O ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão afirmou ao chefe da força-tarefa da operação “lava jato”, Deltan Dallagnol, que ele e os demais procuradores da República que atuam no caso ajudaram a jogar a economia brasileira no buraco, mas que não se preocupam com isso porque “seus empregos não correm risco”.

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Em carta aberta a Dallagnol, Aragão — que também é procurador da República — criticou a postura messiânica dele nas redes sociais. Recentemente, o membro da força-tarefa da “lava jato” chamou a atenção daqueles que “vestem a camisa do complexo de vira-lata” e disse era “possível um Brasil diferente”.
Para o ex-ministro da Justiça, quem tem complexo de vira-lata, na verdade, são os integrantes do Ministério Público Federal que atuam no caso. A seu ver, eles idolatram os EUA sem conhecer a história desse país, que foi, pelo menos, tão “banhado em sangue” quanto o Brasil.
E essa idolatria aos norte-americanos e a atitude moralista de Dallagnol e seus colegas jogou o Brasil em uma recessão que já durá três anos e acabará por dar as chaves do mercado da construção civil a empresas dos EUA, declara Aragão.
“E vocês, narcisos, se acham lindinhos por causa disso, né? Vangloriam-se de terem trazido de volta míseros dois bilhões em recursos supostamente desviados por práticas empresariais e políticas corruptas. E qual o estrago que provocaram para lograr essa casquinha? Por baixo, um prejuízo de 100 bilhões e mais de um milhão de empregos riscados do mapa. Afundaram nosso esforço de propiciar conteúdo tecnológico nacional na extração petrolífera, derreteram a recém-reconstruída indústria naval brasileira.”
De acordo o último ministro da Justiça de Dilma Rousseff, Dallagnol, “à frente de sua turma, vai entrar na história como quem contribuiu decisivamente para o atraso econômico e político que fatalmente se abaterão sobre nós”.
Porém, o chefe da força-tarefa da “lava jato” não deve estar preocupado com a situação econômica do país, avalia Aragão. Afinal, “não são os seus empregos que correm risco”, diz ele ao seu colega de MPF. E eles não têm do que reclamar, ressalta o ex-ministro. Isso porque os integrantes do órgão ganham “muito bem”, recebem auxílios alimentação e moradia no valor de quase R$ 1 mil cada um e mais um “ilegal” auxílio-moradia “tolerado pela morosidade do Judiciário que vocês tanto criticam”.
“Vivemos numa redoma de bem-estar. Por isso, talvez, à falta de consciência histórica, a ideologia de classe devora sua autocrítica. E você e sua turma não acham nada demais se milhões de famílias não conseguirem mais pagar suas contas no fim do mês, porque suas mães e seus pais ficaram desempregados e perderam a perspectiva de se reinserirem no mercado num futuro próximo”, acusa Aragão.
E mais: Eugênio Aragão diz na carta que seus colegas de MPF usaram a bandeira do “combate à corrupção” como cortina de fumaça para derrubar Dilma Rousseff e aumentar o poder dos promotores e procuradores. Na visão do ex-ministro, eles também erraram o alvo ao fixar a corrupção como o pior problema do Brasil, quando esse “troféu” é, na realidade, da desigualdade econômico-social.
Devido a isso tudo, Aragão pede que Deltan Dallagnol “baixe a bola”, pare de perseguir o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de “fazer teatro com PowerPoint”. “Faça seu trabalho em silêncio, investigue quem tiver que investigar sem alarde, respeite a presunção de inocência, cumpra seu papel de fiscal da lei e não mexa nesse vespeiro da demagogia, pois você vai acabar ferroado. Aos poucos, como sempre, as máscaras caem e, ao final, se saberá quem são os que gostam do Brasil e os que apenas dele se servem para ficarem bonitos na fita! Esses, sim, costumam padecer do complexo de vira-lata!”, finaliza.
Outros ataques
Essa não é a primeira carta de Eugênio Aragão a um integrante do MPF. Em setembro, o ex-ministro da Justiça enviou missiva ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apontando que sua atuação não condiz com o que ele pregava antes de chegar ao cargo.
De acordo com Aragão, se antes ele era crítico da postura adotada pelo MPF durante a Ação Penal 470, o processo do mensalão, ele repete a fórmula de crucificar acusados na operação “lava jato”.
Posteriormente, Eugênio Aragão acusou o juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da operação “lava jato”, de ser um criminoso. Em mensagem enviada ao professor alemão Markus Pohlmann, cuja universidade (de Heidelberg) recebeu o juiz para uma palestra, Aragão afirma que “Moro é um criminoso, também sob a perspectiva alemã. Ele se tornou punível quando violou sigilo funcional, para não falar em prevaricação”.
O e-mail do ex-ministro foi enviado junto com uma carta, assinada por 28 professores de Direito, História e Ciência Política, que questiona o fato de a Universidade de Heidelberg convidar Moro para falar sobre combate à corrupção. O evento ocorreu no dia 9 de dezembro, mas a carta foi enviada no dia 6. O documento elenca acusações contra o juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba.
Além de citarem que Moro determinou a ilegal condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para depor e vazou, “criminosamente”, gravações de conversas entre Lula e a então presidente Dilma Rousseff, os professores dizem que o juiz viola a Constituição, leis e a soberania nacional, entregando informações à Justiça dos Estados Unidos, “com quem dialoga frequentemente, sobre andamento de processos brasileiros, permitindo que réus brasileiros firmem acordo de colaboração com a justiça dos EUA, em detrimento do interesse das empresas nacionais brasileiras”.
Leia abaixo a íntegra da carta:
Carta aberta ao jovem colega Deltan Dallagnol
"Denn nichts ist schwerer und nichts erfordert mehr Charakter, als sich in offenem Gegensatz zu seiner Zeit zu befinden und laut zu sagen: Nein."
(Porque nada é mais difícil e nada exige mais caráter que se encontrar em aberta oposição a seu tempo e dizer em alto e bom som: Não!)
Kurt Tucholsky
Caro colega,
Acabo de ler por blogs de gente séria que você estaria a chamar atenção, no seu perfil de Facebook, de quem "veste a camisa do complexo de vira-lata", que seria "possível um Brasil diferente" e que a hora seria agora. Achei oportuno escrever-lhe esta carta pública, para que nossa sociedade saiba que, no Ministério Público, há quem não bata palmas para suas exibições de falta de modéstia.
Vamos falar primeiro do complexo de vira-lata. Acredito que você e sua turma sejam talvez os que menos autoridade têm para falar disso, pois seus pronunciamentos são a prova mais cabal de SEU complexo de vira-lata. Ainda me lembro daquela pitoresca comparação entre a colonização americana e a lusitana em nossas terras, atribuindo à última todos os males da baixa cultura de governação brasileira, enquanto o puritanismo lá no Norte seria a razão de seu progresso. Talvez você devesse estudar um pouco mais de história, para depreciar menos este país. E olha que quem cresceu nas "Oropas" e lá foi educado desde menino fui eu, hein… talvez por isso não falo essa barbaridade, porque tenho consciência de que aquele pedaço de terra, assim como a de seu querido irmão do Norte, foram os mais banhados de sangue humano ao longo da passagem de nossa espécie por este planeta. Não somos, os brasileiros, tão maus assim: na pior das hipóteses somos iguais, alguns somos descendentes dos algozes e a maioria somos descendentes das vítimas.
Mas essa sua teorização vulgar não diz tudo sobre SEU complexo. Você à frente de sua turma vai entrar na história como quem contribuiu decisivamente para o atraso econômico e político que fatalmente se abaterão sobre nós. E sabe por que? Porque você e sua turma são ignorantes e não conseguem enxergar que o princípio fiatiustitia et pereatmundus nunca foi aceito por sociedade sadia qualquer neste mundão de Deus. Summum jus, summainiuria, já diziam os romanos: querer impor sua concepção pessoal de justiça a ferro e fogo leva fatalmente à destruição, à comoção e à própria injustiça.
