Dia desses, aqui na ConJur, falei sobre o vocábulo Navah. Na introdução à obra O Brasil no espectro de uma guerra híbrida, de Piero Leirner, o professor Mauro Gonçalves diz que "Navah", no hebraico do Velho Testamento, significa, em uma de suas acepções, dar existência a coisas que não existem.
Volto ao assunto. E não é por acaso. O país da Havan (e Wizard — que quer dizer "mago" ou "mágico") é o país do NAVAH. Basta ver a CPI. Dia após dia somos obrigados a discutir não a realidade, mas narrativas sobre a realidade que ganham força de realidade.
Esse é o princípio Navah. Vivemos na época do "princípio da irrealidade", como diz o cientista político Bruno Maçães. Escapamos da realidade… criando novas realidades. Bingo. Se nada é verdadeiro, tudo é possível. A praga do relativismo.
O leitor mais atento já deve ter imaginado algumas das coisas que tenho em mente ao falar sobre isso. "Voto impresso e auditável" (?). Mentiras e mentiras numa CPI. Cloroquina. General ameaçando a Suprema Corte com base em coisas que nunca existiram. Navah. Patifaria institucional à luz do dia. Por que isso tudo fica assim mesmo? Sem falar do Bunker do Dallagnol e o Pegasus.
Esse é o busílis do Navah. Esse é o princípio da irrealidade. Quando percebemos, caímos no golpe. Porque as mentiras criam seu próprio critério de verificação. Esse é o ponto. Descer ao nível da discussão significa já entrar na fraude. Esse é o grande ponto. Discutir com a idiotia mentirosa significa aceitar a mentira como ponto de partida. Eis por que estamos lascados.
E o Direito com isso tudo? Essa é uma questão fundamental porque o modo como a respondemos diz sobre aquilo que entendemos acerca da pergunta primeira em teoria do Direito: o que é isto — o Direito? Pode o Direito ser tratado como mero instrumento de poder, a ponto de justificar essas barbeiragens institucionais? A ponto de a Constituição ser reivindicada por aqueles que a atacam dia após dia, como temos visto por aí? (É genial isso. Não há nada mais garantista que um antigarantista quando é a sua garantia que está em jogo…!)
O Direito tem de servir de critério para segurar a democracia quando impera o princípio da irrealidade. O Direito é o critério que resolve esses discursos cruzados, quando todos nos comportamos como se o emotivismo fosse verdadeiro (alô, MacIntyre!). Mas a dogmática jurídica carcomida continua forte. Os juristas servis, que tratam o Direito como mera técnica a posteriori, baseada num fato social posto pelo poder, seguem firmes em sua confortável subserviência. Dogmática que não diz nada, não doutrina. Serviu para a ditadura e servirá até para a reinstalar. Conclusão: Direito serve para tudo… quando não temos responsabilidade teórica, política e filosófica na hora de responder à pergunta primeira: o que é isto — o Direito?
O Direito só é no seu tempo. E precisa responder aos desafios que se colocam e que pretendem derrubá-lo. Weimar caiu. E pode servir de exemplo. A efetividade da Constituição de Weimar foi sendo fragilizada por questões políticas. Carl Schmitt está aí. Mas também houve culpa do Judiciário, que se mostrava refratário aos avanços constitucionais. Houve culpa de quem não defendeu a normatividade de uma Constituição — e aqui é a chave — em seus princípios mais amplos. O textualismo raso pode se anunciar como garantista, quase que num fetiche, mas vai se voltar contra si mesmo no exato momento em que se percebe que o textualismo não dá conta dos princípios sem os quais ele próprio não tem justificação.
O Direito não pode aceitar a bagunça institucional. Se fizer isso, já não será mais Direito. Ainda que a dogmática jurídica não dê conta disso (por ignorância filosófica ou por conveniência).
Essa é a hora dos predadores internos perceberem o risco que causam e se juntarem à defesa do Estado de Direito. Porque, predadores externos, esses o Direito já tem aos montes.
