Juíza que incentivou aglomerações leva advertência por produtividade

O Conselho Nacional de Justiça determinou a realização de correição extraordinária para verificação do funcionamento da Vara Criminal e da Infância e Juventude de Unaí (MG). 

Reprodução/Facebook

Relatório aponta baixa produtividade e sucessivas falhas da juíza Ludmila Grilo 
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Nesse sentido, a Portaria 78 de 6/9 determina a apuração os fatos apontados por relatório da Corregedoria Geral de Justiça de Minas Gerais. Entre as faltas cometidas, estão a ausência da magistrada no fórum durante o horário do expediente forense ou mesmo seu comparecimento após o seu encerramento.

Também foi relatado o  exercício de teletrabalho de forma não autorizada pelo TJ-MG e o comprometimento do andamento regular dos expedientes físicos e dos urgentes ante a ausência da juíza no fórum ou falta de resposta aos pedidos de informação.

A juíza da Vara Criminal e da Infância e Juventude de Unaí (MG), Ludmila Lins Grilo, tornou- se nacionalmente conhecida por incentivar aglomerações em plena crise sanitária provocada pela disseminação da Covid-19 no país. 

Além de motivar esse tipo de reunião, a juíza também deu dicas a seus seguidores nas redes sociais sobre como burlar a exigência do uso de máscaras em shoppings sem serem censurados ou repreendidos. 

Em seu perfil no Twitter, a juíza Ludmila Lins Grilo se disse alvo de perseguição. "Tentaram emplacar a narrativa de 'improdutividade'. O que ninguém imaginava é que eu, como boa aluna do Olavo [autoproclamado filósofo e guru bolsonarista], já sabia que, um dia, minha produtividade misteriosamente 'sumiria' do sistema, ou seria 'lançada errado'… e que eu mantinha um registro paralelo e auditável de TUDO", escreveu. 

A portaria, assinada pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Luis Felipe Salomão, determinou que a correição deverá tramitar sob segredo de justiça.

Clique aqui para ler a portaria na íntegra

Rafa Santos

é repórter da revista Consultor Jurídico.

André Pinheiro disse:
11 de setembro de 2022 às 05:19

Difícil entender que pessoas formadas não entendam do mundo microscópico e justificam atitudes que levam e levara. à morte de forma tão natural e explícita.
Essas mesma pessos ao menos por coerência poderia escolher melhor suas vítimas, não é possível que velhos e pessoas com comorbidade sejam o que tem de pior no Brasil.
Tirando isso, é necessário de fato avaliar não só a a questão de baixa produtividade e sim, a qualidade da produção.
Se são os assessores e estagiários que de fato levam o judiciário nas costas, então que se demitam todos os juízes.
Assim o sistema fica mais sincero, transparente e mais barato para o contribuinte.
Para não ficar tão desordenado, 27 desembargadores poderiam coordenar o exército de assessores e estagiários sem precisar de juízes.

Adv.RASI disse:
11 de setembro de 2022 às 05:56

Onde está o equilíbrio moral desses que se dizem juristas. Perseguição em casos de quem é Bolsonaro e que defende o Brasil. Os que defende o desvio de verba e falcatruas, eles não fazem nada, dando-nos a entender que não devemos mais confiar na justiça.

Nelson Guimarães disse:
11 de setembro de 2022 às 07:36

Essa correição por parte do CNJ, nada mais é do que perseguição política em razão das opiniões políticas dela.
A pessoa que escreveu a notícia mostra seus viés ideológico.
O CONJUR, da mesma forma, não trata as notícias de forma isenta também.

LucilleSP disse:
11 de setembro de 2022 às 08:32

Filósofo não é quem tem um diploma, mas uma filosofia, Olavo de Carvalho é reconhecido mundialmente por grandes instituições e personalidades.
Todos sabem que o lockdown só prejudicou a todos, mas certamente o repórter achou justo as prefeituras perseguirem cidadãos ou soldarem portas de comércio. Claro que a juíza seria perseguida por ir contra a ditadura dominante que 99% dos jornalistas apoiam porque no lockdowm sua profissão, tão dispensável, pois ninguém precisa ouvir ou ler tanta asneira, foi considerada essencial.
Matéria enviesada sem um pingo de profissionalismo e isenção. A propósito, tenho um excelente caso da incompetência do judiciário em todas as instâncias (a justiça é só um ente abstrato que não existe no Brasil), gostaria de relatar para vocês analisarem. Como faço?

Ingrid Ferraz disse:
11 de setembro de 2022 às 12:14

É lamentável um site como este postar uma matéria dessa! Sinceramente, perdeu toda a credibilidade que eu tinha nele.
Essa juíza não é nada do que dizem, NADA! Aos que duvidam, pesquisem e não deixemos que a mídia possa intimidar os que estão ao lado da verdade!

Ike Eskinazi disse:
11 de setembro de 2022 às 13:49

O estudante de Direito tenta negar a acusação de falta de produtividade ao acusar a corregedoria de ser politicamente motivada. Que péssimo estudante ele é e será um formado pior ainda

Advogado e Professor de Direito disse:
11 de setembro de 2022 às 19:58

Matéria tendenciosa e sem credibilidade!
O Conjur tá se igualando ao Migalhas e ao Yahoo comunista.

Bade disse:
15 de setembro de 2022 às 10:32

Mas um Fake News.
Muita matéria esquerdista.

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