O Estado pode determinar que a vacinação da população seja obrigatória, inclusive contra a Covid-19, sendo afastadas medidas invasivas como o uso da força para exigir a imunização. O entendimento foi firmado pelo Supremo Tribunal Federal nesta quinta-feira (17/12).

Marcello Casal Jr./Agência Brasil
O colegiado definiu que a vacinação compulsória pode ser implementada por medidas indiretas, como a restrição ao exercício de certas atividades ou à presença em determinados lugares.
Também foi definido que pais são obrigados a levar os filhos para vacinação conforme prevê o calendário de imunização, devendo ser afastadas convicções filosóficas.
Foram analisadas em conjunto duas ações diretas de inconstitucionalidade, que tratavam da vacinação contra a Covid-19, e ainda um recurso extraordinário. Prevaleceram os entendimentos dos relatores, ministros Ricardo Lewandowski e Luís Roberto Barroso, respectivamente.
Ontem, em um voto longo, Lewandowski afirmou que o Estado é obrigado a proporcionar a toda a população interessada o acesso à vacina para prevenção da Covid-19. A saúde coletiva, disse, "não pode ser prejudicada por pessoas que deliberadamente se recusam a ser vacinadas, acreditando que, ainda assim, serão egoisticamente beneficiárias da imunidade de rebanho".
Hoje, ele recebeu elogios de seus pares pela profundidade da análise. Os ministros concordaram com que as limitações podem ser implementadas tanto pela União como pelos estados e municípios. Todos reforçaram que o fato de a vacinação ser compulsória não significa vacinação forçada.
No julgamento das ações, o placar foi de 10 votos contra 1. Vencido, Nunes Marques apresentou ressalvas sobre a obrigatoriedade, defendendo que ela é "medida extrema, apenas para situação grave e cientificamente justificada e esgotadas todas as formas menos gravosas de intervenção sanitária". Defendeu que a vacinação obrigatória pode ser sancionada por medidas indiretas, como a imposição de multas.
Decisão unânime
Nesta quinta, Barroso defendeu que o direito à saúde coletiva e, particularmente, das crianças e dos adolescentes, deve prevalecer sobre a liberdade de consciência e de convicção filosófica. Caracteriza como ilegítimo que, em nome de um direito individual, frustre-se o direito da coletividade.
O recurso analisado discute se pais podem deixar de vacinar seus filhos menores de idade, com fundamento em convicções filosóficas, religiosas, morais e existenciais. Na origem, pais veganos e contra intervenções médicas invasivas deixaram de cumprir o calendário de vacinação determinado pelas autoridades sanitárias.
Segundo Barroso, no entanto, "o poder familiar não autoriza que os pais, invocando convicção filosófica, coloque em risco a saúde dos filhos". Para o ministro, este é um dos raros casos em que se justifica o Estado ser paternalista.
A tese fixada, de repercussão geral, foi a seguinte: "É constitucional a obrigatoriedade de imunização por meio de vacina que, registrada em órgão de vigilância sanitária, (i) tenha sido incluída no programa nacional de imunizações; (ii) tenha sua aplicação obrigatória determinada em lei; (iii) seja objeto de determinação da união, estados e municípios, com base em consenso médico científico. Em tais casos, não se caracteriza violação à liberdade de consciência e de convicção filosófica dos pais ou responsáveis, nem tampouco ao poder familiar".
O ministro foi acompanhado por unanimidade.
Tese em ADI
A corte também inovou ao fixar tese em ação direta de inconstitucionalidade, quando a praxe é a de não definir teses em ações de controle abstrato, conforme lembraram os ministros Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio.
Foi definido que:
"(I) A vacinação compulsória não significa vacinação forçada, porquanto facultada sempre a recusa do usuário, podendo, contudo, ser implementada por meio de medidas indiretas, as quais compreendem, dentre outras, a restrição ao exercício de certas atividades ou à frequência de determinados lugares, desde que previstas em lei, ou dela decorrentes, e
i) tenham como base evidências científicas e análises estratégicas pertinentes,
(ii) venham acompanhadas de ampla informação sobre a eficácia, segurança e contraindicações dos imunizantes,
(iii) respeitem a dignidade humana e os direitos fundamentais das pessoas,
(iv) atendam aos critérios de razoabilidade e proporcionalidade e
(v) sejam as vacinas distribuídas universal e gratuitamente;
(II) tais medidas, com as limitações acima expostas, podem ser implementadas tanto pela União como pelos Estados, Distrito Federal e Municípios, respeitadas as respectivas esferas de competência."
Clique aqui para ler o voto de Lewandowski
Clique aqui para ler as anotações de Barroso
Clique aqui para ler o voto de Gilmar Mendes na ADI
ADIs 6.586 e 6.587
ARE 1.267.879
Caiu a máscara do STF. Não servem à Constituição brasileira, não servem ao Povo brasileiro, não servem à República Federativa do Brasil.
São servos dos globalistas, dos apátridas, sem moral nem tradição.
A coletividade é feita de indivíduos, constranger indivíduos a se vacinarem, impondo restrições severas à vida civil, é um abuso de totalitarismo no "interesse coletivo", que é, em última análise, o mosaico dos interesses individuais. O "interesse coletivo" só é uniforme nas ditaduras totalitárias. Quem não se vacina não contamina quem toma a vacina. Simples assim. Impor sanções para quem não se vacina é constranger a vacinar-se, simples assim. Ademais, essas vacinas para a Covid-19 são como as vacinas para a gripe, toda hora precisa tomar porque não imuniza. E a pessoa pode pegar a doença mesmo vacinada, assim como transmite a doença mesmo vacinada. Na verdade, o STF está atuando para assegurar os propósitos dos globalistas, das empresas transnacionais que fabricam essas ditas vacinas, "vacinas genéticas", que, na verdade, são armas biológicas. Nunca foram usadas vacinas como essas na Humanidade, não se conhecem os malefícios que podem causar.
Esses ministros vão ficar registrados na História do Brasil como os maiores e mais covardes traidores da Pátria.
Doutora Rejane, apesar de seu inconformismo, deverá sofrer a picada da agulha.
É lei. E lei se obedece. Se cumpre.
Vacinar só porque é lei, é coisa de estado totalitário.
As pessoas não devem se vacinar só porque é lei. A obrigação de vacinação tem como objetivo proteger a saúde coletiva, não o mero direito individual. Deixar de tomar vacina coloca em risco a saúde pública, uma vez que a doença á altamente contagiosa. Uma pessoa pode ser assintomática, mas transmitir o vírus para milhares de pessoas. É por isso que a vacina deve ser obrigatória. Procure ler e entender a sentença.
Com a aproximação da chegada da vacina inúmeras discussões têm sido levantadas a favor e contra a obrigatoriedade da sua aplicação para todos os brasileiros. Apoiando-se em argumentos de natureza político-ideológica e de exigências sobre a aferição da eficácia ou de supostos riscos dos efeitos colaterais da vacina, mais de 20% dos brasileiros já tinham afirmando que não tomariam a vacina. A questão da obrigatoriedade ou não teve que ser levada à avaliação do Supremo Tribunal Federal, que, no cumprimento da sua responsabilidade constitucional, determinou a obrigatoriedade da vacinação para todos, única forma de debelar uma pandemia coletiva. No código penal temos um capítulo intitulado "Dos crimes contra a saúde pública." Disso decorre que a pessoa que decidir não se vacinar se transformará num perigoso veiculador da doença para outras pessoas, colocando em risco a saúde pública. Como guardião da Constituição, uma das principais funções do Supremo Tribunal Federal é o de proteger a vida humana. Portanto, cumpriu o seu dever constitucional de decretar a obrigatoriedade de todos se vacinarem para a proteção da saúde coletiva. Tal decisão, data máxima vênia, não enseja nenhum tipo de totalitarismo, nem de autoritarismo. Tem como objetivo evitar o caos na sociedade brasileira, onde cada cidadão está interessado apenas em defender seus interesses pessoais, não nos interesses do outro. Muitos desejam que o Supremo cometa um erro para depois terem do que acusá-lo. Torcem para que ocorra o caos, quando já temos mais de 180.000 mortos de covid-19.
O mundo seria um lugar muito melhor para viver se os extremistas de direita, em geral, e os bolsonaristas, no Brasil em particular, vivessem em uma esfera à parte. Não se precisaria, por exemplo, conviver com essa gente anticiência, antivacina, reacionária, regressista, contrária a qualquer progresso... em suma, anticivilizatória.
Concordo plenamente que os extremistas de direita e de esquerda é que são responsáveis pelo caos que estamos vivendo. O comportamento de um Chefe de Estado, que deveria dar o exemplo, influencia o comportamento de muitos outros, e aí gera desordem e insegurança, cada um querendo agir à sua maneira, sem respeitar o direito dos outros. Creio que também está ocorrendo na sociedade um surto de desobediência civil contra as instituições e contra as autoridades, dirigidas especialmente às que não são escolhidas pelo voto. Essa rebelião social tem causado sérios prejuízos para a convivência entre as pessoas e para a estabilidade da democracia. Só quem está promovendo o caos são exatamente os que são eleitos, enquanto os que não são eleitos estão sendo chamados a tentar consertar a desordem causada pelos governantes. E, mesmo se comportando corretamente e adotando decisões corretas, ainda assim têm sido muito criticados. Tem um grupo da sociedade que tem demonstrado interesse em espalhar o caos na sociedade. Seria o pretexto que eles precisam para poder aplicar um golpe de Estado. Aos poucos eles vão minando a harmonia social e os pilares do Estado democrático.
