Há poucos dias foi noticiado que o Conselho da Magistratura do TJ/RS, em decisão unânime, acatou pedido da Liga Brasileira de Lésbicas e de outras entidades sociais sobre a retirada dos crucifixos e símbolos religiosos nos espaços públicos dos prédios da Justiça gaúcha[1]. E prosseguia a notícia: Disse o magistrado que resguardar o espaço público do Judiciário para o uso somente de símbolos oficiais do Estado é o único caminho que responde aos princípios constitucionais republicanos de um Estado laico, devendo ser vedada a manutenção dos crucifixos e outros símbolos religiosos em ambientes públicos dos prédios.
A decisão acima citada, segundo entendemos, subverteu o conceito de Estado Laico e mais particularmente do Estado brasileiro, como delineado pela Constituição Federal de 1988.
Como é de sabença trivial, Estado laico, secular ou não confessional é aquele que não adota uma religião oficial e no qual há separação entre o Clero e o Estado, de modo que não haja envolvimento entre os assuntos de um e de outro, muito menos sujeição do segundo ao primeiro. Portanto, de plano se verifica que Estado laico não é sinônimo de Estado antirreligioso.
Antes de prosseguir, convém repisar a diferença entre dois conceitos: laicidade e laicismo.
De modo bastante sucinto, a laicidade é característica dos Estados não confessionais que assumem uma posição de neutralidade perante a religião, a qual se traduz em respeito por todos os credos e inclusive pela ausência deles (agnosticismo, ateísmo). Já o laicismo, igualmente não confessional, refere-se aos Estados que assumem uma postura de tolerância ou de intolerância religiosa, ou seja, a religião é vista de forma negativa, ao contrário do que se passa com a laicidade.
A Constituição Federal de 1988, como de resto a maioria das anteriores, não permite nem mesmo que se cogite ou suspeite de laicismo no Estado brasileiro. Com efeito, qualquer ideia de laicismo é repudiada ab ovo, pois já no preâmbulo de nossa Carta é solenemente declarado: “promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte Constituição da República Federativa do Brasil” (g.n.). Obviamente, um Estado que se constitui sob a proteção de Deus pode ser tudo, menos um Estado ateu ou antirreligioso.
Decerto, porém, que o apreço e o reconhecimento dos valores religiosos não ficaram somente no preâmbulo. Longe disso, a Constituição de 1988 foi bastante zelosa ao dispor sobre estes valores. Confira-se:
Art. 5º …
(…) VI – é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;
VII – é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva;
VIII – ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;
Art. 143. O serviço militar é obrigatório nos termos da lei.
§ 1º – às Forças Armadas compete, na forma da lei, atribuir serviço alternativo aos que, em tempo de paz, após alistados, alegarem imperativo de consciência, entendendo-se como tal o decorrente de crença religiosa e de convicção filosófica ou política, para se eximirem de atividades de caráter essencialmente militar.
§ 2º – As mulheres e os eclesiásticos ficam isentos do serviço militar obrigatório em tempo de paz, sujeitos, porém, a outros encargos que a lei lhes atribuir.
Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:
(…) VI – instituir impostos sobre:
(…) b) templos de qualquer culto;
Art. 210. …
§ 1º – O ensino religioso, de matrícula facultativa, constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental.
Art. 226. …
(…) § 2º – O casamento religioso tem efeito civil, nos termos da lei.»
E o apreço é tal pela religião que até o art. 19, que define a laicidade de nosso Estado, não deixa de conferir garantias religiosas:
Art. 19. É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:
I – estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público; (g.n.)
Note-se que as vedações deste art. 19 são claríssimas: não estabelecer cultos religiosos nem igrejas, não subvencioná-los e não manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança. É certo que este dispositivo deve ser interpretado taxativamente, pois se trata de norma restritiva. Assim sendo, surge naturalmente a pergunta: de que forma um crucifixo na parede incorreria em alguma das vedações do art. 19, inc. I da Constituição Federal? A resposta é óbvia: de forma nenhuma. E se não incorre nas citadas vedações não há nada que justifique sua proibição. Acreditamos que esta razão baste para demonstrar o equívoco da decisão gaúcha, mas há mais.
Partindo de outro enfoque, abstraindo a conclusão do parágrafo anterior, podemos ir direto ao ponto e indagar: a existência de algum símbolo religioso em prédio público macula a laicidade do Estado brasileiro?
