Em tréplica, Toron diz que conduta da OAB é omissa e oportunista

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil é omisso por não se manifestar sobre questões colocadas em debate pela classe, disse neste domingo (15/4), em tréplica, o criminalista Alberto Toron.

O debate teve início quando o advogado classificou a OAB como “acovardada” e declarou que a presidência do Conselho Federal está calada diante de ataques contra a sociedade. A declaração foi dada em entrevista ao jornalista Fernando Morais, com vídeo compartilhado neste sábado (14/4) pela ConJur.

Zé Carlos Barretta

Alberto Toron afirma que advogados também querem punição de corruptos, com cumprimento da Constituição.
Zé Carlos Barretta

O presidente do conselho, Claudio Lamachia, respondeu no mesmo dia, afirmando que entidade preocupa-se com prerrogativas da classe e garantias individuais, e não em defender clientes de advogados.

Toron respondeu neste domingo, com questionamentos às declarações: “Quem pediu que a OAB defendesse nossos clientes? Nós só pedimos que nossa entidade, de um jeito ou de outro, se manifestasse sobre as questões postas em debate.”

Para o criminalista, Lamachia “infla” o número de advogados brasileiros e, interpretando o sentimento da coletividade, afirma que os advogados querem a punição dos corruptos. “Ora, nós também, mas dentro da lei e respeitada a Constituição. O mais é o retrato de uma triste, insólita e vergonhosa omissão. Isso se não se tratar de algum oportunismo eleiçoeiro”.

Leia íntegra da nota:

Quem pediu que a OAB defendesse nossos clientes? Nós só pedimos que nossa entidade, de um jeito ou de outro, se manifestasse sobre as questões postas em debate. Omisso, nosso presidente infla o número de advogados brasileiros e, interpretando o sentimento da coletividade imaginada, afirma que os advogados querem a punição dos corruptos. Ora, nós TAMBÉM, mas dentro da lei e respeitada a Constituição. O mais é o retrato de uma triste, insólita e vergonhosa omissão. Isso se não se tratar de algum oportunismo eleiçoeiro.

afixa disse:
15 de abril de 2018 às 11:37

Quem defende profissional é Sindicato. Conselho defende a sociedade de maus profissionais

FAMSO disse:
15 de abril de 2018 às 15:03

O colega Toron, está corretíssimo! A OAB, vende a opinião do seu presidente, como se fosse de toda uma classe. Eu mesmo, sou um que o desautorizo em falar por mim. Punição aos corruptos sim, mas dentro de um Processo Penal Brasileiro com paridade de armas. Hoje, se aplica em Curitiba, aulinhas que Harvard dá para alunos terceiros mundistas em cursinho de fim de semana. Pois, lá não se estuda de forma profunda a lei interna dos países latinos. Tais aulinhas (dadas em casteliano grosseiro) de lá, não podem solapar o ordenamento legal vigente. O judiciário americano - por estados, vive de cases - aqui, se aplica a lei com vigência para todo território nacional. Hoje, não se ler mais um Nelson Hungria - mas as teorias marotas de um tal de Fachin ou de um Barroso, que nunca tiveram estofo intelectual e jurídico, para estarem onde estão. A culpa disso, é mesmo do PT Bolivariano que insistiu em levar-los para o mais alto tribunal - pobre tempos em que vivemos...

Antonio Maria Denofrio disse:
15 de abril de 2018 às 20:50

Estou de pleno acordo com o colega Dr. Toron. Está na hora da OAB, não apenas a federal, sair das cavernas e partir para a realidade. Acho que a Ordem esqueceu que nós não defendemos interesses nossos, mas do povo. OAB acovardada
é uma desonra para a classe e para a história da entidade.