Está a se regredir na situação sanitária a antes de Oswaldo Cruz. Dengue, Febre Amarela, Zica, Chikungunya. Oswaldo Cruz, enfrentando pedradas e ameaças, conseguiu erradicar o Aedes aegypit do Brasil, e seguiram seu exemplo subindo até o México. Narram velhos professores da área de parasitologia que a erradicação parou na fronteira dos EUA, a doutrina de "a casa é o castelo de um homem". O Aedes encontrou abrigo seguro em estados como Flórida e seus pântanos, sendo vetor de encefalites, agora tem-se a encefalite equina oriental, a se somar a febre do Nilo Ocidental.
Aqui vemos o risco de uma nova revolta da vacina. Uma vacina pode causar reação anafilática? Há pessoas, no Brasil, que morrem de alergia alimentar por que a ANVISA não permite a importação de fórmulas de epinefrina autoinjetável, amplamente usadas nos EUA e Europa. Está ficando escancarado que o Brasil não tem sequer agulhas e seringas para vacinar o número mínimo necessário de pessoas para obter os efeitos pretendidos com a vacina, a dita imunidade de rebanho.
O que é engraçado é que os "libertários", os antivacinas, os que defendem o direito à ignorância, e.g. terraplanismo, a liberdade de crença, são justo aqueles que facilmente começam a queimar livros e não demora e passam a queimar pessoas.
Dizem os especialistas que a produção de uma vacina dura cerca de dez anos. A pandemia de coronavírus, iniciada na China em dezembro do ano passado, tem obrigado os cientistas e redobrarem esforços para acelerar a produção de uma vacina em tempo recorde, em cerca de dez meses, mobilizando altos recursos financeiros, pessoal técnico especializado e milhares de voluntários, em três etapas de testes de verificação da sua eficácia. Após todo esse esforço dos cientistas, cerca de 22% de brasileiros, além de descumprirem as regras de isolamento, recomendadas pelas autoridades de saúde, declaram publicamente que pretendem recusar-se a tomar a vacina sob vários tipos de argumentos, a maioria deles de natureza ideológica, questionando, principalmente a sua eficácia. Imaginam que as vacinas é que oferecem risco e não mais a doença. Depois de terem sido testadas por milhares de voluntários durante vários meses, e de serem aprovadas pelas agências internacionais de saúde, tais questionamentos carecem de razoabilidade. Um cientista, que dedicou toda a sua vida a estudar e a pesquisar a melhor forma de aumentar a imunidade dos seres humanos às doenças, vê agora todo o seu esforço ser diminuído pela reação de parte da sociedade contra um antídoto que foi criado com o objetivo exatamente de salvar vidas. Dos milhares de voluntários que foram testados e dos que já foram vacinados até agora não se tem notícia de nenhum caso de reação adversa. Tal conquista da medicina, em tempo recorde, está sofrendo uma tentativa de neutralização, causada pelo comportamento irracional dos que não querem que a vacinação seja bem sucedida. Felizmente a liberdade individual de cada um não tem o poder de autorizar o cidadão a expor a coletividade a risco de contágio pelo coronavírus.
Tudo o que o senhor falou deve ser contextualizado em cada caso concreto, jamais pode valer para todos os casos. No caso dessa vacina, além de ter sido "aprovada" em outros países em menos de um ano, que os médicos dizem ser um período insuficiente para aferir a segurança e eficácia, também é a primeira vez que uma vacina à base de mRNA é aplicada na Humanidade, é, literalmente, um "tiro no escuro". Ou não, pode muito bem ser uma arma biológica. A esse respeito, convém cotejar os dispositivos penais citados com a Convenção sobre Armas Biológicas.
Se a vacina imuniza, quem toma não seria contaminado por quem não toma.
Só que essa vacina, conforme declaração da OMS, não assegura que a pessoa vacinada não terá a doença, pode ter sim, do mesmo modo que, mesmo vacinado, pode transmitir. Então, caríssimo, essa vacina só serve para enriquecer os fabricantes e funcionários públicos ao redor do mundo que garantem a obrigatoriedade. Ou pior, facilitam a utilização de armas biológicas. Leia um pouco a Convenção sobre Armas Biológicas. Sinceramente, se você acredita que os bilionários donos de laboratórios farmacêuticos estão cuidando da sua saúde, com certeza você precisa ser vacinado.
Médicos e cientistas de áreas correlatas, no mundo inteiro, estão denunciando os malefícios do lockdown w das vacinas "aprovadas" em menos de um ano.
Médicos e cientistas de áreas correlatas, no mundo inteiro, estão denunciando os malefícios do lockdowm e de vacinas "aprovadas" em menos de um ano.
Você está mal-informado. Existem casos graves de efeitos adversos em voluntários registrados. Pesquise. Ademais, a questão da "aprovação" das vacinas em menos de um ano diz respeito ao NECESSÁRIO período de observação para aferir a ocorrência de efeitos adversos imediatos e/ou tardios, isto é, que se manifestam após alguns meses ou anos. Antes desse período de observação, a vacina NÃO É SEGURA. Quem quiser usar deve ser informado sobre esses riscos e aceitar participar de um estudo, assim como os voluntários dos laboratórios.
Acho que o povo ucraniano deu um belo exemplo como devemos proceder e colocar os "Deuses do STF" na linha.
A (racional) jornalista Paula Schmitt traz um ponto de vista interessante:
https://www.poder 360.com.br/opiniao/coronavirus/a-vacina- da-covid-19-os-riscos-e-a-heuristica-de- quem-sabe-pouco-por-paula-schmitt/ br/>Trata-se agora de um caso especial, claro: vacina(s) desenvolvida(s) em tempo recorde, por causa das circunstâncias pandêmicas.
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Em tempo: pretendo tomar a vacina, qualquer delas, tão logo certificada pela Anvisa.
Concordo plenamente com a sua inclusão, nessa avaliação, dos extremistas de esquerda, com certeza. Extremismos, seja de direita, seja de esquerda, nunca são bons. Apenas não os incluí expressamente porque não são eles (ao menos não que eu tenha visto), talvez por estarem fora do poder, que propulsionam o negacionismo anticiência e antivacina.
Dra. Rejane, respeitosamente me recuso a dar crédito a médicos bolsonaristas. Entendo que tais profissionais permitem que a ideologia se sobreponha à ciência, que deveriam, pela profissão escolhida, sempre fazer prevalecer.
Quanto aos "cientistas internacionais", não tenho tempo de ficar procurando, na internet, teses contrárias a uma verdade científica amplamente aceita. Pretendo me vacinar o quanto antes e penso que a vacinação deve, sim, ser obrigatória a todos aqueles a quem ela não apresente efeitos colaterais nocivos em virtude de problemas de saúde pretéritos (é bem por isso que todos devem se vacinar). Ademais, vi em outro post que a senhora citou a cloroquina. Ora, se a cloroquina tivesse algum efeito contra a Covid-19, Osmar Terra, o grande "especialista", não teria parado, em estado gravíssimo, na UTI, não é mesmo?
Antes de rotular "médicos bolsonaristas" é necessário aprofundar nos elementos científicos, pois muitos "cientistas" que talvez o senhor respeite têm intricados interesses em "defender" determinados medicamentos e/ou terapias por trabalharem em grandes laboratórios ou receberem quantias milionárias desses laboratórios para as suas "pesquisas científicas". A questão não é simples. Aproveito o ensejo para lhe desejar Boas Festas !
O uso da hidroxicloroquina vem sendo eficaz para muitos pacientes quando no início dos sintomas. Nenhum medicamento garante cem por cento dos casos, assim como nenhuma vacina garante cem por cento de imunização. Quanto aos médicos internacionais, não precisa pesquisar, aqui mesmo no Brasil, os doutores Alessandro Loiola, Anthony Wong e Nise Yamaguchi alertam sobre os riscos dessas novas vacinas para a Covid-19. Há muitos vídeos no youtube.
Este raciocínio da senhora não é correto. A pessoa que toma a vacina fica imune, mas existem pessoas que não podem tomar vacina e poderão ser infectadas por pessoas que não querem tomá-la. Tem que ser solidário.
Falando de armas biológicas, cloroquina e citando Anthony Wong e Nise Yamaguchi como fontes confiáveis.
Patético.
Você se considera abalizado para determinar quem, que médico ou cientista, seja ou não uma "fonte confiável"?
Em primeiro lugar, não sou bolsonarista. Em segundo lugar, patético é um advogado acusar um comentarista de patético por levar em consideração a opinião de Anthony Wong e Nise Yamaguchi sem demonstrar qual o motivo de considerar essas opiniões médicas "patéticas". É criticar por criticar sem aprofundar nos elementos relevantes da questão.
Se, como o senhor mesmo disse, existem pessoas que não podem tomar a vacina, elas transmitirão a doença entre o grupo de pessoas que não podem tomar a vacina, não é mesmo ?
Além disso, conforme orientações da OMS, mesmo quem tomar a vacina deve continuar a usar máscaras e a observar os protocolos de medidas sanitárias, pois podem pegar a Covid. Ou seja, essa vacina é como a vacina da gripe, não propicia uma imunização de muitos anos.
O senhor se recusa a analisar em profundidade todos os aspectos de risco e prejudiciais dessas vacinas de mRNA.
Isso significa que o senhor e muitas outras pessoas adeptas de vacinas, sejam quais forem, não analisam detalhadamente a segurança e eficácia, simplesmente têm uma "preferência" por vacinas, mesmo existindo tratamentos medicamentosos para muitas doenças, como é o caso da Covid-19 nos primeiros sintomas.
Assim sendo, essa "preferência" incondicional, ignorando todos os riscos, querem impor para as outras pessoas que seguem uma cautela maior no que vão colocar dentro do próprio corpo.
Não sei a sua idade, mas deve ter ouvido falar do caso da talidomida na década de 1960. Os cientistas não são infalíveis, sobretudo quando flexibilizam o dever de precaução.