A resposta nos parece de uma clareza solar, podendo ser facilmente encontrada a partir de outras singelas indagações, com base nos dispositivos constitucionais acima transcritos. Algo assim: o fato de o Estado …
a) assegurar o livre exercício dos cultos religiosos e garantir a proteção aos locais de culto e a suas liturgias, fere a laicidade do Estado?
b) assegurar a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva, fere a laicidade do Estado?
c) permitir que alguém oponha validamente sua crença religiosa ao cumprimento de obrigação legal a todos imposta, mediante prestação alternativa, fere a laicidade do Estado?
d) eximir do serviço militar obrigatório, mediante serviço alternativo, quem alegar imperativo de consciência decorrente de crença religiosa, fere a laicidade do Estado?
e) isentar do mesmo serviço obrigatório os eclesiásticos, compromete a laicidade do Estado?
f) conceder imunidade de impostos aos templos de qualquer culto, não fere a laicidade do Estado?
g) prever o ensino religioso facultativo como disciplina dos horários normais das escolas compromete a laicidade do Estado?
h) conferir efeito civil ao casamento religioso, na forma da lei, não fere seu caráter laical?
i) impor a si mesmo a proibição de embaraçar os cultos religiosos, não compromete seu caráter laico?
A resposta a todas as indagações acima é necessariamente negativa, pois o contrário corresponderia à negação do Estado laico, e sem esta premissa não subsistiria a presente questão.
A próxima pergunta, então, é óbvia e certamente já está na mente do leitor: se nada disso compromete o caráter laico do Estado, pois tudo está previsto na Constituição, como seria possível que algo muito mais singelo, como um simples crucifixo na parede, pudesse malferir a laicidade do Estado?
Com todas as vênias, nos parece absurdo supor que a mesma Constituição que abre mão de cifras milionárias com a concessão de imunidade aos templos de qualquer culto (templo este que é considerado em sentido lato pela jurisprudência), e que se desdobra para tutelar os valores religiosos, conforme visto nos dispositivos acima transcritos, possa proibir, implicitamente(!), a permanência de símbolos religiosos que tradicionalmente se encontram em alguns prédios públicos.
Com efeito, quem pode o mais, pode o menos, não há como fugir deste truísmo. Assim, se a Constituição admite o mais no campo religioso, sem que se possa considerar o Estado menos laico por conta disso, é evidente que também admite o menos (o crucifixo na parede).
Outro ponto que muito nos preocupa neste tema – e que vem se tornando lamentavelmente comum – é a utilização repetitiva de sofismas. Trata-se de afirmações vazias que procuram transformar o absurdo em lógica, é o caso noticiado do Conselho da Magistratura gaúcha, segundo o qual “resguardar o espaço público do Judiciário para o uso somente de símbolos oficiais do Estado é o único caminho que responde aos princípios constitucionais republicanos de um Estado laico, devendo ser vedada a manutenção dos crucifixos e outros símbolos religiosos em ambientes públicos dos prédios”.
Ora, nada mais equivocado. Nada além de uma frase bonita, mas sem conteúdo: resguardar do quê? De algo vedado pela Constituição? Já se viu que não. Único caminho para onde, para quê? Para a intolerância. Ao contrário do afirmado pelo referido Conselho, acreditamos que o que responde aos princípios constitucionais republicanos de um Estado laico se chama respeito, e compreensão acerca da herança cultural e religiosa de um país. Portanto, a presença de um símbolo religioso numa repartição pública, só por si, não tem o condão de nem mesmo arranhar a laicidade do Estado.
Argumenta-se ainda (incansavelmente), que os símbolos são cristãos e nem todos o são, daí a inconstitucionalidade. Este tipo de argumento traz à memória um fato noticiado há algum tempo, uma pós-adolescente, mulher de um jogador de futebol, se negara a entrar no carro de sua mãe por haver nele uma pequena imagem religiosa, doutra fé que não a da garota. Ou seja, intolerância religiosa pura. E não é nada além desse tipo de intolerância que o Judiciário tutela quando determina a retirada de objetos religiosos tradicionais das repartições públicas, sob a alegação de estar agindo em defesa da laicidade ou de qualquer outro princípio republicano.
