Vários veículos de imprensa têm divulgado a insatisfação do Presidente Lula em face dos recentes acontecimentos que envolvem a PF. Lula já proferiu dura crítica ao modus operandi da Policia Federal, chegando a dizer que não há controle na instituição, endossando manifestações de políticos da cúpula do PMDB, que também alardeiam que a PF está sem controle.
O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, diz que a Polícia Federal não tem controle. Ele diz isso há muito tempo e a toda hora. O presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinigaglia, já comentou sobre a falta de controle na PF; sendo certo que o Presidente do Senado seguiu o mesmo caminho.
Ainda no Senado, onde não é possível desconsiderar a importância do Senador José Sarney, talvez o futuro Presidente da Casa, a tribuna tem sido por ele usada, freqüentemente, para protestar pela falta de controle da Polícia Federal.
Enfim, as maiores autoridades dos três poderes da nossa jovem democracia estão de acordo, e quase que numa espécie de ralha asseveram que: A Polícia Federal está sem controle.
O que essas ilustres autoridades ainda não enxergaram, ou não querem perceber, é o fato de que não é a Polícia Federal que está sem controle, mas sim, a maioria dos jovens e entusiasmados delegados da Polícia Federal, só isso.
A Fenapef — Federação Nacional dos Policiais Federais vem lutando ao longo do tempo para que a carreira Policial Federal seja constituída de um cargo único de Policial Federal, acessível por concurso público somente na base da Carreira, e não no final dela. Esse é o modelo existente nas mais importantes e estruturadas organizações policiais do mundo moderno.
Esse modelo buscado pela Fenapef acabaria com o cargo de Delegado de Polícia Federal, hoje transformado num personagem temido, mas nem tanto respeitado pela Sociedade, que passa a atuar na função policial, com voz de mando e comando, às vezes com um só dia de serviço, sem qualquer experiência ou convivência com o mundo científico da investigação criminal.
Usando de um Know-How que parece provir de nove anos de atuação no Gabinete do Senador Romeu Tuma, o verdadeiro criador do “marketing policial”, o delegado aposentado Paulo Lacerda foi quem contaminou a PF com a forma de atuar crivada de espalhafato, e essa contaminação atingiu em cheio a maioria esmagadora dessa meninada transformada em delegados, que simplesmente adorou a nova farra, recheada de aparições nas TVs, nos jornais, nas revistas.
No início a Fenapef alertou várias vezes sobre o excesso que se praticava nas ditas operações mirabolantes da PF contra a corrupção. O Judiciário colaborou, o Legislativo se omitiu e até a campanha de reeleição do presidente Lula andou tirando proveito das grandes operações policiais que a meninada produziu de forma “holywoodiana”.
Quando algumas dessas operações atingiam desafetos políticos e funcionários públicos, inclusive da Policia Federal, o aplauso para Paulo Lacerda era uníssono, e até uma capa de importante revista enalteceu os “grandes feitos de Lacerda”, sendo certo que essa mesma revista hoje faz critica voraz a Lacerda e suas operações espalhafatosas, que antes enaltecia.
Lutar contra corruptos, corruptores e toda a gama de criminosos do colarinho branco é preciso e ninguém em sã consciência pode ser contra. Não acredito que seja isso que está sendo criticado. Acredito que a critica é para a forma jurídica dessas investigações. Só isso.
O que todos precisam entender, incluindo o Presidente Lula e as demais autoridades já mencionadas, é que esse modelo de polícia existente na PF é servil à idéia imperial que admite a existência dos Delegados do Imperador que, no Brasil, já em distante quadra de tempo, tudo podiam fazer em nome de D. Pedro I. Hoje, contudo, não havendo Império, senão o da Lei — é preciso afastar do contexto da séria persecução penal essa conduta de meninos-imperadores, até perdoáveis, eis que o erro está no modelo praticado.
A Federação Nacional dos Policiais Federais vem pregando uma renovação total na forma de investigação feita através de malfadados e ultrapassados inquéritos policiais, que acabam não levando, em 90% dos casos, à indicação da autoria criminal. Esses inquéritos conduzidos, na maioria das vezes, por autoridades que se encantam com a fama fácil e imediata acabam sendo, quase sempre, instrumentos de impunidade.
Advogados, famosos ou não, tem contado com imensa facilidade para absolver seus clientes em apurações conduzidas dessa forma, permeadas de entrevistas dos investigadores, com indevidos vazamentos de sigilos, excessos de grampos telefônicos e toda ordem de irregularidades que são praticadas, apontadas pela mídia e pela Justiça.
A carreira única acabaria com esse verdadeiro “Clube” que alterna somente o comando da Direção-Geral do Órgão, e que dá espaço a que se formem castas e turminhas de delegados famintos pelas chefias e comandos, onde a Instituição Policial Federal é transformada em mero instrumento de escalada pessoal.
Quem nunca leu que a PF é dividida em delegados do PSDB, delegados do PT, delegados do Romeu Tuma, delegados do Agílio Monteiro, delegados do Galdino, delegados do Chelotti, delegados do Lacerda e, agora, delegados do Luiz Fernando Corrêa?
É, e sempre será assim enquanto o Executivo, o Judiciário e o Legislativo não entenderem que essa receita de comando de segurança pública está falida e ultrapassada, não servindo, em nada, à nossa jovem democracia.
O cargo único na PF que consiste uma carreira única, acabaria com tudo que existe de errado e ultrapassado na Polícia Federal brasileira. Seria a grande novidade de uma democracia que quer ser perpetuada.
