parassem de imaginar histórias fantásticas e teorias mirabolantes que nada explicam, unicamente no intuito de afastar a explicação mais simples e palusível, na vã tentativa de absolver os culpados a qualquer custo?
Alguns ainda citam como referencia de injustiça o caso da Escola de Base. Entretanto, não sejamos hipócritas, os casos de impunidade em nosso país são maiores referências. Justiça no Brasil é para quem tem dinheiro, e mais um prova disso é essa "gritaria" em torno do julgamento do casal Nardoni. Se fosse o casal "Zé da Couve" não teriam tantos indignados se apresentando aqui. E o casal já estaria trancafiado, com uma perícia bem menos elaborada como foi a desse caso.
Até mesmo o juiz, em sua setença para os Nardonis, disse que não se esperava uma tragédia dessas para pessoas das condições sociais deles.
Clamor popular sempre existirá. Alguns citam até uma comparação esdrúxula e leviana com Jesus Cristo, cujo "crime" não foi, definitivamente, comparação com o caso em questão. Fato é que a justiça não ocorre em ambiente hermético e controlado, o que facilitaria por demais a vida dos criminalistas. Portanto, justificar a perda de um processo, que já sabidamente movimentava a mídia e as opiniões, é só mais uma desculpa, pois é um empreedimento de risco alto, para advogado e réus.
A sociedade não é perfeita, nem a Justiça e seus agregados.
Para alguns, fez-se justiça. Para outros, não. Cada um vai conviver com suas dúvidas/indignação ou sua satisfação pela justiça obtida!
Alguns ainda citam como referencia de injustiça o caso da Escola de Base. Entretanto, não sejamos hipócritas, os casos de impunidade em nosso país são maiores referências. Justiça no Brasil é para quem tem dinheiro, e mais um prova disso é essa "gritaria" em torno do julgamento do casal Nardoni. Se fosse o casal "Zé da Couve" não teriam tantos indignados se apresentando aqui. E o casal já estaria trancafiado, com uma perícia bem menos elaborada como foi a desse caso.
Até mesmo o juiz, em sua setença para os Nardonis, disse que não se esperava uma tragédia dessas para pessoas das condições sociais deles.
Clamor popular sempre existirá. Alguns citam até uma comparação esdrúxula e leviana com Jesus Cristo, cujo "crime" não foi, definitivamente, comparação com o caso em questão. Fato é que a justiça não ocorre em ambiente hermético e controlado, o que facilitaria por demais a vida dos criminalistas. Portanto, justificar a perda de um processo, que já sabidamente movimentava a mídia e as opiniões, é só mais uma desculpa, pois é um empreedimento de risco alto, para advogado e réus.
A sociedade não é perfeita, nem a Justiça e seus agregados.
Para alguns, fez-se justiça. Para outros, não. Cada um vai conviver com suas dúvidas/indignação ou sua satisfação pela justiça obtida!
Me perdoem os ilustres colegas, não discuto se foram ou não foram eles os assassinos da menina Isabella. O que se discute é a pressa em condená-los. Rapidamente a Pericia paulista se tornou "a nivel de primeiro mundo", isso sim é hipocrisia, não é e nunca vai ser, pelo menos enquanto forem minguados os investimentos do Estado nela. Não se pode ter um julgamento isento com uma meia dúzia de pessoas fazendo barulho do lado de fora e a midia transformando o caso num show ao vivo. Só podemos lamentar a agonia da Justiça.
Vejo que sobra aos que não enfretam as coisas que digo simplesmente ironizar e caçoar, dizer que são histórias imaginárias, etc.
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Entenda de uma vez, Maurício: seus arguementos são fracos e há furos naquilo que vc. e promotoria entendem como cabalmente probante. E eu os mostrei.
Tão difícil quanto enfrentar os argumentos da Prizinha quando ela diz que Jonas Brothers é a melhor banda do mundo. A diferença é que a Prizinha é uma menina de 12 anos, que estuda na 6ª B e é fanática como qualquer adolescente. Mas quando um tiozinho careca de paletó e gravata tem o mesmo comportamento, a situação fica meio deprimente.
Tão difícil quanto enfrentar os argumentos da Prizinha quando ela diz que Jonas Brothers é a melhor banda do mundo. A diferença é que a Prizinha é uma menina de 12 anos, que estuda na 6ª B e é fanática como qualquer adolescente. Mas quando um tiozinho careca de paletó e gravata tem o mesmo comportamento, a situação fica meio deprimente.
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