Não se perca de vista que o Brasil é um país eminentemente cristão, logo, qual o tipo de imagem religiosa que se supõe encontrar disseminada? Haveria aí alguma concessão do Estado em prol de uma religião e em detrimento das outras? De modo algum, pois ou tais imagens estão por tradição nos referidos prédios, algumas há séculos, ou são miudezas carreadas pela fé e tradição dos que laboram no local, nada além.
E o não-cristão? E o ateu e o agnóstico? Como ‘ficam’? Esses não terão sua esfera jurídica atingida em absolutamente nada, pois, se não forem cristãos, basta ignorar o crucifixo ou considerá-lo como um penduricalho na parede. Ou assim ou teremos um Judiciário que premia a intolerância e se vocaciona ao acolhimento das pretensões mais mesquinhas que insistem em acompanhar a humanidade através dos séculos.
[1] http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI151274,21048-Determinada+a+retirada+dos+crucifixos+dos+predios+da+Justica+gaucha

"E o não-cristão? E o ateu e o agnóstico? Como ‘ficam’? Esses não terão sua esfera jurídica atingida em absolutamente nada, pois, se não forem cristãos, basta ignorar o crucifixo ou considerá-lo como um penduricalho na parede." ?!?
Claro, claro, é como processar uma empresa, e ao chegar ao Tribunal dar de cara com um néon da dita cuja na parede... basta "ignorar" o néon... claro, claro.
Ah, o Brasil é "um país católico"?!?
Sim, com certeza, principalmente porque não há negros em nosso país, nem religiões afro... somos todos brancos, de olhos azuis, claro, claro...
Ora, pois, querem pendurar crucifixos em paredes? Utilizem suas residências: penduram quantos quiserem por lá, grandes, pequenos, de madeira, de metal, de plástico... fiquem totalmente à vontade... em suas casas.
pela argumentação do douto advogado, nada impede igualmente que se coloque a imagem do Capeta, Satanás, Belzebu na repartição pública, não é mesmo?
Ou sua argumentação só vale para a Igreja Católica, que o articulista identifica erroneamente como "Cristianismo".
SErá que é táo difícil ver que se todo católico é cristão nem todo cristão é católico, e os evangélicos não usam crucifixos.
Poderiam eles pendurar uma foto do Edir Macedo ou do Silas Malafaia? Ou alguns são mais iguais que outros?
Este tipo de argumento traz à memória um fato histórico que muitos parecem olvidar, que há não muito tempo atrás queimavam-se nas fogueiras quem não era católico. Isto é intolerância religiosa.
O Brasil e outros países republicanos e democráticos, mundo afora, são "estados laicos", coisa bem diferentes de "estados ateus"(rsrsrsrsrs...), como a extinta União Soviética e os seus satélites, da "cortina de ferro". Porém, ainda hoje temos pelo mundo "estados ateus", como Cuba, Coréia do Norte e mais uns poucos.
E o articulista aí em seu texto, embora puxando a sardinha para a religião do peixe, tenta conceituar o que é o "estado laico", bem distinto do "estado ateu", que não admite Deus, crenças..., pelos materialismos histórico e dialético. Dogmas do marxismo que o confuso coronel Hugo Chaves, embora epígono do criador da "doutrina", tenta afastar do bolivarianismo para assumir uma "face cristã", ou ao menos ecumênica...
O Brasil e outros países republicanos e democráticos, mundo afora, são "estados laicos", coisa bem diferentes de "estados ateus"(rsrsrsrsrs...), como a extinta União Soviética e os seus satélites, da "cortina de ferro". Porém, ainda hoje temos pelo mundo "estados ateus", como Cuba, Coréia do Norte e mais uns poucos.
E o articulista aí em seu texto, embora puxando a sardinha para a religião do peixe, tenta conceituar o que é o "estado laico", bem distinto do "estado ateu", que não admite Deus, crenças..., pelos materialismos histórico e dialético. Dogmas do marxismo que o confuso coronel Hugo Chaves, embora epígono do criador da "doutrina", tenta afastar do bolivarianismo para assumir uma "face cristã", ou ao menos ecumênica...
É engraçado, bater no crucifixo é fácil. Ele não revida... h, agora lembrei: os mesmos apressadinhos que defendem a morte dos crucifixos foram os que praticamente forçaram a então candidata Dilma Rousseff a assinar uma "carta aos evangélicos". Faz realmente MUITO sentido!
Acho uma bobagem toda essa discussão. Fosse uma obra de arte religiosa, sei lá, uma réplica do teto da Capela Sistina, iriam fazer cruzada para que também fosse destruída?