Não gosta do Direito? Não gosta dos juízes, dos advogados, do Supremo Tribunal Federal? Imagine o país sem isso. Mas vá até às últimas consequências. E depois não reclame.
Post scriptum: As agruras em uma academia
Depois de um episódio grave de ciático, estou na fisioterapia e na academia. Dureza. Difícil. Não dá para desistir. Ontem, fazendo um dos exercícios doloridos, já depois de 50 minutos, fiquei pensando: por que será que não existe "academia de ginástica resumida"? Ou "academia desenhada"? Ou "faça academia em 5 minutos diários, sem esforço"? Pois é. Falei com um amigo químico, que também me disse que "não existe aprendizagem de química resumidinha". E assim vai.
Dai a pergunta que me fiz abaixo de muito exercício, estoicamente:
Por que no Direito tem tudo isso e recebe tanto apoio (inclusive maciçamente em concursos públicos) como "direito desenhado, direito sem as partes chatas, sem as partes difíceis, direito mastigado, direito simplificado, direito resumido…"?
Por quê?

Acima de tudo, antes na ante sala do golpismo (como bem observou o ministro Fachin). Mas antes e durante, já vivemos pequenos golpismos de autoritarismo, como ocorreu, por exemplo, no inquérito aberto pelo STF, quando o ministro GM julgou HC de réu do qual era padrinho de casamento, quando STF declarou moro parcial embasado em escutas ilegais e através de HC do qual em momento algum se discutiu a liberdade do paciente, mas sim ataques ao ex juiz. Quando ministro Dias Toffoli julgou delação de qual era objeto. Enfim, vivemos vários pequenos golpismos de autoritarismo, mas em relação desses o professor Lenio não escreveu uma linha. Em relação ao voto eletrônico + impressão (na proposta vai continuar a existir o voto eletrônico, não será uma substituição de um pelo outro), a discussão é válida, o que não é válido é condicionar as eleições a determinado resultado dessa discussão, fazer isso é golpismo e, como dito pelo ministro Fachin, o golpismo está na ante sala, mas eu acredito que ele já está abrindo a porta pra entrar de vez
Quem entender entendeu! Parabéns, Lenio!
"Descer ao nível da discussão significa já entrar na fraude. Esse é o grande ponto. Discutir com a idiotia mentirosa significa aceitar a mentira como ponto de partida."
Eis um terrível dilema do hermeneuta. O que fazer?
Melhoras, caro professor. Não desista.
A comunidade jurídica, por outro lado, vai precisar de muita terapia linguística, hermenêutica e empírica, uma encefaloterapia intensiva, frente aos desafios contemporâneos inerentes à linguagem, ao Direito e à academia. Isso apenas para começar o que deveria ter sido começado há tempos. Apenas para não desistir do que há muito parece ter sido desistido.
Neste ponto, melhoras para todos nós: estamos a precisar. E muito.
Onde está a Capitã Cloroquina?
Eu, em solilóquio, respondo: - "Criando uma nova realidade? Navah?
Embora sejam contra a criação de um “direito resumido” ou de uma “academia de ginástica resumida", há muitos que defendem a aplicação, EM CARÁTER EXPERIMENTAL, inclusive de forma obrigatória e inconstitucional, de “vacinas resumidas”, ou seja, daquelas produzidas em curto espaço de tempo, sem qualquer comprovação científica de sua segurança e eficácia, notadamente a médio e a longo prazo, com inúmeros casos já registrados de seus efeitos colaterais graves, principalmente em crianças, adolescentes e grávidas. Aliás, para defenderem a aplicação dessas “vacinas resumidas”, oriundas de produções “resumidas”, há muitos que estão condenando e assassinando reputações de respeitáveis médicos e cientistas, que realmente estão tratando (e salvando) pacientes com o uso de medicamentos “off label”. Infelizmente, somente o tempo nos dirá se as “vacinas resumidas” serão (realmente) aprovadas por aqueles que já aprovam a sua obrigatoriedade, mas que, curiosamente, sempre condenaram outras produções “resumidas”. Por isso, caro professor, talvez a sua pergunta final possa ser respondida por aqueles que já aprovaram as “vacinas resumidas”.