E o que vocês conseguiram de útil neste País para acharem que podem inaugurar um "outro Brasil", quiçá melhor do que aquele em que vivíamos? Vocês conseguiram agradar ao irmão do Norte, que faturará bilhões de nossa combalida economia, e conseguiram tirar as empresas nacionais do mercado global altamente competitivo da construção civil de grandes obras de infraestrutura. Tio Sam agradece. E vocês, narcisos, se acham lindinhos por causa disso, né? Vangloriam-se de terem trazido de volta míseros dois bilhões em recursos supostamente desviados por práticas empresariais e políticas corruptas. E qual o estrago que provocaram para lograr essa casquinha? Por baixo, um prejuízo de 100 bilhões e mais de um milhão de empregos riscados do mapa. Afundaram nosso esforço de propiciar conteúdo tecnológico nacional na extração petrolífera, derreteram a recém-reconstruída indústria naval brasileira.
Claro, não são seus empregos que correm risco. Ganhamos muito bem no Ministério Público, temos auxílio-alimentação de quase mil reais, auxilio-creche com valor perto disso, um ilegal auxílio-moradia tolerado pela morosidade do Judiciário que vocês tanto criticam. Temos um fantástico plano de saúde e nossos filhos podem frequentar a liga das melhores escolas do País. Não precisamos de SUS, não precisamos de Pronatec, não precisamos de cota nas universidades, não precisamos de Bolsa-Família e não precisamos de Minha Casa, Minha Vida. Vivemos numa redoma de bem-estar. Por isso, talvez, à falta de consciência histórica, a ideologia de classe devora sua autocrítica. E você e sua turma não acham nada demais se milhões de famílias não conseguirem mais pagar suas contas no fim do mês, porque suas mães e seus pais ficaram desempregados e perderam a perspectiva de se reinserirem no mercado num futuro próximo.
Mas você achou fantástico o acordo com os governos dos EEUU e da Suíça, que permitiu-lhes, na contramão da prática diplomática brasileira, se beneficiar indiretamente de um asset sharing sobre produto de corrupção de funcionários brasileiros e estrangeiros. Fecharam esse acordo sem qualquer participação da União, que é quem, em última análise, paga a conta de seu pretenso heroísmo global, e repassaram recursos nacionais sem autorização do Senado. Bonito, hein? Mas, claro, na visão umbilical corporativista de vocês, o Ministério Público pode tudo e não precisa se preocupar com esses detalhes burocráticos que só atrasam nosso salamaleque para o irmão do Norte! E depois você fala de complexo de vira-lata dos outros!
O problema da soberba, colega, é que ela cega e torna o soberbo incapaz de empatia.Mas como neste mundo vale a lei do retorno, o soberbo também não recebe empatia, pois seu semblante fica opaco, incapaz de se conectar com o outro.
A operação de entrega de ativos nacionais ao estrangeiro, além de beirar alta traição, esculhambou o Brasil como nação de respeito entre seus pares. Ficamos a anos-luz de distância da admiração que tínhamos mundo afora. Vocês atropelaram a Constituição: segundo ela, compete à presidenta da República manter relações com Estados estrangeiros, não ao musculoso Ministério Público. Daqui a pouco vocês vão querer até uma representação diplomática nas capitais do circuito Elizabeth Arden, não é?
Ainda quanto a um Brasil diferente, devo-lhes lembrar que "diferente" nem sempre é melhor e que esse servicinho de vocês foi responsável por derrubar uma presidenta constitucional honesta e colocar em seu lugar uma turba envolvida nas negociatas que vocês apregoam mídia afora. Esse é o Brasil diferente? De fato é: um Brasil que passou a desrespeitar as escolhas políticas de seus vizinhos e cultivar uma diplomacia da nulidade, pois não goza de qualquer respeito no mundo. Vocês ajudaram a sujar o nome do país. Vocês ajudaram a deteriorar a qualidade da governação, a destruição das políticas inclusivas e o desenvolvimento sustentável pela expansão de nossa infraestrutura com tecnologia própria.
E isso tudo em nome de um "combate" obsessivo à corrupção. Assunto do qual vocês parecem não entender bulhufas! Criaram, isto sim, uma cortina de fumaça sobre o verdadeiro problema deste pais, que é a profunda desigualdade social e econômica. Não é a corrupção. Esta é mero corolário da desigualdade, que produz gente que nem vocês, cheios de "self righteousness", fariseus com apretensão de serem justos e infalíveis, donos da verdade e do bem estar. Gente que pode se dar ao luxo de atropelar as leis sem consequência nenhuma. Pelo contrário, ainda são aplaudidos como justiceiros.
Com essa agenda menor da corrupção vocês ajudaram a dividir o país, entre os homens de bem e os safados, porque vocês não se limitam a julgar condutas como lhes compete, mas ousam julgar pessoas, quando estão longe de serem melhores do que elas. Vocês não têm capacidade de ver o quanto seu corporativismo é parte dessa corrupção, porque funciona sob a mesma gramática do patrimonialismo: vocês querem um naco do Estado só para chamar de seu. Ninguém os controla de verdade e vocês acham que não devem satisfação a ninguém. E tudo isso lhes propicia um ganho material incrível, a capacidade de estarem no topo da cadeia alimentar do serviço público. Vamos falar de nós, os procuradores da República, antes de querer olhar para a cauda alheia.
Por fim, só quero pontuar que a corrupção não se elimina. Ela é da natureza perversa de uma sociedade em que a competição se faz pelo fator custo-benefício, no sentindo mais xucro. A corrupção se controla. Controla-se para não tornar disfuncionais o Estado e a economia. Mas esse controle não se faz com expiação de pecados. Não se faz com discursinho falso-moralista. Não se faz com homilias em igrejas. Faz-se com reforma administrativa e reforma política, para atacar a causa do fenômeno e não sua periferia aparente. Vocês estão fazendo populismo, ao disseminarem a ideia de que há o "nós, o povo" de honestos brasileiros, dispostos a enfrentar o dragão da corrupção como um São Jorge redivivo. Você e eu sabemos que não existe isso e que não existe, com sua artificial iniciativa popular das "10 medidas", solução viável para o problema. Esta passa pela revisão dos processos decisórios e de controle na cadeia de comando administrativa e pela reestruturação de nosso sistema político calcado em partidos que não merecem esse nome. Mas isso tudo talvez seja muito complicado para você e sua turma compreenderem.
Só um conselho, colega: baixe a bola. Pare de perseguir o Lula e fazer teatro com PowerPoint. Faça seu trabalho em silêncio, investigue quem tiver que investigar sem alarde, respeite a presunção de inocência, cumpra seu papel de fiscal da lei e não mexa nesse vespeiro da demagogia, pois você vai acabar ferroado. Aos poucos, como sempre, as máscaras caem e, ao final, se saberá quem são os que gostam do Brasil e os que apenas dele se servem para ficarem bonitos na fita! Esses, sim, costumam padecer do complexo de vira-lata!
Antes da próxima homilia diante de correligionários incautos, reflita sobre a lição do Evangelho: "Por que reparas no cisco que está no olho do teu irmão, quando não percebes a trave que está no teu? Ou como poderás dizer ao teu irmão: 'Deixa-me tirar o cisco do teu olho', quando tu mesmo tens uma trave no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então verás bem para tirar o cisco do olho do teu irmão." (Evangelho segundo São Mateus 7, 3-5)
Um forte abraço de seu colega mais velho e com cabeça dura, que não se deixa levar por essa onda de "combate" à corrupção sem regras de engajamento e sem respeito aos costumes da guerra.