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O verdadeiro problema, o mais grave, é a religião determinando a pauta política, são igrejas tendo bancada (bancada, sério?!?!?1), o religioso se imiscuindo diretamente no que o Estado deve ou não fazer. Isso sim é reprovável!
Ou alguém se sentiu confortável com a última campanha presidencial, que só falava em proibição do aborto e da união homoafetiva ao invés de tratar de temas mais relevantes? Alguém mais se sentiu em um país fundamentalista ao invés de em um país republicano democrata?
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A
Ô professor Leneu, menos, né?
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Cada um tira as conclusões que quiser! mas como acho que sou um bom leitor não consigo ver no lúcido artigo a tal permissão que o senhor enxerga! Barbaridade!
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As coisas são como são, com as suas características intrínsecas, sua orígem e o seu desenvolvimento.
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Como já mencionei em comentário a outro artigo, o Brasil tem raíz Católica, herdada dos seus fundadores portuguêses e não Calvinista, Luterana ou animista indígena (os quais, diga-se de passagem, na sua simplicidade, abraçaram com fervor o Catolicismo, assim que informados sobre ele).
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Dessarte, queira-se ou não, pode-se dizer que existe uma "alma Católica" no conjunto da Nação Brasileira, mesmo entre os recém-convertidos às inúmeras seitas penteconstais haja vista a necessidade dos auto-proclamados "bispos" dessas entidades fazerem uso de certos rituais, nomenclaturas e "sacramentos" da Igreja Católica.
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Depois, polêmicas à parte, subsistiu a Igreja Católica como sinônimo absoluto de Cristianismo (esqueçamos por hora do Cisma do Oriente, dado mais por questões políticas do que doutrinárias) por mais de QUINZE SÉCULO e até o advento do herege monge Agostiniano Lutero. Por isso nada mais justo do que chamar o Crucifixo de SÍMBOLO CRISTÃO por excelência, o qual é, inclusive, utilizado pelos Anglicanos, Luteranos Antigos e outras seitas.
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Agora, tentar entronizar o retrato do "bispo" (quem o sagrou? por mera curiosidade) macedo, do r.r.soares e de "bispos", "apóstolos" (?!) e outras figurinhas carimbadas em lugar da adorável figura de Nosso Senhor morto seria bastante difícil, creio que até mesmo a do Papa Bento XVI, o senhor não acha?
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Então, meu caro, as coisas são DESIGUAIS, mesmo, dadas as suas características.
já falei outro dia neste comentário..falarei de novo a mesma coisa. Essa pessoal, esse loby, esse sistema religioso que vivia "chupando" o império, "chupando" durante o regime republicano, ditadura e qualquer governo que este pais ja teve. Inclusive obriga de uma "forma" ao estado construir seus templos a serem construídos sobre milhões e milhões e milhões de reais ( ou dólares) sobre pretexto de prédio(s) histórico(s) etc (desculpa esfarrapadas etc) fizeram e ajustaram a leis deste pais de acordo com suas conveniências. pois o pais resolveu acordar e se libertar dessas entranhas desse sistema religioso, dessa influencia parcial e interesseira, francamente! Porem esse grupo (ou loby)quer o retorno intenso da "mamata" dos tempos do império. Porem precisam de suas "logomarcas" denominacionais e que não representa o cristianismo autentico do tempo da igreja primitiva. Portanto o verdadeiro cristianismo não é representado por roma. Roma ou vaticano ou catolicismo representa eles mesmos, porem não representam mais o PODER PUBLICO ou repartição publica. Valeu constituição de 88!!!!!!
Ah, professor, faça-nos um favor: procure informar-se mais da História da Igreja para evitar repetir patacoadas como a de que a Igreja queimava na fogueira "quem não era católico", sim?
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A sua afirmação me lembra uma outra que eu ouvi, com estes ouvido que a terra haverá de encher, da boca de um PROFESSOR DA USP: de qua a Santa Inquisição haveria matado "MILHÔES" de pessoas (certamente depovoando toda a Europa, não?
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Saiba o caro e desavisado professor que a Igreja sempre teve a máxima tolerância com os pertencentes a outras religiões (lembremo-nos do caso dos inúemros judeus expulso dos países ibéricos e do Norte da Europa e que encontraram refúgio justamente nos ESTADOS PAPAIS) e que a Inquisição só tinha autoridade e jurisdição sobre os nominalmente Católicos, não podendo processar ou prender Protestantes ou Judeus, por exemplos, a menos que estes últimos fossem católicos em aparencia mas cripto-judeus na realidade.