Ocorre que a mentira pressupõe falta de verdade e a referida sempre vai ser deturpada conforme o observador, a CPI está aí como grande exemplo. Não importa o lado, sempre há duas versões. O problema é quando apenas um lado deseja imperar a sua e despreza as demais. Enfim, o que pode ser mentira para alguns, pode ser uma grande verdade para outros. A grande chave dessa questão é ter o entendimento que nem sempre estaremos com a verdade, o que é praticamente impossível hoje em dia, quero dizer, o ser humano tem muita dificuldade em reconhecer o próprio e voltar atrás.
É incrível como alguém consegue desvirtuar o cerne da questão e enaltecer o negacionismo tão combatido pelo Prof. Lênio. Pessoas com tais pensamentos realmente me assustam. Negar a ciência é retornar aos medievos onde a barbárie e a ignorância predominavam.
Perfeito o seu comentário.
Assino embaixo do inteiro teor do seu comentário.
P.S. Dr. Lenio, o senhor está, com certeza, com algum bloqueio psicológico há tempos. O senhor justifica teoricamente, com excelentes argumentos jurídicos, por exemplo, a necessidade da transcrição da ata em audiência e não consegue desenvolver o mesmo raciocínio para o voto impresso. Nem vou relacionar todas as inconstitucionalidades/arbitrariedades cometidas pela maioria dos julgamentos do STF porque a lista é longa. Apenas levanto uma única questão : sendo tantas e tão graves as inconstitucionalidades perpetradas em julgamentos do STF, ainda podemos falar de um STF enquanto instituição prescrita na Constituição de 1988 ?
Eu respondo que não. Os julgamentos do STF, sobretudo nos últimos dois anos, seja pela gravidade, seja pela quantidade, já invalidaram este tribunal em cotejo com suas funções descritas na Constituição de 1988. Afinal, quando quatro ministros, descaradamente, votam no sentido de que, quando a Constituição diz "é vedada", a interpretação é de que "é permitida", acabou !! Daí, toda a sua argumentação de que "não seria muito pior sem o STF" é só a confirmação de tudo que eu e muitos outros temos dito sobre o referido tribunal. Sim, é muito pior sem o STF, é o que os ministros provam nos referidos julgamentos, a essência do STF acabou, só ficaram as letras no prédio.
Os neocientistas do zap zap amam disseminar barbaridades.
Parece que Umberto Eco diz algo sobre isso em "Viagem na irrealidade cotidiana". Talvez, junto com a Coca-Cola, faça parte do "american way of life", a preferência pelos simulacros... bem, os ingleses, pré-estadunidenses, estabeleceram que basta parecer, não precisa ser. Jesus passeou pelas "verdes montanhas da Inglaterra"? "Maybe, prehaps...". E a Terra é mesmo plana?
Jesus passeou a pé na Inglaterra e a Terra é plana, se isso significa poder e ascendência da iniciativa privada sobre estados nacionais. E depois o louco sou eu, é mole?
Obrigado "Doutor", o seu comentário exemplificou perfeitamente o que é Navah!!!!
Não vou nem me dar ao trabalho de responder a quantidade de mentiras em seu comentário, mas peço encarecidamente que não saia acreditando nas besteiras que recebem em seu "zapzap".
Professor, respondendo às suas indagações, até existem coisas como "academia de ginástica resumida", "academia desenhada" e "faça academia em 5 minutos diários, sem esforço".
Apenas não funcionam - e, por isso, caem no desuso...
Esse comentário é um perfeito exemplo da situação que o Streck apresenta no texto, de que é muito sensível tentar argumentar com um mentiroso sem dar credibilidade a mentira no momento que você já a utilizou como ponto de partida. Apesar de aparentemente bem escrito, o seu comentário tem um problema conceitual logo no início. Você compara vacina com textos de estudo sob a características de poderem ser resumidos. Logo, claramente você não sabe o que é uma vacina. Isso é o máximo que posso discutir com você.
"Perhaps" e não "prehaps".