Eugênio José Guilherme de Aragão”.
*Texto alterado às 10h50 do dia 2/1/2017 para correção de informação.

O povão, tardiamente, acordou que o PT e sua quadrilha estavam saqueando o Brasil, de modo que a cada pronunciamento de Dilma na tv, redundava num estrondoso panelaço, de pessoas indignadas com tanta roubalheira.
Por isso, é fundamental que os procuradores da Lava Jato deem continuidade aos trabalhos para passar o país a limpo da corrupção, paralisia, preguiça, incompetência, enfim, tudo o que o Brasil não merece.
No mais, vocês, petralhas, não são da estabilização econômica, vocês são da corrupção!
Eugênio Aragão mostra com suas toscas palavras que se dedica quase com exclusividade à crença religiosa no lulopetismo e nas horas vagas é membro do MPF:
"Vangloriam-se de terem trazido de volta míseros dois bilhões em recursos supostamente desviados por práticas empresariais e políticas corruptas. E qual o estrago que provocaram para lograr essa casquinha? Por baixo, um prejuízo de 100 bilhões e mais de um milhão de empregos riscados do mapa".
Apesar de o esquema já ter sido escancarado em escala global o petista ainda tem a audácia de usar a infame expressão "supostamente". Além disso, imputa exclusivamente à força tarefa da Lava Jato a ruína econômica nacional e isenta a tal "presidenta constitucional honesta" apesar de todo o estelionato eleitoral praticado em detrimento dos que a elegeram.
E como desgraça pouca é bobagem, quase no fim da carta o petista reafirma sua devoção religiosa (em tom de ameaça ao destinatário da carta) ao encantador de burros também conhecido como Brahma:
"Só um conselho, colega: baixe a bola. Pare de perseguir o Lula e fazer teatro com PowerPoint".
Esse "conselho" vale só para os membros da força tarefa da Lava Jato? Os crimes imputados ao Brahma/Encantador de burros na Operação Zelotes também não são fruto de "perseguição"? Por acaso não há ninguém no MP com legitimidade para cumprir suas atribuições constitucionais quando se trata de responsabilizar a cúpula da igreja lulopetista pelos diversos crimes praticados? O que o autor da carta sugere que deva acontecer ao destinatário dessa carta caso ele não acate o "conselho" que lhe foi dado?
Há muita sandice nas tais "10 medidas", é fato. A pegadinha (teste de integridade) e a proposta de proibição de concessão de habeas corpus de ofício são o perfeito de exemplo disso.
Reconhecer que não se deve concordar com algumas propostas da força tarefa da Lava Jato não significa aderir à lavagem cerebral imposta aos crentes (ou militantes) do PT.
Eugênio Aragão perdeu completamente a noção do ridículo. Equiparou-se a Marilena Chauí.
Aliás, convém repetir a pergunta: o que o autor dessa famigerada carta sugere que deva acontecer ao membro da força tarefa da Lava Jato caso este não siga o seu "conselho"? Por acaso haveria alguma razão para temer o "exército do Stédile" (como o encantador de burros se refere ao MST)?
Álvaro Paulino César Júnior
OAB/MG 123.168
"Cada fracasso ensina ao homem algo que ele precisava aprender" - Charles Dickens.
Um homem que não conseguiu ser Ministro do Superior Tribunal de Justiça; perdeu a vaga de Ministro do Supremo para o grande Joaquim Barbosa; foi um opaco, inútil e agonizante Ministro da Justiça; é uma vergonha para a instituição que faz parte.
No caminho rápido para o esquecimento, essas cartas públicas tentam adiar o inadiável. Não tenho dúvidas que nem será respondido por Deltan Dallagnol, como não foi respondido por Rodrigo Janot.
"A culpa é dos fatos, meu amigo. Somos todos prisioneiros dos fatos" - Luigi Pirandello.
Os integrantes da quadrilha petista já algum tempo perderam em completamente o senso mínimo do ridiculo, é tanta bobagem, tanto ataque genérico e despreparado que beira a infantilidade, no maior escândalo de corrupção do mundo, os culpados são os investigadores e o juiz que cumpre a lei, justamente essa postura que tem feito a população se virar de vez contra o PT, ninguém é bobo ministro de uma semana , ninguém é bobo.
Para os defensores dos petralhas vale tudo !!!! Até corrupção deve ser absolvida
.... há erro na reprodução do texto alemão, que do jeito que foi escrito é incompreensível, " Dennnichtsistschwerer und nichtserfordertmehrCharakter, alssich in offenemGegensatzzuseiner Zeit zubefinden und lautzusagen: Nein." não existe.
O correto seria: Denn nichts ist schwerer und nichts erfordert mehr Charakter, als sich in offenem Gegensatz zu seiner Zeit zu befinden und laut zu sagen: Nein.
A tradução, por outro lado, está ótima.
Vejo os nobres colegas sendo tão intransigentes, a cegueira tornou-se comum.
Essa balela de esquerda, direita ou centro, de nada adianta.
Vejo um país afundado em problemas, e o pior, pessoas com uma visão micro, a ponto de não perceberem as covardias travestidas de bondade.
O PT saiu do poder, porém aqueles que assumiram, são muito piores. Existe um liame entre os partidos, não tem como separar.
Para piorar, esses que usurparam o poder, imputam ao cidadão comum, o ônus da má gestão, querem tirar os míseros direitos que embora flagrantemente violados, ainda existem.
Reforma da Previdência autoritária, legitimação da exploração trabalhista, dentre outras.
Somente eleições diretas, sendo respeitado o programa de governo legitimamente eleito pelo povo, pode pacificar essa nação.
Atualmente, somente os que possuem "recurso de poder" e sabem como utiliza-los, tem sido preservado...
Ana Lucia, este espaço do ConJur é destinado a argumentação. Argumentar é justificar um ponto de vista e o que você faz aqui é somente expelir insultos e escarrar bobagens. O Aragão não disse que a corrupção deve ser absolvida. Ele disse que a corrupção deve ser controlada. E o controle do crime só pode ser feito com o controle dos controladores, pois se estes últimos não tiverem controle, então eles estarão cometendo o pior dos crimes que é a ditadura fascista. Se você está irritada por suas próprias frustrações, esconda isso para não ser alvejada com gargalhadas e galhofas.
Álvaro Jr, decalagem é um termo técnico que, em Psicologia, significa conduta incompatível com estágio de desenvolvimento intelectual.
Você é um bacharel em Direito, do que se infere que você é um adulto, mas a sua fala revela uma regressão para o período sensório-motor, ou quando muito, pré-operatório, que é o período em que uma criança entre 4 a 6 anos revela o mais absoluto egocentrismo, achando que a visão que ela tem do mundo é a única possível, não apresentando justificativa para o que afirma.
É o que você faz aqui, neste espaço.
Suas expressões chulas, como “encantador de burros” revelam bem o seu estágio intelectual, a sua irritação, o seu ódio do mundo. Ninguém tem culpa dos seus fracassos. Se você é um perdedor não venha ao ConJur amaldiçoar o mundo, ou quem quer que seja que discorde das estreitezas microscópicas de sua cosmovisão.
O Aragão é o homem da casa. Ataca a atual doença que acomete o Ministério Público porque entende do Ministério Público e entende da doença.
O que o Aragão quer dizer é que abuso de poder é injusto, injustificado, intolerável, pois os fins não justificam os meios, a não ser que se esteja mergulhado no absoluto fascismo.
O Aragão quer um Brasil brasileiro. Ele quer frequentar o Bar do Juca e não o Juca’s Bar.
O Brasil é uma colônia que vende carros nunca projetados, fabricados no Brasil. Vende carros coreanos, japoneses, americanos, franceses, italianos, ingleses, alemães, mas nenhum carro brasileiro.