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Entonces, caro Professor, aproveite a sua melhor idade e retome as leituras. Avante!
A cruz em um tribunal remete à lembrança de alguém que foi injustamente barbarizado por um sistema jurídico corrupto e falho.
Estamos negando a história da formação cultural e moral de nosso país.
Não sei se negar a história ( ou procurar reescreve-la ) é algo salutar para uma nação.
Algumas nações acham que não é salutar.Fragmenta e enfraquece o país.
Uma mulher - por exemplo - pode andar toda fechada ( com apenas os olhos aparecendo ) na Europa.E em muitos outros países.Muitos defendem isto.
Pela reciprocidade, uma mulher ocidental poderia usar biquini ou saia curta em países que restringem esta prática para seus nativos.Ou não usar véu.Não é o caso.Por que?Porque lá aqueles países exigem o respeito à sua cultura e história religiosa que estão nas bases que fundamentam suas respectivas nações.Mesmo havendo nestes países minorias que não seguem a crença majoritária.E ninguém se ofende com isto.Todos entendem e acham razoável.Faz parte da cultura , explicam.
Tem horas ( e espero estar errado ) que a forma como defendem que seja o estado brasileiro, remete mais a um estado ateu.
Caro Naor:
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Seguindo-se o seu "raciocínio" imagino que você esteja pretendendo processar a Igreja Católica, não?
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Se não, fica difícil entender-se a questão do "logotipo da empresa".
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Agora se sim, fique absolutamente tranquilo, pois é quase certo que em algum momento haverá de encontrar um juíz anticlerical como aqueles lá de Porto Alegre. Agora isso é moda, bem "republicana", "liberal" e "tolerante".
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Passar bem
Bom já que os crucifixo foram retirados, poderão serem doados aos aborrecidos e despeitados defensores. estes se quiserem podem levarem e ostentar na sua denominação ou na sua casa. Agora que a mamata deve acabar sim, deve, e urgentemente.
Sr. Richard Smith, mais respeito as outras " seitas", desconfio que você seja um padre ou está no seminário para ser. Você acusou o professor Leneu de não conhecer a História... Mas em que lado da História você advoga? Para os judeus viverem nos Estados Papais, teriam que se converter ao catolicismo, inclusive em Portugual e Espanha. Isto qualquer historiador relata. Menos paixâo religiosa, Sr. Smith!
Aqui nos comentarios percerbemos claramente a diferença entre laicaidade e intolerancia. Foram poucos os argumentos juridicos. Apenas laicismos.
De uns tempos para cá, todos resolveram se indignar, se levantar contra os cristãos ( ou contra os católicos, como aqui se referem ).
Sou agnóstico.Mas estou achando interessante este momento histórico.
Contra os católicos, contra os cristãos, noto uma verve valente, corajosa.Ácida até.
Não vejo o mesmo quando outras religiões, principalmente as que tem uma doutrina mais reativa ( por assim dizer ), estão envolvidas.É um fato.Covarde é não reconhecer isto como uma realidade.Uns reagem.Duramente.Outros não.Aí se escolhe o alvo mais fácil.É humano.E este é o espírito do tempo em que vivemos.
Quanto a retirar a estátua do Cristo, abolir-se feriados religiosos (Natal e Páscoa inclusos ) acho que seria uma questão de coerência.
Pois é o estado que legisla sobre ou mantém tais feriados/monumentos.
Por que não se faz isto?Porque existe a hipótese do povo reagir.
E a possibilidade de uma reação, onde não se controla os desdobramentos, assusta.
O que sinto, por fim, é que não sei onde vamos chegar.
Nosso país tem tantos problemas básicos, que fico perplexo com o que traduzo como uma tentativa de dividi-lo.Fragmentá-lo.Torço para estar errado e para tudo dar certo no final.
Será que um "Deus nos ajude" cairia mal aqui?
Caro Fabsz (eesa "coragem" anônima me entedia), não sou Sacerdote ou candidato a, o que muito me honraria, porque julgo-me despido das condições necessárias para tanto.