E se os "fakes news" e as pós-verdades inundaram o mundo todo com o que parece mas não é, porque não chegariam no Direito?
Os predadores internos não percebem que o são. E o pior, costumam ter ainda mais seguidores e ouvintes.
Melhoras, professor.
O exemplo foi ruim. Os EUA são um país refratário a simulacros, diferentemente do nosso.
Ora, narrativas, mentiras, vem ocorrendo - e não é de hoje - de todos os lados, inclusive deste site (hoje parece tratar mais de política que de direito) e da chamada grande mídia. Um festival de falácias, de falas descontextualizadas, de matérias maliciosamente editadas, de especialistas convenientemente selecionados, etc., e de relativismo moral.
O que não falta por aí é democrata de ocasião. Não chegamos até aqui por acaso.
Leiam com atenção os enunciados e assinale as alternativas corretas:
a ( ) as vacinas resumidas são produzidas em curto espaço de tempo, e por isso não tem comprovação científica de sua segurança e eficácia, além de causar efeitos colaterais graves, principalmente em crianças, adolescentes e grávidas.
b ( ) as vacinas resumidas não existem porque todas as vacinas têm bula e são inteiramente produzidas seguindo-se métodos científicos aptos à comprovação de sua eficácia (E), aferida a partir de testes em voluntários, dividindo-se o número de pessoas contaminadas que tomaram a vacina (v), pelo número de pessoas contaminadas que tomaram placebo (p), subtraindo 1, representada pela fórmula E = 1 - (v/p), e por isso salvam vidas.
c ( ) no Brasil morreram mais de 500 mil pessoas vítimas da COVID-19 por falta de hidroxicloroquina e congêneres (medicamentos sem bula para vírus da Sars-Cov-2).
d ( ) no Brasil morreram mais de 500 mil pessoas vítimas da COVID-19 por falta de vacina.
Boa prova, 2ª série.
Reflexão do dia: "As mentiras criam seu próprio critério de verificação".
Caro Afonso, conhece alguma outra culltura além da anglo-estadunidense que tem tantas cópias do Davi de Michelângelo no mundo? Uma cultura de onde brotam esquisitices como o busto da Monalisa? Pizzas congeladas e comidas que-tais são o dia-a-dia da turma que nasce e cresce sob essa cultura. Não podia ser diferente: o que sustenta os pilares do poder concentrado por lá são as propagandas, comercial e ideológica, que trabalha fundamentalmente com simulacros, "fake news", meias-verdades. Porque "morreram" com Samantha Reed Simth, Martin Luther King e o mais grave, Gary Webb, que suicidou-se, pasmes, com dois tiros na cabeça, senão porque suas expressões atentavam contra as imagens que os Estados unidos tentavam estabelecer? Contra quem, como e para que essa cultura promete manter "mental fights", na canção citada, "Jerusalem"? "Mental fights" relaciona-se a simbolismos, a simulacros da realidade, não é isso?
Se tiver interesse e disponibilidade, permita-me reforçar o convite ao livro do Umberto Eco que citei acima, "Viagem na irrealidade cotidiana". Mas não acredite sem crítica - nada é bom se tomado sem crítica - apenas verifique.
" What it seems to be is always better than nothing" /v=g0_FvK51wOQ
["What a Fool Believes" - Doobie Brothers - 1979]
Vale a pena ouvir a música
https://www.youtube.com/watch
"What seems to be is always better than nothing", sem o "it".