O Aragão é o homem da casa, da mesma casa habitada pelo Dallagnol e seus confrades. Em sendo assim, se o Aragão, sendo o homem da casa, profetiza que os abusos praticados pelo Dallagnol e seus confrades vão desabar em cima do próprio Dallagnol e seus confrades, é porque o Aragão, sendo o homem da casa, sabe perfeitamente do que está falando, porque está falando, e a confirmação das profecias que ele, Aragão, profere, mais cedo do que todos pensam, se realizarão, esmagando aqueles que, neste espaço, praguejam, insultam e desacreditam dessas profecias.
Só se for o seu "homem da casa".
O sujeito das epístolas é um assíduo praticante do culto à personalidade dos integrantes da cúpula da igreja lulopetista como mostra o teor do seu discurso maniqueísta, típico de gente da CUT ou da UNE.
Não tem jeito. Com gente dessa laia o nível do debate tem que cair mesmo.
Percebam o nível:"Ana Lucia, este espaço do ConJur é destinado a argumentação. Argumentar é justificar um ponto de vista e o que você faz aqui é somente expelir insultos e escarrar bobagens".
E mais: "... a sua fala revela uma regressão para o período sensório-motor, ou quando muito, pré-operatório, que é o período em que uma criança entre 4 a 6 anos revela o mais absoluto egocentrismo".
Essa corja sempre com essa postura de vítima, com essa ladainha de "lawfare", como se isso fosse capaz de apagar os fatos.
SIM, OS FATOS QUE ELES SÃO INCAPAZES DE REFUTAR E POR ISSO ADOTAM ESSE DISCURSO DE QUE SÃO VÍTIMAS DE TUDO, DE QUE SÃO VÍTIMAS DE LAWFARE E ETC.:
_ o sítio de Atibaia (para essa laia, não há prova nenhuma de que o sítio era do Brahma/encantador de burros);
_ o tríplex do Guarujá (para essa laia, a candidatura do zelador provaria que o depoimento dele não é verdadeiro mas qualquer sandice que seja dita pelo Brahma/encantador de burros deve ter presunção absoluta de veracidade) e
_ a espúria tentativa de nomear o Brahma/encantador de burros para a chefia da Casa Civil só para evitar que fosse processado na primeira instância como se constatou pela divulgação, ainda que ilegal, das conversas com o PosTe).
O Brahma/encantador de burros não é vítima de perseguição "dazelites", nem de lawfare ou qualquer coisa parecida. SÃO OS ENCANTADOS QUE SÃO AS VÍTIMAS!
Álvaro Paulino César Júnior
OAB/MG 123.168
“Mais do que nunca devemos estar atentos para não cairmos nas armadilhas de modismos que podem muito bem se mostrar mais prejudiciais que as moléstias que eles afirmam curar. Bem, nossa vocação, após todos esses anos sem romantismos, pode se tornar novamente um campo de testes de coragem, coerência e lealdade aos valores humanos. Faríamos muito bem se gravássemos nas paredes de nossas salas de aula de sociologia o que Max Weber disse mais de meio século atrás: ‘Se todo pensador profissional chega a ter uma obrigação imediata, esta é manter a cabeça fria diante dos ídolos prevalecentes em sua época e, se necessário, remar contra a maré.’”
(Zygmunt Bauman, aula inaugural, Universidade de Leeds, 1972. In: BAUMAN, Zygmunt. Para que serve a sociologia? Tradução Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro: Zahar, 2015, epígrafe)
Primeiramente, assiste razão ao colega "rodolpho (Advogado Autônomo)", com mais um lúcido comentário. De fato, o Dr. Eugenio Aragão traz à baila os bastidores do sincretismo "jurídico" adotado pela pueril e inconsequente turma de procuradores liderada pelo onipotente sr. Dallagnol, que sem dúvida alguma, descortina as verdadeiras e casuísticas intenções emanadas da midiática republiqueta de Curitiba. A polêmica gerada não é vazia de conteúdo, tem sim, muito fundamento, e por óbvio, exige razoável reflexão. O que se discute é exatamente os desairosos excessos flagrantemente praticados pela tal turma, os quais, a propósito, não carregam qualquer sustentação lógica eventualmente amparada no vigente ordenamento jurídico. Desgraçadamente, o que se verifica é que tanto a famosa rapaziada, como o soberbo sr. Moro, no propósito de atender as suas estéreis vaidades jurídicas (com dissimulado propósito!), burlam as normas legais, ao encalço de fazer prevalecer tautológicos conceitos, e dessa forma, usurpar o mister legiferante que cabe exclusivamente aos legítimos representantes do povo. Perderam, à evidência, o verdadeiro significado do Direito, pois vilipendiam escandalosamente com as normas legais, ao ponto de desmoralizar a legitimidade popular dos Poderes executivo e legislativo, propiciando um jogo sujo e nefasto, ao cúmulo de jogar a incauta(por vezes) opinião pública, contra o Congresso Nacional. Axiológica estratégia, com proposital conotação fascista - basta ver o lobby imoral das 10 medidas nazistas -, demonstra a frivolidade do enredo ilusionista de confundir o clamor popular, e assim, dando azo as suas desonestas e insinceras intenções. Nada mais litúrgico! Por fim, parabenizo o ex-ministro Eugênio Aragão pelo laudável artigo. FELIZ 2017 a todos!
Não entende nada de economia e pretende atribuir a crise econômica às investigações da LAVA-JATO. Com isso, quer limpar a barra da política econômica suicida de Dilma de quem foi ministro.
Tentou coimar a extravagância sendo extravagante? Difícil de entender.
Álvaro Jr, você afirma repetidamente que o Lula é um “encantador de burros”.
Não é, pois, se fosse, ele teria encantado você.
Vejamos isso: tente achar a área de um triângulo cujo lado maior mede 10 cm, cujo lado médio mede 8 cm e cujo lado menor mede 6 cm. A resposta eu lhe dou: a área desse triângulo é 24 cm quadrados. O problema é saber como chegar a esse resultado. A primeira coisa que você tem que fazer é constatar que esse é um triângulo retângulo e que, para obter a área dele basta multiplicar os catetos 8 e 6 e dividir por 2. Mas como verificar que esse é um triângulo retângulo? É simples: você eleva o lado maior ao quadrado e obtém 100; faz a mesma coisa com os outros dois lados e obtém 64 e 36, respectivamente. Então, você conclui que a soma dos quadrados dos lados menores é igual ao quadrado do lado maior, ficando provado, assim, que se trata de um triângulo retângulo.
Você deveria ter aprendido isso na oitava série, quando estava com 14 anos. Você poderia ter esquecido isso sem que ninguém o questionasse, até que você veio a este espaço negar ao Aragão o direito de se manifestar sobre a economia brasileira, afirmando que o Aragão “não entende nada de economia”.
Com isso, você baixou a guarda, se expos, e deixou aberto o caminho para provar que, se o Aragão não entende de Economia, então você não entende nada, nem de Matemática de oitava série.
Eu poderia ir além e exigir que você diga por que o número pi, além de ser um número irracional é também um número transcendental.
Se você quer chamar o Aragão de burro, antes de fazer isso olhe no espelho. Aí sim, você verá um burro.
DJU, você disse que o Aragão “não entende nada de economia”.
Como é que você sabe disso, se você é advogado e não economista?
Eu estudei Economia e só estudei porque, antes, tinha estudado Matemática, a saber, Cálculo Diferencial Integral, Equações Diferenciais, Álgebra Linear, Teoria das Probabilidades, Estatística.
Então, a meu ver, o Aragão entende sim de Economia e entende muito bem.