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Agora, quanto a ter menos "paixão religiosa", como você entende, significaria ter MENOS RELIGIÂO e isot par amim soa como ser menos homem, menos eleitor, menos palmeirense (se eu o dfosse, é claro), menos brasileiro. Seria isso tudo possível?
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Quanto à História que eu defendo é apenas uma: a VERDADEIRA. Té porque não me consta que existam "histórias" (senão as da Carochinha e outra infantis, é claro!) mas apenas UMA, que reflete a verdade factual. Essa é a minha. E exorto a todos a conhecê-la. É libertador e acaba com uma montanah de preconceitos.
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Passar bem.
Impressionante!
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Parece que a maioria dos comentários evidencia claramente o viés dos "protetores da república e do laicicismo", não? A ponto de quase não necessitar argumentação mais alguma aos dotados de mínima percepção, mas vamos lá:
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a) Acho que a argumentação do autor do artigo é clara e insofismável. Cristalina mesmo;
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b) Os defensores do "bom", do "belo" e "justo", tão preocupados com a "infame invasão" do espaço "público" (para estes guardiões da nossa "pureza republicana", será mesmo?!) querem mesmo uma "queda da Bastilha libertadora";
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c) para tanto, os façanhudos estão salivando, antevendo vitória próxima, como os carbonários de mazzini (aliás que coincidência, não?) que pensavam em destruir o Papa e a Igreja;
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d) e se estes são tão democráticos assim, e preocupadíssimos com "Questões maiores" da nacionalidade como esta, por que não propõem uma republicaníssima consulta popular acerca do tema? "O quêêêê?! Ditadura da Maioria!" bradam. Sei...sei...
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e) como os PeTralhas (que outra coincidência interessante, não?) estes também não hesitam em desqualificar o outro e revelar toda a sua intolerância. Alguém aqui gostaria de viver na "República" preconizada por estes valentes cultores do "bom", do "belo" e do "justo"? Eu, NÃO!
E parece que o "Observador" faz muito jus ao seu codinome!
Acho que deveriamos por na parede "DEUS NÃO EXISTE, É UM SER IMAGINÁRIO" e pedir para os critãos não se incomodarem, isso não fere em NADA sua esfera júridica, imagina.
Por favor queiram me explicar porque esta guerra toda em cima do crucifixo...o qu estes senhores querem é aparecer juntamente com esta turma que pediu para retirar os crucifixos da parede...eu tenho pena desta gente toda principalmente do juiz que deu o ganho de causa para estes seres,,,,Que Deus tenha misericórdia deles....
Estado Laico e o Islão, eis o drama do povo árabe! Como separar para desenvolver? Os humnistas árabes formam uma corrente afim de estruturar a doutrina no meio de um turbilhão xiita onde so a violencia nos serve como plataforma para sensibilizar os gvernantes e lideres religiosos. O conflito interno entre Alawitas, Sunitas, Xiitas na maioria e ainda, todos estes e Cristãos, Drusos, Armenios, somando-se no Libano todos estes mais ainda a divisão dos cristãos em maronitas, ortodoxos, melquitas! É por ahi a necessidade de um Estado Laico no Mundo Árabe para iniciar um desenvolvimento encabeçado por DUBAI, este prejudicado pelo envolvimento religioso que prejudica o seu turismo!! Como começar? eis a questão!
Como já muito bem colocado por alguns comentaristas, os antireligiosos ou anticatolicistas devem ser no mínimo coerentes com as suas argumentações. Se defendem que o Estado deve ser "laico", o deve ser por inteiro e não ser "meio-laico".
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Não se entende por que não defendem também o fim de todos os feriados católicos, pois para eles a religião não seria nociva ao povo?
Considero o articulista dotado de muito bom senso. Sua preocupação não é com a manutenção de uma determinada tradição, mas em evitar uma escalada de intolerância religiosa que, a meu ver, já é notável nas respostas cheias de paixão. O ateísmo militante é tão religioso quanto outra crença qualquer, pois defende com ardor a crença de que Deus não existe e assume a vocação de combater e converter os hereges que crêem diferente. O verdadeiro ateísmo não é militante, mas indiferente. Se Deus não existe, porque se incomodar com os que crêem n'Ele? Um crucifixo em qualquer parede de órgão público não faz diferença, não torna Deus (para os que n'Ele creem) mais deus do que é, assim como sua retirada também não garante a inexistência de Deus; mas faria diferença se os que n'Ele crêem e lutam pela manutenção dos crucifixos agissem - pelo menos na esfera pública - de conformidade com os preceitos éticos ensinados pelo Cristo representado no símbolo do crucifixo. Se assim fosse, teríamos um país mais justo, igualitário, solidário e tolerante, com menos corrupção ativa e passiva, com melhor distribuição de renda etc.