As investigações seriam feitas em conjunto com o Ministério Público sob controle da Justiça Federal e os comandantes das investigações seriam Policiais Federais experientes, que não se deixam levar pelos holofotes da mídia.
Investigar juízes, políticos, mega empresários, servidores públicos e até policiais federais que transgridam a lei é necessário e sempre será. Mas, da forma como se tem feito, só aumenta a impunidade e a sensação de que os poderosos tudo podem.
Hoje, Daniel Dantas, um dos maiores suspeitos de falcatruas milionárias e prejudiciais aos cofres públicos, poderá ser inocentado pela conduta carnavalesca de grupos de delegados que se juntam em uma confraria para apurar somente o que interessa para eles e seus superiores e nunca o que se tem que fazer institucionalmente. Daniel Dantas deve estar rindo disso tudo.
O presidente Lula tem nas mãos, juntamente com o ministro da Justiça, Tarso Genro, uma grande oportunidade de acabar com “A República dos Delegados”, razão do desgoverno que assola a PF.
Criar uma nova Polícia Federal que possa fazer jus a uma verdadeira democracia passa por atitudes corajosas e arrojadas por parte das autoridades dos três poderes. Não adianta essas autoridades extravasarem suas iras através da mídia. Muito mais útil para o Brasil seria se agissem em prol de sanear a PF.
Se não fizerem isso, nesse exato momento que a “República dos Delegados” está executando um verdadeiro desarranjo institucional, perderão a oportunidade de transformar a Polícia Federal em uma polícia verdadeiramente republicana ,como o iludido lacerdista Marcio Thomaz Bastos chamava a Polícia que ele ajudou a destruir.
Se as autoridades de verdade que podem mudar essa história imperial não agirem imediatamente, não venham no futuro reclamar das buscas em suas casas e das investigações que podem ser vítimas apenas pelo partido que pertencerem. Pimenta nos olhos dos outros não deveria ser refresco nunca.
A Polícia Federal não precisa de controle.

A PF não precisa de controle. Não precisa de pouco controle, precisa de muito controle, mas controle mesmo precisa quem manda a PF fazer o que faz e ainda assina embaixo.
E necessário a carreira unicas nas policias.
O correto seria a unificação das policias, ficando uma federal outra estadual.
A policia federal aprendeu com o ministerio publico.
Mais como vivemos num mar de honestidade, faltara trabalho para as policias aparecer.
Incrível! Lula acha que todo mundo é inbecíl, e que não sabem que essa desgraça toda de estado policial é obra sua. Ora, faça-me o favor!
O que defende o articulista é que agentes tenham o mesmo poder e salário de delegados, sem prestar o necessário concurso. É obvio o ressentimento de classes na polícia e muitos estão magoados por não serem ouvidos pela mídia, ao final e até mesmo durante as grandes operações, que sempre que precisa informações procuram o chefe das investigações, sempre delegados.
Por mais bonitinha que seja a roupagem a ideia de ser delegado sem concursso é horenda deais para ser palatavel...não tem jeito, quem quiser ser delegado vai ter de estudar...
Ótimo sr. articulista. Então a chefia vai ser comandada pelos "talismãs antigos da casa" em vez de pessoas capacitadas que estudaram com competência e desvelo para tornarem-se delegados.
Recomendo ao sr. articulista que forme-se bacharel em direito e estude mais alguns anos para um concurso que está muito mais difícil do que na época que os srs. passaram, (vamos ver, 1980 por acaso?)
Daí sim, os srs. poderão exercer o comando que tanto cobiçam.
A Policia Federal, realiza trabalho sério, porém também existe desvio de condutas e abusos.
Quanta bobagem disse esse senhor. É esse tipo de policial federal que enfraquece a própria instituição. Ao invés de reunir forças nesta hora em que a Polícia precisa e em que todos estão contra ela, vem este senhor, que integra o órgão, falar asneiras deste tipo, tentando destruir a imagem dos próprios colegas p/ vender essa idéia de teor constitucional extremamente discutível, deveria se envergonhar disso...Lamentável
Eu havia decidido me calar neste sitio até que os "professores" do Avante PF e MPF fossem p/ o inferno de suas idéias corrompidas por asneiras.
Mas ...com todo o respeito que se deva dar a uma "otoridade" policial (federal), a articulista "Dra" Laura demonstra nitidamente em suas palavras a urgencia da restruturação da "gloriosa" PF.
Oras, na sua contra argumentação sobre a matéria veiculada, a mesma confirma a tendencia ABSURDA da exposição midiática pelos delegados desta repartição, ao ponto da mesma ELEGER tal faceta como MOTIVO causador da insatisfação dos agentes subalternos.
ELA conhece a causa porque vivencia diariamente o problema, então passo a acreditar nela e como nunca apoiei os agentes (subalternos), a partir de agora, ENTENDO, CONCORDO e AVALIZO a luta da classe para DESTRONAR a arrogancia sem precedentes destes delegados autoritários.