Agora lhe pergunto: você por acaso entende de Matemática básica, aquela do ensino fundamental? Você por acaso sabe demonstrar o Teorema de Pitágoras? Ou pelo menos sabe usá-lo?
Pensando nisso, pensei na quantidade interminável de crianças deste Brasil continente que se atreveram a nascer sem terem sido convidadas.
E, com esse pensamento, escrevi o texto abaixo:
Criança
Eu nunca fui uma criança
Só era um estorvo
Que todos queriam que morresse
Não de doença demorada
Mas mordido por cobra venenosa
Ou caído de um precipício.
Mas mesmo assim eu era útil
Todos podiam se desabafar
Batendo em mim
Culpando a mim por todas as desgraças
Me amaldiçoando cotidianamente.
O medo era meu eterno companheiro
Eu me escondia não para brincar
Mas para não apanhar e ser xingado
Me escondia em todos os cantos dentro da casa
Me escondia no mato.
Hoje eu continuo me escondendo
E todos me acham muito esquisito
E falam sempre mal de mim
Um dia estaremos todos mortos
Sem lembranças e sem fala
Não é uma solução
É uma esperança.
Caro Trinchão, primeiro um abraço, depois obrigado pelo elogio, que retribuo, apontando você como um combatente alerta, atento, valente, incansável, que, nesta arena colisaica onde circo abunda e pão falta, se defronta com a cópia de uma multidão de walking-dead que grunha, urra, cambaleante, sem rumo, sem vida e sem morte.
Parabéns!
Trago à baila a chacina brasileira ocorrida há horas atrás na cidade de Campinas/SP, onde um solitário de 40 anos, inconformado com a separação e o fim do amor, invadiu uma festa de Ano Novo, matou a ex esposa, o filho de 9 anos, e outras pessoas, tudo num total de doze, e acabou se matando com um tiro na cabeça, usando, para essa chacina, uma pistola semi-automática e dois carregadores.
A mídia, nesse momento, está inundada com esse noticiário.
O que foi isso? Foi uma solução? Acho que foi um soluço!
Para os que morreram, a crise brasileira (crise econômica), caos político, descontrole total do Ministério Público e do Judiciário, nada mais disso importará. Estarão em outra dimensão, para os que creem nisso.
Na semana passada, o comerciante Luiz Felipe Neder, numa festa natalina, bateu, publicamente, na esposa, uma delegada de polícia, e, interpelado por uma guarda de segurança, deu um murro na cara dela e, quando ela caiu, ele chutou a cara dela.
Está tudo na internet. Tudo isso nas festas de Natal e de Ano Novo.
O fiel adorador do Brahma /encantador de burros que se identifica neste Conjur por "rodolpho" pode espernear o quanto quiser mas o fato é que a merecida alcunha já pegou porque cai como uma luva ao líder da quadrilha/criador do PosTe. Procure na internet e verá. /01/1846074-nos-anos-1990-criticados-por -doacao-da-odebrecht-lula-e-dirceu-chora ram.shtml). a/conselho-determina-remocao-compulsoria -do-promotor-eduardo-nepomuceno.ghtml). Se houvesse motivo para se afastar algum membro da Força Tarefa da Lava Jato isso já teria sido feito.
O trapalhão Aragão também pode usar de forma cínica a expressão "supostamente" para se referir ao maior escândalo de corrupção já exposto no país que não conseguirá apagar os fatos: há mais de 20 (vinte) anos Lula e seu comparsa José Dirceu derramavam lágrimas de crocodilo por causa de críticas às "doações" da Odebrecht (http://www1.folha.uol.com.br/poder/2017
Os reais excessos e desvios do MP devem ser combatidos de forma apropriada e não por baderneiros, depredadores de viaturas policiais e ocupadores de escolas ("black blocs" é apenas uma forma diferente de se referir a petistas).
Ser contrário a algumas das sandices propostas pela Força Tarefa da Lava Jato não significa partilhar do louvor que essa corja do "rodolpho" tem pelo Brahma/encantador de burros.
Aqui em Belo Horizonte um membro do MP, Eduardo Nepomuceno, foi afastado pelo CNMP por descumprimento dos deveres previstos na Lei Orgânica (http://g1.globo.com/minas-gerais/notici
O comentarista DJU desmonta com poucas palavras a falácia mal construída pelo trapalhão Aragão: "pretende atribuir a crise econômica às investigações da LAVA-JATO. Com isso, quer limpar a barra da política econômica suicida de Dilma de quem foi ministro". Simples assim.
Creio q o texto do nobre Procurador da República Aragão há uma forte indignação politica e partidária, mas tb há verdades sobre a atuação midiática de Dallagnol e a famigerada 'Lava Jato'. O que eh mt preocupante pq a operação de tão midiática ja ta virando filme, sem ao menos antes apresentar um desfecho.
No começo por ser uma operação revolucionária, a mídia deu mt 'cartaz' , tanto eh q ajudou efetivamente a operação a crescer e repercutir até mundialmente. Porém hj uma parte dessa msma mídia q enfatizou a atuação do MPF e instigou a sociedade, anda mais cautelosa c a cobertura da Lava Jato. Pois, de fato, houve um impacto significativo na economia c a atuação quase q 'novelistica' da operação. O q nao eh nem um pouco salutar p nossa economia pq a cada 'capítulo' a insegurança política aumenta, o conflito entre o Legis x Jud cresce e o mercado retrai-se ainda mais... Basta verificar o número alarmante de desempregos no país. Algo em torno de 12 milhões!!!
Então fica claro q a partir de agora o MPF joga c a Lava-Jato TAMBÉM visando defender suas prerrogativas ou ampliá-las ou, ao menos mante-las... e isso envolve: reajuste de subsídios, aux moradia, teto constitucional etc. apesar do clima bem adverso no CN.
Sabendo disso, o MPF tem agido de forma cronológica no oferecimento das denúncias... Com o intuito claro de nao deixar arrefecer a operação e continuar em evidência para defender sobretudo seus interesses. Basta acompanhar a atuação no CN das associações do MP e JUD, e as pautas q visam defender certos tipos imorais de privilégios p juízes e promotores, destoando bem do que prega a Lava-Jato no combate a corrupção e abuso de poder.
Creio q essa briga de egos entre os Poderes e o MP não interessa nem um pouco a sociedade!
O trapalhão Aragão está em constante violação do comando previsto no art. 237, V, da Lei Complementar 75:
"Art. 237. É vedado ao membro do Ministério Público da União:
(...)
V - exercer atividade político-partidária, ressalvada a filiação e o direito de afastar-se para exercer cargo eletivo ou a ele concorrer".
Essa "cartinha" constitui pura atividade político-partidária. O ministro Edson Fachin fazia atividade político-partidária mas parou com isso após tomar posse no STF, ou seja, por mais que o ministro Fachin possa ter péssimas convicções políticas, ainda assim tem bom senso e sabe manter o decoro ao contrário do trapalhão Aragão.
Na interceptação das conversas espúrias com seus comparsas, o próprio Brahma/encantador de burros afirma que "o Aragão vive falando que é nosso amigo...".
Não custa repetir mas o final da carta contém, além do caráter político-partidário, uma ameaça ao membro da força tarefa da Lava Jato:"Pare de perseguir o Lula e fazer teatro com PowerPoint".
O Brahma/encantador de burros já ameaçou convocar em sua defesa algo a que ele se refere como "o exército do Stédile".
Talvez seria bom que o trapalhão Aragão viesse a público esclarecer que o membro da força tarefa da Lava Jato não tem motivo para temer o "exército do Stédile". Ou então quem sabe ele prefere que aconteça a ele o mesmo que aconteceu com Eduardo Nepomuceno?
Seria uma grande ironia.