Preparem-se para o lançamento de novo Curso de História do dileto Richard Smith (a despeito de não concordamos podemos muito bem sentar numa mesa de bar para fumarmos um cubano e tomarmos uma cerveja, posso até oferecer uma ao santo, caso lhe pareça educado) em que a Inquisição não existiu e provavelmente o Holocausto é mentira de comunistas.
Teria este Sr. parentesco com o indefectível Siegried Elwanger, também do RS?:
Fico feliz ao notar que a maioria dos comentadores aqui defende o razoável, apesar de artigo tão mal argumentado. A exceção fica para o Sr. Richard Smith, que parece ser bem próximo de um fanático religioso, exigindo que uma fé se erga acima de outras sem nenhum princípio juridicamente aplicável. Por sofismas e pseudo-deduções, buscam dar lógica ao ilógico, dar razão ao irrazoável.
De fato, é um problema "menor" o fato das instituições públicas possuírem um símbolo religioso exclusivo, mas isso não justifica sua existência. Cada erro observado pode e DEVE ser consertado na medida que for humanamente possível para os participantes. É exatamente o que intentam os excelentíssimos juízes do RS. Fica a eles meus parabéns.
Caro Dr. Habib Badião: o grande problema em relação ao Islã é que as palavras do Corão foram recebidas DIRETAMENTE por Mohammad de Deus e, dessa forma, não comportam qualquer modificação. Embora existam os mulás que podem relativizar certas prescrições parcialmente, não existe uma autoridade como o Papa Católico com o poder de interpretar, de forma inerrante, a Escritura. Então, em todos os países islãmicos, principalmente os da chamada tolamente pelos ocidentais de "primavera árabe" o objetivo declarado é a constituição de estados confessionais baseados na Sharia, o conjunto de leis islâmicas. É uma dialéticca sem solução. Um abraço.
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Caro Dr. Leneu, dizem que à volta de uma boa pizza tudo se resolve. Dessarte, se V.Sa. não for uma pessoa soberba, podemos muito bem marcar um encontro aonde possamos discutir alguns assuntos e eu garanto-lhe que o senhor ficará surpreso com algumas idiotices históricas (e suas orígens!) que são proclamadas por aí, aos quatro ventos e com o tempo ganharam foros de verdade, por mais bizarras que sejam. Em tempo, a Santa Inquisição fez muito mais bem a Humanidade do que o senhor pode imaginar e quando à chamada Shoah, foi das coisa mais criminosas e absurdas jamais acontecidas na Humanidade e que deveria servir-nos de meditação acerca da profundidade e gravidade do pecado que alimenta ao Mal. Passar bem.
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Caro Dr. Fernando: quem gosta de "duplipensar" são os PeTralhas e acho que neste seu excesso, o senhor incorre em engano, pois o que se tem visto contra a Igreja Católica é pura INTOLERÂNCIA mesmo. Gostaria de saber aonde está toda esta "influência" da "Religião Dominante" e, mais ainda, quando que a presença de um crucifixo contribuiu para um bom ou um mal julgamento? Passar bem.
Quis dizer a "Novilíngua" apresentada por George Orwell no seu profético romance "1984" e utilizadas sem pejo pela PeTralhada militante, tais como: "Direita Golpista", "Partido da Imprensa Golpista - PIG", "Herança Maldita", "As Elites", "Blogueiro Progressista", "Erros", "Aloprados", "Liberdade de Imprensa", e muitas outras palavras e expressões que tem um significado muito diverso e até contrário ao do seu significado normal.
Falar em religião, ou símbolos religiosos em repartições públicas, é falar em pessoalidade. Assim, veja-se esse trecho do Diário Oficial Eletrônico do TRF3, do dia 07.03.2012:
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"O Exmo. Sr. Presidente, expressamente acompanhado pela Exma. Sra. Juíza Fed. Conv. Márcia Hoffmann, assinalou, com muita satisfação, o transcurso do aniversário da Exma. Sra. Des. Fed. Vera Jucovsky, ocorrido em 30 de janeiro, desejando-lhe muita paz, saúde e felicidades ao longo de toda a sua vida. A Exma. Sra. Des. Fed. Vera Jucovsky agradeceu pelos votos proferidos."