O deputado estadual de SP, Gil Diniz, em 27OUT20, portanto muito antes dessa decisão do STF, apresentou projeto de lei na Alesp para, conforme a ementa "Veda ao Pode Executivo a imposição ao cidadão paulista da vacinação compulsória para enfrentamento de emergência de saúde pública de caráter internacional." Isso está no TWITTER do referido deputado. Também lá, um outro deputado estadual de SP fez postagem, informando que a Assembleia Legislativa de Goiás APROVOU projeto de lei no mesmo sentido, ou seja, para vedar ao Poder Executivo de Goiás impor a vacinação obrigatória. Vamos nos mobilizar nas redes sociais e em atos públicos nas capitais e cidades do interior para apoiar a aprovação de projetos de lei como esses.
De autoria do Dep. Gil Diniz, na Assembleia Legislativa de São Paulo.
Lamentável a posição do STF ao reconhecer que a vacinação é ato obrigatório. Jurisdicionalizar a vacinação de combate ao Covid, via STF, é absurdo. A matéria não é constitucional e o STF, na linha do ativismo judicial, agora, também legisla para exigir, de forma obrigatória, a vacinação da Covid.
Professor Luiz Guerra
O Parlamento tem competência para legislar, mas será necessário aferir a constitucionalidade da norma, assim que ela entrar em vigor. Vai precisar ser muito bem justificada. Considero pouco provável que a saúde e a vida possam ficar desprotegida por imposição de uma lei estadual contra a Constituição Federal. Isso quer dizer que as pessoas vão preferir se infectar com o vírus do que tomar a vacina. Com todas as vênias, considero não convincente o projeto.
Dra. Rejane, em primeiro lugar, tenho a convicção de que ninguém jogaria a reputação no lixo de graça, se é que a senhora me entende (e sei que entende, pois me parece ser uma pessoa bastante culta). Em segundo, dos profissionais que a senhora citou, o que eu, em pesquisa de dois cliques na internet, encontro? Isto (veja, por favor): https://www.metropoles.com/brasil/politi ca-brasil/bolsonarista-nas-redes-medico- vira-coordenador-de-cultura; https://politica.estadao.com.br/blogs/es tadao-verifica/medico-espalha-informacoe s-falsas-sobre-seguranca-das-vacinas-mrn a-contra-covid-19/). A senhora pode ler as matérias (eu, pelo menos, acredito no jornalismo profissional), mas cito aqui porque é interessante: o primeiro médico citado no seu comentário chegou a ser contratado por aquele (estranho) secretário demitido (devido à pressão externa, especialmente do presidente do Senado) por veicular paráfrase de discurso do nazista Goebbels. O segundo é um pediatra/toxicologista, alheio à infectologia/imunologia/pneumologia, que só apareceu em mídias de direita após o início da pandemia. A outra foi afastada do Einstein. Pode-se confiar em gente assim? Acho que não. Mais não preciso dizer. Votos de boas festas à senhora também.
Caríssimo, li as notícias que você indicou. Em primeiro lugar, gostaria de debater alguns de seus posicionamentos. Assim como o senhor, também valorizo o "jornalismo profissional" e apreciei muito o senhor ter usado essa expressão, pois não significa que o profissionalismo esteja atrelado ao porte da empresa de comunicação na qual o jornalista trabalha. Tenho uma amiga jornalista que me esclarece sobre as regras do jornalismo, das entrevistas, da verificação das fontes e veracidade (ou não) de uma informação. Dito isto, vamos às suas críticas : o.php?script=sci_arttex&pid=S0100-550220 10000400006
1) Dr. ALESSANDRO LOIOLA - Entendo perfeitamente a sua crítica sobre o fato de que o Dr. Loiola exerce certo ativismo político que poderia contaminar as suas conclusões científicas com algum viés ideológico. No entanto, nem sempre a realidade é como gostaríamos que fosse e, no caso da Medicina, para muito além de qualquer viés ideológico, existe uma relação "promíscua" com a indústria farmacêutica que, também, é uma das grandes anunciantes dos veículos da grande mídia tradicional. Nesse aspecto, nós, os cidadãos comuns, cujo único interesse é o tratamento adequado da nossa saúde, devemos estar alertas e ter senso crítico para detectar os interesses envolvidos. A esse respeito, existem muitos trabalhos acadêmicos sobre as relações entre os médicos e a indústria farmacêutica publicados no Brasil e em outros países, há décadas, de que é exemplo o seguinte, " Médicos e Indústria Farmacêutica : Percepções Éticas de Estudantes de Medicina ", disponível no seguinte endereço
https://www.scielo.br/sciel
Vale a pena destacar alguns trechos :
(...) " A medicina da atualidade caminha cada vez mais no sentido da desumanização, baseada no intervencionismo exacerbado, e o uso abusivo de medicamentos industrializados assume papel de destaque.
A história dos medicamentos e do lugar que passam a ocupar na prática médica está intimamente associada às transformações operadas nas formas de produzir e consumir remédios, fenômenos que podemos situar no século passado, particularmente após a Segunda Guerra Mundial. Neste contexto histórico, incluímos ainda a questão do crescimento da sociedade de consumo como substrato para os diversos ramos da economia, entre eles a indústria farmacêutica.
Estudo no Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra que os produtos e serviços de saúde representam o grupo que mais aumenta os preços, mais que o dobro da inflação. A maior parte desse aumento corresponde aos medicamentos.
Para se ter uma ideia dos valores monetários em questão, apenas o desenvolvimento de uma nova droga tem o custo de inovação aproximado de 403 milhões de dólares.
O faturamento das empresas farmacêuticas, no Brasil, gira em torno de 10 bilhões de dólares por ano. No mundo, o mercado farmacêutico movimentou, em 2006, aproximadamente 643 bilhões de dólares, com aumento de 7,0% em relação ao ano anterior, o que evidencia seu poderio econômico e a enorme gama de estratégias para aumentar cada vez mais os lucros.
Para agir com o público leigo, a indústria farmacêutica utiliza os meios de comunicação para divulgar a fabricação ou a "reciclagem" de doenças (muito mais barato que a fabricação de novos fármacos). Através da mídia, massifica o uso de drogas "milagrosas" para o controle das "novas" doenças. (continua)
(continuação)
Um exemplo atual é a disfunção erétil, criada em substituição à impotência masculina, para a qual o sildenafil passou a significar uma "extraordinária" solução.
Lynn Payer, em 1992, criou o termo disease-monger (apregoador ou fabricante de doenças). A autora elencou os dez mandamentos para a fabricação bem-sucedida de uma nova doença : (1º) tomar uma função normal e insinuar que há algo de errado com ela e que precisa ser tratada. (2º) encontrar sofrimento onde ele não necessariamente existe; (3º) definir uma parcela tão grande quanto possível da população afetada pela "doença"; (4º) definir a condição como uma moléstia de deficiência ou como um desequilíbrio hormonal; (5º) encontrar os médicos certos. (6º)enquadrar as questões de maneira muito particular. (7º) ser seletivo no uso de estatísticas para exagerar os benefícios do tratamento disponibilizado. (8º) eleger os objetivos errados, quer dizer, focar aspectos secundários ou desimportantes com relação ao verdadeiro alvo da pesquisa. (9º) promover a tecnologia como magia sem riscos; (10º) escolher um sintoma inespecífico, com múltiplas possibilidades de interpretação, e fazê-lo parecer um marcador de doença séria.
Deve-se acrescentar que, para o êxito da indústria farmacêutica, o medicamento é representado por um duplo papel, que pode ser sinteticamente apreendido ao ser considerado com dois significados : primeiramente, a capacidade de intervenção do médico no problema que o receita porque "sabe" o que o paciente tem; e, em segundo lugar, sinal de ter sido dada a atenção de que o paciente se julga merecedor, realizando o desejo do paciente de sair da consulta com uma receita na mão, evidenciando-se "naturalmente" o que já existe : uma tendência de medicalização de todo paciente.
(continuação)
Entre as diversas práticas mercadológicas, de que a indústria farmacêutica se vale para incrementar os lucros -via estímulo ao consumo -, sobressai a propaganda agressiva e contínua por meio da abundante exposição midiática dos novíssimos recursos diagnósticos e terapêuticos, convencendo não só a população, mas particularmente os médicos, cujas "canetas" alavancam e permitem a venda dos produtos. Este profissional, por conseguinte, é o maior parceiro no faturamento de tais indústrias.
Vale ressaltar que no Brasil não é permitida a divulgação de remédios de forma livre ao público leigo porque seu uso equivocado representa dano à saúde. Portanto, o alvo número um da indústria farmacêutica é, direta ou indiretamente, o médico.
A partir da década de 1980, a comunidade científica se preocupou em desvendar as diferentes relações dos pesquisadores com a indústria farmacêutica, focando especialmente em seus relatórios de pesquisa o conflito de interesses, que, em virtude do impacto mercadológico, poderia iludir a boa-fé dos consumidores médicos e pacientes. Os periódicos científicos passaram a exigir que os autores incluíssem, em seus artigos, informações sobre todo e qualquer tipo de ajuda que receberam para a realização do trabalho.
A redundância em pesquisas - isto é, a publicação de estudos semelhantes - também configura uma tática de fortalecimento publicitário da indústria farmacêutica, já que esta, a partir da utilização e da manipulação dos conceitos estatísticos, confere um caráter verossímil à eficácia de seus produtos, com a repetição de resultados nem sempre verdadeiros.
Interessam às faculdades de Medicina as questões éticas relacionadas à atividade dos pesquisadores e docentes que, influenciados plea indústria farmacêutica
(continuação)
[influenciados pela indústria farmacêutica] , colocam o peso do seu prestígio acadêmico, muitas vezes de modo contrário aos interesses da vida universitária, tanto no ensino, como na pesquisa e na assistência.