Álvaro Paulino César Júnior
OAB/MG 123.168
Ninguém é ou deixa de ser burro por saber calcular a área de um triângulo ou afirmar quais as qualidades de pi. De qualquer forma, minha possível burrice não está em questão, não chamei o dr. Aragão de burro nem pretendi impedir que ele se manifestasse sobre economia. Aconselho o comentarista Rodolpho a desafiar Aragão para que ele calcule a área de um triângulo a fim de que perceba veja a insanidade da crítica que me fez.
A princípio, lendo seus comentários, achei que você está de mal com o mundo, e pensei em rezar por você. Mas antes procurei saber mais sobre você e achei sua foto na internet. Dai percebi que o que você precisa não é de oração, mas sim de uma plástica. Cara, como você é feio!
Essa pessoa não passa de um fanático totalmente sem noção do senso do ridículo. Só sabe delirar por meio de discursos totalmente vagos e sem conexão com a realidade.
Na visão deste fanático os investimentos no Brasil que já vinham caindo desde o final de 2012 (que foi o que gerou a crise, queda dos investimentos) foi culpa da lava-jato jato. Ou seja, a lava-jato é responsável por algo que ocorreu antes dela existir.
Só podia ser coisa de um fanático delirante mesmo...
Não estou de mal com o mundo.
Tenho meus problemas sim (inclusive, segundo você, a minha aparência seria um deles, contudo, não farei plástica alguma) mas o que me incomoda é uma horda de petistas tentando impor sua visão distorcida d mundo na marra, por meio de famigerados MAVs (que tinham como objetivo influenciar o processo eleitoral em 2014 e depois passaram a tentar frear o processo de impeachment).
Culpar a Lava Jato pela ruína econômica do país é como culpar o sofá pelo traição da esposa com o vizinho em cima do sofá.
Não pude perceber se concorda com as sandices do Aragão ou se está simplesmente tentando me provocar.
Provavelmente nem leu o texto.
Álvaro Paulino César Júnior
OAB/MG 123.168
Álvaro, como foi que lhe deram alvará de soltura? Refiro-me à soltura do manicômio. Você está tão alucinado, disparando xingos por todos os lados, que você é dos tais que é capaz de matar a própria mãe, se desconfiar que ela é partidária do Aragão.
Posso lhe garantir que aqui, nesse meio, já estão todos gargalhando e dando risadas de você. Você se transformou no bobo deste espaço.
Enfim, época de festas, ano novo, todo mundo enche a cara de pinga, e, talvez, a turma do hospício soltou você de lá porque beberam além da conta e não sabiam o que estavam fazendo.
Continue com as suas micagens e loucuras. Quero rir um pouco mais.
Não perca seu tempo Álvaro Jr. com discussões inúteis. Esse espaço é democrático e cada um tem o direito de opinar como quiser. Vc tem a sua opinião e os demais têm que aprender a respeitá-la. Ninguém aqui é dono da verdade e o direito não é uma ciência lógica ... Vir a público professar suas opções e preferências políticas não parece ser algo compatível com as funções ministeriais. Se fosse o contrário, um comentário feito por um não simpatizante da causa, aí seria "diferente" ...
Para obter essa prova, você pode verificar por si próprio e ficar olhando o tanque, com a torneira e o ralo abertos, e verificará que o tanque realmente fica cheio.
Mas isso será uma verdade apenas para você. Para provar ao mundo que o tanque ficará cheio, basta você dizer que a torneira é mais rápida para encher o tanque (3 minutos) do que o ralo para esvaziar (5 minutos).
Agora vem a segunda pergunta. Provado, por meio de raciocínio matemático, que o tanque ficará cheio, resta outra questão: em quanto tempo ele ficará cheio?
Lá, para a criançada de quinta série (11 a 12 anos de idade), a explicação é a seguinte: ache o mínimo múltiplo comum entre 3 (tempo da torneira) e 5 (tempo do ralo). Esse mínimo é 15, quinze minutos.
Muito bem, dividimos 15 por 3 e obtemos 5 que é a quantidade de tanques que a torneira enche em 15 minutos. Dividimos 15 por 5 e achamos 3 que é a quantidade de tanques que o ralo esvazia em 15 minutos. Portanto, 5 tanques cheios menos 3 tanques esvaziados, sobram 2 tanques cheios em 15 minutos. Desse modo, um único tanque fica cheio em 7 minutos e 30 segundos.
Isso é conhecimento, pois é uma crença, uma crença verdadeira, uma crença verdadeira e provada.
Você apresentou uma crença sobre o Aragão, a crença de que o Aragão não conhece economia, mas essa sua crença não é conhecimento porque você não provou que o Aragão não conhece economia, mas eu provei que você não sabe nem Lógica, nem Matemática, nem Teoria do Conhecimento, pois você mostrou a todos que frequentam este espaço do ConJur, que não sabe nem mesmo o que é conhecimento.
DJU, o que é que significa DJU? Você é algum agente secreto que não pode se identificar para ninguém?
Você disse que não chamou o Aragão de burro; o que você disse foi que ele não entende nada de economia e se atreve a explicar a crise econômica do Brasil, atribuindo-a aos atos do Dallagnol e seus confrades.
Desse modo, você declara que tem conhecimento de que o Aragão não tem conhecimento de economia.
Mas, afinal, o que vem a ser conhecimento?
A mais moderna definição diz que conhecimento é uma crença verdadeira e provada.
A crença em Saci não é conhecimento porque não é crença verdadeira, já que não existe Saci.
Se você tiver uma crença, essa crença for verdadeira, mas você não puder provar essa verdade, então você não tem conhecimento, você tem apenas opinião.
Vejamos um problema: uma torneira enche um tanque em 3 minutos e o ralo esvazia esse tanque em 5 minutos.
Pergunta: se deixarmos a torneira e o ralo abertos, o tanque ficará cheio? Se você acreditar que sim, a sua crença é verdadeira. Mas se você não provar porque é que fica cheio, a sua crença, apesar de ser verdadeira, é apenas uma opinião e não conhecimento.
Um me chama de feio [PEREIRA (Advogado Autônomo - Civil)] e o outro de bobo [rodolpho (Advogado Autônomo)]. Realmente... Como poderia eu me atrever a debater com tamanhos mestres na dialética? rreiragullar/2016/09/1811901-e-disparate -sugerir-que-impeachment-e-equivalente-a -repressao-da-ditadura.shtml). o Paulino César Júnior
Com relação à carta do Aragão, que aliás é o assunto da reportagem, considero-a um LIXO.
E para a surpresa de Simão Bacamarte & Cia não sou só eu: fizemos a maior manifestação de rua "que já houve na história deste país" como gosta de dizer o Brahma/encantador de burros, o Congresso Nacional aprovou o impeachment e o PT sofreu a maior derrota eleitoral de sua história.
Além disso, o PT caminha para a extinção enquanto seus líderes, incluindo o Brahma/encantador de burros, estão a caminho da cadeia.
Se puderem refutar ao menos parte disso me dou por vencido.
E só para esclarecer, eu convivo em paz com muitas pessoas que acreditam na tese do "golpe". Muita gente acredita nessa bobagem, infelizmente. Só lamento que não prefiram pensar melhor a respeito disso.
O falecido Ferreira Gullar era bastante eloquente a respeito das bobagens que esse trapalhão Aragão escreve (http://www1.folha.uol.com.br/colunas/fe
Álvar
OAB/MG 123.168
Em relação à sua afirmação de que "Vir a público professar suas opções e preferências políticas não parece ser algo compatível com as funções ministeriais", esclareço que as incompatibilidades com o exercício da advocacia estão previstas no art. 28 da Lei 8.906/94 e entre elas não está prevista a manifestação pública de natureza política. Esse tipo de vedação se aplica aos membros do MP, COMO EUGÊNIO ARAGÃO POR EXEMPLO, vedação esta que ele tem desrespeitado com esse tipo de carta.