É exatamente este o ponto : o que é uma vacina ? É isso que muitos médicos e cientistas de áreas correlatas, alguns renomados como o Prêmio Nobel Luc Montagnier vêm alertando desde que foi anunciada a primeira "vacina" contra a Covid. Em primeiro lugar, as vacinas tais como são entendidas, não são como essas ditas vacinas contra a Covid-19, que é feita a partir de mRNA, ou seja, não se encaixa no conceito de vacina, mas trata-se de uma terapia genética. Ademais, vacinas, para serem consideradas seguras, precisam ser observadas por, pelo menos, cinco anos e não poucos meses como essas ditas vacinas contra a Covid-19. Foi nesse sentido o comentário sobre "vacinas resumidas", ou seja, vacinas "aprovadas" sem o necessário tempo de observação de efeitos adversos. Vale a pena ver a "live" do canal do promotor, entre vários membros do MP e a médica Maria Emília Gadelha Serra, disponível em ZLx5Dz001g
https://www.youtube.com/watch?v=1
Caríssimo, se a urna é manipulável e o TSE/STF/Barroso já anteciparam que, mesmo se for aprovado o voto impresso, não irão cumprir seja por uma "motivo" ou por outro, haverá nova eleição "suspeita" e, a cada eleição, aumenta enormemente o número de cidadãos que não confiam no sistema exclusivamente eletrônico. Quem está "condicionando" ? Qual a solução racional ? Acredito que, sem dúvida, a adoção do voto impresso. É só raciocinar em termos de verossimilhança, a quem aproveita e outras ponderações desse tipo.
O dilema do hermeneuta desaparece se escrever "vacina" no rótulo ?
Prezada Regane, o que o Bolsonaro está fazendo não é querer eleições limpas, pois se assim o fosse ele não teria acusado de fraude as eleições de 2018 e de que há fraude/manipulação nas urnas eletrônicas sem ter provas. Ao fazer isto, ele sabotou o próprio debate e, ao condicionar as eleições a determinado resultado, ele visa e aposta no caos. Em relação ao TSE não adotar uma possível decisão pelo voto impresso, é porque há elementos que dificultam a adoção imediata, como, por exemplo, custo, equipamento, treinamento de mesários, testes... A biometria e as próprias urnas eletrônicas não foram impladas imediatamente. Em relação ao STF e seu autoritarismo, Bolsonaro está bem longe de lutar pelo fim dos desmandos do STF, visto que não apoiou e até lutou contra a CPI da lava toga, o filho 01 trabalhou para impedir a instalação da CPI da lava toga. O que ele quer é tumultuar e causar o caos para ter a justificativa do golpe e, novamente, os militares entrarem para "reorganizar o país, colocar nos trilhos e afastar o perigo do comunismo"
Entendo perfeitamente o seu ponto de vista, mas acho que não é bem assim. A questão do voto impresso é antiga já foi aprovada pelo Congresso anos atrás, e o Min. Gilmar primeiro disse que a lei seria aplicada "aos poucos". Depois, o STF decretou a "inconstitucionalidade". O projeto de lei era do então deputado Jair Bolsonaro. Os argumentos falaciosos do Min. Barroso que, inclusive, chegou a dizer que facilitaria o voto de cabresto, quando ele sabe muito bem que o sistema proposto não permite que o eleitor leve o comprovante impresso consigo, só demonstram mais suspeição. E não falta verba, muito menos pessoal treinado. Tem verba demais e acoplar a impressora não é complicado, as urnas existentes já foram projetadas para isso. Se você confia na urna eletrônica, eu entendo e respeito o seu ponto de vista, por favor, tenha reciprocidade com o ponto de vista contrário. E, sobretudo, respeite a grande maioria de brasileiros para os quais essa questão é prioritária, tanto é que vêm cada vez mais às ruas para manifestar-se pelo voto impresso. Acho que você está equivocado em relação ao que falou sobre Bolsonaro querer criar um tumulto. O Povo está exigindo cada vez mais e ele é só o porta-voz. De todo modo, a quem interessa a normalidade democrática ? Parece-me que também faz parte da democracia que as instituições ditas democráticas respeitem a soberania popular. Em outros países, as urnas eletrônicas foram abandonadas, ou há sistemas mistos ou, ainda, urnas mais auditáveis e seguras. As nossas estão defasadas e o próprio TSE reconhece.