Entre as diversas táticas, além da publicidade maciça, a indústria farmacêutica utiliza médicos renomados que, de maneira aparentemente casual, instruem seus colegas e alunos a prescrever determinados medicamentos - são os speakers. Outras táticas são a distribuição de simples brindes até o financiamento de viagens, estadias, inscrições em congressos, simpósios, jornadas, financiamento de pesquisas, publicação de artigos científicos, livros, entre outras facilidades, desfigurando de modo sutil as características que o médico tem por dever observar para cumprir seu Código de Ética Profissional." (...)
2) Dr. ANTHONY WONG - a sua crítica a esse médico voltou-se ao fato de que ele não é especialista em Infectologia. Permita-me descrever a minha experiência como funcionária de um hospital, nos idos de 1979, como secretária da Residência Medica. Os médicos residentes, por óbvio, moravam no hospital. Trabalhavam o dia e a noite inteiros. Durante um mês, participavam das cirurgias supervisionados por um médico experiente. No mês seguinte, participavam da Obstetrícia, e faziam muitos partos por dia. No outro mês, atendiam no Pronto-Socorro todo o tipo de urgências, desde falta de ar, até acidentados e baleados. E assim por diante. o Dr. Wong é pediatra e crianças têm todo o tipo de doenças infecciosas. Ademais, logo no início da pandemia, as notícias sobre o que acontecia na China eram cesuradas pelo governo chinês. Vídeos foram postados nas redes sociais por moradores de Wuhan e eram assombrosos. (continua)
(continuação)
Eu e muitos outros internautas buscávamos informações fidedignas e o Dr. Wong surgiu como uma dessas fontes porque :
1) Wuhan é a cidade natal da mãe dele.
2) o Dr. Wong nasceu na China e veio com sua família para o Brasil quando tinha cinco anos de idade.
3) Ele tem parentes em Wuhan com os quais mantém contato e lhe transmitiam as informações sobre o que estava acontecendo naquela cidade.
3) Dra. NISE YAMAGUCHI - se o senhor pesquisar, encontrará matérias no site da CNN e do Correio Braziliense e, neste último, a transcrição, na íntegra, da nota oficial do Hospital Albert Einstein, de que o mencionado "afastamento" foi por causa de uma questão interna, de uma declaração dela sobre o holocausto, que gerou polêmica porque o hospital é israelita. Não teve nada a ver com a capacidade profissional da Dra. Nise Yamaguchi.
É a pergunta que não quer calar.
Existe uma diferença muito importante entre vacinas e medicamentos. A vacina serva para prevenir doenças, enquanto os medicamentos servem para tentar curá-las. A importância das vacinas serem obrigatórias é para evitar que, por ignorância, algum cidadão deixe de tomá-la e venha a morrer por esse motivo. Em casos de pandemia contagiosa, que se alastra pelo mundo rapidamente, como é o caso do coronavírus, a obrigatoriedade é mais importante ainda, para evitar que pessoas assintomáticas transmitam a doença para centenas de pessoas, fazendo com que outros venham a morrer por causa do exercício da sua liberdade individual, tornando ineficaz a descobrimento da vacina e impossível combater a pandemia. Já temos milhares de mortos no mundo inteiro. Medicamentos não devem ser obrigatórios, estando a critério dos médicos ministrá-los com responsabilidade. E os médicos têm credibilidade pra tomar tais decisões de ministrar o medicamento que considere eficaz. Agora, pessoas sem nenhuma formação na medicina querer prescrever medicamentos que pesquisas indicaram não terem nenhum eficácia, e ainda produz efeitos colaterais graves, que levam o paciente à morte, simplesmente pelo fato de ser presidente, isso, sim, deveria ser proibido. Nenhuma pessoa sem formação médica tem o direito de prescrever medicamentos a pessoas enfermas em propagandas televisivas, como faz o presidente, com o objetivo de aumentar o número de mortes. Evidente que é esse tem sido o objetivo e é um dos motivos de termos no Brasil mais de 185.000 mortos.
A hidroxicloroquina foi usada no tratamento de pacientes no início da "pandemia" pelo renomado médico francês Didier Raoult no hospital onde é diretor em Marselha. Ele, que é aclamado por muitos médicos no mundo inteiro como o melhor infectologista do mundo, sofreu campanha difamatória, foi ao Parlamento francês explicar seus argumentos científicos e apresentar os mais de cem casos de recuperação. Na mesma época, todo o estoque de cloroquina do Ministério da Saúde da França foi roubado, evidentemente, para impedir que o Dr. Roult expandisse o tratamento para mais pessoas e obtivesse mais evidências científicas. Ver essa notícia do jornalista Pepe Escobar : "Por que a França está escondendo uma cura barata e testada para o vírus ?" disponível em r-que-a-franca-esta-escondendo-uma-cura- barata-e-testada-para-o-virus 020/12/apos-10-meses-de-pandemia-italia- libera-uso-de-hidroxicloroquina-no-trata mento-precoce-da-covid-19 /docs/not2496%20Nota%20Informativa%20MS- nr%209.pdf
https://www.brasil247.com/blog/po
Os estudos clínicos prosseguiram e, na Itália, os cientistas comprovaram a eficácia da hidroxicloroquina no tratamento precoce da Covid-19, o que fez o governo daquele país liberar o uso para tal indicação, conforme a notícia "Após dez meses de pandemia, Itália libera uso de hidroxicloroquina no tratamento precoce da Covid-19, disponível em
https://terrabrasilnoticias.com/2
ver também a nota informativa - Nota Informativa n. 9/2020-SE/GAB/SE/MS- do nosso Ministério da Saúde com mais de 400 págs. de referências científicas sobre o uso da hidroxicloroquina, disponível em
www.mpf.mp.br/go/sala-de-imprensa
Tudo o que você disse sobre a necessidade da prescrição por um médico em função das condições de saúde de cada paciente também é necessário para as vacinas e isso vem sendo deliberadamente negligenciado. A vacinação indiscriminada, obrigatória, sem avaliação das condições de saúde de cada pessoa é uma irresponsabilidade, beirando o homicídio culposo ou dolo eventual. Ademais, essas vacinas aprovadas sem análise dos efeitos adversos imediatos e/ou tardios por, no mínimo, cinco anos, é uma irresponsabilidade fatal. Como se não bastasse, é a primeira vez que vacinas à base de mRNA são aplicadas na Humanidade e não se tem nenhum estudo de efeitos adversos imediatos e a longo prazo. E para completar esse quadro de completa irracionalidade, a própria OMS diz que mesmo quem for vacinado deve continuar a usar máscara e adotar os protocolos de saúde porque pode ser contaminado e, também, pode contaminar. Percebe? Vacinados e contraindo e transmitindo a doença uns aos outros, isso sem falar nos males de que podem padecer em decorrência da própria vacina ao longo do tempo. Mas a irracionalidade maior é a de pessoas como você que, mesmo sabendo que existem tratamentos eficazes mesmo após manifestar alguns sintomas - e a hidroxicloroquina é apenas um deles, também pode tratar com ivermectina, doses de vitamina D-, mesmo assim, preferem arriscar a própria saúde numa "promessa" de imunização que os próprios laboratórios fazem questão de deixar escrito "preto no branco" que não se responsabilizam, seja pela imunização, seja por efeitos adversos temporários ou permanentes. Vocês deveriam, isso sim, ser obrigados a tomar ansiolíticos e, em alguns casos, antipsicóticos.
As vacinas foram testadas com milhares de voluntários por longos meses e é a única forma eficaz atualmente de combater o coronavirus. No processo de avaliação das vacinas nada foi negligenciado, as avaliações são realizadas por organizações especializadas. Imagina se Chefes de Estado do mundo inteiro iriam se submeter a uma vacina que pudesse se trazer efeitos colaterais graves para a sua saúde. A vacinação já começou na Inglaterra. Os vacinados não tiveram nenhum sintoma adverso. Todos os países da Europa estão já preparados para vacinas os seus cidadãos. No Brasil não temos nem previsão de data. Ficamos mais de dois meses sem ministro da saúde, apenas com um interino, militar, que não entende de nada de saúde. Além disso, após a demissão do ministro Henrique Mandetta, o governo resolveu omitir as informações diárias sobre a evolução da pandemia, o que obrigou um grupo de veículos de comunicação formarem um consórcio de imprensa para passar informações atualizadas sobre a evolução da pandemia, para que o cidadão pudesse ter uma visão da situação real e pudesse tomar os cuidados recomendados pelos órgãos de saúde e da OMS. Se os medicamentos mencionados em seu texto tivessem eficácia sobre a covid19 certamente o Brasil não teria atingido a marca de 1.054 mortos por dia, e de mais de 185.000 mortos até agora. Essas pessoas que estão morrendo estão sendo infectadas por outras pessoas que passaram o coronavírus pra elas. Por que, como todo mundo sabe, essa doença começou na China, na cidade de Wuhan, em dezembro de 2019, quando, no Brasil, não havia ainda ninguém infectado. Portanto, posso concluir que tem pessoas que não se importam de se infectar com o vírus e estão transmitindo para outras. Por isso a importância da vacina ser obrigatória.