Iracildo disse:
16 de abril de 2018 às 07:25

É totalmente procedente a manifestação do Dr. Toron. Sim, a OAB está absolutamente acovardada, omissa e silente, exatamente num momento em que nossos tribunais transgridem a Constituição Federal a cada dia, construindo uma ditadura seguramente das mais perniciosas: a ditadura do Poder Judiciário. Amanhã, ou depois, Dr. Lamachia, as prerrogativas fundamentais faltarão ao senhor, à sua família, ao seus em geral. Lembrarás, então, que no grave momento atual, amedrontado, fostes omisso como Presidente do Conselho Federal.

Zé Machado disse:
16 de abril de 2018 às 07:28

Dispensa comentários.

Zé Machado disse:
16 de abril de 2018 às 07:28

Dispensa comentários.

Idemar Ribeiro disse:
16 de abril de 2018 às 08:36

Certíssima a OAB. Depois que os amigos dos Ministros Gilmar Mendes e Marco Aurélio (sempre eles!) foram vencidos pela correta interpretação da prisão após decisão de segundo grau de jurisdição (entendimento do restante do mundo) eles estão esperneando de tudo que é maneira, afinal Gilmar Mendes e Marco Aurélio deixaram de ter influência direta na soltura dos clientes ricos daqueles advogados e amigos desses Ministros

RitaBH disse:
16 de abril de 2018 às 09:33

Espero que num futuro breve o Dr. Lamanchia saia da presidência, porque está insuportável assistir a escritórios com escutas telefônicas, salas com presos portarem escutas. Afronta contínua as prerrogativas das advogadas e advogados, com juízes e ministros inventado Leis, achando que são iluminados (as)! Esse presidente é o pior de todos! nunca a OAB esteve tão mal representada. Pela renovação do Conselho e que o Dr. Lamanchia saia da presidência o mais breve possível.

Eduardo. Adv. disse:
16 de abril de 2018 às 10:27

"Atualmente ele defende Fernando Bittar, o dono do sítio de Atibaia que o Ministério Publico diz que é de Lula." (https://www.conjur.com.br/2016-mar-20/entrevista-alberto-zacharias-toron-advogado-criminalista)
Ora, hoje ele defende réu do outro lado. Mas já defendeu interesses de seu estimado, ainda que indiretamente.
E concordo: já foram duas eleições da OAB/SP e em ambas houve sinais de tentativa de uso da máquina para interesses privados de clientes de grandes escritórios. Na última, a própria advogada do Lula, repentinamente, tornou-se vice de chapa...

Octavio Pires disse:
16 de abril de 2018 às 10:35

Eu vi e escutei a entrevista no dia em que se realizou. Toron não falou nada e muito menos pediu alguma coisa, qualquer coisa, em benefício de clientes dele. E concordo com ele de que a nossa outrora grande e honrosa e histórica OAB está sendo omissa e mesmo conivente, diante dos reiterados abusos e violações aos preceitos legais e mesmo constitucionais, praticados pelas assim ditas autoridades do país, em especial, porém, pela "turma da tal Lava Jato"". Talvez esse seja o pior colegiado que já tenha integrado a administração da OAB- senão o pior, seguramente um dos piores!!! Espero que nas próximas eleições, sejam varridos para fora de nossa outrora pujante OAB e que venham então, aqueles com real objetivo de reconduzir a Ordem ao caminho que lhe foi traçado pelos grandes nomes que já a conduziram. No mais, enquanto isso não ocorre, espero que sejam apagados os holofotes e desligadas as máquinas de filmar quando estiverem por perto esses que por enquanto, infelizmente, estão a representar nossa outrora respeitada e admirada OAB!!!