Dr. Jabuti!!!???, não coloque em minha manifestação suas idéias pré-concebidas. Em momento algum disse que apoiava a exposição midiática de delegados. Em anos de carreira, só em ocasiões excepcionais dei entrevistas, sempre pedi aos repórteres que procurassem o serviço de divulgação e imprensa do órgão a qual estou vinculada. Acho ridículo delegados posarem de paladinos da justiça ou galãs de filme mexicano, que a pretexto de ficar bonito na tv desandam a falar besteira e deixam seus trabalhos de lado. O que realmente ocorreu entre os policiais é que este ressentimento se acirrou quando a imprensa passou a jogar luz sobre as operações. Dizem os agentes que eles pegam o touro a unha, prendem e no final só o chefe aparece. Não se iluda agente de policia quando torna delegado adora dar entrevistas. O que muitos defendem é a subida na carreira sem o concurso. Tornando chefe de equipe, tenho cá minhas dúvidas que o que condenam não se repetirá. A grande maioria dos delegados já foram agentes, escrivães, administrativos ou papis e prestaram concurso. Só tem uma classe que causa mais raiva nos atuais insatisfeitos, é aquilo que eles jocosamente chamam de "meninos concurseiros" por que será?
Viva o concurso público!
O cargo de delegado federal é acessível a todos, desde que, atendam os requisitos legais.
Srs. Agentes, Escrivães, etc., querem ser delegado, estudem, passem no concurso, e serão nomeados.
Não adianta tentar "baypassar" o concurso.
A sociedade a aceita outra forma de preenchimento do cargo, senão por concurso público.
O resto e choro de gente preguiçosa, que não quer estudar.
Estudem vocês são capazes, podem ser aprovados!
Vai estudar e pare de ficar chorando aqui, Garisto.
Pelo o que eu já ouvi falar, o autor desse "brilhante" texto já prestou concurso para Delegado Federal e não passou.
Agora ele vem com essa tese infantil, sem fundamentos jurídicos e totalmente inconstitucional.
Ele apenas vende o famoso "ouro de tolo" para alguns poucos servidores da Polícia Federal. O pior disso tudo é que esse tipo de coisa apenas enfraquece o órgão.
A PF tem agentes novos e antigos que são nota 10, como também possui outros novos e antigos que estão abaixo da média.
O mesmo se dá com Delegados, Juízes, membros do MP, médicos, engenheiros, administradores, carpinteiros, garis etc.
Tempo de serviço por si só nunca foi sinônimo de competência.
O concurso público é a forma democrática e legal de prover os cargos públicos.
Mais uma vez: vai estudar!
Algumas noções básicas do sistema jurídico criminal e policial infirmam a tese defendida pelo articulista:
1) Nenhum Policial Federal "prende" pessoas ou "apreende documentos e bens" sem uma ordem Judicial (a não se nos casos de flagrante de delito);
2) Nenhum Delegado de Polícia Federal formula representação ao Juízo sem a concorrência de outros policiais (não delegados). De fato, toda representação é calcada em diligências de campo, emrpeendidas pelos policiais agentes da Autoridade Policial, e outros elementos colhidos por atuação direta do Delegado. Assim, toda representação é fruto do trabalho dos Policiais Federais (EPFs, PPFs, APFs e pelo presidente da Investigação, o DPF). Se o nome do Delegado é que fica grafado na representação é porque faz parte do cargo assumir a responsabilidade pelo trabalho do grupo.
3) Nenhum Juiz Federal é "ingênuo" para simplesmente acatar todas as alegações do Delegado;
4) Nenhum Juiz Federal (ou mesmo Estadual) decide sobre as representações sem prévia ouvida do Membro do Ministério Público;
5) Nenhum membro do Ministério Público (seja Federal ou Estadual) é ingênuo ou relapso, a ponto de acatar sem qualquer juízo crítico uma representação formulada pela Autoridade Policial.
6) Para os eventuais desvios de conduta, contamos com uma Corregedoria;
7) Sendo assim, só posso concluir dizendo que os Delegados de Polícia Federal (novinhos ou antigões) ESTÃO MUITO BEM CONTROLADOS.
8)O que está fora do controle é a CORRUPÇÃO!
9) É admissível a defesa da carreira única e a pretensão pelo aperfeiçoamento do órgão; o que não é aceitável é utilizar de uma pretensão autoritária para se atingir tal objetivo, pois o "controle" reclamado é, na verdade, pretensão de supressão de atuação.
LAMENTÁVEL.
INCRÍVEL ! Me parece que o Sr.Garisto acertou na ferida central do corporativismo dos delegados de polícia.
Pela revolta dos textos de alguns delegados pode-se notar que o arrazoado do editorial está correto.
Lí e não consegui enxergar onde o articulista prega o fim do concurso ou o aproveitamento de agentes se transformando em delegados sem concurso.
O que lí foi uma tese muito interessante de um conceito de administração de segurança pública que se pratica nos USA-INGLATERRA-ALEMANHA e em outros países onde a segurança pública não se encontra no caos em que a brasileira está.
Parabéns senhor Garisto, sei que os delegados ( imperadores ) irão te fritar na fogueira da inquisição pelas suas idéias, mas eu concordo com você.
Do jeito que os delegados de polícia atuam no Brasil não contribui em nada com a democracia brasileira.
Vejam só ! O Tal de delegado federal Luis Roberto , que em tese é das ditas "autoridades" que chefiam as investigações e sugerem os famosos "indiciamentos" escreve aqui :
"Pelo o que eu já ouvi falar, o autor desse "brilhante" texto já prestou concurso para Delegado Federal e não passou."
O Garisto tem razão mesmo, só por ouvir falar ,esse tal delegado federal já sai acusando ele. Tem muita gente investigando por "ouvir falar" ?
Sou policial e conheço o Garisto de longa data. Sei, mas não por ouvir falar, que o Garisto ganhou uma ação judicial para se apresentar na Academia Nacional de Polícia para fazer o curso de delegado de polícia federal e não se apresentou porque era presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais-FENAPEF e entendeu que como pregava o ingresso pelo início da carreira e não pelo fim, estaria sendo incoerente. Hoje os alunos desta mesma turma do Garisto foram todos nomeados em um "TREM da ALEGRIA" judicial chamado apostilamento, trem este que Garisto não quis embarcar.