Até a grande mídia tradicional está noticiando os casos de pessoas que tiveram sérios problemas de saúde poucas horas após receber a vacina nos EUA e também no Reino Unido, mas você faz questão de ignorar e simplesmente dizer que estão todos bem. As vacinas não foram devidamente testadas porque é preciso um período de tempo de, pelo menos, cinco anos para observar a ocorrência de efeitos adversos tardios. Basicamente, o que fizeram, é como se algum cientista dissesse que, para esterilizar objetos, não é necessário deixar em água aquecida a 100ªC, pode ser a 15ºC, a despeito de todas as comprovações e testes científicos de que a maioria dos micro-organismos só morrem à temperatura de 100ºC. Caríssimo, nenhum chefe de Estado ou pessoa da alta cúpula vai tomar essa vacina, só tolos acreditam nisso. Existem muitas outras doenças transmissíveis como a gripe e a Covid-19 está nessa categoria, tanto é que a vacina não imuniza por longo período, será necessário continuar a usar máscara, manter isolamento social, etc., etc,. etc. E não sou eu que digo que essas vacinas aprovadas em alguns meses não são seguras, são médicos e cientistas de áreas correlatas no mundo inteiro que dizem isso.Do mesmo modo, não sou eu que digo que vacinas de mRNA são um risco muito grande porque não foram observadas por pelo menos cinco anos, são médicos e cientistas do mundo inteiro que dizem. A propósito, um desses cientistas, na França, foi arrancado de casa e internado compulsoriamente num hospital psiquiátrico.A família e seus colaboradores afirmam que ele estava em perfeitas condições de saúde mental. Não permitem visitas. A fundadora de um site sobre riscos associados a vacinas foi encontrada morta.São só alguns exemplos É um totalitarismo sanitário, "ciência de narrativas".
O mundo científico do mundo inteiro vem travando uma enorme batalha para descobrir um medicamento eficaz, porque até agora não existe nenhum, ou uma vacina em menor espaço de tempo. A descoberta de uma vacina no contexto de uma pandemia de um vírus mortal é crucial para deter a pandemia, que já fez milhares de mortos. Trata-se de uma situação de emergência. O mundo não tem muito tempo para longas esperas. Já são milhares de mortos no mundo inteiro e há a necessidade de uma ação bem mais rápida. Caso os cientistas demorassem de cinco a dez anos para avaliar efeitos colaterais, até lá poderia já não existir mais ninguém na Terra. E como poderiam fazer isso sem que ninguém tivesse sido vacinado ? Se a aplicação da vacina não tem nenhum efeito imediato, não seria razoável supor que tal reação viria daqui a muitos anos. Até porque o efeito da vacina não tem duração longa, como você mesmo afirma. A questão de tomar a vacina e continuar a usar máscara e a evitar aglomerações é uma medida preventiva, uma vez que ainda estamos no meio de uma pandemia. O processo de eliminação dessa pandemia não vai ocorrer de um dia para a noite, mas vai levar alguns anos. Mas, para conseguir êxito é necessária a colaboração de todos. Recentemente, aqui mesmo no Brasil, a ANVISA suspendeu os testes da vacina Coronavac durante a fase final, que vinham sendo muito bem sucedidos, quando um dos voluntários morreu, e depois verificou-se que o motivo da morte foi suicídio, conforme pode-se ver neste link: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/notici a/2020/11/10/causa-da-morte-de-voluntari o-da-coronavac-foi-suicidio.ghtml. odemos concluir, portanto, que, diante desta pandemia não há tempo hábil de cerca de dez anos para se ter uma vacina 100% segura. Vacinação geral é a ação correta.
P
Caríssimo, nesses meses, foram caindo por terra certas previsões a respeito dessa doença e dos tipos de tratamento. A começar pela previsão de "um milhão de mortos" no Brasil em poucos dias. Não se concretizou, felizmente. A "demonização" da hidroxicloroquina impediu que muitos pacientes recebessem o tratamento no início dos sintomas. O caso que você relatou, do voluntário que veio a óbito por suicídio, pode estar relacionado a algum efeito da composição química da vacina, tenho certeza de que há cientistas analisando esse caso. A questão é que estamos num mar de incertezas. Você acha que se não tomarmos a vacina, não restarão seres humanos vivos daqui a cinco anos. E eu acho que essa previsão não se concretizará, isto é, em relação àqueles que não tomarem a vacina. Quando há tantas incertezas e mudança de procedimento como ocorreu com a hidroxicloroquina, não se pode obrigar a vacinar. Perceba, eu já tomei várias vacinas ao longo da vida, não tive problemas com elas, assim como meus filhos. Qual a diferença ? Eram vacinas testadas e observadas por muitos anos. O principal é que eu venho de um tempo em que não existiam vacinas para as ditas "doenças da infância", ou seja, sarampo, catapora, rubéola, caxumba, etc. Quando eu era criança, eu tive caxumba dos dois lados ao mesmo tempo. Fui intencionalmente colocada para brincar junto com a filha de uma vizinha que estava com rubéola porque já se sabia naquela época que se gestantes contraíssem rubéola poderiam haver danos à saúde do feto. As meninas eram expostas à doença, pois ficariam imunes. No caso dessas vacinas aprovadas sem o necessário tempo de observação de efeitos adversos tardios, não deve ser obrigatória. Ninguém é dono da verdade e a ciência opera com fatos e comprovações.
O mundo encontra-se numa situação de emergência, em que os governos não possuem estrutura para atender milhares de pessoas enfermas ao mesmo tempo. O número de mortes aumentam a cada dia em todo o mundo. A única forma de deter a pandemia é encontrar uma vacina. Os governantes mais responsáveis procuram dar o exemplo, submetendo-se à vacina, como fez recentemente o vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, conforme pode-se ver neste link: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/ 12/18/mike-pence-recebe-primeira-dose-da -vacina-da-pfizer-para-a-covid-19.ghtml. Da mesma forma também o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, com o objetivo de incentivar o povo a também se vacinar, conforme podemos ver neste link: https://oglobo.globo.com/mundo/netanyahu -toma-vacina-contra-covid-inicia-campanh a-de-imunizacao-de-israel-24805388. Transcrevo trecho da reportagem em que o primeiro-ministro afirma que está sendo o primeiro israelense a se vacinar para encorajar a população a também fazer o mesmo: "Netanyahu disse que estava sendo o primeiro israelense a ser vacinado para encorajar outras pessoas a não terem medo da vacina." Infelizmente no Brasil nós temos visto exatamente o contrário. O líder máximo da nação declarando publicamente que não vai tomara a vacina, influenciando milhares de pessoas a tomarem a mesma atitude, o que pode comprometer em muito o combate à pandemia, neutralizando o efeito da descoberta da vacina e diminuindo o mérito do trabalho dos cientistas. Isso significa que ainda haverão muitos mortos daqui pra frente, devido à irracionalidade dos que irão se opor ao recebimento da vacina. O governo ainda não tem um planejamento eficiente de vacinação, não temos especialistas em saúde no governo. Só militares que não sabem nada.
Tanto não é que a própria OMS diz que mesmo os vacinados devem continuar a usar máscara e observar os protocolos sanitários. Existe tratamento para os primeiros sintomas e isso também deveria fazer parte dos protocolos sanitários, inclusive e principalmente porque não necessita de internação e muito menos de aparelhos sofisticados, é um tratamento de baixo custo. Suas opiniões sobre o governo e os militares, não vou debater, acho que não tem relevância para o assunto da vacina. A questão é que as pessoas que estão ansiosas por uma vacina, e estão se arriscando porque não foi observado o período de cinco anos para avaliação dos efeitos adversos tardios, querem impor aos outros a mesma falta de cautela ou assumir um risco que não devem ser obrigadas a assumir. Acresce ao risco da vacina aprovada prematuramente o ineditismo de ser feita à base de mRNA, que nunca foi utilizado antes em vacinas. É muito risco para assumir para si próprio e inadmissível para impor aos outros.
A desorganização do governo e as ações do presidente na condução da pandemia estão diretamente relacionada ao elevado número de mortes por covid-19 no Brasil. O desrespeito às recomendações emanadas dos órgãos de saúde, únicas formas de evitar o contágio, o desmantelamento do Ministério da Saúde, com pessoas despreparadas, sem nenhum conhecimento de medicina, são fatores importantíssimos que agravou significativamente a situação da pandemia no Brasil, revelando excessiva negligência por parte do governo federal, situação que vem se mantendo até os dias atuais, e tudo indica que n vai continuar. Tal situação serve para retardar o início da vacinação no Brasil, sem data prevista para o seu início, enquanto o Reino Unido e a Europa já estão com tudo pronto para iniciar a vacinação. Fazer cinco anos de testes, como você propõe, provocaria um verdadeiro genocídio das populações mais pobres e vulneráveis, os quais têm sido as maiores vítimas dessa pandemia. Tenho a impressão de que essa proposta de testes excessivamente demorados têm como objetivo dizimar certos grupos da população, pessoas vítimas da discriminação, e que, por falta de recursos, seriam varridas da Terra durante esse tal período de testes. No mesmo sentido, a demora do governo em iniciar a vacinação também permite que mais pessoas venham a perder suas vidas, porque a proteção da saúde e da vida, especialmente das pessoas mais pobres, não tem sido prioridade do governo brasileiro. As pessoas estão fazendo pouco caso de termos hoje no Brasil mais de 185.000 mortos por coronavírus. Ocorre que esse elevado número de pessoas mortas somente ocorreu devido à omissão do governo federal, digo, presidente da República.
"A Associação Médica Americana retira as restrições contra a Hidroxicloroquina" ntraposicao/article/associacao-medica-am ericana-retira-as-restricoes-contra-hidr oxicloroquina-puz6f/ stem/files/2020-10/nov20-handbook-addend um.pdf
publicado no site "fleeks.com"
https://fleeks.com/b/co
Conforme noticia o site :
(...) "A Associação Médica Americana declara que retira as restrições contra a hidroxicloroquina e admite seus benefícios, liberando para uso em tratamentos precoces visto a quantidade de artigos científicos citando seus resultados positivos na dose e na hora correta." (...)
O site transcreve alguns trechos da Resolução 509, cujo documento pode ser visto, na íntegra, no seguinte endereço
https://www.ama-assn.org/sy
Principais trechos :
Resolução 509 - pág. 16 e segs.