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Será que se torna necessário registrar isso em ata, e ainda por cima divulgar no Diário Oficial, conhecendo o atraso no processamento de ações no TRF3?
Considero-me cristão e sou contra a manutenção do crucifixo em qualquer repartição pública.
Em primeiro lugar, pelo fato de este símbolo estar sujeito ao desrespeito por parte de alguns.
Em segundo, pelo fato de, sendo sua presença garantida pela constituição( como explicaram aí vários entendidos ), todos os outros símbolos, de Preto Velho a Ogum, de Satã a orixás e centenas de outros, teriam que ter seu local garantido.
Já pensaram se a chefia resolver colocar o "Coisa Ruim" em cima da mesa de trabalho ???
Sr bruno o que espanta é o fato de que alguns querem forçar uma suposta conclusao logica partindo de premissas falsas. Quem acha que a Igreja Catolica esta preocupada com os crufixos muito se engana. A igreja esta andando para isso. Alguns aqui acham que estamos no tempo dos Jesuitas. O que me incomoda é o fato do mesmo Rio Grande do Sul pagar salario abaixo do piso aos professores e os Srs nada falarem. Seria a culpa da igreja? Retirem a cruz do gabinete do governador...
Concordo plenamente com "simplesmente ignorar um símbolo quando este não lhe representa nada". Mas a questão é; E se um juiz for umbandista e querer espalhar imagens de Iemanjá e Preto Velho no Tribunal pode? Ou se um magistrado desejar colocar a Estrela de Davi no Plenário, pode? Os católicos e evangélicos aceitariam a imagem de Buda como ornamento nas paredes de um Tribunal?
Também não vejo nada de errado nos crucifixos, inclusive até admiro muitos desses trabalhos artísticos, mas gostaria de saber quando é que as outras seitas também poderão expor seus símbolos juntamente com os crucifixos...
Defendo uma ampla mobilização da sociedade junto ao
Congresso para a PROIBIÇÃO pura e simples de qualquer símbolo religioso em todos os prédios´públicos. a parcela consciente e não-imbecilizada pelas religiões devem começar imediatamente esse trabalho junto aos seus parlamentares em todo o país.
Então, esse é o quilate (na realidade "quimorde"!) dos "professores" (como o saber?, que "pontificam" (não é engraçado?!) neste democrático espaço.
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Todos "mansos", "pacíficos" e absolutamente "tolerantes"!
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Depois vem alguns falar em "direita-reacionária-raivosa".
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Dá de rir..
como já me posicionei antes, e repito, sou a favor que cada servidor possa manter em sua mesa, escaninho ou local de trabalho pessoal, os adornos e símbolos religosos.
deste modo também é permitido que os juízes ostentem os crucifixos carrregando-os no corpo.
só não vou defendê-los num espaço que deve ser impessoal. a não ser que se permita colocar todos os símbolos religiosos também, e não apenas os católicos, uma vez que se pressupõe que toda religião tenha missão ética.
Em outra notícia o Sr. já demonstrou o que busca fazer aqui, ou seja, chamar aqueles que não concordam com suas opiniões de "direita-raivosa". Portanto, suas posições políticas não nos interessam e, como todos sabem, há diversos padres marxistas pertencentes ao seu partido político que mantém o interesse no domínio das massas ignaras e imbecilizadas para se perpetuar no poder.
Caro "professor universitário-criminal": ore a sua leitura. Quem afirmou que EU sou da "direita-reacionária-raivosa" foi o caro Professor Leneu da melhor idade, quando eu ousei citar a entrevista do Advogado judeu Joseph keler citado no blog (direitista-reacionário-raivoso) de REINALDO AZEVEDO, revelando com isto, na minha humilde opinião todo o seu viés ideológico.
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Melh
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Passar bem.
Caro "professor universitário-criminal": ore a sua leitura. Quem afirmou que EU sou da "direita-reacionária-raivosa" foi o caro Professor Leneu da melhor idade, quando eu ousei citar a entrevista do Advogado judeu Joseph Weler citado no blog ("direitista-reacionário-raivoso") de REINALDO AZEVEDO, revelando com isto, na minha humilde opinião, todo o seu viés ideológico.
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Melh
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Passar bem.
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