Depois o tal de delegado Luiz Roberto diz:
"Vai estudar e pare de ficar chorando aqui, Garisto."
Se ele é o Luis Roberto que eu acho que é ,e que tem o apelido de SEBINHO na PF, deveria saber que o Garisto é bacharel em Direito e em Comunicação Social, além de mestre em Direito Constitucional.
O que o Garisto coloca aqui não se trata de ser delegado sem concurso , mas sim entrar na PF pela base da carreira e não pelo fim.No Exército não tem concurso para General.Nem no Itamaraty tem concurso para Emabaixador.Todos começam por baixo adquirindo a experiência necessaria para praticar o comando.É isso que o Garisto e 90% de todos os servidores da segurança pública brasileira quer, e como escreveu o Garisto: SÓ ISSO !
É certo que os policiais, estaduais ou federais, não prendem quem quer que seja sem ordem judicial.
No entanto, quando executam as prisões, agem espalhafatosamente e expõem, maldosa e desnecessariamente, os indicados à execração da opinião pública. Antes, informam de suas atividades os órgãos de imprensa que lhes interessam. Depois, mantêm tais veículos de mídia a par de todas as diligências e ocorrências das "operações", ainda que as investigações estejam sob sigilo, ou seja, criminosamente.
As altas autoridades do Poder Executivo, lamentavelmente, não têm controle rígido de nossas polícias, especialmente da federal. A tal ponto, que hoje estão provando do veneno da cobra que deixaram crescer.
É certo que os policiais, estaduais ou federais, não prendem quem quer que seja sem ordem judicial.
No entanto, quando executam as prisões, agem espalhafatosamente e expõem, maldosa e desnecessariamente, os indicados à execração da opinião pública. Antes, informam de suas atividades os órgãos de imprensa que lhes interessam. Depois, mantêm tais veículos de mídia a par de todas as diligências e ocorrências das "operações", ainda que as investigações estejam sob sigilo, ou seja, criminosamente.
As altas autoridades do Poder Executivo, lamentavelmente, não têm controle rígido de nossas polícias, especialmente da federal. A tal ponto, que hoje estão provando do veneno da cobra que deixaram crescer.
É certo que os policiais, estaduais ou federais, não prendem quem quer que seja sem ordem judicial.
No entanto, quando executam as prisões, agem espalhafatosamente e expõem, maldosa e desnecessariamente, os indicados à execração da opinião pública. Antes, informam de suas atividades os órgãos de imprensa que lhes interessam. Depois, mantêm tais veículos de mídia a par de todas as diligências e ocorrências das "operações", ainda que as investigações estejam sob sigilo, ou seja, criminosamente.
As altas autoridades do Poder Executivo, lamentavelmente, não têm controle rígido de nossas polícias, especialmente da federal. A tal ponto, que hoje estão provando do veneno da cobra que deixaram crescer.
É certo que os policiais, estaduais ou federais, não prendem quem quer que seja sem ordem judicial.
No entanto, quando executam as prisões, agem espalhafatosamente e expõem, maldosa e desnecessariamente, os indicados à execração da opinião pública. Antes, informam de suas atividades os órgãos de imprensa que lhes interessam. Depois, mantêm tais veículos de mídia a par de todas as diligências e ocorrências das "operações", ainda que as investigações estejam sob sigilo, ou seja, criminosamente.
As altas autoridades do Poder Executivo, lamentavelmente, não têm controle rígido de nossas polícias, especialmente da federal. A tal ponto, que hoje estão provando do veneno da cobra que deixaram crescer.
É certo que os policiais, estaduais ou federais, não prendem quem quer que seja sem ordem judicial.
No entanto, quando executam as prisões, agem espalhafatosamente e expõem, maldosa e desnecessariamente, os indicados à execração da opinião pública. Antes, informam de suas atividades os órgãos de imprensa que lhes interessam. Depois, mantêm tais veículos de mídia a par de todas as diligências e ocorrências das "operações", ainda que as investigações estejam sob sigilo, ou seja, criminosamente.
As altas autoridades do Poder Executivo, lamentavelmente, não têm controle rígido de nossas polícias, especialmente da federal. A tal ponto, que hoje estão provando do veneno da cobra que deixaram crescer.
É certo que os policiais, estaduais ou federais, não prendem quem quer que seja sem ordem judicial.
No entanto, quando executam as prisões, agem espalhafatosamente e expõem, maldosa e desnecessariamente, os indicados à execração da opinião pública. Antes, informam de suas atividades os órgãos de imprensa que lhes interessam. Depois, mantêm tais veículos de mídia a par de todas as diligências e ocorrências das "operações", ainda que as investigações estejam sob sigilo, ou seja, criminosamente.
As altas autoridades do Poder Executivo, lamentavelmente, não têm controle rígido de nossas polícias, especialmente da federal. A tal ponto, que hoje estão provando do veneno da cobra que deixaram crescer.
É certo que os policiais, estaduais ou federais, não prendem quem quer que seja sem ordem judicial.
No entanto, quando executam as prisões, agem espalhafatosamente e expõem, maldosa e desnecessariamente, os indicados à execração da opinião pública. Antes, informam de suas atividades os órgãos de imprensa que lhes interessam. Depois, mantêm tais veículos de mídia a par de todas as diligências e ocorrências das "operações", ainda que as investigações estejam sob sigilo, ou seja, criminosamente.