Octavio Pires disse:
16 de abril de 2018 às 10:35

Eu vi e escutei a entrevista no dia em que se realizou. Toron não falou nada e muito menos pediu alguma coisa, qualquer coisa, em benefício de clientes dele. E concordo com ele de que a nossa outrora grande e honrosa e histórica OAB está sendo omissa e mesmo conivente, diante dos reiterados abusos e violações aos preceitos legais e mesmo constitucionais, praticados pelas assim ditas autoridades do país, em especial, porém, pela "turma da tal Lava Jato"". Talvez esse seja o pior colegiado que já tenha integrado a administração da OAB- senão o pior, seguramente um dos piores!!! Espero que nas próximas eleições, sejam varridos para fora de nossa outrora pujante OAB e que venham então, aqueles com real objetivo de reconduzir a Ordem ao caminho que lhe foi traçado pelos grandes nomes que já a conduziram. No mais, enquanto isso não ocorre, espero que sejam apagados os holofotes e desligadas as máquinas de filmar quando estiverem por perto esses que por enquanto, infelizmente, estão a representar nossa outrora respeitada e admirada OAB!!!

Barchilón, R H disse:
16 de abril de 2018 às 10:49

Quanta elegância na crítica sem profundidade.

Porque não tocar na ferida?

Como se forma o Conselho Federal? Aliás, como são formados todos os Conselhos Seccionais? Até quando vamos continuar com eleição em chapa? Até quando vamos esconder atas das reuniões? Até quando rejeitar a interação via internet nas atividades da entidade?

Para uma categoria que tem que ter identidade digital para poder trabalhar não parece estranho que não tenhamos dado exemplo de uma democracia participativa na administração da entidade de classe?

Como é que têem a cara-de-pau de ir ao Congresso propor reforma política se não fazem em casa o que pregam: uma Constituinte para legitimar uma nova OAB?

Os bacanas podem até reclamar e criticar, mas não querem mexer na estrutura, porque podem precisar dela para o quinto ou mesmo acedê-la usando a mesma a politicagem de sempre.

É o que parece.

Citoyen disse:
16 de abril de 2018 às 11:53

Há muito tempo venho notando que a nossa OAB, entidade corporativa da nossa categoria profissional, vem sendo seduzida ou instada a DEFENDER com VEEMÊNCIA as pretensões dos Patronos, nossos Colegas, dos Corruptos e Corruptores. Na verdade, tenho lido que chegam nossos Colegas, cujo brilhantismo fanático na DEFESA de seus CLIENTES é conhecido, a convencer Jornalistas menos astuciosos e capazes de que o que DEFENDEM se conceitua como CLÁUSULA PÉTREA, nos termos da nossa Constituição. É lamentável que o patrocínio seja confundido com DEFESA de DIREITOS FUNDAMENTAIS. Defendemos nós, que não patrocinamos tais Clientes, que HAJA DEMOCRACIA no Brasil e TEMOS PAGO o PREÇO da expressão de CHURCHILL quanto a ela. Quero dizer que DEFENDEREMOS a DEMOCRACIA a TODO PREÇO, ainda que tenhamos que pagar o PREÇO de ASSISTIR a própria defesa de alguns Cidadãos pretender que DEFENDEM direitos fundamentais. Aleivosia pura. DIREITOS FUNDAMENTAIS são aqueles que EXISTEM ESSENCIALMENTE e decorrem da CIDADANIA e da DIGNIDADE do SER HUMANO, do Cidadão, do Eleitor, do Contribuinte, tal como é o CIDADÃO conhecido em cada uma das relações que tem com o Estado. Mas que NÃO SE CONFUNDAM meios de DEFESA com DIREITOS FUNDAMENTAIS, porque tais tendenciosidades e distorções NÃO SÓ se CONSTITUEM em uma OFENSA À DIGNIDADE dos CIDADÃOS que NÃO SE VEEM ENVOLVIDOS NAS TRAMOIAS dos POLÍTICOS, ou dos cidadãos corrompidos, como se CONSTITUEM numa OFENSA e ULTRAJE à própria DEMOCRACIA. É lamentável, sim, como já tive oportunidade de me manifestar inclusive perante correspondência ao Conselho Federal, que, bem analisadas essas ações, o nosso próprio CÓDIGO de ÉTICA estaria sendo DESRESPEITADO e INFRINGIDO, já que o Advogado é um ator do processo JUDICIAL, na busca da JUSTIÇA!