Álvaro Paulino César Júnior
OAB/MG 123.168
Na lógica petista a corrupção gera emprego e uma graninha para as próximas eleições.
Bravos, por que já abandonou, certa ou erradamente, sua opinião de que sou burro, demonstrando sua capacidade de mudar de opinião. Sua nova opinião de que provou diversos outros fatos não tem consistência. Usando de seus próprios argumentos, direi que é apenas uma crença.
Citação (Giovanni Reale):
“Reducionismo cientificista da razão
Cientismo e tecnicismo
Um dos maiores males do homem de hoje consiste no ‘cientismo’ e no ‘tecnicismo’ a este vinculado.
A communis opinio está convencida de que só é ‘verdadeiro’ aquilo que pode ser demonstrado com base em cálculos matemáticos e comprovado segundo os cânones ‘da experiência’, ou seja, os das ciências experimentais.
Konrad Lorenz, em síntese, define o cientismo ‘como a convicção de que só é real aquilo que pode ser expresso com a terminologia das ciências exatas da natureza e demonstrado com base em procedimentos quantitativos. Em suma: o cálculo e a medida seriam os únicos métodos cientificamente legítimos para adquirir conhecimentos sobre a realidade’.
Sabe-se, contudo, que o desenvolvimento das ciências comportou uma densa chuva de inovações tecnológicas, com a consequente modificação estrutural tanto da vida privada como da pública, gerando a sensação cada vez mais difusa de que a finalidade da ciência consiste na ampliação sem limites da esfera tecnológica e que, portanto, ela é a fonte para a solução de todos os problemas do homem.
O binômio ciência-técnica se impôs imediatamente como autoridade absoluta por princípio, com toda uma série de consequências imprevisíveis e ‘perversas’, ou seja, não apenas inesperadas, mas em ampla medida negativas".
(REALE, Giovanni. O Saber dos Antigos: teoria para os tempos atuais. 3 ed. São Paulo: Loyola, 2011, p. 35/36).
O grande estudioso da história da filosofia (especialmente da filosofia antiga), Giovanni Reale, propõe nas páginas seguintes uma “terapia” (que não é possível citá-la aqui, mas apenas mencioná-la), mas outros pensadores também podem ajudar a curar esse mal, como Heidegger, Gadamer, entre muitos outros.
Sobre a burrice, como escreveram Adorno e Horkheimer: a burrice é como uma cicatriz.
“A burrice é uma cicatriz. [...] Toda burrice parcial de uma pessoa designa um lugar em que o jogo dos músculos foi, em vez de favorecido, inibido no momento do despertar. Com a inibição, teve início a inútil repetição de tentativas desorganizadas e desajeitadas. As perguntas sem fim da criança já são sinais de uma dor secreta, de uma primeira questão para a qual não encontrou resposta e que não sabe formular corretamente. A repetição lembra em parte a vontade lúdica, por exemplo do cão que salta sem parar em frente da porta que ainda não sabe abrir, para afinal desistir, quando o trinco está alto demais; em parte obedece a uma compulsão desesperada, por exemplo, quando o leão em sua jaula não pára de ir e vir, e o neurótico repete a reacção de defesa, que já se mostrara inútil. Se as repetições já se reduziram na criança, ou se a inibição foi excessivamente brutal, a atenção pode se voltar numa outra direcção, a criança ficou mais rica de experiências, como se diz, mas frequentemente, no lugar onde o desejo foi atingido, fica uma cicatriz imperceptível, um pequeno enrijecimento, onde a superfície ficou insensível. Essas cicatrizes constituem deformações. Elas podem criar caracteres, duros e capazes, podem tornar as pessoas burras – no sentido de uma manifestação de deficiência, da cegueira e da impotência, quando ficam apenas estagnadas, no sentido da maldade, da teimosia e do fanatismo, quando desenvolvem um câncer em seu interior”. (In: Dialética do Esclarecimento, última página, disponível em: https://nupese.fe.ufg.br/up/208/o/fil_di aletica_esclarec.pdf).
Acho lamentável a virulência de alguns comentários [de ordem pessoal] aqui postados. No que interessa, o subprocurador geral da República Eugênio Aragão é funcionário público e portanto sujeito a regramento administrativo disciplinar próprio, notadamente a Lei Orgânica do Ministério Público que proíbe o tipo de manifestação reiteradamente praticado por este servidor.
Por favor, esse tal Aragão — que também é procurador da República e está garantido com um alto salário — , também ignora a crise.
Se suas diatribes não corresponderem a ilícitos funcionais, ou mesmo crimes, sua falta de compostura e impudica ética se revela nesse mar de lama, onde se pode pegar mais um ´peixão´, travestido de tubarão do PT.
Carta e estilo do pior pornojurismo.
Por favor, esse tal Aragão — que também é procurador da República e está garantido com um alto salário — , também ignora a crise.
Se suas diatribes não corresponderem a ilícitos funcionais, ou mesmo crimes, sua falta de compostura e impudica ética se revela nesse mar de lama, onde se pode pegar mais um ´peixão´, travestido de tubarão do PT.
Carta e estilo do pior pornojurismo.
Parabéns Aragão, esta turma merecia escutar umas verdades deste tipo para quem tem coragem de falar, Dallagnol e sua turma fica a idolatrar os USA enquanto fode o povo trabalhador brasileiro que pagam os seus salários e bem. Não vejo uma bandeira deles em acabar com as mordomias do judiciário.
Eis Ministro da Justiça – EUGÊNIO ARAGÃO – Em carta aberta ao Procurador do Ministério Público, Dallagnol, acusa-o de trava em seus olhos, quando os demais acusados por aquele, têm apenas um cisco, acusando-o, também, de causador do momento difícil que o país está passando. Infelizmente, temos a informar a este Senhor que “talvez” o Ministério Público possa ser culpado por este momento fúnebre que o Brasil está passando. Com uma ressalva que o judiciário deve ser acionado para que possa agir. Este marketing utilizado por aqueles que foram partícipes não corresponde à realidade, porque não foram a Polícia Federal, o Ministério Público e muito menos o Dr. Sérgio Moro, que construíram este déficit de três trilhões de reais, gerando juros aos sistema financeiro de seiscentos e vinte e cinco bilhões de reais ao ano, ao sistema bancário, tornando-os bilionários, ou até mesmo trilionários. Mas sim, àqueles que apenas têm cisco nos olhos, porque estavam lá não para ver, mar para acobertar, para legalizar toda esta corrupção imposta ao povo brasileiro. É possível até que a expressão ‘vira-lata” tenha sido muito forte, mas muito pior do que ela, foi exatamente o que estavam recebendo vencimentos pagos pelos brasileiros fizeram de conta que estava tudo às mil maravilharas, como de fato estava, mas para eles que desviaram recursos dos brasileiros e os depositaram no exterior.
Realmente não dá para chegar nem na metade do besteirol pseudo-constitucionalista deste elemento de tonalidade vermelha encarnada que teve talvez a mais "breve" vilegiatura num cargo publico já vista no Brasil , provavelmente conseguiu escrever seu nome no Guinness Book of Records pela sua passagem meteórica rumo ao esquecimento. Não podemos nos esquecer das trapalhadas e atitudes grotescas tomadas por este "elemento" durante sua passagem pela pasta que ficou claro, nunca esteve a altura da mesma.
Lembro claramente , e quem esqueceu pode vassourar a vontade no Google e similares , as ameaças dele contra Delegados Federais e Procuradores que se esfalfavam remexendo no chorume podre da bandalheira e corrupção desenfreada que foi a INDI-gestão dos petralhas que Nos levaram a este buraco de profundidade AINDA indefinida.