(...) "Visto que os estudos originais publicados no The Lancet e no The New England Journal of Medicine (NEJM) inicialmente citando danos ao uso de hidroxicloroquina e cloroquina foram retirados pelos referidos periódicos devido à metodologia de pesquisa duvidosa e conclusões incorretas
(...) Considerando que a hidroxicloroquina e a cloroquina são medicamentos aprovados pela FDA há mais de 50 anos e seus medicamentos são prescritos com segurança em longo prazo para outras indicações
(...) RESOLVEU que a nossa AMA tranquilize os pacientes cujos médicos estão prescrevendo hidroxicloroquina e terapias combinadas para o diagnóstico da COVID-19 em estágio inicial emitindo uma declaração atualizada esclarecendo nosso suporte para a capacidade de um médico de prescrever um medicamento aprovado pela FDA para uso off-label, se estiver em seu melhor julgamento clínico, com referência ao uso de hidroxicloroquina e terapias combinadas para o tratamento do estágio inicial da COVID-19 ." (...)
Conforme noticia o site "terrabrasilnoticias" s. emia-italia-libera-uso-de-hidroxicloroqu ina-no-tratamento-precoce-da-covid-19/<b r/>
"Após de meses de pandemia, Itália libera uso de hidroxicloroquina no tratamento precoce da COVID-19"
https://terrabrasilnoticia
com/2020/12/apos-10-meses-de-pand
Despacho do Conselho de Estado n. 7097/2020 publicado em 11DEZ20
conforme publicado no site do ESTADÃO oticias/geral,orgao-dos-eua-confirma-sei s-reacoes-alergicas-graves-causadas-pela -vacina-da-pfizer,70003558182
"Órgão dos EUA confirma seis reações alérgicas graves causadas pela vacina da Pfizer"
subtítulo : CDC disse que está investigando a causa das reações em adultos, que foram prontamente tratados e submetidos a uma observação. Casos similares já tinham ocorrido no Reino Unido
https://saude.estadao.com.br/n
Estudos demonstraram que o uso da hidroxicloroquina produz efeitos colaterais gravíssimos, afetando outros órgãos do organismo, podem acelerar a morte do paciente. Parece que esse fato já comprovado não tem sido considerado pelos que fazem propagando desse medicamento. Considerações mais abalizadas deixo para os especialistas da área médica.
O propagandeado medicamento hidroxicloroquina não demonstrou eficácia no Brasil, que já contabiliza mais de 185.000 mortos por covid-19. O fato de ter sido liberado para usar não significa que ela tenha poder de cura. É sabido que não existe atualmente no mundo nenhum medicamento eficaz contra o coronavirus.
Foram exatamente os especialistas da área médica da Itália que recomendaram o uso da hidroxicloroquina no tratamento precoce da Covid-19 para o governo italiano que adotou a recomendação abalizada dos cientistas conforme a notícia acima. Parece que você não entendeu.
Agora, você está começando a fazer afirmações racionais. Sim, não existe cura para a Covid-19 assim como não existe cura para a gripe. Existem tratamentos. E, ademais, há constatação de que o coronavírus sofre mutações muito rápidas, então, uma vacina para o estágio atual do coronavírus pode não ser eficaz para outros estágios de mutação. Por outro lado, são desconhecidos os efeitos adversos das vacinas porque não foram observados por um período mínimo de segurança de cinco anos.
Como é de conhecimento de todos, algumas pessoas possuem alergia a determinados medicamentos. Caso alguma pessoa possua alergia a algum componente da fórmula da vacina, é natural que tenham reação alérgica. Devemos aguardar as pesquisas para analisar o acontecimento, porque aconteceu com uns e não com outros. Mais importante: precisamos saber se a vacina é eficaz.
A hidroxicloroquina vem sendo utilizada no Brasil pelos profissionais da área médica, juntamente com outros medicamentos durante todo o período da pandemia. Parece que a recuperação ou cura do paciente dependem mais da sua resistência orgânica do que de remédios.
A vacina não pode ser obrigatória, além do fato de não ter sido observada em relação a efeitos adversos pelo período mínimo de segurança de cinco anos, porque :
1) há pessoas alérgicas a componentes químicos
2) alertam os médicos que quem tem anticorpos de Covid NÃO pode tomar a vacina porque desencadearia uma "tempestade" no organismo e, se vier a contrair a Covid-19, terá um quadro muito mais grave.
Pois é. Defendam-se.
Continuo afirmando que não dá para a humanidade esperar fazer testes durante cinco anos, até porque se esperarmos até lá todos já estarão infectados. E se hoje o número de mortes já é alarmante, imagina quantas pessoas morreriam num período de cinco anos. Sem comentários sobre uma proposta dessa. E aqueles que, por razões médicas, não puderem se vacinar, seja por alergia a algum componente da fórmula ou por qualquer outro motivo justo, evidentemente que não deverão tomar a vacina. Os especialistas sabem dessas exceções, de quem pode e quem não pode tomar a vacina. O que não pode ocorrer é o cidadão se utilizar da sua liberdade individual para não tomar a vacina e sair contaminando outras pessoas.
e os ministros do STF não colocaram na decisão as hipóteses de pessoas que não podem receber a vacina por alergia ou outras doenças preexistentes., e por apresentarem anticorpos de coronavírus, além de outras hipóteses menos conhecidas que só es especialistas conhecem.
E os ministros do STF não colocaram na decisão a obrigatoriedade dos Estados em promover as devidas provisões em termos de medicamentos para o tratamento precoce.
E os ministros do STF não colocaram na decisão a obrigatoriedade dos governadores informarem através de campanhas publicitárias sobre as alergias, doenças preexistentes e tratamento precoce.
E os ministros do STF não colocaram na decisão quem vai se responsabilizar por danos causados pelo mRNA.
A decisão prolatada pelo STF declara a obrigatoriedade da vacina para fazer prevalecer a primazia do direito coletivo sobre o direito individual, para afirmar que um cidadão não pode, exclusivamente com base no exercício da sua liberdade individual, recusar-se a tomar a vacina, e depois sair espalhando o vírus, até porque esse comportamento é crime previsto no Código Penal, tanto a recusa injustificada quanto a disseminação do vírus. A obrigatoriedade é a única forma de tentar deter a pandemia, porque se as pessoas puderem recusá-la injustificadamente, não adianta produzir vacina. E se alguém vier a sofrer algum problema de saúde relacionado à vacina determinada pelo Estado, ela pode ingressar no judiciário com ação de reparação de danos. Basta comprovar que foi a vacina que causou o problema. Não se tem notícia de nenhum caso em que o Estado produza vacinas com o objetivo de matar pessoas.
O Estado é o Poder constituído dos Três Poderes. Não vemos o Estado, sobretudo nos governos estaduais, no Poder Legislativo em Brasília e no STF garantir os direitos mais elementares dos cidadãos comuns, que são a esmagadora maioria na sociedade brasileira. Se o STF julga a obrigatoriedade em termos abstratos, está, no mínimo, conivente com a imprudência, com a falta de precaução da indústria farmacêutica. Nesse caso específico da vacina contra a Covis, dois fatores impedem a obrigatoriedade ? 1) não foi observada por um período mínimo de cinco anos para verificar efeitos adversos tardios; 2) é a PRIMEIRA vez que se usa mRNA em vacina, e isso deveria ser muito bem observado, isso nunca foi feito antes, há que se ter o máximo de cautela. É muito simples dizer que é "só recorrer para a reparação civil se ficar provado que o dano decorreu da vacina". Há anos pessoas EFETIVAMENTE prejudicadas por vacinas não conseguem essa comprovação judicial e sabe qual o motivo ? Pois é, gira em torno de que "não há estudos que comprovem". E nunca vai haver, e sabe por quê ? Porque quem financia os estudos e as pesquisas é a própria indústria farmacêutica. A questão é a seguinte : existe uma porcentagem de pessoas que poderá ficar paralítica ou com graves problemas neurológicos, outra porcentagem que pode ficar estéril, mais uma porcentagem que pode ter outras doenças muito PIORES do que se contraíssem a Covid-19 e fossem tratadas de imediato. Se você tem impulso para jogar "roleta russa", eu não. E, por último, de que adianta reparação civil quando sua saúde estiver gravemente comprometida ? Estado que negligencia o dever de precaução está concorrendo para dizimar parcela da população, sim.
Da leitura do seu texto pude entender que as vacinas contra a covid-19 constituem riscos graves para a saúde pública e poderão causar danos graves e irreparáveis no futuro. Como todo esse embasamento médico apresentado seria o caso de ingressar imediatamente no Supremo Tribunal Federal com ação de descumprimento de preceito fundamental, ou outro instrumento que julgar adequado, com pedido de liminar para suspender a obrigatoriedade das vacinas que são aplicadas no Brasil. Mas uma coisa será necessária para fundamentar o pedido. Será necessário apresentar provas de algum ou alguns casos em que vacinas aplicadas para a prevenção de doenças tenham provocado a pessoa ficar paralítica, graves problemas neurológicos, e outros ainda piores do que os provocados pela covid-19. Eu nunca ouvi falar de nenhum caso. Mas se você tem essas informações deveria ingressar com uma ação no Supremo e também tornar públicas essas informações, que, com certeza, são de utilidade pública.
Esse arquivo PDF que foi replicado em sites de notícias dos EUA e no Brasil é uma espécie de "minuta" sobre uma reunião dos membros da AMA em que foi debatido o tema conforme exposto no comentário acima. Entretanto, os membros deliberaram NÃO adotar a proposta. Assim sendo, a AMA não aprovou a hidroxicloroquina para o tratamento da Covid-19. Cumpre a mim frisar que, a despeito de a AMA não ter adotado a indicação para a Covid-19, os outros fatores constantes do mencionado arquivo PDF são FATOS comprovados, a saber, a hidroxicloroquina é usada no mundo inteiro há mais de cinquenta anos e seus efeitos adversos são bem conhecidos e tratados no mundo inteiro, assim como são bem conhecidas as dosagens, e casos amplamente divulgados com sensacionalismo referem-se a doses muito superiores às indicadas. Com relação aos estudos publicados na Lancet e no The New England Journal of Medicine, é FATO que foram removidos por falhas na metodologia e outros aspectos científicos que falsearam os resultados em desfavor da hidroxicloroquina Se a AMA chegou a considerar a indicação da hidroxicloroquina, foi baseada em muitos estudos clínicos no mundo inteiro, a decisão final ficou por conta do julgamento dos médicos membros da AMA.