As altas autoridades do Poder Executivo, lamentavelmente, não têm controle rígido de nossas polícias, especialmente da federal. A tal ponto, que hoje estão provando do veneno da cobra que deixaram crescer.
É certo que os policiais, estaduais ou federais, não prendem quem quer que seja sem ordem judicial.
No entanto, quando executam as prisões, agem espalhafatosamente e expõem, maldosa e desnecessariamente, os indicados à execração da opinião pública. Antes, informam de suas atividades os órgãos de imprensa que lhes interessam. Depois, mantêm tais veículos de mídia a par de todas as diligências e ocorrências das "operações", ainda que as investigações estejam sob sigilo, ou seja, criminosamente.
As altas autoridades do Poder Executivo, lamentavelmente, não têm controle rígido de nossas polícias, especialmente da federal. A tal ponto, que hoje estão provando do veneno da cobra que deixaram crescer.
Analisando o artigo do Dr. Francisco Garisto e as reações de alguns delegados de polícia não pude deixar de lembrar um texto antigo que escreví para uma revista nacional.
“A noção de Grande Mentira como ferramenta de propaganda tem mais frequentemente sido usada para se referir a crença de que uma mentira, repetida com freqüência e berrada alto o suficiente,ignorando todas e quaisquer declarações que desmascaram a mentira, irá com o tempo ser acreditada pelas massas.É a mentira como meio para fazer as pessoas acreditarem nela.”Qualquer pessoa com atributos culturais medianos podem observar que o Dr.Garisto, como líder sindical nacionalmente conhecido,apenas prega a sua livre manifestação de que a Polícia Federal brasileira deveria ter a mesma estrutura funcional do FBI (americana), Scotland Yard (inglesa), Bundespolizei- Bpol (polícia federal da alemanha),o que não deixa de ser um tema bastante interessante e nada desprezível o seu debate,já que nesses países o grau de credibilidade e eficiência dessas policias são inegáveis,por outro lado,não me parece que o atual modelo brasileiro de segurança pública possa ser elogiado, é só observar o nefasto grau que a criminalidade atingiu no Brasil.
Fazer uma proposta de mudança não me parece ser uma pratica corporativista e nem está se pregando o fim de qualquer concurso público, pelo contrario,o que o Dr. Garisto propõe, e assim entendi,é concurso público na base da carreira policial federal,para que o servidor dessa difícil e ímpar ciência investigativa possa se poderar de conhecimentos praticos,impossíveis de se adquirir em livros de direitos ou na própria academia de polícia.Não me pareceu que os agentes da polícia federal querem se transformar em delegados,até porque ele prega o fim desse cargo.
Sou médica e não entendo profundamente da administração da segurança pública federal ou estadual, mas o que sei ,e já senti na própria pele ,é que a coisa não pode continuar como está e o texto em debate sugere mudanças em um setor que não está funcionando.
A imprensa ( REDE GLOBO)chega antes dos policiais no local da operação.Isso é uma vergonha descabida e os delegados que comandam esse show deveriam estar presos por isso.Algumas pessoas pode achar isso interessante e até gostam de ver as pessoas sendo achincalhadas sem julgamento, mas o dia que acontecer com elas quero ver. Na Europa não se pode citar o nome de um suspeito antes do julgamento.
Delegados inexperientes dando entrevistas a toda hora em jornais e televisão e sendo usados por partidos políticos, como o delegado Prótogenes e o PSOL, é abominável. Sou obrigada a concordar que a atividade de delegado de polícia na forma como está hoje está terrivelmente ultrapassada e não atende aqueles, que como eu ,paga e caro os seus salários. Tem que mudar mesmo.TUDO!
Estou terminando o meu curso de direito e achei muito boa a proposta do Senhor Garisto. Uma carreira como diz Cretella Junior tem que ter começo meio e fim e não se pode entrar como general diretamente no final dela. Nos Estados Unidos no FBI todos são Agentes Federais e quando estão em cargos de chefia passam a ser Agentes Federais Especiais e a coisa funciona muito bem e não existe essa guerra entre agentes e delegados , delegados novos contra antigos e essa desorganização que só interessa ao crime altamente organizado.
Parabéns senhor Garisto é preciso revolucionar a segurança pública no Brasil e acabar com essa burocracia praticada no inquérito policial que só tras tráfico de influência para os delegados aparecerem e se transformarem em deputados, senadores, vereadores .Aposto com quem quiser que o POP STAR delegado federal Protógenes vai ser candidato a cargo eleitoral. Querem apostar ?
A gloriosa polícia federal que a gente ainda acredita como instituição tem que mudar para melhor e essa proposta de mudança do senhor Garisto é muito boa e só desagrada aos delegados de polícia que parecem mais imperadores e cheios de não me toque que eu sou autoridade de polícia.
Essa briguinha pelo procênio é uma delicia. Briguem estimados policias.Briguem muito . Se estabefeiem à godaça , meus queridos beleguins. Mas , lembrem-se que agora está melhor do que nos tempos em que nomeava-se um soldado para dirigi-los.Cumprimento o articulista-sindicalista pelo inspirado apodo :"meninos-imperadores". Muito bom, não é mesmo ,Protô ?