Rogério Guimarães Oliveira disse:
16 de abril de 2018 às 11:55

O Conselho Federal da OAB, infelizmente, vem cometendo o lago equívoco de tomar lado partidário e eleitoral nesta crise institucional que assola o país. Isso tem início na sessão deliberativa de março de 2016, quando a maioria do CF, convocado pelo atual Presidente, decidiu apoiar o impeachment da Presidente da República, mesmo à míngua de crime de responsabilidade. Isto fez com que a OAB, ao invés de pairar acima do campo de lutas dos partidos, fosse posicionada junto a eles, tomando lado. Perdeu o OAB, ali, a condição da entidade magistrada e fiscalizadora de todos os acontecimentos políticos-institucionais que se sucederam depois disso.
Mais grave ainda é que aquela decisão de apoiar o impeachment foi justificada à imprensa, no mesmo dia, pelo atual Presidente do CF, sob a alegação de que refletia a “posição” de todos os advogados brasileiros. Uma declaração, evidentemente, sem espelho na verdade. Não houve qualquer discussão nem debate prévio do grave tema pela categoria. Ao contrário, significativa parcela dos advogados brasileiros já alertava que o impeachment envelopava um golpe jurídico-parlamentar e midiático em curso.
Nos dias seguintes, os brasileiros assistiram pela TV a patética cena do Presidente Nacional da OAB zanzando nos corredores da Câmara dos Deputados para protocolar um pedido de impeachment da Presidente da República subscrito pela OAB (outro erro institucional histórico!). Na ocasião, ele não foi sequer recebido pelo então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (que depois ficou conhecido como o maior corrupto do país). Este pedido de impeachment da OAB foi jogado e abandonado num armário por Eduardo Cunha, que ainda mandou um recado grosseiro e debochado à entidade, via imprensa: “- Atrasadinha, né, OAB?”
(SEGUE)

Rogério Guimarães Oliveira disse:
16 de abril de 2018 às 12:06

(CONTINUAÇÃO)
Estes episódios lamentáveis arranharam a imagem da Ordem, retirando-a do seu verdadeiro protagonismo natural frente à crise de legitimidade de poder então eclodida do país. Não é demais lembrar que, ao apoiar este golpe de Estado, a OAB repetiu o erro de 1964, quando a entidade que deveria representar todos os advogados e defender a sociedade, por seus então dirigentes, avalizou o golpe dos militares e ajudou assim o surgimento da ditadura militar que se seguiria por 25 anos. Uma ditadura que rasgou a Constituição e as prerrogativas mais essenciais dos cidadãos. A OAB, por outros dirigentes, pediria “desculpas” à sociedade 10 anos depois, reconhecendo o grande erro.
Talvez fosse mais inteligente e proveitoso à biografia dos atuais dirigentes da OAB reconhecerem, já agora, enquanto ainda estão à frente da gestão, o erro de março de 2016, ao apoiarem o golpe do impeachment. Deveriam admitir que a OAB não poderia ter se afastado de uma posição neutra na crise político-institucional do impeachment, cabendo-lhe exercer função bem mais nobre, de instituição-magistrada e fiscalizadora, observando a legalidade e constitucionalidade de tudo e todos. Nesta condição, a OAB teria sido capaz de exercer protagonismo proativo na quadra obscura da história política vivida pelo Brasil, propondo a conciliação e a pacificação nas tensões que hoje dividem a sociedade e colocam o pais sob o risco de resvalar num precipício fascista.
Quando se lê na imprensa que o Presidente do CF da OAB, ainda no exercício de sua relevante função, se lançará candidato nas eleições deste mesmo ano, conclui-se que a Ordem pode ter sido indevidamente vista como catapulta eleitoral por um grupo dirigente que não compreendeu a grandeza da missão institucional da OAB.