Nesse julgamento da obrigatoriedade da vacina, o PTB propôs ação pela inconstitucionalidade. Os argumentos arduamente defendidos pelo advogado, em sustentação oral, giraram em torno do absoluto desconhecido sobre os efeitos adversos dessa nova vacina. E, mesmo assim, o STF decidiu pela obrigatoriedade, ignorando todos os pareceres médicos pela cautela e prevenção, ou seja, onde existem justificadas divergências científicas, o STF decidiu que uma determinada corrente científica deve prevalecer sobre todos. Isso não é Ciência nem Direito. Isso é ditadura sanitária. Isso é descaso com a população.
disponível no site do Vaticano congregations/cfaith/documents/rc_con_cf aith_doc_20081208_dignitas-personae_po.h tml
www.vatican.va/roman_curia/
"Instrução Dignitas Personae"
sobre algumas questões de Bioética
TERCEIRA PARTE
Novas Propostas Terapêuticas Que Comportam Manipulação do Embrião ou do Patrimônio Genético Humano
(...)
O USO DO "MATERIAL BIOLÓGICO" HUMANO DE ORIGEM ILÍCITA
34. Na investigação científica e na produção de vacinas ou de outros produtos, utilizam-se, por vezes, linhas celulares, que são o resultado de uma intervenção ilícita contra a vida ou contra a integridade física do ser humano. A conexão com a ação injusta pode ser imediata ou mediata, uma vez que se trata geralmente de células que se reproduzem facilmente e em abundância. Este "material", por vezes, é comercializado e outras vezes distribuído gratuitamente nos centros de investigação por organismos estatais que o fazem por lei. Tudo isto dá lugar a diversos problemas éticos, em tema de cooperação com o mal e de escândalo. Convém, portanto, enunciar os princípios ferais, a partir dos quais os operadores da reta consciência podem avaliar e resolver as situações, em que possam eventualmente ser envolvidos na sua atividade profissional..
(...) Naturalmente, dentro deste quadro geral, existem responsabilidades diferenciadas, e razões graves poderiam ser moralmente proporcionadas para justificar a utilização do referido "material biológico". Assim, por exemplo, o perigo para a saúde das crianças pode autorizar os pais a utilizar uma vacina, em cuja preparação f oram usadas linhas celulares de origem ilícita, permanecendo firme dever da parte de todos de manifestar o próprio desacordo e pedir que os sistemas sanitários disponibilizem outros tipos de vacinas." (...)
"princípios gerais" e não "princípios ferais" como constou.
Agradeço à Dra. Rejane pelas informações relativas à ação do PTB no STF em favor da não obrigatoriedade da vacina. Assisti à defesa oral do advogado e os argumentos apresentados me pareceram bem consistentes. Entretanto, não vi, até o presente momento, a apresentação de casos reais e concretos de pessoas que tenham sofrido danos irreparáveis em consequência da aplicação de vacinas. Juízes, para serem convencidos, costumam exigir provas concretas. Também devemos considerar que os cientistas gozam de alta credibilidade atualmente, pelos grandes benefícios que tem proporcionado à humanidade. Por outro lado, as críticas seriam muito maiores contra o Supremo se ele revogasse a obrigatoriedade da vacina, vigente no Brasil desde a edição da Lei 6.259, de 1975. Em uma rápida pesquisa também descobri que a vacina é eficaz para proteger da covid, mas não do vírus. Esse é o motivo porque é necessário manter o uso de máscara e o distanciamento social depois de ter tomado a vacina. A vacina serve para reforçar o sistema imunológico para lutar contra a ação do vírus, de modo a não permitir a formação da covid. Mas o vírus continua lá instalado no organismo. Com a possibilidade de ser transmitido. Outro ponto importante a considerar é que a maioria das vítimas de covid-19 são os idosos, pessoas que já não tem uma vida muito ativa. De que forma eles estão se infectando ? Bem provável que o coronavírus esteja sendo transmitindo para eles por pessoas mais jovens, mais resistentes ao vírus, talvez até mesmo assintomáticos. Para esses que já estão infectados, não adianta mais a vacina. A vacina só serve para aqueles que ainda não foram infectados. Quem não quer correr esse risco vai querer tomar a vacina voluntariamente. Então não faz diferença ser obrigatória ou não.
A eficácia de toda e qualquer lei (e decisão judicial) está na legitimidade, que vem a ser o acatamento pela sociedade. Na década de 1970, mais especificamente no ano de 1973, ocorreu um forte surto de meningite aqui em São Paulo. Eu estava na 7ª série e meu chegou a conversar seriamente com uma irmã dele para transferir eu e minha irmã para a casa dela em outro Estado. Promoveram a vacinação e nós tomamos a vacina no colégio. Ninguém falava nada contra as vacinas. Entretanto, com o passar das décadas, mais e mais pessoas, que, como você mesmo valoriza, têm alta credibilidade, por serem cidadãos comuns, cumpridores dos deveres,sem interesses relacionados à indústria farmacêutica,passaram a relatar casos de pessoas saudáveis que tiveram graves problemas neurológicos depois de tomarem vacinas. E mais e mais casos passaram a ser denunciados no mundo. Vou relacionar o farto material e colocarei em outros comentários. Este comentário é só sobre a obrigatoriedade. Quando a sociedade, de forma majoritária, questiona a segurança de uma vacina apoiada em cientistas de alta credibilidade, é o momento de um amplo debate com a sociedade, o que não foi feito em momento algum. Nem sequer com os profissionais da saúde. Ontem, o Sen. Ângelo Coronel apresentou o PL 5555/20 para criminalizar a "desobediência" à vacinação obrigatória bem como espalhar "fake news" sobre as vacinas. E se as próprias vacinas forem "fake news" ? Assim como são necessárias provas num processo judicial, mais ainda é necessário o contraditório e a ampla defesa. A propósito do PL 5555/20, visitei o site do Senado e votei "NÃO". Naquele momento, 22DEZ20, às 14:26 hs., havia 13.665 votos "NÃO" e 3436 votos "SIM". Ou seja mais de 60% são contra. E isso não se resolverá "por decreto".
Está circulando nas redes sociais uma verdadeira campanha de desinformação sobre a eficácia das vacinas fabricadas para combater o covid-19, por pessoas vinculadas a partidos e ideologias políticas de extrema direita. O objetivo é amedrontar as pessoas para que tenham medo de tomar a vacina, veiculando informações falsas de risco de danos graves e irreparáveis à saúde, tais como risco de enfarte, futuros problemas neurológicos, risco de poder ser transformado em jacaré, esta última feita em declaração pública pelo próprio presidente da República, em entrevista na televisão, aos gritos. Simultaneamente a essa campanha de desinformação, está também em curso uma tentativa de retirar a obrigatoriedade da vacinação, obviamente com o objetivo de reduzir o número de vacinados. As pessoas que não se protegerem por medo dessas informações não comprovadas poderão contrair o coronavírus e virem a óbito, principalmente os mais idosos, pessoas com mais de 60 anos. Tenho percebido que as pessoas que defendem a não obrigatoriedade da vacina não demonstram nenhuma preocupação com o elevado número de mortes, que vitimam pessoas pobres, sem recursos, desamparadas, em sua maioria. As classes mais privilegiadas não estão sendo muito atingidas pelas consequências da pandemia. Quando contraem o vírus elas possuem recursos para receberem tratamento especializado da elite da medicina. A covid-19 atinge de modo desigual as diversas classes sociais. Por isso esse descaso, essa omissão do Presidente. Ele incentiva o contágio, aconselha a cloroquina, que tem efeitos colaterais graves, desrespeita a ciência, a imprensa e o Judiciário, a OMS e suas recomendações . A covid-19 é um instrumento de morte dos grupos sociais indesejáveis. Basta incentivar o contágio.
A questão da segurança de qualquer vacina´e fundamentada em critérios científicos. Destarte, esse deve ser o foco de pessoas racionais. Ninguém deveria aceitar uma vacina só porque os "opositores" apresentam argumentos estapafúrdios contra a vacina. Precisa analisar os elementos científicos, a favor ou em desfavor. Se coincidirem com a opinião do "jacaré", não faz diferença alguma do ponto de vista científico. Por outro lado, a quem interessa banalizar fortes argumentos científicos contra a vacina ? A quem fabricou e vai lucrar milhões, isso é um fato. Assim sendo, essas declarações estapafúrdias podem estar sendo disseminadas por aqueles que pretendem desmoralizar seus críticos racionais como médicos e cientistas de áreas correlatas à saúde. Não digo que são todos, há parvos na sociedade desde que o mundo é mundo, o que intriga é que os parvos a favor da vacina são censurados, não se veem comentários ridículos "pró-vacina". É claro que existem.
Guilherme Fiuza, ontem, fez a seguinte postagem numa rede social : cial/status/1341842720420229122
(...) " O canal Os Pingos nos Is, no youtube, c/ quase 3 milhões de inscritos, está proibido de subir vídeos e fazer transmissões ao vivo. A Jovem Pan está recorrendo p/ que a liberdade de opinião prevaleça. Em respeito à audiência, o programa será transmitido pelo canal Jovem Pan News." (...)
https://twitter.com/GFiuza_Ofi
"Cientista russo que trabalhava na vacina contra a Covid-19 morre esfaqueado" r/cientista-russo-que-trabalhava-na-vaci na-contra-covid-19-morre-esfaqueado/?fbc lid=IwAR37PzWW5GdeFwgu7PUwq5Ge2AV7M2C8FX 0yMtfts5Us_iQCOHvBZPeN0N8
(...) " No último sábado,19[DEZ/2020], Alexander Kagansky, de 45 anos, foi encontrado caído na base de um prédio, com indícios de que ele havia sido esfaqueado e em seguida sofrido uma queda.