Pode ser vista a sustentação oral do advogado, no julgamento da ADI 5889, em 2018, perante os ministros do STF. Todos os questionamentos de hoje, custos da implantação do voto impresso, necessidade desse controle, etc. =9AeTCEcHkz4
https://www.youtube.com/watch?v
Após a invasão de hacker no sistema cibernético do TSE, a então presidente do TSE, Min. Rosa Weber, enviou ofício ao então delegado geral da polícia federal, Rogério Galloro, para solicitar investigação. Em dezembro do mesmo ano de 2018, Rogério Galloro foi convidado para integrar a equipe de Rosa Weber no TSE, e aceitou. Posteriormente, em agosto de 2020, o mesmo Rogério Galloro foi para a equipe do Min. Fux no STF. Rogério Galloro era o diretor geral da polícia federal quando o então candidato Jair Bolsonaro sofreu o atentado durante a campanha eleitoral. Mais detalhes no vídeo :
https://www.youtube.com/watch ?v=-21kcclbcdo
Assinale as alternativas corretas.
A ( ) As “vacinas resumidas” são aquelas produzidas em curto espaço de tempo, sem qualquer comprovação científica de sua segurança e eficácia, e por isso apresentam efeitos colaterais graves, principalmente em crianças, adolescentes e grávidas, e por isso não devem ser adquiridas, tampouco ministradas.
B ( ) As “vacinas resumidas” simplesmente não existem porque todas as vacinas possuem bula com registro completo de seus dados informativos (composição, posologia, contraindicações e indicações), sendo produzidas a partir de métodos científicos rigorosos, cuja eficácia (E) é aferida a partir de testes em pessoas voluntárias, dividindo-se o número de pessoas contaminadas que tomaram a vacina (v) pelo número de pessoas contaminadas que tomaram placebo (p), subtraindo-se 1, representada pela fórmula E = 1- (p/v), e por isso protegem vidas, devendo devem ser adquiridas e ministradas imediatamente numa situação de pandemia.
C ( ) No Brasil, mais de meio milhão de pessoas morreram vítimas da Covid-19 por falta de hidroxicloroquina, ivermectina e outros medicamentos congêneres sem bula para tratar o vírus Sars-Cov-2.
D ( ) No Brasil, mais de meio milhão de pessoas morreram vítimas da Covid-19 por falta de vacina.
Reflexão do dia “As mentiras criam seu próprio critério de verificação”
Bom prova, 2ª série.
A ( ) As "vacinas resumidas" são aquelas produzidas em curto espaço de tempo, sem qualquer comprovação científica de sua segurança e eficácia, e por isso apresentam efeitos colaterais graves, principalmente em crianças, adolescentes e grávidas, e por isso não devem ser adquiridas, tampouco ministradas.
Essa afirmação é verdadeira. Pode conferir em -manipulated-vaccine-trial-protocols/<br /> en-dead-covid-vaccine/
https://greatgameindia.com/pfizer
https://greatgameindia.com/childr
https:// www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticia s-anvisa/2021/comunicado-suspensao-da-va cina-da-astrazeneca-para-gestantes/comun icado_ggmon_005_2021.pdf
https: //www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa21 04983
https://www.estudosnacion ais.com/33547/uso-experimental-e-emergen cial-de-farmacos-nao-pode-ser-obrigatori o-por-violar-etica-de-pesquisa-com-seres -humanos/
B ( ) As "vacinas resumidas' simplesmente não existem porque todas as vacinas possuem bula com registro completo de seus dados informativos (composição, posologia, contraindicações e indicações, sendo produzidas a partir de métodos científicos rigorosos, cuja eficácia (E) é aferida a partir de testes em pessoas voluntárias, dividindo-se o número de pessoas contaminadas que tomaram a vacina (v) pelo número de pessoas contaminadas que tomaram placebo (p), subtraindo-se 1 representada pela fórmula E=1-(p/v) e por isso protegem vidas, devendo ser adquiridas e ministradas imediatamente numa situação de pandemia.
