A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, determinou aos membros do Ministério Público Federal que usem o sistema interno de comunicação em vez de aplicativos privados de mensagem. Para ela, seria uma forma de prevenir os procuradores de ter suas conversas privadas hackeadas e vazadas, como aconteceu com os integrantes da força-tarefa da "lava jato".

Antonio Cruz/ Agência Brasil
A medida, desta terça-feira (2/7), foi tomada em procedimento administrativo instaurado após relatos de integrantes operação "lava jato" em Curitiba e no Rio de Janeiro de invasões nas contas mantidas no aplicativo Telegram. O procedimento concluiu que os ataques ocorreram em soluções hospedadas e mantidas fora da infraestrutura do Ministério Público Federal.
"A conclusão dos trabalhos técnicos afastou situação de fragilidade da segurança institucional do Ministério Público Federal e comprovou que nenhum sistema disponibilizado pelo Ministério Público da União foi alvo de invasões ou ataques cibernéticos de qualquer natureza", diz Dodge.
Meus cumprimentos para o Ministério Público Federal pelo hercúleo e relevante trabalho efetuado em prol do Brasil. Graças a corrupção, o crime mais abjeto existente no Ordenamento Penal, o Brasil é esse eterno subdesenvolvimento. E deixaram gerações de brasileiros na eterna ignorância; sem saúde, sem saneamento básico, sem transportes ferroviários. Lugar de larápios que fizeram rapinagem no erário é na prisão. Nos Diálogos não existe nada que possa macular os processos penais. E, meus cumprimentos para vossa Excelência pela brilhante atuação em prol da Instituição.
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