O russo era um geneticista e biologista molecular de renome que, entre outros projetos, estava trabalhando na imunização contra o novo coronavírus. Sua morte foi divulgada primeiro pelo Fontanka, um jornal local." (...)
https://www.defesaemfoco.com.b
O médico Jean-Bernaed Fourtillan foi arrancado de sua casa por policiais de Marselha e internado compulsoriamente num hospital psiquiátrico no último dia 10 de dezembro. Sua esposa e colaboradores afirmam que ele está em plenas condições de saúde mental. O Dr. Fourtillan é um crítico presente nas redes sociais contra o lockdown e a vacina para a Covid-19 m/news/accomplished-pharma-prof-thrown-i n-psych-hospital-after-questioning-offic ial-covid-narrative?utm_source=top_news& fbclid=IwAR0De6Ozq9nTtD1JE3_OxJONc9aJExo 2H0zKdcBT--u8c8rLLvWUMbuwnlM ews/founder-of-vaccine-safety-website-ex -pharma-insider-found-dead?fbclid=IwAR03 xUEw2I7Z6wwVLTsj3putN0i_cct8fmEHqwtTLBE9 aq90-ZRXnjSF6dE
https://www.lifesitenews.co
Brandy Vaughan, que foi executiva da companhia farmacêutica MERCK, e fundadora do site "learntherisk.org" dedicado a educar as pessoas sobre os riscos associados a vacinas, foi encontrada morta no último dia 06 de dezembro de 2020.
https://www.lifesitenews.com/n
O nome do médico é Jean-Bernard Fourtillan e não "Jean-Bernaed" como constou.
Os seguintes médicos e cientistas de áreas correlatas gravaram um vídeo que circula em grupos privados na internet porque foi censurado pelas grandes plataformas de redes sociais. Pode ser assistido no meu canal no Telegram "TV AMARANTE". Nesse vídeo, os cientistas alertam sobre os riscos do lockdown e das vacinas de mRNA.
Johan Denis/Dolores Cahill/Anne Fierlafijn/Carrie Madej/Hilde De Smet/Kevin P Corbett/Piotr Rubas/SherriTenpenny/Mikael Nordfors/Elke F de Klerk/Rashid Buttar
Vejam o vídeo abaixo sobre o totalitarismo da grande mídia tradicional watch?v=ezCPTEz_CKI
https://www.youtube.com/
Em 19 de fevereiro de 2020, ocorreu uma Audiência Pública da Assembleia do Estado de Connecticut (EUA) para trazer elementos para a aprovação (ou não) de uma lei sobre o direito de pais e adultos recusarem a vacinação por fundamentos religiosos (o que é permitido em alguns Estados).
Para responder as perguntas de deputados e senadores, compareceram o Dr. Mathew Carter, epidemiologista estatal; Anthony Casagrande, consultor jurídico estatal; Renee D Coleman-Mitchell, comissário do departamento de saúde pública; Kathy Kudish, diretora do programa de imunização do departamento de saúde pública.
"Public Health Commitee Public Hearing" 2020/phdata/chr/pdf/2020PH-00219-R011030 -CHR.pdf
HB 5044 would eliminate non-medical (religious) exemptions for required public school vaccinations
https://www.cga.ct.gov/
pág. 29 e segs.
DEPUTADO HENNESSY
(...)"Em 1980, "The Vaccine Compensation Program" começou e foram pagos US$ 4 bilhões para crianças e adultos que sofreram danos à saúde em decorrência de vacinas. Os fabricantes não são responsabilizados. (...)
(...) Em 1980, ou antes de 1980, é registrado que havia 1 caso de autismo em 100 mil pessoas. Hoje, no site do departamento de saúde pública está registrado 1 caso de autismo em 35 pessoas. É um aumento extraordinário de autismo.
[resposta] Dr. KUDISH - Nós não sabemos o que causa o autismo, mas definitivamente não está relacionado a vacinas. [?!!!]
pág. 44 e segs.
DEPUTADO KLARIDES
(...) "O que é o programa de compensação de vacina ?
[resposta] MR. CASAGRANDE - Basicamente, é um fundo para pessoas que podem ter sido afetadas por vacinas.
(continua)
(continuação)
(...) "Claramente, houve um esforço por muitos anos para dar, aos fabricantes farmacêuticos, responsabilidade limitada ou isenção de responsabilidade em relação às vacinas. Algo como a teoria de que as coisas podem não ser sempre perfeitas, mas melhor do que não fazer nada, este tipo de cenário. E, portanto, um esforço para não paralisar os fabricantes na produção de vacinas para compensar indivíduos que podem ser afetados e conseguem provar que foram lesados por vacinas." (...)
Conforme matéria publicada no site "renovamidia.com", que, também, faz referência a uma reportagem da revista "Exame" ientistas-desconfiam-que-ha-algo-errado- com-a-vacina-da-china/
https://renovamidia.com.br/c
"Cientis tas desconfiam que há algo errado com a vacina da China"
subtítulo - Os cientistas estão preocupados porque nem mesmo a China registrou a vacina ainda
(...) " Nesta quarta-feira (23), durante coletiva de imprensa realizada no Instituto Butantã, o novo adiamento na apresentação de dados de eficácia sobre a Coronavac deixou pesquisadores ainda mais em alerta.
Afinal, o governo de São Paulo já havia adiado a apresentação dos dados programada inicialmente para o dia 15.
O novo anúncio do resultado dos testes está programado para daqui a duas semanas." (...)
(...)" Em conversa com a revista Exame, a epidemiologista Maria Amélia Veras, da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo e do Observatório Covid-19 BR, declara :
'o problema é que a falta de uma explicação mais consistente sobre o motivo de tantos adiamentos começa a deixar os cientistas desconfiados de que pode ter havido algum problema com a vacina' (...)
(...) "O biólogo Fernando Reinach, PhD em Biologia Celular pela Cornell University, acrescenta :
' o novo adiamento dos resultados dos testes da fase 3 da Coronavac levantam a suspeita de que possa haver algum problema com a eficácia da vacina ou com o ensaio clínico do Butantã.' (...)
Matéria publicada no site "epochtimes.de"
https://www.epo chtimes.de/politik/ausland/ex-vizechef-v on-pfizer-warnt-vor-massenimpfung-es-ist -nur-eine-notzulassung-a3405939.html<br/ >
(...) !Ex-vice-presidente da gigante farmacêutica Pfizer alerta para falsas expectativas e administrações frívolas da vacina corona, recentemente aprovada por sua ex-empresa. Em sua forma atual, é adequada apenas para fins experimentais." (...)
(...) "Enquanto o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, saudava a aprovação da vacina corona da Pfizer e BioNTech pela Food and Drug Administration (FDA) no sábado (12 de dezembro) e falava de um 'milagre médico', o ex-vice-presidente da Pfizer, Michael Yeadon, que trabalhou na empresa por 16 anos, expressou dúvidas sobre sua utilidade." (...)
(...) "Você não vacina uma população só porque uma em um milhão não sobreviveu a uma infecção. Yeadon declarou ser um 'sinal de que algo fede' que os órgãos oficiais tornem a vacinação em massa uma condição para devolver a vida à população." (...)
(...) "Em uma carta aberta ao Secretário de Saúde do Reino Unido Matt Hancock, Yeadon escreveu que era 'uma forma potencialmente criminosa de enganar os destinatários [da vacinação] para permitir tal preparação para qualquer tipo de uso que não seja explicitamente identificado como experimental' (...)
(...) "De acordo com Yeadon, suas preocupações não são o resultado do ceticismo geral da vacinação, mas leva pelo menos 'seis meses ou um ano ou mais após a dosagem antes que o perfil de segurança possa ser avaliado'. Nem o Ministério da Saúde nem ninguém tem dados sobre isso. A liberação da vacinação para uso em massa, entretanto, dá a impressão de que se tem"(...)
Nos outros comentários que postei, por diversos motivos, fica evidente a impropriedade da vacinação obrigatória. Se durante muitas décadas o Povo, em diferentes países, acatou essa determinação, foi porque não havia denúncias contra as vacinas no início das campanhas de vacinação. Ao longo das décadas, no mundo inteiro, passaram a ser relatados casos de pessoas saudáveis que sofreram graves danos à saúde após tomarem vacinas. Danos muitos piores, notadamente problemas neurológicos, do que teriam se contraíssem sarampo, caxumba ou rubéola. Paralelamente, cada vez mais a indústria farmacêutica cultiva uma "cultura de vacinas" como único tratamento médico eficaz, ainda que tenha o "risco" de prejudicar permanentemente a saúde de alguns.
Na audiência pública na Assembleia de Connecticut (19FEV20) o deputado ZUPKUS (pág. 54 e segs.) questionou os funcionários do departamento de saúde sobre "o que vem a seguir ? ", referindo-se ao fato de que, em décadas passadas, o total de doses obrigatórias para crianças matriculadas em escolas era de 24 dose e, hoje, são 74 doses.
Além disso, a vacinação "em massa" obrigatória é uma irracionalidade porque desconsidera as condições de saúde de cada indivíduo no que concerne a alergia a algum componente químico da vacina, doenças preexistentes, bem como os grupos que nunca participam dos estudos clínicos para aprovação de uma vacina - crianças, adolescentes, gestantes e pessoas enfermas.
É hora de rever a qualidade das vacinas, é hora de rever as terapias médicas, é hora de resguardar o mais fundamental dos direitos - a saúde.
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