Fico imaginando como no Brasil é difícil trabalhar forte e continuamente para prender e desmascarar as quadrilhas de colarinho-branco que engessam o desenvolvimento do nosso país. Instituições como a Polícia Federal só vem enaltecer o espirito de luta contra tudo isso.Querer agora controle externo, num momento em que se desmanca uma das maiores armações corruptas do nosso país e inverter os papéis:colocando o mocinho como bandido e o bandido como coitadinho e o que é pior com o respaldo dessa política criminal brasileira, que como dizia um professor na faculdade, falamos mais em direitos dos réus do que nos meios de defesa das vítimas.Tenho vergonha desse país.
Dantas é, na cabeça desses que aplaudem os "vingadores federais do povo", o culpado prototípico, aquele que deve ser condenado tão só por estar denunciado e pelo qual a justiça torna-se coisa volitiva bastando identificar um nexo de causalidade para a condenação, jogando-se no lixo a Constituição, decretando-se prisões sme fundamento e escutas telefônicas abusivas onde até o STF é grampeado. De quebra ainda vem a filiação do delegado ao PSOL,depois do estrelato abortivo que alcançou mostrandoas tinturas ideológicas claras do seu "feito".
É impressionante que alguém ainda ouse falar mal do Lula quando o assunto é a independência da PF.
Ora, alguém por aqui ouvia falar sobre a PF até o (des)governo passado, do velho falastrão e quase gagá FFHH?!?
Que governo, na história do país, deu mais autonomia para a PF investigar, indiciar e prender figurões do colarinho branco dantes inatingíveis?!?
Pois é...
Se estão insatisfeitos, votem nos demo-tucanos nas próximas eleições presidenciais e verão que a PF e o MPF transformar-se-ão, respectivamente, em "clones" da PC e MP paulista.
Aí sim, vai haver muita razão para reclamação...
E quem duvidar, que pague pra ver.
Hehehe.
Dantas é, na cabeça desses que aplaudem os "vingadores federais do povo", o culpado prototípico, aquele que deve ser condenado tão só por estar denunciado e pelo qual a justiça torna-se coisa volitiva bastando identificar um nexo de causalidade para a condenação, jogando-se no lixo a Constituição, decretando-se prisões sme fundamento e escutas telefônicas abusivas onde até o STF é grampeado. De quebra ainda vem a filiação do delegado ao PSOL,depois do estrelato abortivo que alcançou mostrandoas tinturas ideológicas claras do seu "feito".
Belíssimo artigo!
Uvas verdes... Verdes uvas...
Não deram força ? Agora aguenta !! O Dr. Garisto tem razão : a Polícia Federal não precisa de controle ; são os policiais federais que precisam ! Aliás, para que Polícia Federal ?
acdinamarco@aasp.org.br
Ocorre que os "meninos imperadores" fizeram a opção pelo estudo e por isso mesmo, aprovados em concurso público, foram nomeados delegados de polícia federal, enquanto outros preferem ascender pela via mais fácil, a política. A motivação do artigo é somente essa.
O Grampo - nada menos e nada mais é que um bom 'INFORMANTE' a eletrônica 'pega peças', mais não 'pega férias'.
'A INFORMAÇÃO' é PODER, "por traz de todo bom policial sempre há o bom INFORMANTE com muitas informações!"
-EU FALEI..e disse é como se autoridade maior não existisse.
A velha policia federal tinha 80% de corruptos, socios do crime, e 20% de pessoas sérias.
Esse percentual se inverteu na gestão do dr. Paulo Lacerda.
o refazimento da policia federal foi uma das maiores obras do gov. Lula.
Agora, tentam acabar com a PF.
A corrupção é tao vasta, herdada de 20 anos de ditadura e mais 20 de uma transição que não acaba nunca, dos PFL, PPS, e outros famosos antros de politicos corruptos que conseguem ai da hoje tere espaço no país.
Qualquer ser miminamente informado sabe do nivel de corrupcao atingido durante a ditadura. É só ler Hélio Gaspari. A tentativa de se reformar a policia esta esbarrando nos defensores de Dantas, de Nahas, e tantos outros corruptos que insistem em mandar e desmandar em nosso pais.
dizer que a policia federal esta sem controle é o mesmo que dizer que os Juizes federais estao sem controle.
Pois as escutas tem sido sistematicamente e legalmente autorizadas pelos juizes das causas.
Com escuta telefonica ja se desmontou muito esquema do PCC e outros bandidos que das prisões tem infernizado a vida da população.
Mas a corja que ai está para fazer com que o funcionamento da Lei e da Justiça sejam impedidos, fazem de tudo. Só faltava esse titulo de meninos imperadores.
Vamos falar de imperadores da banditagem? Imperadores da Suprema Roubalheira?
A democracia existe para as discussões e mudanças nos status quo.
A estrutura existe desde do seculo passadpe precisa de mudanças.
A DINARTE E DEMAIS BESTEIRAS DITAS POR OUTROS COMENTARISTAS
Dinarte, os leigos como vc. suportam geralmente essa equação simples: se veio da justiça então é legal; excepcionam tal entendimento quando a paixão política boçal os move a discordar, como por exemplo tratando-se do que decide o Ministro do STF. Ora, se vc. fosse um pouco mais informado e instruído, saberia que o que se combate é a concessão irregular da ordem de escutas, que caiu em 30 % quando o caso DaNtas gerou o escândalo dos grampos e o país deu-se conta de que a privacidade e a intimidade eram devassadas sem as devidas cautelas que a lei impõe, sim, e isso com desrespeito dos juízes por elas. O caso Dantas pôs a nu, principalmente com as declarações do juiz Sanctis, a magistratura nacional que faz o que quer e é o referido juiz o primeiro a declarar que a Constituição “é o povo”, licenciando-se nisso para interpretar isso que “o povo é”, de acordo com sua subjetividade pessoal. Como vc. é um desses palpiteiros desinformados, nem sabe que a escuta, pela lei, não é meio de iniciar investigação, mas apenas de viabilizar provas já iniciadas e deve ser feita como último recurso e não inauguração investigatória. Disso distancia-se muito a espionagem no gabinete de um Ministro e a tentativa de licenciar a generalização da devassa em nome do combate à corrupção, instaurando-se assim um Estado policial. Muito distante também está tal coisa de inquéritos pífios com tinturas ideológicas gritantes como foi o de Proctógenes. Vá ler para vc. ver o sobejo de interpretações e o pouco que consegue-se provar.