Rogério Guimarães Oliveira disse:
16 de abril de 2018 às 12:08

(CONTINUAÇÃO)
Estes episódios lamentáveis arranharam a imagem da Ordem, retirando-a do seu verdadeiro protagonismo natural frente à crise de legitimidade de poder então eclodida do país. Não é demais lembrar que, ao apoiar este golpe de Estado, a OAB repetiu o erro de 1964, quando a entidade que deveria representar todos os advogados e defender a sociedade, por seus então dirigentes, avalizou o golpe dos militares e ajudou assim o surgimento da ditadura militar que se seguiria por 25 anos. Uma ditadura que rasgou a Constituição e as prerrogativas mais essenciais dos cidadãos. A OAB, por outros dirigentes, pediria “desculpas” à sociedade 10 anos depois, reconhecendo o grande erro.
Talvez fosse mais inteligente e proveitoso à biografia dos atuais dirigentes da OAB reconhecerem, já agora, enquanto ainda estão à frente da gestão, o erro de março de 2016, ao apoiarem o golpe do impeachment. Deveriam admitir que a OAB não poderia ter se afastado de uma posição neutra na crise político-institucional do impeachment, cabendo-lhe exercer função bem mais nobre, de instituição-magistrada e fiscalizadora, observando a legalidade e constitucionalidade de tudo e todos. Nesta condição, a OAB teria sido capaz de exercer protagonismo proativo na quadra obscura da história política vivida pelo Brasil, propondo a conciliação e a pacificação nas tensões que hoje dividem a sociedade e colocam o pais sob o risco de resvalar num precipício fascista.
Quando se lê na imprensa que o Presidente do CF da OAB, ainda no exercício de sua relevante função, se lançará candidato nas eleições deste mesmo ano, conclui-se que a Ordem pode ter sido indevidamente vista como catapulta eleitoral por um grupo dirigente que não compreendeu a grandeza da missão institucional da OAB.

Gil Reis disse:
16 de abril de 2018 às 12:18

Não entrarei no mérito do debate, no entanto, fico impressionado como os próprios colegas tratam os Advogados de Defesa como se fossem cúmplices dos clientes.
Não sou criminalista, porém, só tenho a aplaudir os colegas da Defesa, não pelas teses e sim pela luta sem quartel no desempenho da obrigação profissional.
Espero que a moda não pegue, lembrem-se que todos somos Advogados e amanhã ou depois poderemos estar atuando na mesma situação - contra tudo e contra todos.
PAZ

Citoyen disse:
16 de abril de 2018 às 13:16

Faltam, nos cursos de Direito, disciplinas que, no meu tempo de Curso de Direito, estudávamos com dedicação e interesse, pela qualidade, especialmente, dos Mestres que tínhamos. Assim, ao longo de cinquenta e nove anos de Advocacia, em que uma Constituição só a partir de 1988, nos reconheceu como indispensáveis à administração da justiça (com "J" minúsculo, mesmo, e não como alguns ainda imaginam como devendo ser maiúsculo), o fato é que APRENDI que o CÓDIGO de ÉTICA me dava o DIREITO de, analisado os fatos, o Direito e, em consequência, a situação do Cliente, especialmente, em vista dos fatos, escolher QUEM e o POR QUE DEFENDER um CLIENTE. Daí decorre que SEMPRE escolhi a quem DEFENDER e qual seria a TESE da DEFESA. Mas acima de TUDO NÃO PODERIA NEGAR a DEMOCRACIA e, tampouco, os DIREITOS FUNDAMENTAIS dos CIDADÃOS em GERAL, tendo em conta a CIDADANIA e a DIGNIDADE HUMANA. Disso decorre que JAMAIS apoiei ---- embora os DEFENDA, SEMPRE, no seu DIREITO de EXERCEREM a ADVOCACIA como QUISEREM, como SUA CONSCIÊNCIA DITAR ---- o exercício da Advocacia buscando no APOIO da OAB ( a não ser quanto ao EQUILÍBRIO CONSTITUCIONAL, como na época da exacerbação dos militares ) uma AJUDA para a DEFESA do meu Cliente. A DEFESA do meu Cliente sempre foi SOBERANA! Mas a DEFESA da DEMOCRACIA e de sua ESTABILIDADE SEMPRE FORAM INDISPENSÁVEIS, como ESSENCIAL sempre foi a DIGNIDADE do CIDADÃO e sua CIDADANIA. Portanto, aos Colegas que não conseguem entender os posicionamentos como o que eu adoto, lamento, porque ESTÃO DESINFORMADOS e NÃO REFLETIRAM, venia concessa, sobre o fenômeno de que NÃO SE DEVE confundir "o alho com o bugalho". Magistrais foram as ATUAÇÕES de nossos Colegas defendendo PRESOS POLÍTICOS. E a OAB brilhantemente os APOIOU e eu APOEI a OAB!