Vamos deixar claro que não curto o temer e acho que deveria ter saído junto pois afinal ficou 6 anos colados naquela COISA dislexa e agora alegar que não sabia de nada e que se trata de emissário do Padre Marcelo Rossi é um pouquinho demais.
Aragão o Trapalhão de repente ate consegue uma vaga na reorganização do simpático grupo dos Trapalhões que o eternamente clássico Renato Aragão prometeu montar novamente este ano . Com a ausência lastimável de Zacharias e Mussum , acredito que o "the flash" poderia tentar preencher com brilho uma das vagas atualmente em disponibilidade.
Imaginem agora se dilmão não tivesse sido devidamente escorraçada como foi , aonde estaríamos ? Provavelmente seria a Venezuela é que teria fechado as fronteiras contra a fuga desabalada de Brasileiros. E bate o bumbo......
Isso mesmo, lamentável logo no inicio do ano, ler esses ataques desproporcionais a um colega que, com prufundidade, ajudou a colocar atrás das grades criminosos de altíssima periculodidade. Talvez pelo fato de não ter tido êxito na sua longuíssima carreira no MP, é um velho Procurador mal educado, pois nem os estudos na "oropa" deu -lhe o mínimo de boas maneiras. Não passa de um comunista recalcado por não ter tido sucesso por onde atuou. É seu Aragão, pegou muito mal suas agressivas palavras contra um colega que está fazendo um bom trabalho ao nosso Brasil. Se você e sua gangue não estão satisfeitos com a Lava Jato, caiam fora do Brasil e vão para a Venezuela, Rússia, Coréia do Norte, Cuba e nos deixem em paz.
O Doutor age com incoerência, pois em outro comentário seu foi totalmente o oposto:
http://www.conjur.com.b r/2016-dez-30/promotor-investigava-lula- ataca-ex-presidente-facebook/c/1 />Ora, como apoia um ato de um membro do MP chamando uma pessoa de “encantador de burros” e você mesmo replicou tal comentário aqui e este o Dr. repudia?? Pela coerência, isonomia, equidade deveria ter o mesmo tratamento, olha que chamar de “encantador de burros” alguém ataca a honra de modo direto. O Dr. aplica o direito penal do autor, do inimigo. Sendo totalmente seletivo, pouca relevância para o direito isonômico, imparcial e coerente.
<br
Obs: Acredito que caiba sim crítica ao procurador Aragão, entretanto alguns pontos ele acertou, como a crítica ao auxílio moradia.
Viver em um país onde as pessoas tem o permanente "comportamento de torcida", mandando às favas qualquer reflexão, se não for oriunda de alguém que faça parte "do nosso time".
Defendo a operação Lava Jato.
Nutro simpatia pelo Dr. Sérgio Moro e equipe.
Só não os acho perfeitos.
E nem acho que é papel do Ministério Público ou de Magistrado, dizer como a sociedade deve se comportar, o que deve fazer ou como deve pensar.
Por que o MP?Por que não então um General, Brigadeiro ou Almirante?
Acredito que a crise vem se aprofundando e temos que refletir sobre sua agudização.
Não quero supostos ungidos dirigindo o país.Quero que o povo exerça seu direito de voto e construa seu caminho.Através dos erros de escolha, vemos implementando nossa democracia.Dá trabalho mas é o melhor caminho.
E acho que sacrifícios não devem ser cobrados só dos outros.
Enquanto houver privilégios, estaremos nos comportando como uma nação cínica e hipócrita.
Enquanto só empresas e políticos aparecerem em delações, como se o Brasil não tivesse outros mecanismos de controle, também ficará tudo esclarecido pela metade, neste momento tão sofrido da história do nosso país.
Aragão se ressente até hoje da perda de poder que experimentou com a aprovação do impeachment. Não está nem aí para o desemprego. Se a responsável de fato e de direito pelo desemprego ainda estivesse no cargo, provavelmente atribuiria a causa do desemprego às marés ou ao horóscopo.
Os asseclas do petismo sempre se apressam em denunciar suposto "ódio", "revanchismo" ou algo parecido quando uma denúncia contra um petista é oferecida, quando um petista é condenado ou quando uma delação apontando falcatruas de um petista é divulgada.
Ocorre que que o povo se cansou do PT e da sua conversa mole e Aragão ainda não se deu conta disso. Pensam que sua militância somada à companheirada da CUT e do MST constituem a totalidade do povo brasileiro.
"Vocês conseguiram agradar ao irmão do Norte, que faturará bilhões de nossa combalida economia, e conseguiram tirar as empresas nacionais do mercado global altamente competitivo da construção civil de grandes obras de infraestrutura.
(...)
Ainda quanto a um Brasil diferente, devo-lhes lembrar que 'diferente' nem sempre é melhor e que esse servicinho de vocês foi responsável por derrubar uma presidenta constitucional honesta e colocar em seu lugar uma turba envolvida nas negociatas que vocês apregoam mídia afora".
Se a minha indignação com o fato de Eugênio Aragão usar o seu cargo para fazer proselitismo político e tráfico de influência em favor de petistas pode ser confundida com virulência, então não me incomodo em ser tachado de "virulento".
P.S. A criminalidade organizada é global, não conhece fronteiras. Por isso, é imprescindível que o Brasil colabore com outros países democráticos como Panamá, Suíça e EUA no enfrentamento da criminalidade organizada.
Álvaro Paulino César Júnior
OAB/MG 123.168
O Aragão, aquele democrata que assumiu o MJ ameaçando afastar todo mundo culpado ou não, não recebia os referidos auxilio? Como bem anotado por um colega a manifestação pública viola a lei orgânica do MP.
Pra mim é um caso simples de pura INVEJA. ele é um cara mal relacionado, não progride, não entra na midia, truculento, suas atitudes são do tipo nazistas, aliás sua cara é bem parecida com as dos oficiais de Hitler. É um frustrado só foi ser ministro porque o PT não encontrou outro imbecil para servir de boi de piranha. Não adianta responder as suas manifestações. Não servem ou produzem coisa alguma. Tudo sem importancia. Suas atitudes de agora é querendo adquirir alguma publicidade, só é ruim pra ele que ainda insiste em defender o PT, Lula Dilma, etc. Pobre pessoa isolada de tudo.
O título correto da matéria deveria ser Carta de um louco a outro...
Não compreendo como o CONJUR permite comentários de cunho ofensivo, principalmente de elementos estranhos ao Direito.
O que houve com a Conjur que anda a permitir que a desqualificação moral dos que se associaram à quadrilha partidária que lançou-nos à crise tenha espaço para deitar sandices. Não é a primeira vez.
No mínimo da coerência, quem critica o Procurador Eugênio de Aragão deveria criticar o promotor Cassio Conserino, a matéria é do dia 30/12, está do dia 31/12. Ora, por que tanto discrepância??
Hipocrisia total criticar um e não o outro, olha que o promotor paulista ataca a honra e moralmente várias pessoas e inclusive a democracia não aceitando a escolha que cada um tem no voto. Uma estudante de “direito” também atacou o voto com racismo. Na época do FHC escutava várias dessas também. Lógico que críticas são importantes, agora cinismo usando o direito, aplaudindo uma conduta que fere diretamente a honra e outra (que na minha opinião é apenas achismo do Aragão) é pura hipocrisia. Entretanto, deve-se criticar os dois para haver coerência, olha que não são iguais, uma teve ofensa clara.
Os operadores do direito querem ser o Leviatã, direito só para os outros, não para o Leviatã, que está acima do direito, pois ele é o direito e suas regras são somente para os outros. O Leviatã que decide que a conduta “x” não sofrerá sanção se for “a”, porém a mesma conduta “x” se for “b” o AUTOR, sanção nele!!!
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