E a dita 'espionagem' no gabinete do Ministro do STF??? Alguem já conseguiu provar???
Fico impressionado com a discussão altamente vazia a respeito da alegada "falta de controle" sobre a Policia Federal. Em qualquer boteco de esquina no Brasil existe a necessidade de uma hierarquia bem definida e não creio que deva ser diferente com a Federal , se estão "extrapolando" ou se preocupando mais com a "espetaculosidade das ações" , via de regra com a Rede Grobu a reboque , que se enquadre de forma sumaria os responsaveis pelos setores envolvidos.
Este papo esta muito parecido com o cara que compra um pitt-bull, não treina o bicho e deixa solto na rua para aterrorizar a vizinhança, quando alguem termina mordido vem aquela desculpa idiota de que " - não sei como isso foi acontecer, o rex é tão mansinho e nunca mordeu ninguem antes , puta azar o seu.....". Brincadeirinhas a parte , a comparação é bem valida. Por outro lado vale ressalvar que entre as varias e diferentes "puiças" que pululam Brasil a fora , sempre a serviço de facções politicas A , B ou C, a Federal é a que "ainda" dispõe de maior credibilidade perante a População , as outras estão via de regra apenas do "lado errado" da grade ja que se compõe em sua maioria de bandidos armados e pagos com nossos impostos , moro no Rio de Janeiro e bem sei como "não" funciona.
Ordem no galinheiro "ja" e expurgo para os mais estrelas , se querem holofotes, que tentem entrar na Rede Globo ou a Record, policia tem que ser com "P" maiusculo senão vira Gestapo de fancaria a serviço dos bandidos entrincheirados em Brasilia , seja la qual for a "facção" a que pertençam.
Nossa! Bons são os "Agentes Federais"! Principalmente os "antigões", que foram aprovados no concurso na época da Ditadura respondendo "Quem descobriu Brasil?", e mesmo assim erraram a questão...daí entraram na Justiça alegando que a questão "tava muito difícil", conseguiram a liminar, e hoje formam o "batalhão" de sub judices....esses são feras!! Como exemplo o próprio autor do texto...imaginem se uma raça dessa consegue virar Delegado sem concurso....daí f...
E quando esse pessoal está atrelado ao MP, titular da ação penal, como fica a responsabilidade penal?
Meninos-imperadores? Agem como Judas, são uns incompetentes, com algumas exceções.
PASMEM: Hoje contatei com a PF de Porto Alegre e falei com a Corregedoria para saber o endereço a fim de registrar uma denúncia contra as malfeitas de um Delegado?
ACREDITEM: A Atendente da Corregedoria me mandou e insistiu que eu deveria fazer a queixa ao DELEGADO de plantão.
L A M E N T A V E L M E N T E os Delegados da PF se acham DEUS, agem como JUDAS e querem TROFÉUS.
chorbamatrix@gmail.com
55.9623.6520 para o devido grampo
Tenho um primo que é Agente da PF e disse que este tal de Garisto é na verdade um recalcado que prestou varios concursos para Delegado e reprovou em todas as provas, e ha algum tempo vem pregando a destruição dos Delegados. Eta inveja desgraçada!!
Na verdade é aquela mentalidade miseravel de: "Se não posso escalar a montanha então vou dinamita-la e não preciso fazer força".
Faça como eu estou fazendo, estude para passar no concurso para Delegado. Chega de ser burro!!!
ALGUMAS “VERDADES” QUE EXTRAIO DOS COMENTÁRIOS ABAIXO:
a) Todo mundo que não passou em concurso escreve contra qualquer coisa de quem passou unicamente por inveja, valendo alegar isso até contra a matemática, se favorável for ao ponto de vista de quem não passou.
b) Contra Daniel Dantas e todo acusado de crimes financeiros se inverte a presunção de inocência de modo que basta a existência da acusação, pois a sua culpa e merecimento de condenação aflora aos olhos como uma evidência imediata mesmo antes de constituir um juízo, bastando os sentidos físicos e o princípio da identidade para condená-lo. Logo, antes da esfera proposicional dos juízos basta pensar: Dantas = rico = acusado de crimes =culpado, devendo-se partir dessa premissa.
c) A única razão para não se prender Dantas, disponha o que disponha o devido processo legal, é a falta de vergonha e o apoio a corruptos; logo, ou se combate a corrupção e prende-se Dantas logo no começo do processo ou se está a favor da corrupção;
d) A polícia federal tem atacado a corrupção; logo, quem a critica em qualquer coisa está a favor daquilo que ela combate...Seria algo como “vc. não acha que um estuprador deva ser castrado? Então vc. é a favor do estupro!”
e) Quem é contra as escutas telefônicas o é porque teme algo, porque é evidente que o Estado tem o direito de saber tudo sobre sua vida.
f) O bem comum justifica tudo e canoniza policiais, juízes e MP, tudo valendo em nome dele.
g) Marco Aurélio liberta Cacciola porque é comprometido com a corrupção mas vota a favor da prisão de Dantas é porque é comprometido com o contrário;
i) O STF deve decidir de acordo com o Direito desde que sua decisão concorde com as as premissas acima.