O IDEÓLOGO disse:
16 de abril de 2018 às 14:15

Os advogados realmente controlam o mundo. Eles têm tudo na mão: manipulam políticos, líderes religiosos, enfim, são os verdadeiros ditadores do planeta. Do jeito que o nosso sistema judicial está hoje, um advogado tem o poder de libertar um homem culpado ou prender um inocente.”
(Al Pacino, Jornal da Tarde, 21/10/97).

Parte inicial do artigo do Dr. Haidar publicado no "Conjur" no dia 16 de abril de 2018.

O IDEÓLOGO disse:
16 de abril de 2018 às 14:15

Os advogados realmente controlam o mundo. Eles têm tudo na mão: manipulam políticos, líderes religiosos, enfim, são os verdadeiros ditadores do planeta. Do jeito que o nosso sistema judicial está hoje, um advogado tem o poder de libertar um homem culpado ou prender um inocente.”
(Al Pacino, Jornal da Tarde, 21/10/97).

Parte inicial do artigo do Dr. Haidar publicado no "Conjur" no dia 16 de abril de 2018.

Manente disse:
16 de abril de 2018 às 16:54

A OAB tem a finalidade única e exclusivamente arrecadatória. E mais, não esperem que vai melhorar, a tendência é piorar mais ainda. Se esta ruim para os renomados colegas, imaginem para os mais humildes, que são achincalhados diariamente nas delegacias, nos fóruns e nas demais repartições públicas. Precisamos de um presidente que realmente advogue e encoste o umbigo no balcão e saiba como funciona o dia-dia do advogado. Chega da mesmice. Precisamos de renovação e de um presidente que tenha coragem para combater as violações das nossas prerrogativas e que não faça média!!!

Francisco Lobo da Costa Ruiz - advocacia criminal disse:
16 de abril de 2018 às 18:15

Amanhã todos os do "Alto Clero" estarão se beijando, abraçando e rindo de todos nós, advogados que não fazemos parte do "esquemão" formado a partir da gestão Lula. Portanto, colegas, não se iludam com esses que querem se perpetua no poder, fazendo baixo malabarismo. VAMOS ESCOLHER COM CUIDADO QUEM DEVERÁ NOS REPRESENTAR NA PRÓXIMA GESTÃO, ELEGENDO PESSOA DE CARÁTER, REPUTAÇÃO, OBSERVANDO QUEM INTEGRARÁ A CHAPA.

Francisco Lobo da Costa Ruiz - advocacia criminal disse:
16 de abril de 2018 às 18:30

Quero ver qual candidato terá a coragem e honestidade de, ao menos um mês antes do pleito, aunciar quem serão os Conselheiros. Nós, advogados, temos o direito de saber e, se o caso, votar ou não no candidato à Presidência.

tania disse:
17 de abril de 2018 às 11:45

Quero saber o que a OAB vai fazer com essa novidade que mais uma vez atenta contra nossa profissão.Cada vez mais vão comendo uma perna da Advocacia.E a OAB???

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