Essa afirmação é falsa e pode ser conferida nos links apresentados para a alternativa anterior e, também, nos links abaixo
t.me/TVAMARANTE
[vídeo] Entrevista com Prêmio Nobel Luc Montagnier - vacinas Covid são erro médico
[vídeo] Geert Vanden Bossche, PhD, faz revelações sobre as vacinas Covid-19
[vídeo] Dr. David Martin
C ( ) No Brasil, mais de meio milhão de pessoas morreram vítimas da Covid-19 por falta de hidroxicloroquina, ivermectina e outros medicamentos congêneres sem bula para tratar o vírus Sars-Cov-2
A afirmação é duplamente falsa. Não se fazem autópsias em pacientes com sintomas semelhantes à Covid, mas atestam "suspeita de
Covid-19". Também, em nenhum país do mundo, nenhum laboratório isolou o vírus da Covid. Todas as amostras analisadas desde 2020 só apresentaram INFLUENZA A e INFLUENZA B, vírus da H1N1
D ( ) No Brasil, mais de meio milhão de pessoas morreram vítimas da Covid-19 por falta de vacina
A afirmação é falsa pelas razões expostas na alternativa anterior e, também, porque o número de óbitos aumentos desde que começou a vacinação, sugerindo que estudos mais aprofundados devem ser imediatamente feitos acerca da segurança das vacinas.
Sra. Rejane, parabéns.
Obteve o certificado NAVAH com êxito.
Dispensa comentários.
PS. Outra questão: ( ) as vacinas resumidas existem e por isso transformam as pessoas em jacarés (V ou F?)
Dica: link na internet de uma autoridade questionando esta possibilidade poderá servir de referência teórica para concluir que a afirmativa é "V".
Confira em https://istoe.com.br/bolsonaro-sobre-vac ina-de-pfizer-se-voce-virar-um-jacare-e- problema-de-voce/
Os links que eu apresentei ao responder à questões propostas pelo senhor referem-se a declarações de médicos e cientistas de áreas correlatas, de legislação e de estudos científicos.
O senhor ridicularizou como se o fato de apresentar links de qualquer natureza fosse o que eu fiz, quando sabe que não.
Todavia, no caso específico dessa afirmação de "virar jacaré", a brincadeira acabou por ser de mau gosto, não por causa do PR, mas de alguém que ridicularizou assim como o senhor e faleceu poucos dias depois de tomar a vacina. Pesquise na internet.
...mas não me leve a sério em matéria de fake news, porque isto é assunto próprio dos enganadores, mas parece que a Sra. está levando bem a sério o ceticismo destes links negacionistas e nem se constrange da mesma postura assumida a respeito da Covid-19 dizendo absurdos como "Todas as amostras analisadas desde 2020 só apresentaram INFLUENZA A e INFLUENZA B, vírus da H1N1" e que "o número de óbitos aumentou desde que começou a vacinação".
Alvíssaras!!! Prêmio NAVAH!!!
Basta digitar no google a palavra-chave de interesse que o resultado direcionado vem, e a problemática está isenta da vontade do pesquisador. É a “ciência resumida”, sem dialética, sem critério de verificação, sem nada além de voluntarismo!!! É a nova solucionática!
É só pesquisar “terraplanismo” no google e obter farto material (144.000 resultados) para se convencer de que a Terra é mesmo um plano de quatro vértices e com bordas, para tanto, basta ignorar a hipótese de que a “Terra é redonda” (15.400.000 resultados).
Isto explica por que ainda há tantos sectários da crença terraplanista (velho ceticismo), e agora fazendo sectários da novilíngua do voto impresso “auditável” (novo ceticismo), sob a premissa falsa de que a contagem manual de votos seria mais segura, à prova de fraudes.
Só um completo alienado político, eleito inúmeras vezes pelas urnas eletrônicas, questionaria a lisura do próprio pleito: “Veni, vidi, vici... VAR”.
Além do mais, é da própria autoria do PR a declaração que relacionou vacinas e jacarés, portanto, não tente terceirizar a responsabilidade pela situação esdrúxula criada, equiparável à derrotada ideia do voto impresso (“auditável” por quem?).
A propósito, as bulas das vacinas autorizadas são impressas e estão disponíveis para leitura “fora da caverna".
Tudo o que o senhor disse também pode ser aplicado para o senhor. A realidade sempre prevalece. O tempo mostrará.
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