Caramba.Deixem de ser burros.O que op autor propos foi a mudança do ingresso e não o final do concurso ou a transformação de agentes em delegados.Ele quer que a Polícia Federal deixe de ser essa Torre de Babel que só beneficia os Daniel Dantas da vida. Enxerguem e analisem o texto sem preconceito idiota.
A proposta do autor é transformar é PF idêntica ao FBI. Quem não gostar disso só pode ser mal intencionado ou corporativista selvagem.
Vejam só ! O Tal de delegado federal Luis Roberto , que em tese é das ditas "autoridades" que chefiam as investigações e sugerem os famosos "indiciamentos" escreve aqui :
"Pelo o que eu já ouvi falar, o autor desse "brilhante" texto já prestou concurso para Delegado Federal e não passou."
O Garisto tem razão mesmo, só por ouvir falar ,esse tal delegado federal já sai acusando ele. Tem muita gente investigando por "ouvir falar" ?
Sou policial e conheço o Garisto de longa data. Sei, mas não por ouvir falar, que o Garisto ganhou uma ação judicial para se apresentar na Academia Nacional de Polícia para fazer o curso de delegado de polícia federal e não se apresentou porque era presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais-FENAPEF e entendeu que como pregava o ingresso pelo início da carreira e não pelo fim, estaria sendo incoerente. Hoje os alunos desta mesma turma do Garisto foram todos nomeados em um "TREM da ALEGRIA" judicial chamado apostilamento, trem este que Garisto não quis embarcar.
Depois o tal de delegado Luiz Roberto diz:
"Vai estudar e pare de ficar chorando aqui, Garisto."
Se ele é o Luis Roberto que eu acho que é ,e que tem o apelido de SEBINHO na PF, deveria saber que o Garisto é bacharel em Direito e em Comunicação Social, além de mestre em Direito Constitucional.
O que o Garisto coloca aqui não se trata de ser delegado sem concurso , mas sim entrar na PF pela base da carreira e não pelo fim.No Exército não tem concurso para General.Nem no Itamaraty tem concurso para Emabaixador.Todos começam por baixo adquirindo a experiência necessaria para praticar o comando.É isso que o Garisto e 90% de todos os servidores da segurança pública brasileira quer, e como escreveu o Garisto: SÓ ISSO !
Parabéns Valdir.
VALDIR DE OLIVEIRA E SILVA (Criminal 19/11/2008 - 04:47
Estou terminando o meu curso de direito e achei muito boa a proposta do Senhor Garisto. Uma carreira como diz Cretella Junior tem que ter começo meio e fim e não se pode entrar como general diretamente no final dela. Nos Estados Unidos no FBI todos são Agentes Federais e quando estão em cargos de chefia passam a ser Agentes Federais Especiais e a coisa funciona muito bem e não existe essa guerra entre agentes e delegados , delegados novos contra antigos e essa desorganização que só interessa ao crime altamente organizado.
Parabéns senhor Garisto é preciso revolucionar a segurança pública no Brasil e acabar com essa burocracia praticada no inquérito policial que só tras tráfico de influência para os delegados aparecerem e se transformarem em deputados, senadores, vereadores .Aposto com quem quiser que o POP STAR delegado federal Protógenes vai ser candidato a cargo eleitoral. Querem apostar ?
A gloriosa polícia federal que a gente ainda acredita como instituição tem que mudar para melhor e essa proposta de mudança do senhor Garisto é muito boa e só desagrada aos delegados de polícia que parecem mais imperadores e cheios de não me toque que eu sou autoridade de polícia.
Escutem esse audio de uma reunião dos delegados da PF e vejam se o Garisto tem razão ou não.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u423452.shtml
A Polícia Federal é seria e precisa continuar assim.
A PF estava fora do controle dos criminosos e, desculpe a redundância, dos políticos! Cabe uma pergunta: a quem interessa uma polícia sob o controle de políticos na maioria das vezes financiados com dinheiro do crime organizado? Todas essas críticas à PF só começaram quando políticos, juizes e pessoas da elite começaram a ser presos por crimes que sempre cometeram e nunca foram importunados porque antes a PF estava sob "controle".
Pensando bem o tal do Garisto está coberto de razão. Deve-se propor entào que funcionarios do Judiciario possam ser promovidos internamente atè o cargo de Juiz de Direito. Que os funcionários administrativos do Parquet possam vir a ser Promotores de Justiça e/ou Procuradores da Republica. Que enfermeiros possam ser alçados a médico. Pedreiros ä Engenheiros civis. Assim por diante.
Me pouparia horas de estudo nestes malditos e caros cursinhos juridicos.
Serpico,
Voce já deu uma espiada sobre o significado de "carreira". Funcionarios do Judiciário nao podem ser juizes,pois o concurso para este cargo é "ingresso na carreira de juiz". Eles entram como substituto, viram titulares e podem ir a desembargador. Da mesma forma no Ministério Público.
Já a "carreira policial federal", inserida no texto constitucional (vde art. 144), como também ali está a "carreira policial rodoviário federal", não existe por questões menores.
Vamos pensar maior com relação a segurança pública.
Você precisa estar logado para enviar um comentário.
Fazer login